Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional


Archive for the ‘Américas’


Gates diz que EUA conduzem conversas preliminares com Taleban 0

Posted on June 20, 2011 by Jefferson

De Agências Internacionais

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, admitiu neste domingo que o país vem realizando conversações preliminares com o grupo islâmico Taleban no Afeganistão.

“Penso que há um esforço para discutir [com o Taleban] da parte de vários países, incluindo os Estados Unidos. Eu diria que estes contatos são muito preliminares neste momento”, disse Gates em entrevista à rede de TV CNN.

No sábado (18), o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, foi o primeiro dirigente de alto nível a confirmar oficialmente as conversações diretas entre Washington e os insurgentes afegãos, depois de um confronto de quase dez anos.

“As conversações se desenvolvem bem”, declarou Karzai durante conferência em Cabul. No dia, os EUA não quiseram negar ou confirmar o diálogo, dizendo apenas que mantêm ampla faixa de contatos no país.

Os talebans foram afastados do poder no final de 2001 por uma coalizão militar internacional liderada pelos Estados Unidos, mas uma sangrenta rebelião ganhou terreno nos últimos anos.

As negociações de paz, segundo Karzai, estariam sendo realizadas por oficiais militares estrangeiros, principalmente americanos, mas ele não entrou em detalhes sobre a natureza dos diálogos.

O governo de Barack Obama já falou algumas vezes de negociar com a ala mais moderada do Taleban, em busca de uma solução para a guerra que se arrasta há dez anos –e cada vez mais parece não ter uma solução militar. As negociações, contudo, nunca foram confirmadas.

Gates, que deixará o posto no fim do mês, disse que é crucial determinar quem realmente representa os Talebans, antes de se comprometer em discussões com qualquer um que pretenda falar em nome do líder, o mulá Omar.

“Não queremos que, em determinado momento, estejamos a discutir com qualquer um que é, na realidade, um independente”, disse.

À bientôt Scliar…. 0

Posted on February 28, 2011 by Jefferson

Scliar consolidou a temática judaica na literatura brasileira

MICHEL LAUB
ESPECIAL PARA A FOLHA

É sempre difícil falar da obra de um escritor tão prolífico quanto Moacyr Scliar.

Da estréia com “O Carnaval dos Animais (1968) até o elogiado “Eu Vos Abraço Milhões” (2010), foram algo como 70 livros entre romances, coletâneas de contos, crônicas, ensaios e infanto-juvenis. Um conjunto heterogêneo, naturalmente, tanto nos temas e na forma quanto no resultado –que, em seus melhores momentos, teve registros que iam do fantástico/mítico em “O Centauro no Jardim” (1980) ao realismo histórico de “A Majestade do Xingu” (1997).

Os manuais e enciclopédias do futuro devem creditar a ele, na esteira do pioneirismo de Samuel Rawet (1929-1984), a consolidação da temática judaica na literatura brasileira. Mais amplamente, das questões que envolvem imigrantes na sociedade moderna do país.

Nos anos 70, quando Scliar se firmou na geração que tinha João Antonio, Ignácio de Loyola Brandão, Ivan Angelo e outros tantos nomes menos ou mais engajados, os sentimentos característicos desse tipo de personagem –sua estranheza e ambiguidade diante de uma realidade muitas vezes hostil– de alguma forma ganharam ressonâncias políticas condizentes com o espírito da época.

Mas o traço que mais define o autor talvez seja o de contador de histórias. Influenciado por tradições ancestrais como a narrativa oral e a parábola bíblica, poucas vezes ele se colocou acima de seus enredos, tanto em termos de estilo quanto de uma suposta sofisticação psicológica.

Para muitos que o conheceram ou trabalharam com ele –amigos, colegas, as dezenas de jovens escritores para quem ele escreveu prefácios, os editores de jornais e revistas que ele salvou de inúmeras emergências em prazos exíguos–, era como se esse procedimento literário, que transpirava interesse pelos pequenos dramas e comédias humanos, fazendo com que isso chegasse ao leitor da maneira mais despojada e saborosa possível, reproduzisse um traço pessoal seu: a generosidade.

