Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional


Archive for May, 2010


Crise traz de volta ao país 400 mil “expatriados” 0

Posted on May 31, 2010 by Jefferson

ValorOnline

A recessão nesses países fez com que a taxa de desemprego médio subisse de 5,8% antes da crise para os atuais 8,4%.

Atingidos pela crise nos Estados Unidos e na Europa e atraídos pelo bom momento brasileiro, milhares de pessoas que haviam sido “expatriadas” pelas crises do Brasil estão de volta ao país. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estima que retornaram nos últimos anos aproximadamente 400 mil, cerca de 13% dos 3 milhões que viviam e trabalhavam fora do país.

Aloysio Gomide Filho, chefe da Divisão das Comunidades Brasileiras no Exterior do Itamaraty, diz que 60 mil trabalhadores brasileiros no Japão retornaram desde o início da crise mundial, cerca de 20 mil aproveitando a ajuda do governo japonês de US$ 3 mil a decasséguis desempregados que escolhessem deixar o país oriental.

A socióloga Sueli Siqueira, professora da Universidade do Vale do Rio Doce, lembra que a crise mundial afetou profundamente o mercado imobiliário, que absorve grande parte da mão de obra estrangeira nos países ricos. A recessão nesses países fez com que a taxa de desemprego médio subisse de 5,8% antes da crise para os atuais 8,4%, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Informações do governo americano dão conta de que 850 mil imigrantes irregulares deixaram o país entre 2008 e 2009.

Na Espanha, que vive o auge de sua crise atualmente, mais de 1 milhão de espanhóis estudam português em busca de alguma oportunidade de emprego no Brasil, segundo pesquisa do Centro de Investigações Sociológicas (CIS). A Casa do Brasil, instituição fundada pelo governo brasileiro nos anos 60, em Madri, como um colégio maior dedicado ao ensino da língua portuguesa e da cultura brasileira, registra um aumento em torno de 30% nas matrículas, desde outubro do ano passado.

Coreia do Sul e Japão se unem contra Pyongyang 0

Posted on May 31, 2010 by Jefferson

Por Jack Kim e Yoko Nishikawa

SEOGWIPO Coreia do Sul (Reuters) – A Coreia do Sul e o Japão prometerem neste sábado permanecerem unidos contra a Coreia do Norte antes de um encontro de líderes regionais que deverá pressionar a China sobre sua relutância em relação a Pyongyang pelo afundamento de um navio sul-coreano.

Líderes das três maiores potências do nordeste asiático estão reunidos em Seogwipo, um resort na ilha sul-coreana de Jeju, com a intenção original de intensificar os planos para uma cooperação regional maior e integração econômica.

Mas a disputa entre as Coreias roubou os holofotes. Os dois lados da fortemente armada península estão divididos em um impasse após um navio de guerra sul-coreano ter afundado no final de março, matando 46 tripulantes. Seul concluiu que a Coreia do Norte foi a responsável pelo ataque.

Em negociações nos próximos dois dias, o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, e o premiê chinês, Wen Jiabao, devem debater o assunto, que causou um impasse entre China e seus vizinhos, que apoiam ações internacionais firmes contra Pyongyang.

Hatoyama sugeriu, e os três líderes fizeram um minuto de silêncio, antes das negociações, pela morte dos marinheiros.

“As ações provocativas da Coreia do Norte são imperdoáveis”, afirmou Hatoyama a Lee Myung-bak antes do encontro, segundo uma autoridade do governo japonês. “O Japão, assim como a comunidade internacional, está condenando tais ações e apoia fortemente a Coreia do Sul.”

O crescente antagonismo entre as Coreias prejudicou os mercados, com investidores preocupados de que o confronto possa se tornar um conflito armado na região que engloba a segunda e a terceira maiores economias do mundo, o Japão e a China.

Analistas dizem que nenhum dos lados está pronto para ir à guerra. A China considera a vizinha Coreia do Norte uma amiga e um fator de equilíbrio em relação aos outros países próximos, que são apoiados pelos Estados Unidos. Os chineses não condenaram Pyongyang, dizendo que precisam analisar as evidências e pedindo comedimento para ambos os lados.

