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	<title>Política Internacional &#187; Oriente Médio</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>Gates diz que EUA conduzem conversas preliminares com Taleban</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De Agências Internacionais O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, admitiu neste domingo que o país vem realizando conversações preliminares com o grupo islâmico Taleban no Afeganistão. &#8220;Penso que há um esforço para discutir [com o Taleban] da parte de vários países, incluindo os Estados Unidos. Eu diria que estes contatos são muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De Agências Internacionais</p>
<p>O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, admitiu neste domingo que o país vem realizando conversações preliminares com o grupo islâmico Taleban no Afeganistão.</p>
<p>&#8220;Penso que há um esforço para discutir [com o Taleban] da parte de vários países, incluindo os Estados Unidos. Eu diria que estes contatos são muito preliminares neste momento&#8221;, disse Gates em entrevista à rede de TV CNN.</p>
<p>No sábado (18), o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, foi o primeiro dirigente de alto nível a confirmar oficialmente as conversações diretas entre Washington e os insurgentes afegãos, depois de um confronto de quase dez anos.</p>
<p>&#8220;As conversações se desenvolvem bem&#8221;, declarou Karzai durante conferência em Cabul. No dia, os EUA não quiseram negar ou confirmar o diálogo, dizendo apenas que mantêm ampla faixa de contatos no país.</p>
<p>Os talebans foram afastados do poder no final de 2001 por uma coalizão militar internacional liderada pelos Estados Unidos, mas uma sangrenta rebelião ganhou terreno nos últimos anos.</p>
<p>As negociações de paz, segundo Karzai, estariam sendo realizadas por oficiais militares estrangeiros, principalmente americanos, mas ele não entrou em detalhes sobre a natureza dos diálogos.</p>
<p>O governo de Barack Obama já falou algumas vezes de negociar com a ala mais moderada do Taleban, em busca de uma solução para a guerra que se arrasta há dez anos &#8211;e cada vez mais parece não ter uma solução militar. As negociações, contudo, nunca foram confirmadas.</p>
<p>Gates, que deixará o posto no fim do mês, disse que é crucial determinar quem realmente representa os Talebans, antes de se comprometer em discussões com qualquer um que pretenda falar em nome do líder, o mulá Omar.</p>
<p>&#8220;Não queremos que, em determinado momento, estejamos a discutir com qualquer um que é, na realidade, um independente&#8221;, disse.</p>
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		<title>Israel aprova 500 novas casas em colônias judaicas.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA EFE Israel aprovou a construção de 500 novas casas em colônias judaicas no território ocupado da Cisjordânia, em resposta ao assassinato neste sábado no assentamento de Itamar de cinco israelenses da mesma família. As casas serão erguidas em Gush Etzion, perto de Belém; Maaleh Adumim, ao leste de Jerusalém; Ariel, no norte da Cisjordânia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA EFE</p>
<p>Israel aprovou a construção de 500 novas casas em colônias judaicas no território ocupado da Cisjordânia, em resposta ao assassinato neste sábado no assentamento de Itamar de cinco israelenses da mesma família.</p>
<p>As casas serão erguidas em Gush Etzion, perto de Belém; Maaleh Adumim, ao leste de Jerusalém; Ariel, no norte da Cisjordânia e Kiryat Sefer, ao noroeste de Jerusalém, disse o governo israelense em um comunicado.</p>
<p>A decisão, anunciada hoje, foi tomada ontem à noite por uma equipe interministerial em resposta ao atentado na madrugada da sexta-feira para sábado, que gerou comoção por sua crueldade e espalhou o medo que se retorne aos níveis de violência dos anos mais duros da segunda Intifada.</p>
<p>Na madrugada da sexta-feira para sábado, uma ou várias pessoas cruzaram a cerca tecnológica de segurança em torno da colônia, entraram na casa e esfaquearam os pais e três de seus filhos: um de 11 anos, outro de quatro e um bebê de três meses.</p>
<p>O funeral acontece hoje no cemitério Har Haenujot de Jerusalém.</p>
<p>O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o titular da Defesa, Ehud Barak, participaram ontem à noite na discussão das respostas ao ataque, entre as quais se avaliou também começar uma nova colônia judia ou ampliar Itamar, mas no final prevaleceu a proposta de Barak, segundo o jornal &#8220;Haaretz&#8221;.</p>
<p>Netanyahu notificou na noite deste sábado a decisão à Casa Branca.</p>
<p>Enquanto isso, as forças de segurança israelenses continuam a busca dos autores do atentado com um extenso dispositivo e um cerco em torno da cidade palestina de Nablus, no norte da Cisjordânia.</p>