Michel Laub é autor dos romances “O Segundo Tempo” (2006) e “O Gato Diz Adeus” (2009), ambos lançados pela Companhia das Letras

Revelações do WikiLeaks podem afetar campanha no Peru 0

Posted on February 18, 2011 by Jefferson

DA REUTERS, EM LIMA

Supostas revelações sobre alguns candidatos à Presidência do Peru em documentos dos Estados Unidos obtidos pelo WikiLeaks podem atrapalhar a campanha eleitoral e afetar um dos principais candidatos, a menos de dois meses das concorridas eleições.

O candidato nacionalista Ollanta Humala disse que a embaixadora norte-americana em Lima, Rose Likins, o informou nesta semana que, segundo documentos sigilosos, o atual favorito e ex-presidente Alejandro Toledo buscou apoio dos Estados Unidos em 2005 para evitar que Humala ganhasse as eleições passadas.

Toledo, que governou o país entre 2001 e 2006, rejeitou a acusação e pediu provas que comprovassem a informação.

Segundo pesquisas, o candidato lidera as intenções de voto para as eleições de 10 de abril, mas não alcançaria mais de 50% dos votos. A eleição, portanto, seria definida no segundo turno, em 5 de junho.

“De fato isso afeta a campanha eleitoral e acho que pode atingir Toledo porque é uma denúncia grave”, afirmou o analista político Alberto Adrianzén. “O melhor para todos é que a embaixada publique o documento” diplomático, disse.

A embaixadora Likins desmentiu a jornalistas o que foi dito por Humala, um esquerdista temido pelos investidores, apesar de ter moderado seu discurso radical contra o mercado. Ele foi finalista nas eleições presidenciais de 2006.

“Estamos lidando com um problema do WikiLeaks que não é de nossa criação”, afirmou a diplomata.

“O que eu quero esclarecer é que a informação que saiu não está de acordo com a informação que eu proporcionei ao candidato Humala.”

Os rivais de Toledo para um possível segundo turno seriam a parlamentar Keiko Fujimori e o ex-prefeito de Lima Luis Castañeda.

Começa encontro do G20, em Paris, com foco na alta das commodities. 0

Posted on February 18, 2011 by Jefferson

Ministros das Finanças das maiores economias se reúnem no país.

Mantega diz que vai se opor à regulação de preços das matérias-primas.

Do G1, com informações de agências

Começa nesta sexta-feira (18), em Paris, o encontro do G20 – que reúne os ministros das Finanças das maiores economias do mundo e das principais emergentes. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, está na França para representar o Brasil.

O aumento nos preços das commodities deve ser um dos destaques da pauta do encontro – que tem como um dos objetivos estabelecer indicadores comuns para medir os desequilíbrios econômicos mundiais.

Para o grupo, além da alta dos preços das matérias-primas, representam riscos para a recuperação econômica mundial o potencial superaquecimento das economias emergentes e os problemas de dívida soberana nas nações mais ricas. Estas preocupações devem ser combatidas com cortes orçamentários, uma maior liberdade das taxas de câmbio e reformas estruturais

Na reunião, que coincide com um momento em que os preços dos alimentos batem recordes, Brasil e Argentina vão se opor a qualquer tentativa de impor um controle da cotação das matérias-primas, um ponto que provoca choques entre o mundo desenvolvido e o emergente.
Mantega e o ministro da Fazenda da Argentina, Amado Boudou, estiveram reunidos há uma semana para discutir o tema.

Mantega
“O Brasil é totalmente contra qualquer mecanismo para controlar ou regular os preços das commodities”, disse Mantega na última terça-feira (15). “De qualquer forma, os preços das commodities vão ceder naturalmente às forças do mercado.”

Na opinião do ministro, o melhor meio para se assegurar preços acessíveis de alimentos, no longo prazo, é estimular o aumento da produção. “Uma forma de manter em baixa os preços das commodities seria encorajar uma produção maior nos países emergentes e pobres”, sugeriu Mantega. “Os países desenvolvidos poderiam ajudar este processo com investimentos.”

