Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



Tentativa de golpe no Congo deixa seis mortos 0

Posted on March 03, 2011 by Jefferson

Por Jonny Hogg

KINSHASA (Reuters) – Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa.

“Presenciamos uma tentativa de golpe”, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende.

“Um grupo fortemente armado atacou a residência do presidente. Eles foram parados na primeira barreira. Nossos soldados lutaram com eles, prenderam alguns e seis pessoas foram mortas.

Mende disse que a situação estava sob controle e que as autoridades estavam tentando identificar os suspeitos. Não há informações adicionais sobre as vítimas.

Em separado, uma fonte presidencial disse que Kabila não estava na residência quando o ataque aconteceu, mas que já havia retornado e estava em segurança.

Kabila chegou ao poder quando seu pai foi assassinado, em 2001. Ele enfrentará eleições parlamentares e presidenciais em novembro, a segunda desde o fim oficial da guerra de 1998-2003.

Em um movimento controverso, em 15 de janeiro, propostas parlamentares apoiadas por Kabila reduziram a votação presidencial a um único turno –acabando com a possibilidade de um segundo turno entre os dois principais candidatos, se nenhum dos dois obtiver a maioria absoluta.

A mudança significa que o vencedor pode chegar à presidência com menos de 50 por cento do apoio popular e é vista como um aumento das chances de vitória de Kabila, devido ao estado fragmentado da oposição.

Tribunal Penal Internacional vai investigar violência na Líbia. 0

Posted on March 03, 2011 by Jefferson

Conselho de Segurança havia encaminhado caso ao tribunal no sábado.
Promotor apresentará resumo dos supostos crimes cometidos no país.

Da Reuters

Um promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) disse na quarta-feira (2) que investigará a violência na Líbia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter encaminhado o caso para a corte de crimes de guerra sediada em Haia.

No sábado, o Conselho de Segurança impôs sanções contra o líder líbio, Muammar Kadhafi, e sua família, e encaminhou o caso da repressão da Líbia contra os manifestantes antigoverno ao TPI.

“Seguindo um exame preliminar das informações disponíveis, o promotor chegou à conclusão de que uma investigação é justificada”, disse o promotor em um comunicado.

Na quinta-feira, o promotor Luis Moreno-Ocampo apresentará um resumo dos supostos crimes cometidos na Líbia desde 15 de fevereiro e das “informações preliminares sobre as entidades e pessoas que poderão ser processadas e notificadas para evitar crimes futuros”.

Quando tiver reunido evidências suficientes, o passo seguinte do promotor será apresentar o caso aos juízes do TPI, que decidirão pela emissão ou não de mandados de prisão.

O TPI é a primeira corte permanente do mundo para crimes de guerra, com poder de investigar crimes contra a humanidade, crimes de guerra e genocídio. Ele já instaurou inquéritos em cinco países da África.

A Líbia foi um dos poucos países do mundo a se recusar a assinar o estatuto fundador do TPI. Como o caso foi encaminhado pelo Conselho de Segurança, porém, seus cidadãos podem ser processados, já que agora isso passou a ser da alçada do TPI.

Moreno-Ocampo havia dito anteriormente que ‘informações sugerem que as forças leais ao presidente Muammar Kadhafi estão atacando civis na Líbia’, acrescentando que isso poderia constituir um crime contra a humanidade.

O gabinete do promotor está em contato com a ONU, a União Africana, a Liga Árabe e outros países para a sua investigação. Ele também solicitará informações da Interpol.

O gabinete já entrou em contato com autoridades líbias e o pessoal do Exército para entender as estruturas de comando e como funciona o sistema militar líbio.

