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	<title>Política Internacional &#187; Principal</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>Começa encontro do G20, em Paris, com foco na alta das commodities.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministros das Finanças das maiores economias se reúnem no país. Mantega diz que vai se opor à regulação de preços das matérias-primas. Do G1, com informações de agências Começa nesta sexta-feira (18), em Paris, o encontro do G20 – que reúne os ministros das Finanças das maiores economias do mundo e das principais emergentes. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/g20_paris.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1068" title="g20_paris" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/g20_paris.jpg" alt="" width="496" height="372" /></a></p>
<p><strong>Ministros das Finanças das maiores economias se reúnem no país.</strong></p>
<p><strong>Mantega diz que vai se opor à regulação de preços das matérias-primas.</strong></p>
<p>Do G1, com informações de agências</p>
<p>Começa nesta sexta-feira (18), em Paris, o encontro do <a href="http://g1.globo.com/topico/g20">G20</a> – que reúne os ministros das Finanças das maiores economias do mundo e das principais emergentes. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, está na França para representar o Brasil.</p>
<p>O aumento nos preços das commodities deve ser um dos destaques da pauta do encontro – que tem como um dos objetivos estabelecer indicadores comuns para medir os desequilíbrios econômicos mundiais.</p>
<p>Para o grupo, além da alta dos preços das matérias-primas, representam riscos para a recuperação econômica mundial o potencial superaquecimento das economias emergentes e os problemas de dívida soberana nas nações mais ricas. Estas preocupações devem ser combatidas com cortes orçamentários, uma maior liberdade das taxas de câmbio e reformas estruturais</p>
<p>Na reunião, que coincide com um momento em que os preços dos alimentos batem recordes, Brasil e Argentina vão se opor a qualquer tentativa de impor um controle da cotação das matérias-primas, um ponto que provoca choques entre o mundo desenvolvido e o emergente.<br />
Mantega e o ministro da Fazenda da Argentina, Amado Boudou, estiveram reunidos há uma semana para discutir o tema.</p>
<p><strong>Mantega</strong><br />
&#8220;O Brasil é totalmente contra qualquer mecanismo para controlar ou regular os preços das commodities&#8221;, disse Mantega na última terça-feira (15). &#8220;De qualquer forma, os preços das commodities vão ceder naturalmente às forças do mercado.&#8221;</p>
<p>Na opinião do ministro, o melhor meio para se assegurar preços acessíveis de alimentos, no longo prazo, é estimular o aumento da produção. &#8220;Uma forma de manter em baixa os preços das commodities seria encorajar uma produção maior nos países emergentes e pobres&#8221;, sugeriu Mantega. &#8220;Os países desenvolvidos poderiam ajudar este processo com investimentos.&#8221;</p>
<p>Mantega acrescentou ainda que os países desenvolvidos industrializados podem ajudar a promover uma produção maior das commodities &#8220;com a remoção das barreiras comerciais&#8221;.<br />
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, que ocupa a presidência rotativa do G20 até o fim de 2011, propôs uma reforma do sistema monetário mundial e o estabelecimento de um controle contra a especulação nos mercados de matérias-primas &#8211; duas maneiras, a seu ver, de defender as economias mais pobres dos atuais desequilíbrios comerciais globais.</p>
<p>O primeiro passo seria definir indicadores econômicos capazes de medir as diferenças entre os países e dar início a um processo corretivo &#8211; embora muitos enxerguem este projeto como um modo sutil de obrigar a China a reavaliar o yuan, reduzindo seu descomunal excedente comercial.</p>
<p>&#8220;Nossa expectativa é alcançar um acordo sobre os indicadores no sábado&#8221;, disse esta semana a ministra francesa da <a href="http://g1.globo.com/topico/economia">Economia</a>, Christine Lagarde.</p>
<p><strong>Brics</strong><br />
Os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) convocaram para esta sexta-feira uma reunião preparatória, na qual abordarão, entre outros temas, a questão da avaliação das economias do G20 e a reforma do sistema monetário internacional.</p>
<p>Já no ano passado, por exemplo, em um encontro de ministros das Finanças do G20, ainda sob a presidência sul-coreana, a China e outros países haviam se declarado contrários a uma proposta americana de estabelecer um limite de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para os desequilíbrios das contas correntes.</p>
<p>Diante desta reticência, que não inclui apenas os países emergentes, mas também grandes exportadores desenvolvidos como a Alemanha, existe um consenso de evitar referências, neste momento, a metas específicas na hora de enfrentar o abismo que há entre os países.</p>