Wen permaneceu com essa posição durante um encontro com Lee na sexta-feira, mas também afirmou que Pequim não protegerá o culpado pelo afundamento. Em suas considerações iniciais na reunião, o premiê chinês não citou o navio Cheonan e usou um tom otimista.

“Quero trabalhar com o presidente Lee e o primeiro-ministro Hatoyama para alcançar sólidos resultados e enviar uma mensagem ao mundo de confiança e esperança na paz, estabilidade e desenvolvimento (na região)”, disse Wen.

Seul precisa do apoio ou da abstenção da China para votar uma resolução ou declaração da ONU criticando a Coreia do Norte pelo afundamento. Como membro permanente do Conselho de Segurança, a China tem poder de veto em tais ações.

Os líderes da Coreia do Sul e do Japão deram um sinal de unidade sobre o assunto neste sábado. “Hatoyama disse que tomará um papel de liderança na cooperação internacional (contra a Coreia do Norte) e expressou firmemente que vai apoiar a posição da Coreia do Sul no Conselho de Segurança da ONU”, disse o assessor presidencial sul-coreano Lee Dong-kwan após o encontro do mandatário de seu país com o colega japonês.

A imprensa estatal norte-coreana disse neste sábado que os Estados Unidos culparam o país pelo afundamento do navio para “colocar a China em uma posição desconfortável e manter Japão e a Coreia do Sul como seus servos”.

Jamaica declara estado de emergência após ataques a delegacias 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

BBC

Um estado de emergência foi declarado em partes da capital da Jamaica, Kingston, depois que várias delegacias de polícia foram atacadas por grupos armados que tentam evitar a prisão de um suposto chefe do tráfico de drogas.

Os grupos dispararam contra duas delegacias e uma terceira foi incendiada. Estes grupos apoiariam Christopher “Dudus” Coke, que seria chefe do tráfico de drogas do país e que também é procurado nos Estados Unidos.

O governo da Jamaica concordou na semana passada em extraditar Coke para os Estados Unidos.

Mas, os grupos que apoiam Coke, de 41 anos, colocaram barricadas e afirmaram que vão protegê-lo.

O correspondente da BBC em Kingston Nick Davis afirmou que soldados e a polícia estão sob ataque e a fumaça ainda está subindo da delegacia incendiada.

O estado de emergência cobre os bairros de West Kingston e St. Andrews, onde a violência começou, e vai durar pelo menos um mês, de acordo com governo.

As áreas são consideradas regiões de apoio a Coke, que afirma ser um líder comunitário. Ele cuida dos moradores da região, dando dinheiro quando estão desempregados.

De acordo com Nick Davis, os que apoiam Coke acreditam que ele esteja cumprindo um papel que o governo não consegue cumprir.

A polícia exigiu a rendição de Coke e descreveu as barricadas levantadas nestes bairros como um sinal de “covardia”, de acordo com a agência de notícias Associated Press.

Procurado

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirma que Coke é um dos mais perigosos chefes do tráfico de drogas do mundo. Ele é acusado de liderar uma gangue chamada Shower Posse, e operar uma rede internacional de tráfico.

A gangue também foi responsabilizada por vários assassinatos na Jamaica e nos Estados Unidos.

O primeiro-ministro jamaicano, Bruce Golding, afirmou no começo da semana que está preparado para enviar Coke para os Estados Unidos sob acusação de tráfico de drogas e armas.

A decisão do primeiro-ministro reverteu nove meses de oposição à extradição de Coke. Golding afirmava que as provas contra Coke tinham sido obtidas ilegalmente, por interceptação de suas conversas pelo telefone celular.

Mas, o primeiro-ministro mudou de ideia frente à crescente desaprovação do público, e também a questionamentos sobre seu possível envolvimento com Coke.

Golding pediu desculpas ao país e admitiu que não tinha cuidado muito bem do caso.

Pior vazamento de petróleo dos EUA chega ao 40º dia sem fim 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

Por Tom Bergin e Ed Stoddard

O pior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos chegou ao seu 40o dia neste sábado, com habitantes da região do Golfo agarrando-se à esperança de que a complicada operação da BP vai conseguir controlar bem a situação.

A operação começou na quarta-feira e envolve colocar materiais sólidos, como tiras de borracha e bolas de golfe, para tentar “entupir” o poço. A lama jogada desde quarta-feira não conteve o vazamento, mas em alguns momentos reduziu o fluxo.