E isso vai dar “pano pra manga”… 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Un arrepentido asegura que vio a un general venezolano en un campamento de las FARC

Los ex miembros de la guerrilla no reconocen a Cubillas entre los etarras que les dieron cursos sobre explosivos en la selva

JOSÉ MARÍA IRUJO 09/02/2011

El juez de la Audiencia Nacional Eloy Velasco interroga esta semana por videoconferencia a nueve arrepentidos de las FARC para tratar de esclarecer las relaciones de la guerrilla con ETA y sobre los adiestramientos conjuntos que presuntamente tuvieron lugar en la selva venezolana entre 2003 y 2008. Ayer declararon los dos primeros en una sesión que ha durado dos horas.

Uno de los testigos protegidos asegura que el general del Ejército de Venezuela Gustavo Morales estaba en uno de los campamentos en territorio venezolano en los que supuestamente se entrenaba la guerrilla colombiana. Este dato alimenta la tesis de la relación entre las FARC y el Gobierno de Hugo Chávez.

El ex miembro de las FARC conocido por el alias de Juan reconoció que los dos presuntos etarras José María Zaldua Corta -ya fallecido- y José Ignacio Olascoaga Múgica dieron en la selva un curso sobre el manejo de explosivos entre 2002 y 2003. Según su testimonio, enseñaron a los guerrilleros a mejorar su preparación y uso, primero con temporizador con reloj y después con móviles. También les adiestraron en la preparación de motos y coches bomba como parte de un operativo dirigido por el líder de las FARC, Iván Márquez.

Lo que ninguno de los testigos ha podido hacer es identificar a Arturo Cubillas Fontán, jefe de Seguridad del Instituto Nacional de Tierras de Venezuela (INTI) como uno de los miembros de ETA desplazados a Colombia, a pesar de que varios admitieron a los agentes españoles que en abril les interrogaron en el país andino que las FARC alojaron al presunto etarra en un campamento de la región venezolana de El Amparo. En aquella ocasión la Policía interrogó a tres de los nueve arrepentidos de las FARC, pero no tuvieron que hacer un reconocimiento fotográfico sobre los terroristas que se sospecha que han viajado a Venezuela o que pasaron por los campos de entrenamiento de la guerrilla en ese país.

Situação no Egito… 0

Posted on January 28, 2011 by Jefferson

A situação do Egito através de um vídeo feito pelo BBC

Mubarak e seu último suspiro…. 0

Posted on January 28, 2011 by Jefferson

Mubarak dissolve governo e defende repressão aos protestos

Tariq Saleh

Enviado especial da BBC Brasil ao Cairo

Em seu primeiro pronunciamento desde o início da onda de manifestações no Egito, o presidente do país, Hosni Mubarak, anunciou nesta sexta-feira a dissolução do governo e afirmou que um novo gabinete seria nomeado no sábado

Em discurso transmitido pela TV estatal, Mubarak, que que está no poder desde 1981, disse ainda que os protestos não estariam ocorrendo caso seu governo não tivesse introduzido liberdades civis e de imprensa no país.

Ele defendeu a atuação das forças de segurança na repressão das manifestações e afirmou que não permitiria que o Egito, país tão importante para o norte da África e o Oriente Médio, seja desestabilizado.

A fala de Mubarak ocorreu enquanto milhares de manifestantes desafiavam um toque de recolher imposto no país nesta sexta-feira, apesar da presença de militares nas ruas.

Inicialmente aplicado em três cidades (Cairo, Suez e Alexandria), a medida foi estendida a todo o território egípcio no início da noite (hora local, à tarde no Brasil), refletindo uma intensificação nos protestos durante o dia.

Segundo fontes médicas, ao menos 13 pessoas morreram em Suez e cinco morreram no Cairo em confrontos nesta sexta-feira, o que eleva para 26 o total de mortes ocorridas desde que os protestos se iniciaram, na terça-feira.

Mais cedo, ainda nesta sexta, serviços de internet e telefonia celular foram aparentemente bloqueados no país.

No Cairo, manifestantes atearam fogo na sede do Partido Nacional Democrático, mesma agremiação de Mubarak, e cercaram os prédios do Ministério das Relações Exteriores e da TV estatal.