<p>(<em>Com informações da France Presse, EFE e Agência Estado)</em></p>
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		<title>Brasil adverte de uma guerra comercial por causa da manipulação cambial</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 23:15:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Financial Times publicado na Exame.com O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisa que o Brasil colocará o tema na Organização Mundial do Comércio e outros foros mundiais Londres &#8211; O ministro da Fazenda, Guido Mantega, adverte de uma &#8220;guerra comercial global&#8221; pela manipulação monetária e menciona concretamente os Estados Unidos e China, em entrevista publicada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Financial Times publicado na Exame.com</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/size_590_mantega.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-929" title="size_590_mantega" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/01/size_590_mantega.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a></p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisa que o Brasil colocará o tema na Organização Mundial do Comércio e outros foros mundiais</p>
<p>Londres &#8211; O ministro da Fazenda, Guido Mantega, adverte de uma &#8220;guerra comercial global&#8221; pela manipulação monetária e menciona concretamente os Estados Unidos e China, em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo &#8220;Financial Times&#8221;.</p>
<p>Segundo Mantega, o Brasil está tomando medidas para impedir que o real continue se valorizando e colocará o tema na Organização Mundial do Comércio (OMC) e outros foros mundiais.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma guerra monetária que está se transformando em uma guerra comercial&#8221;, afirma Mantega em sua primeira entrevista exclusiva desde que Dilma Rousseff substituiu Luiz Inácio Lula da Silva à frente do país.</p>
<p>Seus comentários, assinala o jornal, acompanham as intervenções que foram feitas na semana passada nos mercados de divisas tanto do Brasil como de Chile e Peru, as recentes e fortes altas do franco-suíço e de outras moedas, e a fuga dos investimentos das economias dos EUA e Europa.</p>
<p>O Fundo Monetário Internacional insinuou a semana passada que o mundo precisa de novas regras que governem o recurso pelos Governos aos controles de capitais.</p>
<p>Mantega já utilizou em setembro passado a expressão &#8220;guerra de divisas&#8221; antes de aplicar controles aos investimentos de bolsa estrangeiras no Brasil para frear uma apreciação de 39% do real frente ao dólar nos dois últimos anos.</p>
<p>Na quinta-feira, o Banco Central do Brasil pôs em prática de surpresa uma medida destinada a impedir a venda a curto prazo do dólar (apostando por sua depreciação) contra o real pelos bancos e anunciou que devem ser esperadas mais medidas &#8220;no mercado de futuros&#8221;.</p>
<p>Segundo Mantega, o tema das manipulações cambiais estará este ano na agenda do G20 e o Brasil também o apresentará na OMC para que seja considerado como um tipo de subsídio velado às exportações.</p>
<p>Os analistas acham, no entanto, que será difícil mudar as regras da OMC para incluir as taxas de câmbio porque a China seguramente vetaria uma proposta nesse sentido.</p>
<p>Segundo Mantega, o comércio do Brasil com os Estados Unidos passou de um superávit de cerca de US$ 15 bilhões a favor do país para um déficit de US$ 6 bilhões desde que Washington começou a flutuar sua economia mediante uma política monetária relaxada.</p>
<p>Para o ministro, a super-valorizada moeda chinesa também está distorcendo o comércio mundial: &#8220;Temos excelentes relações com a China, mas há alguns problemas. Certamente gostaríamos de ver uma valorização do iuane&#8221;.</p>
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		<title>Petrobras, Camargo, Cosan e Odebrecht se unem para transportar etanol</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 11:37:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rafael Rosas &#124; Valor RIO &#8211; A Petrobras aprovou a assinatura de um termo de compromisso de associação com a Camargo Correa Óleo e Gás; a Copersucar; a Cosan; a Odebrecht Transport Participações (OTP); e a Uniduto Logística para estabelecer uma associação, formando uma empresa fechada de capital autorizado para o desenvolvimento, construção e operação de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael Rosas | Valor</p>
<p><strong>RIO</strong> &#8211; A Petrobras aprovou a assinatura de um termo de compromisso de associação com a Camargo Correa Óleo e Gás; a Copersucar; a Cosan; a Odebrecht Transport Participações (OTP); e a Uniduto Logística para estabelecer uma associação, formando uma empresa fechada de capital autorizado para o desenvolvimento, construção e operação de um sistema logístico multimodal para transporte e armazenagem de líquidos, com ênfase em etanol.</p>