A operação da BP não deu impediu a saída do fluxo de petróleo e a empresa está avaliando como continuar com ela ou se tentará outra coisa, disse o diretor de operações, Doug Suttles, no sábado.

“Eu não acho que o volume de petróleo que está saindo tenha mudado”, disse ele em entrevista à imprensa. “Só de observar, não acreditamos que tenha mudado”.

O presidente Barack Obama e o diretor-executivo da BP, Tony Hatward, visitaram seperadamante a região costeira do Golfo na sexta-feira, tentando lidar com uma crise que afeta a credibilidade tanto do governo norte-americano quanto da BP.

Obama enfrenta críticas às quais responde vagarosamente em relação à catástrofe ambiental no Golfo do México e garantiu aos moradores da região durante sua visita de cinco horas que eles “não vão ser deixados para trás”.

Hayward visitou o local da explosão em 20 de abril que matou 11 trabalhadores e provocou o vazamento de petróleo, e disse que a gigante de energia precisa de até mais dois dias para determinar se a operação vai conter o fluxo de uma vez por todas.

Análise do acordo iraniano… 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

O programa Sem Fronteiras analisa o ‘acordo’ engendrado por Brasil e Turquia com Irã. O Brasil, com a participação da Turquia, conseguiu abrir um caminho para um acordo sobre o enriquecimento de urânio no Irã. Saiba o que o país ganhou e porque o acordo é visto com tanta desconfiança.

Interessante abordagem para se entender toda a celeuma que está povoando o mundo das relações internacionais.

O programa Sem Fronteiras analisa o ‘acordo’ engendrado por Brasil e Turquia com Irã. O Brasil, com a participação da Turquia, conseguiu abrir um caminho para um acordo sobre o enriquecimento de urânio no Irã. Saiba o que o país ganhou e porque o acordo é visto com tanta desconfiança.
Interessante abordagem para se entender toda a celeuma que está povoando o mundo das relações internacionais.

Israel rejeita chamado para se unir a tratado antinuclear 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

JERUSALÉM (Reuters) – Israel classificou neste sábado como “hipócrita e falha” uma declaração de signatários de um tratado mundial antiarmas nucleares que pedia ao país para que assine esse pacto e torne suas instalações nucleares passíveis de inspeções pela ONU.

Todos os 189 membros do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), incluindo os Estados Unidos, pediram em uma declaração a realização de uma conferência em 2012 para discutir o banimento das armas de destruição em massa do Oriente Médio.

“Como um Estado não-signatário do TNP, Israel não está obrigado a cumprir as decisões desta conferência, que não tem nenhuma autoridade sobre Israel”, afirmou o governo israelense em um comunicado por e-mail.

“Dada a natureza distorcida desta declaração, Israel não poderá tomar parte de sua implementação” , diz o texto.

A declaração de 28 páginas diz que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e Estados-chave iriam organizar uma conferência que incluiria todas as nações da região, ou seja, teria entre os participantes inimigos duros, como Israel e Irã.

Presume-se que Israel tenha um grande arsenal nuclear, mas o país não confirma nem nega o fato. É a única nação do Oriente Médio que não assinou o TNP. Como Paquistão e Índia, também não-signatários, Israel não tomou parte na conferência de revisão do tratado.

Autoridades dos Estados Unidos deixaram claro que a proposta não levaria a nada, dizendo que o Oriente Médio não poderia ser declarado livre de armas de destruição em massa enquanto não houver paz entre Israel e mundo árabe e o Irã não contiver seu programa de enriquecimento de urânio.

Aludindo a esse ponto, o comunicado israelense diz: “Esta resolução é profundamente falha e hipócrita. Ignora as realidades do Oriente Médio e as verdadeiras ameaças enfrentadas pela região e o mundo inteiro.”

O Irã não foi mencionado na declaração do TNP.

Israel e potências ocidentais suspeitam que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares por ter no passado escondido sua atividade nuclear da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão da ONU que supervisiona o uso pacífico da energia nuclear, e por fazer restrições ao acesso da AIEA às instalações do país.

O governo iraniano diz que está enriquecendo urânio apenas para gerar eletricidade e isótopos para tratamento medicinal e agricultura.

Chávez ordena investigação de cervejaria… 0

Posted on May 24, 2010 by Jefferson

Tá bom viu Chávez?!