A emissora anunciou que o toque de recolher vigoraria entre as 18h desta sexta-feira e as 7h do sábado e que militares trabalhariam em conjunto com os policiais para reforçar a ordem.



Locais onde têm ocorrido os protestos no Egito

Militares

A TV egípcia transmitiu a chegada ao Cairo de tropas militares e de blindados. Ao passar pelos manifestantes, muitos soldados acenavam para a multidão.

As manifestações desta sexta-feira – de proporção sem precedentes na história do Egito – se seguem a três dias de protestos e foram inspiradas em uma onda de protestos populares que culminou com a queda do presidente da Tunísia, Zine Al-Abidine Ben Ali, há duas semanas.

Também nesta sexta, policiais tunisianos evacuaram um acampamento de manifestantes diante do escritório do primeiro-ministro Mohamed Ghannouchi, em Túnis. Eles exigiam a renúncia do governo interino e a saída de todos os aliados de Ben Ali.

O premiê voltou a pedir calma aos manifestantes e disse que seu governo continuaria no poder até a instauração da democracia no país.

No Cairo, policiais entraram em confronto com milhares de manifestantes nas ruas, usando bombas de gás lacrimogêneo e canhões d’água para dispersar a multidão, que respondeu atirando pedras, queimando pneus e montando barricadas.

A BBC Brasil acompanhou alguns embates e viu policiais à paisana baterem em mulheres que caminhavam perto da multidão.

Conforme a noite avançava, helicópteros sobrevoavam a capital e tiros eram ouvidos.

Ao menos mil pessoas foram presas nos protestos

Estados Unidos

Nesta sexta-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, exortou as autoridades egípcias a permitir protestos pacíficos. “Estamos profundamente preocupados com o uso da violência pela polícia e força de seguranças egípcias contra manifestantes”, disse Hillary.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que os Estados Unidos poderão revisar sua ajuda ao Egito com base no desenrolar dos eventos nos próximos dias.

“Obviamente nós vamos revisar nossa postura de assistência baseados nos eventos agora e nos próximos dias”, afirmou Gibbs.

O Egito é o quarto principal destinatário de ajuda americana, atrás apenas do Afeganistão, do Paquistão e de Israel.

Nesta sexta-feira, o governo americano lançou um alerta para seus cidadãos, desaconselhando qualquer viagem não-essencial ao Egito.

Outras cidades

Em Suez, um grupo invadiu uma delegacia de polícia, roubou armas e ateou fogo ao prédio. Choques também foram registrados nas cidades de Alexandria, Mansoura e Assuã, assim como Minya, Assiut, Al-Arish e na Península do Sinai.

Há relatos de que centenas de líderes da oposição foram presos durante a madrugada. Ao menos dez pertenceriam à organização Irmandade Islâmica, banida pelo governo.

Outros relatos dão conta de que o líder da oposição e Nobel da Paz Mohamed ElBaradei estaria sendo mantido em prisão domiciliar, mas a versão não foi confirmada oficialmente.

ElBaradei, ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), chegou ao Cairo na quinta-feira para se juntar às manifestações.

Palestinos atacam Al Jazeera após vazamento de documentos 0

Posted on January 25, 2011 by Jefferson

DA EFE, EM JERUSALÉM

Um grupo de palestinos atacou nesta segunda-feira o escritório da rede de TV do Catar Al Jazeera localizado na cidade de Ramallah, na Cisjordânia, em resposta ao vazamento de supostas propostas feitas pela Autoridade Nacional Palestina (ANP) a Israel durante o processo de paz.

A própria emissora mostrou imagens de uma multidão enfurecida, que se aglomeravam na porta do escritório, e de confrontos entre os manifestantes e funcionários da Al Jazeera.

O correspondente estrangeiro da TV, Alan Fischer, escreveu em sua página no Twitter que ninguém ficou ferido antes que a polícia palestina chegasse ao local.