<p>O acordo é resultado de estudos preliminares conjuntos da PMCC Soluções Logísticas de Etanol, que tem como acionistas a Petrobras e a Camargo Correa; Uniduto e OTP, visando à implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol.</p>
<p>O capital social da nova companhia será, inicialmente, de R$ 100 milhões, composto exclusivamente por ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Copersucar, Cosan, OTP e Petrobras terão 20% de participação, cada, enquanto Camargo Correa e a Uniduto terão fatias de 10%.</p>
<p>“As partes estudarão o modelo societário e fiscal mais adequado e definirão em 60 dias a forma mais eficiente de associação, garantindo a continuidade dos projetos que estão sendo conduzidos pela PMCC. A associação será efetuada através de uma nova sociedade ou através da PMCC com a incorporação dos novos sócios”, diz a nota divulgada pela Petrobras.</p>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 22:50:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valor Econômico Opinião por Marcos Galvão* Em pouco mais de dois anos foram realizadas cinco cúpulas de líderes. A escolha do G-20 como principal foro para deliberação de questões econômico-financeiras foi uma das maiores mudanças ocorridas no mundo A elevação do G-20 ao papel de principal foro para deliberação sobre questões econômico-financeiras foi uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valor Econômico</p>
<p>Opinião por Marcos Galvão*</p>
<p>Em pouco mais de dois anos foram realizadas cinco cúpulas de líderes.</p>
<p>A escolha do G-20 como principal foro para deliberação de questões econômico-financeiras foi uma das maiores mudanças ocorridas no mundo</p>
<p>A elevação do G-20 ao papel de principal foro para deliberação sobre questões econômico-financeiras foi uma das maiores transformações ocorridas na governança mundial desde o final da Segunda Grande Guerra. Embora a crise tenha sido o principal catalisador desse momento de &#8220;aceleração do tempo histórico&#8221;, a transformação só ocorreu porque o crescimento econômico e a maior participação das nações emergentes no comércio e nos investimentos globais, entre outros fatores, há muito cobravam o aumento de sua presença nas grandes deliberações internacionais.</p>
<p>A ascensão do G-20 requeria, porém, duas medidas demandadas pelo Brasil desde o começo de 2008, ano em que exerceu a presidência rotativa do Grupo. Primeiro, a transformação do G-20 em foro de líderes. Segundo, o aumento da frequência e qualidade da interação entre seus membros. Criado em 1999, em seguida à &#8220;crise asiática&#8221;, o Grupo era um foro de ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais que se reunia apenas uma vez por ano. Tinha pouco espaço para influir decisivamente nos principais debates econômicos internacionais.</p>
<p>O próprio G-20, portanto, cuja criação havia sido um passo no rumo certo, precisava ser aperfeiçoado para melhor cumprir a sua missão.</p>
<p>E assim se fez. O Grupo tornou-se um foro de chefes de governo e suas reuniões passaram a ser convocadas de acordo com as exigências da realidade. Em pouco mais de dois anos, contados de outubro de 2008 até novembro próximo, terão ocorrido nada menos de cinco cúpulas de líderes do G-20 e dez reuniões ministeriais. Esse dado reflete com clareza o lugar central que o G-20 ocupa nas relações internacionais contemporâneas.</p>
<p>Além de representar mudança fundamental, o G-20 passou a promover importantes transformações. De início, no auge da crise, os governos do Grupo assumiram o compromisso de adotar todas as ações necessárias para estabilizar o sistema financeiro. Embora fossem respostas de caráter nacional, e variassem de acordo com as circunstâncias específicas, a coordenação sem precedentes dos esforços das maiores economias do mundo foi essencial para a reversão do clima de pânico que se vivia no final de 2008. Desde então, o G-20 conduz processos inéditos de troca de informações, avaliação mútua e articulação de políticas macroeconômicas.</p>
<p>Diretrizes emanadas do G-20 também têm sido essenciais no contexto da reforma do sistema financeiro, em dimensões como as da regulação de capital e liquidez dos bancos, transações com derivativos, remuneração de agentes financeiros e combate aos paraísos fiscais. Por proposta do G-20, o Brasil e outros emergentes passaram a integrar o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) e o Comitê de Basileia, principais foros de regulação do sistema, cuja composição era antes limitada a economias avançadas.</p>
<p>Diante da necessidade de se reforçar a legitimidade das instituições financeiras internacionais, o G-20 tem servido de foro para a negociação de reformas de governança no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial. Delas deverá resultar uma maior participação dos países emergentes e em desenvolvimento nos respectivos processos decisórios, compatível com o seu peso crescente na economia global. Foi, também, por decisão adotada no G-20, que o FMI teve seus recursos triplicados e que os bancos internacionais de desenvolvimento, com capital ampliado, aumentaram seus empréstimos em US$ 100 bilhões.</p>