Queria entender como a cerveja é uma arma para o capitalismo!

Até parece que seus heróis de infância, os soviéticos, bebiam leite…

Quando acho que o freakshow bolivariano deu uma trégua, Chávez me mostra que ele estava era preparando outro ato (possivelmente, inspirando-se ouvindo algum CD de piada do Ari Toledo).

…………….

Presidente pede que Justiça descubra se a Polar, maior produtora de alimentos do país, está escondendo mercadoria

Afp e Efe – O Estado de S.Paulo

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou ontem à promotoria pública que abra uma investigação contra a empresa de alimentos Polar, a maior companhia privada do país no setor, por estocar irregularmente alimentos e “causar danos à população”. A Polar é responsável pela fabricação de uma variedade de produtos alimentícios, incluindo a cerveja mais consumida na Venezuela.

Na quinta-feira, militares venezuelanos confiscaram mais de cem toneladas de farinha de trigo, arroz e outros gêneros alimentícios da empresa. Na opinião de Chávez, a companhia poderia produzir mais alimentos em vez de cerveja, afirmando que não é necessário fabricar a bebida.

“Essa cervejaria poderia se transformar em indústria de alimentos. A cerveja não nos faz falta, só serve para nos deixar mais barrigudos, aumentar o colesterol e deixar as pessoas meio loucas”, disse Chávez durante o programa dominical Alô, Presidente.

O líder venezuelano afirmou ainda que a cerveja é uma das “armas do capitalismo” para causar vícios na população. Ele criticou os funcionários que recentemente protestaram em favor da empresa. “Existem uns trabalhadores que andam defendendo a Polar. Coitados. Defendem quem explora o povo.”

O presidente ainda fez um apelo para que as empresas busquem capital estrangeiro para o financiamento de obras, já que “todas os investimentos públicos não podem ficar nos ombros do Estado”. “Isto é uma aliança. Se o governo tem alguma dificuldade no fluxo de recursos, é o momento em que as empresas devem buscar dólares nos bancos do mundo.”

Fim dos apagões. Chávez reconheceu que alguns empresários podem estar reticentes com relação aos investimentos no país por causa da campanha de descrédito promovida por “meios de comunicação da burguesia”. Ele garantiu, porém, que não há riscos, pois “a dívida externa venezuelana, se comparada com o PIB, representa apenas 20%”, enquanto a de alguns países da Europa chegariam a comprometer 70%.

No programa, Chávez prometeu que os racionamentos de energia elétrica que atingem o país devem durar no máximo até agosto. Na sexta-feira, o governo começou a suspender os cortes de energia nos fins de semana e feriados.

Acordos e sanções…. 0

Posted on May 23, 2010 by Jefferson

Acordo com Irã será suspenso se houver sanções, diz parlamentar

O Irã vai abandonar o plano de troca de combustível nuclear, mediado pelo Brasil e pela Turquia, se os Estados Unidos impuserem novas sanções sobre a República Islâmica, disse o líder do parlamento no domingo.

Em declarações à rádio estatal IRIB, Ali Larijani disse que Teerã pode também reavaliar sua cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

“Se os norte-americanos estão em busca de aventura, seja no Conselho de Segurança da ONU ou no Congresso americano, todos os esforços da Turquia e do Brasil serão em vão e esse caminho será abandonado”, disse Larijani, um conservador influente. “Nesse caso, o parlamento tomará uma decisão diferente sobre a cooperação com a AIEA.”

O parlamento tem o poder de obrigar o governo a mudar sua cooperação com a AIEA, como fez em 2006, depois que a agência com sede em Viena decidiu solicitar o envolvimento do Conselho de Segurança.

Um dia antes, outro parlamentar importante disse que Teerã tinha planos de seguir adiante com o acordo mediado pelo Brasil e pela Turquia, apesar de um pedido para implementar novas sanções estar tramitando no Conselho de Segurança da ONU.

A agência oficial iraniana IRNA disse na sexta-feira que o Irã vai entregar uma carta oficial à AIEA na segunda-feira com os detalhes do acordo mediado por Brasil e Turquia.

A AIEA apresentou a base do acordo em outubro durante negociações que envolveram o Irã, a França, a Rússia e os Estados Unidos. Contudo, aquele acordo não se concretizou por causa de exigências iranianas. Larijani criticou aquele plano de acordo.

