Novas sanções ao Irã surtirão efeito?
Na celeuma gerada pelo anúncio do enriquecimento de urânio pelo Irã e pela iminência de novas sanções, solicitadas pelos Estados Unidos, França e Rússia, o diretor de redação do Le Monde, Alain Frachon, escreve oportuno artigo avaliando que políticas de sanções são um meio ineficaz de garantir a estabilidade no Irã.
Como afirmado, “certitude n°1 en Europe, aux Etats-Unis, en Israël et dans le monde arabe : l’Iran est bien parti pour devenir une puissance nucléaire. Certitude n°2 : pour tenter de l’en empêcher, il faut décider une nouvelle série de sanctions contre la République islamique. Certitude n°3 : mieux vaut ne pas entretenir trop d’illusions sur leur efficacité”.
Ora, para o escritor, “les sanctions ont été peu appliquées, détournées, contournées. Bref, elles n’ont pas “fait mal”, ont observé, unanimes, les experts qui participaient, début février en Israël, au séminaire annuel de l’Institut pour la politique et la stratégie d’Herzliya”
Assim, mais e mais sanções não irão frear ou se quer retroceder o plano iraniano de enriquecimento de urânio. Elucida o escritor que também não é uníssono no Conselho de Segurança das Nações Unidas a imposição de sanções ao país de Mahmoud Ahmadinejad.
Le cas chinois, lui, n’est pas ambigu. Jusque-là, Pékin suivait Moscou à l’ONU; nouvelle venue dans le club des Grands, la Chine voulait jouer “modeste”. Cette époque est révolue. Les dirigeants du Parti communiste chinois (PCC) s’érigent en défenseurs du régime islamiste du président Mahmoud Ahmadinejad. Ton vengeur, très années 1960, le Quotidien du peuple, le journal du PCC, accuse les Etats-Unis d’avoir monté “une brigade d’internautes” pour déstabiliser M. Ahmadinejad.
Então, caros leitores, artigo simples e bastante oportuno que trarei traduzido em breve, mas, por ora, fica como indicação de leitura e de questionamento: é útil um recrudescimento mundial ao Irã, através de novas e graves sanções? Tomando como mote o pensamento do Le Monde, creio que não.

Olha, eu acho que é um tipo de processo, um ritual, pelo qual deve-se passar.
A comunidade internacional fica aplicando essas sanções e todos os pretendentes a detentores de armas nucleares têm que passar por isso… os que tem “culhões” não desistem, seguem em frente e conseguem a bomba. Depois disso é outra história…
Se nós, brasileiros, quisermos ter nossa própria bombinha teremos que passar pelo mesmo ritual no futuro…
.-= Daniel´s last blog ..Câmara Promove Vinicius de Moraes ao Posto Mais Alto da Diplomacia =-.