<p>A folha de serviços do novo G-20 é impressionante. E não parece razoável criticar o grupo pelo defeito de suas virtudes, pela dificuldade que, por vezes, lá enfrentamos para alcançar consensos. Afinal, o grande avanço que o G-20 traz, em comparação ao G-8, é justamente sua maior diversidade, a presença de países de todas as regiões do mundo, vivendo distintas circunstâncias e estágios de desenvolvimento. É natural que suas negociações sejam mais complexas e que as decisões do grupo reflitam essa variedade de pontos de vista, experiências e interesses.</p>
<p>O Brasil tem participado do G-20 de forma ativa e construtiva. Não se trata, é claro, de um arranjo perfeito e acabado. A ordem internacional está sempre em construção. Em futuro oxalá próximo, o próprio G-20 deverá ajustar o seu papel ao mundo pós-crise.</p>
<p>Essa perspectiva de renovação da agenda gera para os membros do Grupo, sobretudo para os países emergentes, o desafio de sermos capazes de atuar de modo cada vez mais propositivo. Até aqui, o G-20 dedicou-se sobretudo à superação da crise. Logo, porém, deverá voltar-se mais para o delineamento do futuro. Temos de estar prontos para participar plenamente dessa transição, de modo a assegurar que as visões e os interesses do Brasil sejam sempre levados em conta e que o G-20 nos ajude a alcançar uma economia global mais segura, equilibrada e justa, a um ambiente que favoreça o crescimento, a superação da pobreza e a realização integral das potencialidades de desenvolvimento em todo o mundo.</p>
<p>Marcos Galvão é embaixador, Secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.</p>
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		<title>Un nuevo mapa del mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 02:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[La Republica &#8211; Uruguai Brasil y el mundo. Cambian de forma acelerada La reciente crisis financiera puso de manifiesto de manera aún más evidente el hecho de que el mundo ya no puede estar gobernado por un consorcio de pocos. Por Celso Amorin &#124; MINISTRO DE RELACIONES EXTERIORES DE BRASIL Hace siete años, cuando se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La Republica &#8211; Uruguai</p>
<p>Brasil y el mundo. Cambian de forma acelerada</p>
<p>La reciente crisis financiera puso de manifiesto de manera aún más evidente el hecho de que el mundo ya no puede estar gobernado por un consorcio de pocos.</p>
<p>Por Celso Amorin | MINISTRO DE RELACIONES EXTERIORES DE BRASIL</p>
<p>Hace siete años, cuando se hablaba de la necesidad de cambios en la geografía económica mundial o se decía que Brasil y otros países deberían desempeñar un papel más relevante en la OMC o integrar de un modo permanente el Consejo de Seguridad de la ONU, muchos reaccionaban con escepticismo.</p>
<p>El mundo y Brasil han cambiado a una velocidad acelerada y algunas supuestas &#8220;verdades&#8221; del pasado se van rindiendo ante la evidencia de los hechos. Las diferencias en el ritmo de su crecimiento económico con relación a los países desarrollados convirtieron a los países en vías de desarrollo en actores centrales de la economía mundial.</p>
<p>La mayor capacidad de articulación Sur-Sur  en la OMC, en el FMI, en la ONU y en nuevas coaliciones, como el BRIC, eleva la voz de países que antes estaban relegados a una posición secundaria. Cuanto más hablan y cooperan entre sí los países en desarrollo, más son escuchados por los ricos. La reciente crisis financiera puso de manifiesto de manera aún más evidente el hecho de que el mundo ya no puede estar gobernado por un consorcio de pocos.</p>
<p>Brasil ha intentado de forma osada desempeñar su papel en este nuevo cuadro. Pasados siete años y medio del gobierno del presidente Lula, la visión que se tiene del país en el exterior es otra. Es innegable el peso cada vez mayor que hoy tenemos, así como un grupo nuevo de países, en la discusión de los principales temas de la agenda internacional, desde el cambio climático al comercio, desde las finanzas a la paz y la seguridad. Esos países aportan una nueva forma de mirar los problemas del mundo y contribuyen a un nuevo equilibrio internacional.</p>
<p>En el caso de Brasil, ese cambio de percepción se debió, en primer lugar, a la transformación de la realidad económica, social y política del país. Avances en los más variados rubros, desde el equilibrio macroeconómico hasta el rescate de la deuda social, tornaron a Brasil más estable y menos injusto. Las cualidades personales y el compromiso directo del presidente Lula en temas internacionales colaboraron para llevar la contribución brasileña a los principales debates de la agenda internacional.</p>