Na segunda-feira passada, Brasil, Turquia e Irã anunciaram o novo acordo, durante viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país. Segundo o acordado, o Irã enviaria 1.200 quilos de seu estoque de urânio enriquecido – reduzindo a quantidade de material atômico que pode ser utilizado em bombas – para a Turquia em troca de combustível atômico para um reator de pesquisa médico em Teerã.

Contudo, depois de meses de negociações, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU ignoraram o acordo com uma proposta de impor novas sanções contra o Irã. Os Estados Unidos foram os autores da proposta, entregue na terça-feira.

As potências ocidentais temem que o Irã esteja secretamente tentando produzir armas nucleares. Teerã nega, dizendo que só está enriquecendo urânio para suas usinas de energia nuclear.

A Turquia, o Brasil – ambos atuais membros rotativos do Conselho de Segurança – e o Irã pediram uma pausa nas sanções por causa do acordo, mas as potências ocidentais suspeitam que seja apenas uma tática do Irã para evitar ou retardar a aplicação de sanções.

As novas sanções incluiriam restrições à operação de bancos iranianos fora do país e a inspeção de navios suspeitos de levar cargas relacionadas aos programas nucleares ou de mísseis do Irã.

Novamente as Malvinas… 0

Posted on May 23, 2010 by Jefferson

E eu pensei que esse episódio tinha caído no esquecimento…

Argentina convoca embaixadora britânica por Malvinas

BUENOS AIRES (Reuters) – A Argentina chamou a embaixadora britânica em Buenos Aires para responder uma queixa da União Europeia, elevando a tensão entre os dois países devido à disputa da soberania das Ilhas Malvinas, em mãos da Grã-Bretanha atualmente, informaram neste domingos jornais argentinos.

A disputa entre os países aumentou nos últimos meses com o início da exploração britânica de petróleo na região.

A empresa Rockhopper Exploration disse este mês que o petróleo encontrado na área das Malvinas é de alta qualidade, acirrando a tensão.

Os jornais La Nación e Clarín informaram que o Ministério de Relações Exteriores da Argentina chamou a embaixadora para uma reunião na segunda-feira a fim de esclarecer a reclamação do país pelo controle do trânsito marítimo aplicado pela Argentina há meses.

A Argentina reclama a soberania sobre o frio arquipélago austral controlado pela Grã-Bretanha desde 1833, uma disputa que levou ambas nações a uma guerra em 1982 que terminou com 1.000 mortos e a rendição argentina.

Economia global pode lidar com problemas da Europa, diz Geithner 0

Posted on May 23, 2010 by Jefferson

Será?

Depois de tanto alarde,  não creio que isso seja verdade…

XANGAI (Reuters) – O secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, afirmou que a economia global, fortalecida, está em melhor forma para lidar com a crise europeia. O relato foi feito pela agência de notícias chinesa Xinhua neste sábado.

“Acho que estamos numa posição muito mais forte para gerir os desafios que há na Europa agora,” declarou o secretário à Xinhua, em Washington, numa entrevista antes da sua visita à China.

Geithner também disse que o dólar estava em alta porque a confiança na economia norte-americana aumentava. O secretário do Tesouro chega a Beijing neste domingo para reuniões no âmbito do Diálogo Estratégico e Econômico, do qual participa também a Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton.

A pauta econômica do encontro da segunda e da terça-feira deve priorizar maneiras de equilibrar melhor a balança comercial dos dois países. Deve-se evitar as divergências sobre o câmbio.

Os Estados Unidos têm a maior economia do mundo, e a China, a que cresce mais rápido. Geithner afirmou que a cooperação entre os dois países é vital para a economia global.

“China e Estados Unidos estão fazendo o que precisam fazer para ajudar a recuperação global,” disse.

Geithner programou escalas de última hora no Reino Unido e na Alemanha, após o fim do encontro na China. Ele se reunirá com autoridades econômicas dos dois países e também com o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet.

A crise europeia é um tema que preocupa porque pode se espalhar para outras regiões e também diminuir mercado para exportações de países como a China.

O pacote da União Européia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para estabilizar a zona do euro ainda não conteve a queda da moeda do Velho Continente.

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