Mantega acrescentou ainda que os países desenvolvidos industrializados podem ajudar a promover uma produção maior das commodities “com a remoção das barreiras comerciais”.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, que ocupa a presidência rotativa do G20 até o fim de 2011, propôs uma reforma do sistema monetário mundial e o estabelecimento de um controle contra a especulação nos mercados de matérias-primas – duas maneiras, a seu ver, de defender as economias mais pobres dos atuais desequilíbrios comerciais globais.

O primeiro passo seria definir indicadores econômicos capazes de medir as diferenças entre os países e dar início a um processo corretivo – embora muitos enxerguem este projeto como um modo sutil de obrigar a China a reavaliar o yuan, reduzindo seu descomunal excedente comercial.

“Nossa expectativa é alcançar um acordo sobre os indicadores no sábado”, disse esta semana a ministra francesa da Economia, Christine Lagarde.

Brics
Os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) convocaram para esta sexta-feira uma reunião preparatória, na qual abordarão, entre outros temas, a questão da avaliação das economias do G20 e a reforma do sistema monetário internacional.

Já no ano passado, por exemplo, em um encontro de ministros das Finanças do G20, ainda sob a presidência sul-coreana, a China e outros países haviam se declarado contrários a uma proposta americana de estabelecer um limite de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para os desequilíbrios das contas correntes.

Diante desta reticência, que não inclui apenas os países emergentes, mas também grandes exportadores desenvolvidos como a Alemanha, existe um consenso de evitar referências, neste momento, a metas específicas na hora de enfrentar o abismo que há entre os países.

(Com informações da France Presse, EFE e Agência Estado)

E isso vai dar “pano pra manga”… 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Un arrepentido asegura que vio a un general venezolano en un campamento de las FARC

Los ex miembros de la guerrilla no reconocen a Cubillas entre los etarras que les dieron cursos sobre explosivos en la selva

JOSÉ MARÍA IRUJO 09/02/2011

El juez de la Audiencia Nacional Eloy Velasco interroga esta semana por videoconferencia a nueve arrepentidos de las FARC para tratar de esclarecer las relaciones de la guerrilla con ETA y sobre los adiestramientos conjuntos que presuntamente tuvieron lugar en la selva venezolana entre 2003 y 2008. Ayer declararon los dos primeros en una sesión que ha durado dos horas.

Uno de los testigos protegidos asegura que el general del Ejército de Venezuela Gustavo Morales estaba en uno de los campamentos en territorio venezolano en los que supuestamente se entrenaba la guerrilla colombiana. Este dato alimenta la tesis de la relación entre las FARC y el Gobierno de Hugo Chávez.

El ex miembro de las FARC conocido por el alias de Juan reconoció que los dos presuntos etarras José María Zaldua Corta -ya fallecido- y José Ignacio Olascoaga Múgica dieron en la selva un curso sobre el manejo de explosivos entre 2002 y 2003. Según su testimonio, enseñaron a los guerrilleros a mejorar su preparación y uso, primero con temporizador con reloj y después con móviles. También les adiestraron en la preparación de motos y coches bomba como parte de un operativo dirigido por el líder de las FARC, Iván Márquez.

Lo que ninguno de los testigos ha podido hacer es identificar a Arturo Cubillas Fontán, jefe de Seguridad del Instituto Nacional de Tierras de Venezuela (INTI) como uno de los miembros de ETA desplazados a Colombia, a pesar de que varios admitieron a los agentes españoles que en abril les interrogaron en el país andino que las FARC alojaron al presunto etarra en un campamento de la región venezolana de El Amparo. En aquella ocasión la Policía interrogó a tres de los nueve arrepentidos de las FARC, pero no tuvieron que hacer un reconocimiento fotográfico sobre los terroristas que se sospecha que han viajado a Venezuela o que pasaron por los campos de entrenamiento de la guerrilla en ese país.

Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque. 2

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque

Alessandra Corrêa

Da BBC Brasil em Washington

Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib

Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld defende as decisões tomadas sobre a guerra do Iraque e revela sua visão dos bastidores do período que antecedeu a invasão.

No livro de 800 páginas, intitulado Known and Unknown (Conhecido e Desconhecido, em tradução livre), Rumsfeld, considerado o principal articulador da invasão americana ao Iraque, diz que se Saddam Hussein permanecesse no poder, o mundo seria um lugar “muito mais perigoso do que é hoje”.