<p>Fue en ese contexto que Brasil desarrolló una política externa abarcadora y proactiva. Buscamos construir coaliciones que fueran más allá de las alianzas y las relaciones tradicionales, a las que tratamos sin embargo de mantener y profundizar, como la formalización de la relación estratégica con la Unión Europea y el diálogo global con Estados Unidos.</p>
<p>El elocuente crecimiento de nuestras exportaciones hacia los países en desarrollo y la creación de mecanismos de diálogo y concertación, como la Unasur, el G-20 en la OMC, el Foro IBAS (India, Brasil y Africa del Sur) y el grupo BRIC (Brasil, Rusia, India y China) reflejaron esa política externa universalista y libre de visiones pequeñas de lo que puede y debe ser la actuación externa de un país con las características de Brasil.</p>
<p>La base de esa nueva política exterior fue la profundización de la integración sudamericana. Uno de los principales activos de que dispone Brasil en el escenario internacional es la convivencia armoniosa con sus vecinos, comenzando por la intensa relación que mantenemos con Argentina. El gobierno del presidente Lula se ha empeñado, desde el primer día, en integrar el continente sudamericano por medio del comercio, de la infraestructura y del diálogo político.</p>
<p>El acuerdo Mercosur  Comunidad Andina creó, en la práctica, una zona de libre comercio que abarca toda la América del Sur. La integración física del continente avanzó de una forma notable, inclusive con la conexión entre el Atlántico y el Pacífico. Nuestros esfuerzos para la creación de una comunidad sudamericana llevaron a la fundación de una nueva entidad: la Unión de las Naciones Sudamericanas (Unasur).</p>
<p>Sobre las bases de una América del Sur más integrada, Brasil contribuyó en la creación de mecanismos de diálogo y cooperación con países de otras regiones, fundados en la percepción de que la realidad internacional ya no permite la marginalización del mundo en desarrollo. La formación del G-20 de la OMC, en la Reunión Ministerial de Cancún, en 2003, marcó la madurez de los países del Sur, cambiando de forma definitiva el modelo de toma de decisiones en las negociaciones comerciales.</p>
<p>El IBAS respondió a los anhelos de concertación entre tres grandes democracias multiétnicas y multiculturales, que tienen mucho que decirle al mundo en términos de afirmación de la tolerancia y de conciliación entre el desarrollo y la democracia. Además de la concertación política y de la cooperación entre los tres países, el IBAS se convirtió en un modelo para los proyectos en pro de naciones más pobres, demostrando, en la práctica, que la solidaridad no es un atributo exclusivo de los ricos. También lanzamos las cumbres de los países sudamericanos con los países africanos (ASA) y con los países árabes (ASPA).</p>
<p>Construimos puentes y políticas entre regiones hasta ahora distantes unas de las otras, a despecho de sus complementariedades naturales. Esa aproximación política derivó en notables avances en las relaciones económicas. El comercio de Brasil con los países árabes se cuadruplicó en siete años. Con Africa se multiplicó por cinco y llegó a más de US$ 26 mil millones, cifra esta superior a la del intercambio con socios tradicionales como Alemania y Japón.</p>
<p>Estas nuevas coaliciones ayudan a cambiar el mundo. En el campo económico, la sustitución del G-7 por el G-20 como principal instancia de deliberación sobre los rumbos de la producción y de las finanzas internacionales es el reconocimiento de que las decisiones sobre la economía mundial carecían de legitimidad y eficacia sin la participación de los países emergentes.</p>
<p>También en el terreno de la seguridad internacional, cuando Brasil y Turquía convencieron a Irán para que asumiera los compromisos previstos en la Declaración de Teherán, quedó demostrado que nuevas visiones y formas de actuar son necesarias para lidiar con temas tratados hasta entonces de forma exclusiva por los actuales miembros permanentes del Consejo de Seguridad de la ONU. A pesar de las resistencias iniciales a una iniciativa que nació fuera del cerrado club de las potencias nucleares, estamos seguros de que la dirección del diálogo allí señalada servirá de base para las futuras negociaciones y para la eventual solución de la cuestión.</p>
<p>Una buena política externa exige prudencia. Pero también exige osadía. No puede basarse en la timidez o en el complejo de inferioridad. Es común escuchar que los países deben actuar de acuerdo con sus medios, lo que es casi una obviedad. Pero el mayor error es subestimarlos.</p>
<p>A lo largo de estos casi ocho años Brasil actuó con osadía y, al igual que otros países en desarrollo, cambió su lugar en el mundo. Esos países son vistos hoy, inclusive por los eventuales críticos, como actores a los que les tocan crecientes responsabilidades y un papel cada vez más central en las decisiones que afectan los destinos del planeta.&#8221;</p>