<p>Cerca de 20 palestinos já foram detidos em diferentes localidades em torno de Itamar.</p>
<p>&#8220;Não descansaremos até pegar os assassinos&#8221;, deixou claro o chefe do Estado-Maior, Benny Gantz, em comunicado.</p>
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		<title>Por qué importa Bahréin</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redacción BBC Mundo Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin. Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas. Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1063" title="bahrein_carte" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif" alt="" width="360" height="475" /></a></p>
<p>Redacción</p>
<p>BBC Mundo</p>
<p><strong>Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin.</strong></p>
<p><strong>Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas.</strong></p>
<p>Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el centro de las manifestaciones, utilizando tanques, vehículos policiales y alambradas.</p>
<p>El ministerio del interior prohibió toda forma de protesta y señaló que utilizará todos los medios necesarios para restaurar el orden.</p>
<p>Se trata del capítulo más reciente de la ola de manifestaciones que ya ha tumbado dos presidentes en la región, Ben Ali en Túnez y Hosni Mubarak en Egipto.</p>
<p>Los manifestantes piden reformas democráticas en el país de mayoría musulmana chiita, que es gobernado por una monarquía sunita.</p>
<p>BBC analiza cinco razones claves que ilustran la importancia de estas protestas en Bahréin.</p>
<p><strong>Importancia estratégica</strong></p>
<p>Bahréin es el país más pequeño del golfo Pérsico, con alrededor de un millón de habitantes, pero su importancia estratégica excede con creces su tamaño.</p>
<p>La privilegiada posición geográfica nunca ha pasado desapercibida para las grandes potencias. Antes fueron los británicos, hoy es Estados Unidos, que tiene aquí su quinta flota naval para mantener un ojo en la percibida amenaza iraní en la región.</p>
<p>Bahrein ha sido un aliado privilegiado de Washigton, particularmente a partir de la primera guerra contra Irak, en 1991. El ejército de Estados Unidos también utilizó sus bases aquí para atacar a Irak en la segunda guerra del golfo a inicios de esta década.</p>
<p>Al igual que en Egipto, la política de EE.UU. ha sido la de ignorar los reclamos democráticos de los ciudadanos de Bahréin en nombre de la estabilidad regional y sus intereses estratégicos en la región.</p>
<p>De manera que las protestas de los últimos días no sólo han puesto en aprietos a la política exterior de Washington, sino también a su estrategia de defensa.</p>
<p><strong>Ruta del petróleo mundial</strong></p>
<p>La presencia de esta flota tiene, además, otra función estratégica: asegurar el libre flujo del petróleo del Golfo Pérsico.</p>
<p>Bahréin vive de la riqueza petrolera, pero sus reservas son limitadas. No obstante, las bases de Estados Unidos aquí sirven para resguardar alrededor del 33% del petróleo mundial que pasa por el estrecho de Hormuz, localizado entre Irán y Omán.</p>
<p>Por esta razón, las manifestaciones se han sumado a los factores que están presionando los precios del petróleo, que ya alcanzaron US$104 por barril.</p>
<p>Según el corresponsal de asuntos económicos de la BBC, Andrew Walker, algunos de los más importantes exportadores de petróleo, en especial Irán y Libia ya han sido afectados.</p>
<p>&#8220;Lo que preocupa es el riesgo de que los cargamentos de petróleo de esos países sean afectados&#8221;, señala Walker.</p>
<p><strong>La mayoría chiíta demanda reformas en contra de la discriminación por parte de la élite sunita.</strong></p>
<p><strong>Tensiones étnicas</strong></p>
<p>Pese a que las protestas en el emirato son parte del efecto contagio tras las revueltas que derrumbaron los presidentes de Túnez, Ben Ali, y de Egipto, Hosni Mubarak, en Bahréin las protestas también responden a divisiones étnicas.</p>
<p>Las protestas aquí son producto del descontento de la mayoría chiíta, que representa un 70% de la población es chiíta, con la élite real sunita que gobierna al país.</p>
<p>Los chiítas señalan que el régimen los ha tenido históricamente discriminados y sin acceso a la riqueza, en un país que por muchos años ha experimentado una bonanza económica sostenida por el petróleo.</p>
<p>Incluso hay quienes hablan de apartheid, ya que a éstos se les prohíbe acceder a cargos públicos. Incluso, muchos de los efectivos de las fuerzas de seguridad son sunitas traídos de Paquistán y Siria, a quienes se le otorga ciudadanía sin muchos trámites.</p>
<p>Según el corresponsal de la BBC sobre temas de seguridad, Jonathan Marcus, debido a esto &#8220;hay menos posibilidad de que las fuerzas de seguridad se pongan de parte de la población local, como sucedió en Egipto&#8221;.</p>
<p><strong>¿Peligro para Arabia Saudita?</strong></p>