A Al Jazeera estimou em 50 o número de manifestantes que pouco antes haviam se concentrado no centro de Ramallah, e alguns deles se dirigiram a sua sede na capital administrativa da Cisjordânia.

O episódio ocorreu após a rede de TV revelar documentos nos quais a ANP fez ofertas generosas a Israel em questões fundamentais do conflito do Oriente Médio, como refugiados, Jerusalém e o status dos lugares considerados sagrados.

O negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, declarou à emissora de rádio Voz da Palestina que os documentos, que revelam concessões “sem precedentes” aos israelenses, “não são fiéis à realidade” e rechaçou confirmar qualquer das afirmações que figuram nos mesmos.

TEMAS SENSÍVEIS

Segundo os documentos, negociadores palestinos teriam manifestado a disposição, em 2008, de permitir inclusive que Israel anexasse praticamente todos os assentamentos judaicos construídos em Jerusalém Oriental em troca de terras em outras regiões.

A proposta –que acabou recusada como insuficiente pela então chanceler israelense, Tzipi Livni foi feita em maio de 2008, meses antes do início da ofensiva de Israel a Gaza.

As concessões fazem parte de cerca de 1.700 documentos que a cadeia de TV do Qatar Al Jazeera começou a difundir na noite deste domingo –e que foram compartilhados com o jornal britânico “Guardian”, mantidos em segredo desde 1999 e que revelam detalhes sobre as negociações de paz entre palestinos e israelenses.

Na prática, Israel tem controlado Jerusalém e a Cisjordânia desde 1967. Nos últimos 44 anos, foram estabelecidos mais de cem assentamentos na região, que são habitados por cerca de 500 mil colonos judeus.

O atual governo, do premiê Binyamin Netanyahu, rejeita compartilhar Jerusalém com um futuro Estado palestino. Os palestinos querem que Jerusalém Oriental seja sua capital.

Os assentamentos são considerados ilegais, e a comunidade internacional nunca reconheceu a anexação da parte leste de Jerusalém por Israel. A ação, no entanto, tem o apoio da maioria dos judeus israelenses.

RESPOSTA

O presidente da ANP, Mahmoud Abbas, negou nesta segunda-feira ter oferecido concessões secretas a Israel e afirmou que documentos secretos sobre as negociações de paz entre os dois lados apresentam posições israelenses, e não de seus próprios negociadores.

“O que se pretendeu foi um confusão”, disse durante uma entrevista coletiva no Cairo, após reunião com o presidente do Egito, Hosni Mubarak.

“A publicação desses documentos foi intencional e tem o objetivo de mesclar os assuntos entre as propostas palestinas e as israelenses”, reiterou. “Queremos confirmar de novo que não temos nenhuma segredo para esconder e tudo o que negociamos ou nos é proposto ou propomos, apresentados em detalhes aos países árabes confirmado com documentos, e todos os árabes sabem disso.”

Já o movimento islâmico Hamas, que controla a faixa de Gaza e é rival do Fatah, o partido que domina a ANP, disse que os documentos demonstram que Abbas está aliado a Israel.

Segundo o porta-voz do grupo, Sami abu Zuhri, esses documentos “são uma clara evidência de que a Autoridade [Nacional] Palestina coopera secretamente com a ocupação [israelense] e reflete seu papel para eliminar a justa causa palestina”.

Para ele, o chamado “WikiLeaks palestino” prova que a ANP “coopera para manter o bloqueio à Gaza” e “esteve envolvida” na ofensiva militar israelense à região no final de 2008, na qual morreram mais de 1.400 palestinos, a maioria civis.

Secret papers reveal slow death of Middle East peace process. 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

From Guardian.co.uk

. Massive new leak lifts lid on negotiations

. PLO offered up key settlements in East Jerusalem

. Concessions made on refugees and Holy sites

The biggest leak of confidential documents in the history of the Middle East conflict has revealed that Palestinian negotiators secretly agreed to accept Israel‘s annexation of all but one of the settlements built illegally in occupied East Jerusalem. This unprecedented proposal was one of a string of concessions that will cause shockwaves among Palestinians and in the wider Arab world.