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		<title>O povo e a política&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 15:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vasculhando os rincões da rede de computadores encontrei uma tirinha que demonstra claramente o espírito do brasileiro frente a alguns episódios sociais. O que muito me chamou a atenção foi a propriedade com que descreve a posição de nós brasileiros diante do cenário político. Confiram: Não é a toa que mulheres frutas e comediantes diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vasculhando os rincões da rede de computadores encontrei uma tirinha que demonstra claramente o espírito do brasileiro frente a alguns episódios sociais. O que muito me chamou a atenção foi a propriedade com que descreve a posição de nós brasileiros diante do cenário político. Confiram:</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/08/139484197.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-833" title="desinteresse" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/08/139484197.jpg" alt="" width="400" height="457" /></a></p>
<p>Não é a toa que mulheres frutas e comediantes diversos estão tentando uma vaga na política brasileira e não duvido que venham a ter êxito. Ces´t la vie, ou melhor, é o Brasil.</p>
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		<title>CNI e siderúrgicas questionam investimento chinês</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 00:44:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Indústria vai levar ao governo preocupações sobre investimentos bilionários em mineração e o risco de perda de mercado Paula Pacheco, de O Estado de S. Paulo SÃO PAULO &#8211; O movimento recente dos investidores chinesas em direção aos ativos minerais do Brasil, que anunciaram negócios de US$ 7 bilhões este ano, deixou os setores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indústria vai levar ao governo preocupações sobre investimentos bilionários em mineração e o risco de perda de mercado</p>
<p>Paula Pacheco, de O Estado de S. Paulo</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O movimento recente dos investidores chinesas em direção aos ativos minerais do Brasil, que anunciaram negócios de US$ 7 bilhões este ano, deixou os setores de siderurgia e mineração com o radar ligado. Esse será um dos temas do encontro do Grupo de Acompanhamento do Crescimento (GAC), formado por representantes de empresários e pelo governo, que acontece em Brasília no dia 18.</p>
<p>Entidades empresariais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto Aço Brasil (IABr) têm uma série de argumentos prontos para apresentar a Guido Mantega, ministro da Fazenda, Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Sergio Rezende, de Ciência e Tecnologia, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.</p>
<p>Há quem defenda que a invasão chinesa é uma ameaça à soberania brasileira. Mas os riscos comerciais parecem ser o verdadeiro temor nacional. Ao explorarem o minério brasileiro, dizem os empresários, os chineses teriam condições de aumentar a produção de aço, da qual são líderes mundiais e vendê-lo no mercado internacional, inclusive no Brasil, a preços mais baixos.</p>
<p>Segundo Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do IABr, o governo brasileiro deveria negociar com os chineses as mesmas condições encontradas pelas corporações nacionais na China. Empresas estrangeiras, por exemplo, não podem investir na exploração mineral no país asiático. No caso da compra de carvão metalúrgico (coque) usado nas siderúrgicas, o governo chinês sobretaxa as exportações em 40% para conter a possível falta da matéria-prima na China.</p>
<p>&#8220;Se o governo brasileiro quer deixar comprar mina no Brasil, é justo que haja reciprocidade&#8221;, critica Lopes.</p>
<p>Para Marco Antônio Castello Branco, vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas (Fiemg), ex-presidente da Usiminas, o pior cenário para o Brasil seria que &#8220;as empresas chinesas passem a deter uma importante posição na mineração nacional, exportem o minério a preços distorcidos e, para compensar as demandas políticas do governo brasileiro, construam usinas siderúrgicas para venderem aço no País com um sistema de precificação artificial (custo de capital negativo), levando à destruição dos produtores locais.&#8221;</p>
<p>Dificuldades. Siderúrgicas como a Gerdau e a Villares já tentaram montar subsidiárias na China, sem sucesso. A Vale negociou a abertura de um centro de distribuição de minério de ferro e não conseguiu. &#8220;Eles não dizem não, mas demoram a responder. O tempo passa e chega uma hora que você desiste&#8221;, conta José Carlos Martins, diretor de Marketing, Vendas e Estratégia da mineradora.</p>
<p>O executivo da Vale evita declarar rejeição ao capital estrangeiro na mineração. Afinal, a empresa está presente em cerca de 20 países e exporta 40% do minério para a China. Mas Martins concorda que haja reciprocidade. &#8220;No Canadá, por exemplo, é preciso passar por uma análise governamental antes de ter um investimento em mineração aprovado. Prefiro deixar para o governo avaliar se há risco de soberania&#8221;, afirma.</p>