<p>Arabia Saudita, que desde las protestas en Egipto ha seguido los acontecimientos con atención, tiene más razones para preocuparse ahora que la ola de manifestaciones está literalmente en su vecindario.</p>
<p>Un viaducto une a Bahréin con la parte oriental de Arabia Saudita, una zona rica en petróleo pero además con una significativa población chiita que tiene fuertes vínculos familiares y culturales con los chiitas bahreinies.</p>
<p>El periodista de la BBC Bill Law da cuenta de que un experto con estrechos vínculos con el poderoso ministro del Interior saudita, el Príncipe Nayef, le aseguró que el gobierno saudita va a intervenir si la situación &#8220;se sale de control&#8221;.</p>
<p>Según dijo a la BBC Gala Riani, de la revista sobre temas de defensa Jane&#8217;s Weekly, los sauditas no tendrían problemas en apoyar – y, en el peor de los casos, intervenir directamente &#8211; si las autoridades de Bahréin no son capaces de controlar las manifestaciones.</p>
<p><strong>El factor Irán</strong></p>
<p><strong>Muchos temen que un régimen democrático en Bahréin fortalezca la presencia de Irán en la región.</strong></p>
<p>Algunos analistas señalan que las protestas de la mayoría chiíta podrían eventualmente fortalecer aún más la presencia de Irán en la región.</p>
<p>Según Jonathan Marcus, Irán mantiene un ojo puesto en los acontecimientos en el emirato, ya que &#8220;por largo tiempo ha tenido un interés estratégico aquí&#8221;.</p>
<p>La preocupación central es que, como sucedió en Irak, el establecimiento de un sistema democrático coloque a Bahréin en el campo iraní.</p>
<p>En los últimos años, Irán ha expandido su influencia en el Medio Oriente, particularmente en Irak y en Líbano.</p>
<p>Además, Teherán considera los países del Golfo como una zona natural de influencia, por la presencia chiíta, que representa el 8% de la población en Arabia Saudita, el 25% en Kuwait y el 70% en Bahréin.</p>
<p>No obstante, otros observadores destacan que la influencia de Irán en Bahréin es relativamente limitada, ya que los chiítas bahreinies tienden a seguir a clérigos más moderados en centros como Kerbala y Najaf en Irak.</p>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:44:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS Atualizado às 18h55. Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região. Mais cedo, autoridades líbias confirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
<p>Atualizado às 18h55.</p>
<p>Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região.</p>
<p>Mais cedo, autoridades líbias confirmaram dois mortos e 40 feridos. No Egito, o governo indicou que 365 morreram e 5.500 ficaram feridos durante os 18 dias de protestos no país.</p>
<p>Solidificando a crise na região, nesta quarta-feira as manifestações atingiram também a Líbia, país sob o governo ditatorial de Muammar Gaddafi, no poder há 42 anos.</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1055" title="1" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>Os manifestantes cantavam &#8220;Muammar é o inimigo de Deus&#8221; e &#8220;Abaixo, abaixo à corrupção e ao corrupto&#8221;. Armados, policiais e partidários do governo rapidamente cercaram os manifestantes e atiraram balas de borracha, segundo Ashur Shamis, um ativista líbio de oposição em Londres.</p>
<p>Os protestos de terça e quarta aparentemente foram provocados pela falha das conversas entre o governo e um comitê representando famílias de centenas de prisioneiros mortos quando forças de segurança abriram fogo durante protestos, em 1996, em Abu Salim, a mais importante prisão da Líbia. O governo começou a pagar compensações às famílias, mas o comitê pede o julgamento dos responsáveis.</p>
<p>EGITO</p>
<p>O Ministério da Saúde do Egito informou nesta quarta-feira que 365 pessoas foram mortas durante os 18 dias de protestos, iniciados em 25 de janeiro, que terminaram na última sexta-feira (11) com a renúncia do ditador do país, Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.</p>
<p>Trata-se da primeira estatística dada pelo governo sobre as revoltas populares, apesar de o ministro da Saúde, Ahmed Sameh Farid, afirmar que é apenas uma contagem preliminar sobre a morte de civis &#8211;não estão incluídos policiais ou prisioneiros.</p>
<p>Ainda hoje as Forças Armadas pediram que os egípcios retornem ao trabalho, enquanto uma comissão prossegue estudando as emendas à Constituição.</p>
<p>IÊMEN</p>
<p>Em Sanaa, milhares de estudantes e advogados gritavam &#8220;Depois de Mubarak, Ali&#8221;, em referência o presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, que está no poder há 32 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1056" title="2" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg" alt="" width="495" height="291" /></a></p>