A obra – ainda sem previsão de lançamento no Brasil – vem causando reações nos Estados Unidos desde a semana passada, quando alguns trechos foram vazados pela imprensa.

Em suas memórias, Rumsfeld reforça a ideia de que o governo de George W. Bush já tinha o Iraque em mente desde a época do planejamento da guerra no Afeganistão.

O ex-secretário relata uma reunião privada com Bush no Salão Oval da Casa Branca, apenas 15 dias depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, quando o então presidente teria pedido que revisasse os planos do Pentágono para o Iraque e que as opções fossem “criativas”.

Rumsfeld também revela as tensões entre o Pentágono e o Departamento de Estado no Conselho de Segurança Nacional durante o período – atribuídas por muitos críticos a ele próprio.

Defesa

O livro relata desde a infância de Rumsfeld, durante a Grande Depressão, até seu período no Congresso e sua atuação nos governos de diferentes presidentes americanos.

Em resenhas publicadas nesta terça-feira nos principais jornais americanos, muitos analistas dizem que Rumsfeld não demonstra remorsos, defendendo suas decisões à frente do Departamento de Estado e transferindo para outras pessoas a culpa pelos erros cometidos.

“Havia alguma dúvida sobre se Rumsfeld iria usar suas memórias para se desculpar pelo que deu errado no Iraque, como as memórias de Robert McNamara fizeram em relação à Guerra do Vietnã”, escreveu Dana Milbank, do The Washington Post.

“Mas depois de quatro anos de reflexão, Rumsfeld permanece repudiando aqueles menos brilhantes do que ele – o que significa praticamente todo o mundo”, diz o crítico.

Arrependimento

No entanto, Rumsfeld, de 78 anos, revela alguns arrependimentos.

Na noite de segunda-feira, em uma entrevista exclusiva ao canal de TV ABC News, o ex-secretário disse que seu maior arrependimento foi não ter convencido o presidente Bush a aceitar sua demissão após o escândalo envolvendo abuso de detentos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque.

Disse também que o país e o Pentágono provavelmente estariam melhor se ele tivesse deixado o cargo em 2004.

No livro, Rumsfeld admite ainda que poderia ter enviado mais tropas ao Iraque.

“Em retrospecto, talvez tenha havido períodos em que mais tropas poderiam ter ajudado”, afirma o ex-secretário.

No entanto, ele diz que comandantes militares nunca relataram qualquer tipo de reserva quanto ao tamanho das forças ou pediram o envio de mais tropas, nem mesmo quando questionados especificamente sobre o assunto.

E Obama não gostou do que ouviu… 0

Posted on February 01, 2011 by Jefferson

Mubarak announcement disappoints Obama administration

By Karen DeYoung and William Branigin
Washington Post Staff Writer
Tuesday, February 1, 2011; 7:32 PM

President Obama said Tuesday that a transition to democracy in Egypt “must begin now” and should lead to opposition participation in free and fair elections.

Speaking after Egyptian President Hosni Mubarak’s announcement Tuesday that he will not seek reelection in September, Obama said he had called Mubarak after the speech and discussed the situation in Egypt with him.

“He recognizes that the status quo is not sustainable and that change must take place,” Obama said at the White House. He said he told Mubarak of “my belief that an orderly transition must be meaningful, it must be peaceful, and it must begin now.”

Earlier, Obama administration officials indicated that Mubarak’s announcement was less than they had hoped for and was unlikely to satisfy protesters’ demands for a new government.

Obama met with his top national security officials following Mubarak’s televised speech as the White House contemplated its next step.

Mubarak spoke after receiving a direct message from Obama carried by retired U.S. diplomat Frank G. Wisner. Although officials declined to discuss the details of Wisner’s meeting with Mubarak Tuesday, they said that the administration’s “prevailing view” since last weekend has been that an agreement by Mubarak not to run again was insufficient.

In public statements since Sunday, the administration has called for an “orderly transition” in Egypt, defined by officials as the immediate establishment of a representative, interim government that would enact reforms and prepare for an open election.