A cache of thousands of pages of confidential Palestinian records covering more than a decade of negotiations with Israel and the US has been obtained by al-Jazeera TV and shared exclusively with the Guardian. The papers provide an extraordinary and vivid insight into the disintegration of the 20-year peace process, which is now regarded as all but dead.

The documents – many of which will be published by the Guardian over the coming days – also reveal:

• The scale of confidential concessions offered by Palestinian negotiators, including on the highly sensitive issue of the right of return of Palestinian refugees.

• How Israeli leaders privately asked for some Arab citizens to be transferred to a new Palestinian state.

• The intimate level of covert co-operation between Israeli security forces and the Palestinian Authority.

• The central role of British intelligence in drawing up a secret plan to crush Hamas in the Palestinian territories.

• How Palestinian Authority (PA) leaders were privately tipped off about Israel’s 2008-9 war in Gaza.

As well as the annexation of all East Jerusalem settlements except Har Homathe Palestine papers show PLO leaders privately suggested swapping part of the flashpoint East Jerusalem Arab neighbourhood of Sheikh Jarrah for land elsewhere.

Most controversially, they also proposed a joint committee to take over the Haram al-Sharif/Temple Mount holy sites in Jerusalem’s Old City – the neuralgic issue that helped sink the Camp David talks in 2000 after Yasser Arafat refused to concede sovereignty around the Dome of the Rock and al-Aqsa mosques.

The offers were made in 2008-9, in the wake of President George Bush’s Annapolis conference, and were privately hailed by the chief Palestinian negotiator, Saeb Erekat, as giving Israel “the biggest Yerushalayim [the Hebrew name for Jerusalem] in history” in order to resolve the world’s most intractable conflict. Israeli leaders, backed by the US government, said the offers were inadequate.

Intensive efforts to revive talks by the Obama administration foundered last year over Israel’s refusal to extend a 10-month partial freeze on settlement construction. Prospects are now uncertain amid increasing speculation that a negotiated two-state solution to the conflict is no longer attainable – and fears of a new war.

Many of the 1,600 leaked documents – drawn up by PA officials and lawyers working for the British-funded PLO negotiations support unit and include extensive verbatim transcripts of private meetings – have been independently authenticated by the Guardian and corroborated by former participants in the talks and intelligence and diplomatic sources.

The Guardian’s coverage is supplemented by WikiLeaks cables, emanating from the US consulate in Jerusalem and embassy in Tel Aviv. Israeli officials also kept their own records of the talks, which may differ from the confidential Palestinian accounts.

The concession in May 2008 by Palestinian leaders to allow Israel to annex the settlements in East Jerusalem – including Gilo, which is a current focus of controversy after Israeli authorities gave the go-ahead for 1,400 new homes – has never been made public before.

All settlements built on territory occupied by Israel in the 1967 war are illegal under international law, but the Jerusalem homes are routinely described, and perceived, by Israel as municipal “neighbourhoods”. Israeli governments have consistently sought to annex the largest settlements as part of a peace deal – and came close to doing so at Camp David.

Erekat told Israeli leaders in 2008: “This is the first time in Palestinian-Israeli history in which such a suggestion is officially made.” No such concession had been made at Camp David. But the offer was rejected out of hand by Israel because it did not include a big settlement near the city Ma’ale Adumim as well as Har Homa and several others deeper in the West Bank, including Ariel. “We do not like this suggestion because it does not meet our demands,” Israel’s then foreign minister, Tzipi Livni, told the Palestinians, “and probably it was not easy for you to think about it, but I really appreciate it”.

The overall impression that emerges from the documents, which stretch from 1999 to 2010, is of the weakness and growing desperation of PA leaders as failure to reach agreement or even halt all settlement temporarily undermines their credibility in relation to their Hamas rivals; the papers also reveal the unyielding confidence of Israeli negotiators and the often dismissive attitude of US politicians towards Palestinian representatives.