<p>Manifestações contra o governo se espalharam pelo Iêmen nesta quarta-feira, com centenas de pessoas saindo às ruas de Sanaa, Aden e Taiz. Na capital, ao menos 800 opositores marcharam apesar dos esforços da polícia para conter os protestos.</p>
<p>Em Aden, a principal cidade do sul do Iêmen, um manifestante morreu e outros três ficaram feridos durante enfrentamentos entre as forças segurança e os centenas de manifestantes antigovernamentais, de acordo com fontes hospitalares.</p>
<p>BAHREIN</p>
<p>Em Bahrein, apesar da proibição, milhares de pessoas voltaram a protestar contra o governo durante o funeral em Manama de um estudante morto na terça-feira durante um protesto, no terceiro dia de manifestações no país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1057" title="3" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg" alt="" width="440" height="292" /></a></p>
<p>Mais de 2.000 pessoas participaram do cortejo de Fadel Salman Matruk, baleado durante um protesto, em frente ao hospital onde era velado outro manifestante xiita morto.</p>
<p>O ministro do Interior, xeque Rashed bin Abdullah Al Khalifa, apresentou nesta quarta-feira desculpas e anunciou a prisão de dois policiais. Mas o xeque Ali Salman, líder da oposição xiita, não se deu por satisfeito com esses gestos e pediu uma &#8220;monarquia constitucional&#8221;com um primeiro-ministro &#8220;eleito pelo povo&#8221;.</p>
<p>IRAQUE</p>
<p>Fontes policiais na cidade de Kut &#8211;palco de violentos protestos por melhorias de serviços do governo no Iraque&#8211; indicaram que ao menos duas pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas quando cerca de 2.000 manifestantes invadiram prédios da administração regional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="4" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p>Além dos protestos inspirados nas revoltas da Tunísia e do Egito, a quarta-feira registrou atentados em ao menos três diferentes cidades do Iraque. Em Mussayab, uma bomba foi detonadas próximo a uma delegacia de polícia, em Mossul, um funcionário do governo foi morto por atiradores e em Tuz Khurmato outra bomba foi plantada num carro da polícia.</p>
<p>Embora as tropas de combate dos Estados Unidos tenham deixado o país ainda na metade do ano passado, a onda de violência no Iraque se mantém e os soldados americanos que ficaram como uma força de transição já atuaram de forma combativa por diversas vezes.</p>
<p>IRÃ</p>
<p>Dois líderes da oposição iraniana, Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karoubi, pediram ao governo do país nesta quarta-feira que &#8220;escute o povo&#8221; em uma carta publicada em vários sites opositores. A divulgação do texto ocorre um dia depois de o presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, ter afirmado que a revolta da oposição do país &#8220;vai fracassar&#8221;, e de parlamentares terem pedido a morte dos dois.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="5" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg" alt="" width="440" height="284" /></a></p>
<p>O regime iraniano convocou um dia &#8220;de ódio e ira&#8221; para a sexta-feira contra as provocações dos opositores Mir Hussein Mousavi e Mehdi Karubi, num momento em que se multiplicam os chamados para que estes sejam castigados pelos protestos.</p>
<p>ARGÉLIA</p>
<p>Mais de mil estudantes concentraram-se nesta quarta-feira diante do Ministério da Educação Superior em Argel em um protesto pacífico contra um decreto presidencial que, segundo eles, desvaloriza seus estudos e títulos acadêmicos.</p>
<p>Já a Coordenação Nacional pela Democracia e Mudança, grupo integrado por várias organizações da sociedade civil e partidos políticos da Argélia, convocou uma nova manifestação para o próximo sábado (19) em Argel, em reivindicação à democratização do regime e pedindo a queda do presidente Abdelaziz Bouteflika, há 12 anos no poder.</p>
<p>O chamado ocorreu após grandes protestos no sábado (12), quando milhares foram às ruas, embora tenham sido fortemente reprimidos por mais de 30.000 policiais que prenderam mais de 400 ativistas.</p>
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		<title>Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque Alessandra Corrêa Da BBC Brasil em Washington Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque</strong></p>
<p><em>Alessandra Corrêa</em></p>
<p><em>Da BBC Brasil em Washington</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" src="http://www.conspiracyplanet.com/images/ACF347E.jpg" alt="" /></em></p>
<p><em></em>Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib</p>
<p><strong>Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld defende as decisões tomadas sobre a guerra do Iraque e revela sua visão dos bastidores do período que antecedeu a invasão.</strong></p>