Although officials have said the administration was not opposed to Mubarak’s remaining in office through a transition period if that were acceptable to the Egyptian people, several indicated in recent days that they did not see how that would satisfy the vast throngs who have taken to the streets to demand his ouster.

Obama’s message to Mubarak urging him not to run again contrasted sharply with the White House’s characterization of its position in a news briefing Monday.

Asked whether the U.S. government preferred “that Mubarak not run again,” press secretary Robert Gibbs said: “The United States government does not determine who’s on the ballot. The question is whether or not those elections are going to be free and fair. That’s what we would weigh in on and weigh in on strongly.”

The administration’s current position is similar to that spelled out Tuesday morning by Sen. John F. Kerry (D-Mass.), chairman of the Senate Foreign Relations Committee. He called for Mubarak to both declare that neither he nor his son would run in September and to pledge to work with the Egyptian army and civil society to establish “an interim, caretaker government as soon as possible to oversee an orderly transition in the coming months.”

Kerry, whose comments appeared in an op-ed article in The New York Times, said that Egypt’s stability “hinges on [Mubarak's] willingness to step aside gracefully to make way for a new ppolitical structure.”

In a statement issued following Mubarak’s remarks, Kerry again called on him to “work now with the military and civil society to establish an interim caretaker government.”

Kerry said of Mubarak’s announcement: “It remains to be seen whether this is enough to satisfy the demands of the Egyptian people for change. . . . Much work remains to be done to turn this auspicious moment into lasting peace and prosperity. Egyptians must now prepare for elections and achieve a peaceful transition of power. The military must continue to show the restraint it has so admirably exercised these past days. And opposition leaders must come together to develop a process that will ensure that all of Egypt’s voices are heard.”

Earlier, a State Department spokesman said the U.S. ambassador to Egypt, Margaret Scobey, spoke Tuesday with opposition leader Mohamed ElBaradei “as part of our public outreach to convey support for orderly transition in Egypt.”

ElBaradei, 68, a Nobel Peace Prize laureate who formerly headed the International Atomic Energy Agency, rejected Mubarak’s announcement Tuesday, demanding that he step down by Friday. ElBaradei returned to Cairo last week with the aim of leading a transition to democracy.

A visita de Hu Jintao e a importância da China… 0

Posted on January 26, 2011 by Jefferson

A visita de Hu Jintao e a importância da China

Escrito por Alessandra Correa

BBC Brasil

Ainda pode levar algum tempo até que se avalie o real efeito da visita do presidente da China aos Estados Unidos nas relações bilaterais, mas o jantar de Estado oferecido a Hu Jintao na Casa Branca mostra a importância que o gigante asiático assumiu nos últimos anos.A última vez que um líder chinês havia sido recebido com uma cerimônia desse tipo foi em 1997, quando Bill Clinton ofereceu um jantar de Estado a Jiang Zemin.

Em sua visita aos Estados Unidos em 2006, durante o governo de George W. Bush, Hu Jintao teve direito apenas a um almoço.

Desta vez, a Casa Branca estendeu o tapete vermelho para o presidente chinês. As honras começaram ainda na terça-feira, quando Hu foi convidado para um raro jantar privado com o presidente Barack Obama e um pequeno grupo de convidados.

A preparação do jantar de Estado de quarta-feira foi cercada de segredo. A seleta lista de 225 convidados incluía personalidades sino-americanas, muitos executivos de grandes empresas e alguns ativistas de direitos humanos – talvez um recado para o líder chinês, em um dos temas de atrito entre os dois países.

Muitos ficaram de fora, e também houve quem esnobasse o convite: o republicano John Boehner, presidente da Câmara dos Representantes, e o democrata Harry Reid, líder da maioria no Senado, não compareceram à festa.

Na quinta-feira, o jantar era o tema de todos os jornais e redes de TV americanas, com destaque para o vestido de organza de seda vermelho usado pela primeira-dama, Michelle. “Sua escolha teve a pompa certa para demonstrar a importância desse jantar de Estado”, disse o New York Times.

A opinião de analistas é que os dois lados saíram beneficiados da visita desta semana, considerada a mais importante de um líder chinês aos Estados Unidos desde que Deng Xiaoping foi recebido por Jimmy Carter, em 1979.