<p>Presidente da CNI, Robson Braga de Almeida faz parte do coro dos apreensivos. &#8220;Qual é o objetivo dos chineses que investem em minério e em terras para agropecuária no Brasil? Não está claro&#8221;, alerta. &#8220;Posso supor que não vão investir nos produtos acabados no Brasil, mas extrair o minério, mandar para a China e exportar produtos acabados. Eles vão determinar os preços no mercado internacional&#8221;, diz.</p>
<p>Governo. O Ministério de Minas e Energia informa que não há restrições ao capital estrangeiro. &#8220;Qualquer empresa de capital externo constituída no Brasil está em condições de igualdade com as de capital nacional, com exceção das áreas dentro da faixa de fronteira.&#8221; Ainda segundo o ministério, o governo não estuda restrições aos investimentos estrangeiros em mineração.</p>
<p>A Vale, assim como as outras mineradoras, monitora os movimentos mais recentes. &#8220;Os projetos estão em fase embrionária, têm de ser desenvolvidos, o que não acredito que aconteça. Grande parte dos investimentos vai ser dinheiro jogado fora&#8221;, diz Martins.</p>
<p>Segundo Martins, há muitas dificuldades no setor, mesmo para empresas que já estão na atividade há muito tempo. Além da demora para conseguir a licença ambiental do projeto, há o problema da falta de infraestrutura. &#8220;É preciso pensar na logística para escoamento da produção, com ferrovia, porto. O que temos foi construído para carregar o nosso minério&#8221;, explica. Em outras palavras, quem quiser explorar a atividade mineral que invista na própria infraestrutura.</p>
<p>O subsecretário de Mineração e Metalurgia do governo de Minas, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, classifica a presença chinesa em ativos minerários do País como um &#8220;movimento incipiente&#8221;. Para ele, &#8220;uma verticalização dentro do Brasil não é algo tão ruim&#8221;. &#8220;Hoje no Brasil não há descriminação quanto à origem do capital.&#8221;</p>
<p>Mais apostas. Para quem está nos bastidores das negociações a onda chinesa está apenas começando. Rodrigo Maciel, sócio da consultoria Strategus, tem no momento dois mandatos de grupos chineses interessados em mineração. O advogado Reinaldo Ma, do escritório Felsberg &amp; Associados, é especialista nos contratos com chineses e atualmente trabalha com quatro clientes na área. &#8220;Além disso temos outros três potenciais clientes e inúmeras consultas sobre mineração no Brasil&#8221;, conta. Além do minério de ferro, preferência número um , os asiáticos começam a sondar as jazidas de manganês.</p>
<p>&#8220;Minha posição é a participação chinesa seja minoritária, o empreendimento deve ser financiado pela integralização total de capital chinês (sem financiamento do BNDES), e as máquinas e equipamentos devem ser adquiridos de fornecedores locais&#8221;, diz Castello Branco. (Colaborou Eduardo Kattah)</p>
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		<title>Essa nem Paul se arrisca&#8230;.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 12:39:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>From: <a href="http://odiplomata.blogs.sapo.pt/261701.html">Diplomata</a></p>
<p>Polvo com ar de &#8220;Lula&#8221; faz escolha previsível para as presidenciais no Brasil</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/07/6796126_LdURj.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-754" title="6796126_LdURj" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/07/6796126_LdURj.jpeg" alt="" width="516" height="361" /></a></p>
<p>Através do It&#8217;s PR Stupid, o Diplomata constatou que na antevisão das eleições presidenciais no Brasil, este polvo, com mais ar de &#8220;Lula&#8221;, escolheu a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, em desfavor de José Serra, ou não fosse aquela a sucessora do atual Presidente Lula da Silva.</p>
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		<title>Política Externa: Debate e Balanço</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 12:34:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: Carta Maior Fonte: Política Externa Brasileira Por: Cristina Pecequilo O referencial para a avaliação da política externa brasileira é o conjunto de esforços do país, que possui identidade, prioridades e projeção internacional. A conclusão é de um balanço positivo. Da UNASUL (União das Nações Sul-Americanas) aos G20 comercial e financeiro, ao IBAS, ao exercício [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Carta Maior</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://www.politicaexterna.com/">Política Externa Brasileira</a></em></p>
<p>Por: Cristina Pecequilo</p>