<p>No livro de 800 páginas, intitulado <em>Known and Unknown</em> (Conhecido e Desconhecido, em tradução livre), Rumsfeld, considerado o principal articulador da invasão americana ao Iraque, diz que se Saddam Hussein permanecesse no poder, o mundo seria um lugar “muito mais perigoso do que é hoje”.</p>
<p>A obra &#8211; ainda sem previsão de lançamento no Brasil &#8211; vem causando reações nos Estados Unidos desde a semana passada, quando alguns trechos foram vazados pela imprensa.</p>
<p>Em suas memórias, Rumsfeld reforça a ideia de que o governo de George W. Bush já tinha o Iraque em mente desde a época do planejamento da guerra no Afeganistão.</p>
<p>O ex-secretário relata uma reunião privada com Bush no Salão Oval da Casa Branca, apenas 15 dias depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, quando o então presidente teria pedido que revisasse os planos do Pentágono para o Iraque e que as opções fossem “criativas”.</p>
<p>Rumsfeld também revela as tensões entre o Pentágono e o Departamento de Estado no Conselho de Segurança Nacional durante o período – atribuídas por muitos críticos a ele próprio.</p>
<p><strong>Defesa</strong></p>
<p>O livro relata desde a infância de Rumsfeld, durante a Grande Depressão, até seu período no Congresso e sua atuação nos governos de diferentes presidentes americanos.</p>
<p>Em resenhas publicadas nesta terça-feira nos principais jornais americanos, muitos analistas dizem que Rumsfeld não demonstra remorsos, defendendo suas decisões à frente do Departamento de Estado e transferindo para outras pessoas a culpa pelos erros cometidos.</p>
<p>“Havia alguma dúvida sobre se Rumsfeld iria usar suas memórias para se desculpar pelo que deu errado no Iraque, como as memórias de Robert McNamara fizeram em relação à Guerra do Vietnã”, escreveu Dana Milbank, do <em>The Washington Post</em>.</p>
<p>“Mas depois de quatro anos de reflexão, Rumsfeld permanece repudiando aqueles menos brilhantes do que ele – o que significa praticamente todo o mundo”, diz o crítico.</p>
<p><strong>Arrependimento</strong></p>
<p>No entanto, Rumsfeld, de 78 anos, revela alguns arrependimentos.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, em uma entrevista exclusiva ao canal de TV ABC News, o ex-secretário disse que seu maior arrependimento foi não ter convencido o presidente Bush a aceitar sua demissão após o escândalo envolvendo abuso de detentos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque.</p>
<p>Disse também que o país e o Pentágono provavelmente estariam melhor se ele tivesse deixado o cargo em 2004.</p>
<p>No livro, Rumsfeld admite ainda que poderia ter enviado mais tropas ao Iraque.</p>
<p>“Em retrospecto, talvez tenha havido períodos em que mais tropas poderiam ter ajudado”, afirma o ex-secretário.</p>
<p>No entanto, ele diz que comandantes militares nunca relataram qualquer tipo de reserva quanto ao tamanho das forças ou pediram o envio de mais tropas, nem mesmo quando questionados especificamente sobre o assunto.</p>
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		<title>Novo premiê do Líbano nega ligação com Hezbollah e pede união</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
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		<description><![CDATA[Retirado da BBC Najib Mikati garantiu que não tem ligação com o Hezbollah O bilionário Najib Mikati, indicado pelo grupo xiita Hezbollah a primeiro-ministro do Líbano, disse nesta terça-feira que não está ligado ao Hezbollah e que sua mão está “estendida a todos” para proteger a unidade e soberania do país. Mikati, um muçulmano sunita, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Najib-Mikati.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-977" title="Former Lebanese Prime Minister Najib Mikati attends an interview with Reuters at his office in Beirut" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Najib-Mikati.jpg" alt="" width="488" height="341" /></a></p>
<p>Retirado da BBC</p>
<p>Najib Mikati garantiu que não tem ligação com o Hezbollah</p>
<p><strong>O bilionário Najib Mikati, indicado pelo grupo xiita Hezbollah a primeiro-ministro do Líbano, disse nesta terça-feira que não está ligado ao Hezbollah e que sua mão está “estendida a todos” para proteger a unidade e soberania do país.</strong></p>
<p>Mikati, um muçulmano sunita, venceu a votação no parlamento com 68 votos, contra 60 para o ex-premiê Saad Hariri. O apoio do Hezbollah e seus aliados, entre eles partidos cristãos e drusos, foi considerado fundamental para que Mikati tivesse a quantidade de votos necessária.</p>
<p>&#8220;Isso (o triunfo de Mikati) não assinala a vitória de um lado sobre o outro. É a vitória do consenso sobre a diferença&#8221;, disse o novo premiê, ressaltando que seu governo deverá servir todo o Líbano.</p>
<p>Ele também afirmou que nada justificaria uma recusa de algum partido político libanês em participar de seu governo.</p>
<p><strong>Reação americana</strong></p>