Palestinian and Israeli officials both point out that any position in negotiations is subject to the principle that “nothing is agreed until everything is agreed” and therefore is invalid without a overarching deal. But PA leaders are likely to be embarrassed by the revelation of private concessions that go far beyond what much of their population would regard as acceptable – particularly since Mahmoud Abbas’s mandate as Palestinian president expired in 2009.

The PA, set up as a transitional administration after the 1993 Oslo agreement between Israel and the PLO, is under pressure from a disaffected Palestinian public and from Hamas, the Islamic Resistance Movement. Hamas won the Palestinian elections in 2006 and has controlled the Gaza Strip since its violent takeover in 2007.

Unlike the PLO, Hamas rejects negotiations with Israel, except for a long-term ceasefire, and refuses to recognise it. Its founding charter also contains antisemitic elements. Supported by Iran and Syria, it is sanctioned as a terrorist organisation by Israel, the US and the EU, despite pressure for it to be included in a wider political process.

La cumbre por el plan nuclear iraní concluyó con un fracaso. 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

Clarín.com

La diplomacia europea se declaró “decepcionada”. No se prevé otra reunión.

Las conversaciones realizadas en Estambul sobre el programa nuclear iraní entre Teherán y las grandes potencias mundiales, que temen que Irán prepare un arma atómica, terminaron ayer con un fracaso y no se prevé ninguna otra reunión al respecto.

El enriquecimiento de uranio se ha convertido en foco de preocupación internacional debido a que permite la elaboración de combustible nuclear y materiales para la fabricación de ojivas atómicas. Irán insiste que su programa de enriquecimiento de uranio busca la generación de energía con fines pacíficos, pero Occidente sospecha que intenta construir una bomba atómica. Irán se niega a colaborar con la ONU en la inspección de sus instalaciones atómicas.

La jefa de la diplomacia de la Unión Europea, Catherine Ashton, intermediaria en las conversaciones del viernes y ayer entre el Grupo Cinco (Estados Unidos, Reino Unido, Francia, Rusia, China) y Alemania e Irán sobre el programa iraní se declaró “decepcionada” al término de esas discusiones. Ashton agregó que no había “nuevas conversaciones planeadas” entre las seis potencias mundiales y Teherán acerca del controvertido programa iraní. “Sigue siendo esencial que Irán demuestre que su programa nuclear es pacífico”, añadió Ashton.

La cumbre anterior, que tuvo lugar a principios de diciembre en Ginebra después de 14 meses de interrupción de las discusiones, había creado algunas esperanzas, al anunciarse el encuentro de Estambul. Otra indicación del fracaso de estas negociaciones fue que durante estos dos días no se realizó ninguna reunión bilateral entre la delegación estadounidense y la de Irán, según un diplomático norteamericano, a pesar de la insistencia de los seis en que se llevase a cabo un encuentro.

Irán afirmó durante esos dos días que se negaba a tratar una suspensión de esas actividades de enriquecimiento, y que pedía el levantamiento de las sanciones internacionales en su contra.

Pero más allá del fracaso en Estambul, Irán se declaró listo para reflotar un acuerdo consensuado el año pasado con Brasil y Turquía, pero rechazado por Washington, que prevé la entrega de uranio iraní de bajo enriquecimiento a Rusia a cambio de uranio altamente enriquecido. El acuerdo estipula que el uranio iraní permanezca almacenado en Turquía en espera que desde el exterior sean entregados a Irán 120 kilos de combustible. Si esto no ocurre, Turquía se comprometió a restituir “pronto” el uranio a Irán. Sin embargo, el plan fue rechazado por EE.UU., que acusa a Irán –apoyado por Israel– de desarrollar su plan nuclear con objetivos bélicos.

E lá vem o Chávez… 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

Chávez anuncia chegada de tanques comprados da Rússia

Presidente da Venezuela diz que Rússia ajuda na defesa de seu país.