Hu conseguiu passar aos chineses – que acompanharam a viagem com grande interesse – a imagem de que foi recebido como um estadista reconhecido internacionalmente, e a China, tratada pelos Estados Unidos como um aliado do mesmo peso.

Obama também conseguiu o que queria: passar uma mensagem de mais rigidez em relação a temas de atrito com a China, como a questão dos direitos humanos, e dar um certo ímpeto à relação comercial com a segunda maior economia do mundo.

Peru reconhece Palestina como Estado ‘independente e soberano’ 0

Posted on January 25, 2011 by Jefferson

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O governo do Peru anunciou nesta segunda-feira o reconhecimento da Palestina como “Estado independente e soberano”, gesto que considera estar em consonância “com sua tradicional política em favor da solução pacífica de controvérsias”.

O anúncio foi feito pelo chanceler José Antonio García Belaúnde durante uma coletiva de imprensa para apresentar a terceira reunião América do Sul-países árabes, que ocorrerá em lima entre 14 e 16 de fevereiro.

O chanceler afirmou aos jornalistas que seu governo preferia que o reconhecimento do Estado palestino tivesse sido feito de forma unânime em toda a América do Sul, por meio da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), porque “as condições estão maduras”, mas esse reconhecimento tem ocorrido de forma separada e paulatina.

Com o anúncio, Peru junta-se a Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Cuba, Venezuela, Nicarágua e Costa Rica, que já reconheceram a Palestina. O Uruguai anunciou sua intenção de fazer o mesmo, e fontes palestinas disseram esperar que o mesmo aconteça em breve com o Paraguai.

Garcia Belaúnde assegurou que não teme a reação de Israel –que até agora tem criticado os reconhecimentos expressados por outros governo americanos–, pois “a posição do Peru é consistente desde 1947″, e se baseia em afirmar o direito de Israel viver em fronteiras seguras, ao lado de um Estado palestino.

Um comunicado da Chancelaria peruana, emitido após as declarações de Garcia Belaúnde, recorda que o Peru também “reconhece o direito indeclinável do Estado de Israel para se desenvolver em paz e harmonia com todos os seus vizinhos [...] livre de qualquer ameaça contra seu povo”.

O chanceler precisou aos jornalistas que, com este reconhecimento, o Peru não toma partido no assunto da territorialidade do Estado palestino, questão que, segundo ele, “tem que ser resolvido no marco nas Nações Unidas e dentro das resoluções do Conselho de Segurança”.

No Peru, existe uma embaixada de Israel e também um escritório da Autoridade Nacional Palestina (ANP), mas até o momento nenhuma delas se manifestou a respeito do anúncio feito nesta segunda-feira.

E lá vem o Chávez… 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

Chávez anuncia chegada de tanques comprados da Rússia

Presidente da Venezuela diz que Rússia ajuda na defesa de seu país.

Deputados querem criar lei para reduzir compra de armamento.

Da France Fresse

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou na sexta-feira (21) à noite que o país receberá em breve os tanques comprados da Rússia, como resposta a um grupo de deputados opositores que pretende criar uma lei para reduzir a compra de armamento.

“Em breve começarão a chegar vários batalhões de tanques russos para a defesa da Venezuela”, declarou Chávez em um ato transmitido por emissoras de rádio e televisão.

“Dizem que vão pedir uma lei para impedir a compra de armamento militar. Graças à Rússia temos nossa aviação de defesa com foguetes estratégicos, com os melhores helicópteros do mundo. Nossos soldados não tinham nenhum fuzil, agora temos os melhores, não tínhamos nenhum radar de defesa e graças à China agora temos”, completou.

Chávez respondeu assim ao discurso dos novos deputados opositores, que assumiram 40% das cadeiras do Parlamento no início do mês, e que têm como proposta criar uma lei para impedir a compra de armas pelo governo.

Entre 2005 e 2007 o governo venezuelano assinou contratos de defesa de mais de quatro bilhões de dólares para comprar da Rússia aviões Sukhoi, helicópteros de combate e fuzis, entre outros equipamentos.

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