<p>Muitos sunitas libaneses não aceitam a indicação de Mikati, alegando que o Hezbollah forçou a derrubada do governo de Hariri.</p>
<p>Os Estados Unidos, que consideram o Hezbollah uma organização terrorista, manifestou preocupação com a mudança.</p>
<p>“Um governo controlado pelo Hezbollah teria claramente um impacto em nossa relação bilateral”, disse a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.</p>
<p>Ela disse que Washington iria acompanhar “cuidadosamente” os desdobramentos no país.</p>
<p>Por sua vez, Mikati – que já foi primeiro-ministro, em 2005 &#8211; disse à BBC que não está ligado &#8220;de nenhuma maneira&#8221; ao Hezbollah.</p>
<p>&#8220;Sou um político moderado. Estou sempre a uma distância igual de todos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O sistema político sectário libanês determina que o cargo de primeiro-ministro seja sempre ocupado por um muçulmano sunita, o de presidente por um cristão maronita e o de chefe do parlamento por um muçulmano xiita.</p>
<p>O líder do grupo xiita Hezbollah, Hassan Nasrallah, pediu em um comunicado transmitido ao vivo por vídeo na cidade de Baalbek que o novo primeiro-ministro faça um governo de coalizão, que inclua todas as facções sectárias e políticas do país.</p>
<p>&#8220;Apoiamos a indicação de Mikati e pedimos a ele que forme um governo de participação nacional. Os libaneses tem a chance de se unirem&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Violência</strong></p>
<p>O empresário foi anunciado como primeiro-ministro em meio a protestos de partidários do ex-premiê Saad Hariri na cidade de Trípoli, no norte do país, e em Beirute. Hariri condenou os atos de violência.</p>
<p>Em Trípoli, onde nasceu Najib Mikati, médicos dizem que pelo menos 20 pessoas foram feridas, e os manifestantes atearam foto a um caminhão usado pela rede de televisão Al-Jazeera.</p>
<p>Em Beirute, manifestantes atearam fogo em pneus e bloquearam ruas.</p>
<p>O ex-premiê Saad Hariri foi à televisão para pedir calma a seus partidários, dizendo que rejeitava &#8220;qualquer forma de tumulto e atos contra a lei que acompanhem estas demonstrações&#8221;.</p>
<p>Ele disse ainda que lamentava profundamente o ataque ao caminhão da Al-Jazeera.</p>
<p>O governo de unidade nacional liderado por Hariri foi dissolvido depois que 11 ministros – a maioria deles do Hezbollah e seus aliados &#8211; anunciaram suas renúncias, em 12 de janeiro.</p>
<p>A decisão foi tomada em protesto contra uma decisão do Tribunal da ONU que investiga o assassinato do pai de Hariri, o ex-premiê Rafik Hariri, em 2005.</p>
<p>O Líbano vive uma crise política que se arrasta há vários meses em torno do tribunal e o possível indiciamento de membros do Hezbollah por envolvimento na morte de Hariri.</p>
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		<title>Peru reconhece Palestina como Estado &#8216;independente e soberano&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS O governo do Peru anunciou nesta segunda-feira o reconhecimento da Palestina como &#8220;Estado independente e soberano&#8221;, gesto que considera estar em consonância &#8220;com sua tradicional política em favor da solução pacífica de controvérsias&#8221;. O anúncio foi feito pelo chanceler José Antonio García Belaúnde durante uma coletiva de imprensa para apresentar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/belaunde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-970" title="belaunde" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/belaunde.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
<p>O governo do Peru anunciou nesta segunda-feira o reconhecimento da Palestina como &#8220;Estado independente e soberano&#8221;, gesto que considera estar em consonância &#8220;com sua tradicional política em favor da solução pacífica de controvérsias&#8221;.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo chanceler José Antonio García Belaúnde durante uma coletiva de imprensa para apresentar a terceira reunião América do Sul-países árabes, que ocorrerá em lima entre 14 e 16 de fevereiro.</p>
<p>O chanceler afirmou aos jornalistas que seu governo preferia que o reconhecimento do Estado palestino tivesse sido feito de forma unânime em toda a América do Sul, por meio da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), porque &#8220;as condições estão maduras&#8221;, mas esse reconhecimento tem ocorrido de forma separada e paulatina.</p>
<p>Com o anúncio, Peru junta-se a Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Cuba, Venezuela, Nicarágua e Costa Rica, que já reconheceram a Palestina. O Uruguai anunciou sua intenção de fazer o mesmo, e fontes palestinas disseram esperar que o mesmo aconteça em breve com o Paraguai.</p>