Deputados querem criar lei para reduzir compra de armamento.

Da France Fresse

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou na sexta-feira (21) à noite que o país receberá em breve os tanques comprados da Rússia, como resposta a um grupo de deputados opositores que pretende criar uma lei para reduzir a compra de armamento.

“Em breve começarão a chegar vários batalhões de tanques russos para a defesa da Venezuela”, declarou Chávez em um ato transmitido por emissoras de rádio e televisão.

“Dizem que vão pedir uma lei para impedir a compra de armamento militar. Graças à Rússia temos nossa aviação de defesa com foguetes estratégicos, com os melhores helicópteros do mundo. Nossos soldados não tinham nenhum fuzil, agora temos os melhores, não tínhamos nenhum radar de defesa e graças à China agora temos”, completou.

Chávez respondeu assim ao discurso dos novos deputados opositores, que assumiram 40% das cadeiras do Parlamento no início do mês, e que têm como proposta criar uma lei para impedir a compra de armas pelo governo.

Entre 2005 e 2007 o governo venezuelano assinou contratos de defesa de mais de quatro bilhões de dólares para comprar da Rússia aviões Sukhoi, helicópteros de combate e fuzis, entre outros equipamentos.

Cólera ameaça 200 mil no Haiti, alerta ONU 0

Posted on November 14, 2010 by Jefferson

GENEBRA (Reuters) - Até 200 mil haitianos poderão contrair cólera à medida que o surto, que já fez 800 vítimas, se disseminar pelo país, de 10 milhões de habitantes, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira.

Seria o dobro dos casos de uma epidemia gigantesca de cólera no Zimbábue, ocorrida entre agosto de 2008 e julho de 2009, que matou 4.287 pessoas. A estimativa da ONU para o número de casos no Haiti baseia-se em parte no caso do Zimbábue.

Em um plano estratégico desenvolvido com o governo do Haiti e com agências de ajuda humanitária, a ONU disse que o Haiti precisa de um auxílio de 163,9 milhões de dólares ao longo do ano que vem para combater a epidemia, o primeiro surto de cólera no país em um século. O cólera também deve se espalhar para a vizinha República Dominicana, informou a organização.

“A estratégia antecipa que um total de até 200 mil pessoas deverão ter os sintomas do cólera, indo dos casos de leve diarréia até a desidratação mais grave”, disse Elisabeth Byrs, do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha), numa entrevista coletiva em Genebra nesta sexta-feira.

“Espera-se que os casos surjam numa explosão de epidemias que ocorrerão subitamente em diferentes partes do país”, afirmou ela.

O total de mortes em decorrência do surto subiu para 800 na quinta-feira. Ao menos 11.125 pacientes foram internados desde o início do surto, há mais de três semanas.

“A taxa de mortes não está aumentando, mas ainda é muito mais elevada do que o habitual: de 6 a 7 por cento. Deveria ser muito mais baixa”, disse o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Gregory Hartl, na mesma entrevista coletiva.

FATORES DE RISCO CLÁSSICOS

A epidemia no Haiti foi agravada pelas enchentes causadas pelo furacão Tomas este mês e soma-se à emergência humanitária na esteira do forte terremoto de janeiro, que matou mais de 250 mil pessoas.

O tremor deixou cerca de 1,5 milhão de pessoas desabrigadas. As condições de moradia no país mais pobre do Hemisfério Ocidental deixam as pessoas extremamente vulneráveis à doença, disseminada por meio da água ou dos alimentos.

Toda a população está sob risco porque ninguém tem imunidade ao cólera.

O país tem todos os fatores de risco clássicos para a doença - acampamentos superlotados para os sobreviventes desabrigados pelo terremoto, escassez de água potável, eliminação imprópria de dejetos humanos e contaminação de alimentos durante ou após seu preparo.

Já foram confirmados casos em cinco dos dez departamentos, incluindo na capital, Porto Príncipe.

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