<p>Garcia Belaúnde assegurou que não teme a reação de Israel &#8211;que até agora tem criticado os reconhecimentos expressados por outros governo americanos&#8211;, pois &#8220;a posição do Peru é consistente desde 1947&#8243;, e se baseia em afirmar o direito de Israel viver em fronteiras seguras, ao lado de um Estado palestino.</p>
<p>Um comunicado da Chancelaria peruana, emitido após as declarações de Garcia Belaúnde, recorda que o Peru também &#8220;reconhece o direito indeclinável do Estado de Israel para se desenvolver em paz e harmonia com todos os seus vizinhos [...] livre de qualquer ameaça contra seu povo&#8221;.</p>
<p>O chanceler precisou aos jornalistas que, com este reconhecimento, o Peru não toma partido no assunto da territorialidade do Estado palestino, questão que, segundo ele, &#8220;tem que ser resolvido no marco nas Nações Unidas e dentro das resoluções do Conselho de Segurança&#8221;.</p>
<p>No Peru, existe uma embaixada de Israel e também um escritório da Autoridade Nacional Palestina (ANP), mas até o momento nenhuma delas se manifestou a respeito do anúncio feito nesta segunda-feira.</p>
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		<title>Palestinos atacam Al Jazeera após vazamento de documentos</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 11:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA EFE, EM JERUSALÉM Um grupo de palestinos atacou nesta segunda-feira o escritório da rede de TV do Catar Al Jazeera localizado na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, em resposta ao vazamento de supostas propostas feitas pela Autoridade Nacional Palestina (ANP) a Israel durante o processo de paz. A própria emissora mostrou imagens de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/11024469.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-967" title="11024469" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/11024469.jpeg" alt="" width="300" height="220" /></a></p>
<p>DA EFE, EM JERUSALÉM</p>
<p>Um grupo de palestinos atacou nesta segunda-feira o escritório da rede de TV do Catar Al Jazeera localizado na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, em resposta ao vazamento de supostas propostas feitas pela Autoridade Nacional Palestina (ANP) a Israel durante o processo de paz.</p>
<p>A própria emissora mostrou imagens de uma multidão enfurecida, que se aglomeravam na porta do escritório, e de confrontos entre os manifestantes e funcionários da Al Jazeera.</p>
<p>O correspondente estrangeiro da TV, Alan Fischer, escreveu em sua página no Twitter que ninguém ficou ferido antes que a polícia palestina chegasse ao local.</p>
<p>A Al Jazeera estimou em 50 o número de manifestantes que pouco antes haviam se concentrado no centro de Ramallah, e alguns deles se dirigiram a sua sede na capital administrativa da Cisjordânia.</p>
<p>O episódio ocorreu após a rede de TV revelar documentos nos quais a ANP fez ofertas generosas a Israel em questões fundamentais do conflito do Oriente Médio, como refugiados, Jerusalém e o status dos lugares considerados sagrados.</p>
<p>O negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, declarou à emissora de rádio Voz da Palestina que os documentos, que revelam concessões &#8220;sem precedentes&#8221; aos israelenses, &#8220;não são fiéis à realidade&#8221; e rechaçou confirmar qualquer das afirmações que figuram nos mesmos.</p>
<p>TEMAS SENSÍVEIS</p>
<p>Segundo os documentos, negociadores palestinos teriam manifestado a disposição, em 2008, de permitir inclusive que Israel anexasse praticamente todos os assentamentos judaicos construídos em Jerusalém Oriental em troca de terras em outras regiões.</p>
<p>A proposta &#8211;que acabou recusada como insuficiente pela então chanceler israelense, Tzipi Livni foi feita em maio de 2008, meses antes do início da ofensiva de Israel a Gaza.</p>
<p>As concessões fazem parte de cerca de 1.700 documentos que a cadeia de TV do Qatar Al Jazeera começou a difundir na noite deste domingo &#8211;e que foram compartilhados com o jornal britânico &#8220;Guardian&#8221;, mantidos em segredo desde 1999 e que revelam detalhes sobre as negociações de paz entre palestinos e israelenses.</p>
<p>Na prática, Israel tem controlado Jerusalém e a Cisjordânia desde 1967. Nos últimos 44 anos, foram estabelecidos mais de cem assentamentos na região, que são habitados por cerca de 500 mil colonos judeus.</p>
<p>O atual governo, do premiê Binyamin Netanyahu, rejeita compartilhar Jerusalém com um futuro Estado palestino. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja sua capital.</p>
<p>Os assentamentos são considerados ilegais, e a comunidade internacional nunca reconheceu a anexação da parte leste de Jerusalém por Israel. A ação, no entanto, tem o apoio da maioria dos judeus israelenses.</p>
<p>RESPOSTA</p>
<p>O presidente da ANP, Mahmoud Abbas, negou nesta segunda-feira ter oferecido concessões secretas a Israel e afirmou que documentos secretos sobre as negociações de paz entre os dois lados apresentam posições israelenses, e não de seus próprios negociadores.</p>
<p>&#8220;O que se pretendeu foi um confusão&#8221;, disse durante uma entrevista coletiva no Cairo, após reunião com o presidente do Egito, Hosni Mubarak.</p>
<p>&#8220;A publicação desses documentos foi intencional e tem o objetivo de mesclar os assuntos entre as propostas palestinas e as israelenses&#8221;, reiterou. &#8220;Queremos confirmar de novo que não temos nenhuma segredo para esconder e tudo o que negociamos ou nos é proposto ou propomos, apresentados em detalhes aos países árabes confirmado com documentos, e todos os árabes sabem disso.&#8221;</p>
<p>Já o movimento islâmico Hamas, que controla a faixa de Gaza e é rival do Fatah, o partido que domina a ANP, disse que os documentos demonstram que Abbas está aliado a Israel.</p>
<p>Segundo o porta-voz do grupo, Sami abu Zuhri, esses documentos &#8220;são uma clara evidência de que a Autoridade [Nacional] Palestina coopera secretamente com a ocupação [israelense] e reflete seu papel para eliminar a justa causa palestina&#8221;.</p>
<p>Para ele, o chamado &#8220;WikiLeaks palestino&#8221; prova que a ANP &#8220;coopera para manter o bloqueio à Gaza&#8221; e &#8220;esteve envolvida&#8221; na ofensiva militar israelense à região no final de 2008, na qual morreram mais de 1.400 palestinos, a maioria civis.</p>
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		<title>E Karzai teve bom senso&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após impasse, Karzai confirma abertura do Parlamento afegão DA REUTERS, EM CABUL O presidente afegão, Hamid Karzai, confirmou nesta segunda-feira que irá abrir o Parlamento na quarta-feira, encerrando um impasse que ameaçava gerar um caos político e abalar suas relações com seus apoiadores ocidentais. Uma decisão anterior de Karzai de adiar a abertura do novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Após impasse, Karzai confirma abertura do Parlamento afegão</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>DA REUTERS, EM CABUL</p>
<p>O presidente afegão, Hamid Karzai, confirmou nesta segunda-feira que irá abrir o Parlamento na quarta-feira, encerrando um impasse que ameaçava gerar um caos político e abalar suas relações com seus apoiadores ocidentais.</p>
<p>Uma decisão anterior de Karzai de adiar a abertura do novo Parlamento até meados de fevereiro &#8211;cinco meses depois da eleição no país&#8211; havia causado uma crise no governo, num momento de agravamento da violência dos insurgentes.</p>
<p>Karzai concedeu um tempo adicional para as investigações a respeito das fraudes generalizadas na eleição de 18 de setembro, que resultou em uma bancada maior para a oposição, e reduziu a representação do grupo étnico pashtun, ao qual pertence o presidente.</p>
<p>Mas os deputados, já frustrados pelos vários meses de adiamento, ameaçavam inaugurar a legislatura com ou sem a presença de Karzai. A ONU (Organização das Nações Unidas), os Estados Unidos e outros apoiadores internacionais também manifestaram sua preocupação em uma nota conjunta.</p>
<p>Karzai então recuou, fazendo uma tentativa de acordo para apressar a posse, embora os dois lados tenham continuado durante vários dias a discutir por causa e detalhes especialmente o status de uma corte eleitoral especial, que desencadeou a crise ao solicitar o adiamento da posse.</p>
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		<title>Hezbollah diz que buscará &#8220;governo de união nacional&#8221; no Líbano</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 12:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[DA REUTERS, EM BEIRUTE O Hezbollah e seus aliados não irão excluir nenhum partido político se o seu candidato ganhar uma maioria parlamentar nas negociações que devem começar na segunda-feira no Líbano, disse o chefe do grupo xiita, Sayyed Hassan Nasrallah, no domingo. &#8220;Para dissipar qualquer ilusão, nós da oposição vamos procurar uma parceria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA REUTERS, EM BEIRUTE</p>
<p>O Hezbollah e seus aliados não irão excluir nenhum partido político se o seu candidato ganhar uma maioria parlamentar nas negociações que devem começar na segunda-feira no Líbano, disse o chefe do grupo xiita, Sayyed Hassan Nasrallah, no domingo.</p>
<p>&#8220;Para dissipar qualquer ilusão, nós da oposição vamos procurar uma parceria do governo se o [nosso] candidato ganhar a maioria parlamentar. Nós não queremos um governo para apenas um lado e nem a exclusão de qualquer partido político.&#8221;</p>
<p>O Líbano mergulhou em crise no início deste mês depois que o Hezbollah e seus aliados derrubaram o governo do primeiro-ministro interino Saad al-Hariri, em uma disputa sobre acusações confidenciais de um tribunal apoiado pela ONU e que investiga o assassinato de seu pai em 2005.</p>
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