<p>O referencial para a avaliação da política externa brasileira é o conjunto de esforços do país, que possui identidade, prioridades e projeção internacional. A conclusão é de um balanço positivo. Da UNASUL (União das Nações Sul-Americanas) aos G20 comercial e financeiro, ao IBAS, ao exercício da liderança focada em temas sociais (fome, saúde, desenvolvimento) observa-se autonomia e equilíbrio. Fazendo uso dos termos norte-americanos, o Brasil exerce a diplomacia do “poder inteligente” (smart power). O artigo é de Cristina Soreanu Pecequilo.</p>
<p>Nos últimos anos, a solidez das relações internacionais brasileiras tornou-se evidente no cenário global. Dentre as iniciativas que representam este salto qualitativo encontram-se: a diversificação de parcerias Sul-Sul e Norte-Sul, a consolidação de coalizões de geometria variável como o G20 comercial e financeiro, o Fórum de Diálogo IBAS, o comando da Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH), a mediação de questões sensíveis referentes à proliferação nuclear (Irã) e instabilidades políticas (Honduras, América do Sul), o avanço das nações emergentes (Cúpula dos BRIC), além da ajuda e cooperação técnica a nações mais pobres.</p>
<p>A projeção em questões mundiais, e não somente nas relativas a um espaço ou tema como América do Sul e comércio, retomou uma tradição e patrimônio esvaziado na década anterior e tornou a política externa foco de debate. Estas discussões estenderam-se democraticamente à sociedade, demonstrando que a participação internacional resulta de um contexto político e econômico de estabilidade e recursos, somado ao amadurecimento do Brasil e sua população, que reconhece o país como potência, assim como cada vez mais o fazem outros Estados. Embora em diversas oportunidades este diálogo tenha ocorrido de forma construtiva, buscando elucidar os porquês de prioridades e movimentações, em outras o que se observou foi a crítica fácil.</p>
<p>Esta dinâmica demonstra-se em polarizações ideológicas, avaliações parciais e fabricação de crises que atribuem às escolhas brasileiras resultados como isolamento, perda de credibilidade, enfraquecimento e ausência de legitimidade. Observa-se em certos meios a prevalência de um balanço negativo destas experiências, comparadas a um falso positivo: os anos 1990 e sua postura minimalista. Mesmo quando houve continuidade, característica da política de Estado, apontou-se quebra que levou à suposta radicalização. Neste campo inserem-se a integração sul-americana, o pleito ao assento de membro permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSONU), a defesa do sistema multilateral justo na Organização Mundial de Comércio (OMC), descontextualizados e avaliados como exercícios de poder. Vitórias em painéis da OMC contra o protecionismo norte-americano, como no caso do algodão, e o direito do Brasil retaliar os EUA foram apresentadas como agressões e não resultado de um julgamento legal no âmbito da organização.</p>
<p>A manifestação mais recente foi a alegação de que o PT possuiria envolvimento com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), e que o Brasil apóia ditadores, visando benefícios comerciais e financeiros em detrimento da democracia. Em Honduras, porém, quando o país defendeu este princípio, apontaram enganos. Similar padrão fora aplicado a situações como as da Venezuela, Bolívia e Equador, existindo alegações de fraqueza ao lidar com o Paraguai sobre Itaipu. A participação turco-brasileira nas negociações referentes ao programa nuclear iraniano permanece alvo de controvérsia, assim como a intermediação nas conversações Israel-Palestina e a presença no Oriente Médio. Para os próximos dias, pode-se aguardar alegações de que o rompimento diplomático entre Venezuela e Colômbia foi resultado do apoio a Chavéz. Alternam-se acusações de excesso as de timidez, que revelam as motivações, a inconsistência e o fator conjuntural das críticas.</p>
<p>Com relação ao acordo nuclear, as diferenças de postura com os EUA trouxeram a tona novamente o tema do anti-americanismo, que surgira devido às posições diante da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) e da Rodada Doha. Devido às divergências das agendas foi atribuída ao Brasil a paralisia de ambos. Todavia, guardadas as tradicionais elevações de retórica para defesa de interesses, em nenhum momento houve rompimento bilateral. Associou-se ao Brasil peso desproporcional na definição do fracasso e/ou sucesso de qualquer uma destas negociações, entendidas como via de mão única, quando muitos obstáculos residiam nos EUA.</p>
<p>Além de relegar o país a uma posição secundária, estas visões revelam uma incompreensão das fragmentações norte-americanas, seus mecanismos políticos-decisórios e do equilíbrio de poder mundial pós-Guerra Fria. Dentre as percepções equivocadas encontra-se a da unipolaridade, obscurecendo a ascensão político-econômica de potências regionais, emergentes ou desenvolvidas, gerando desconcentração de pólos. Estas avaliações subestimam o interesse norte-americano em dividir ônus com aliados que exerçam papel estabilizador em seus espaços regionais. Supõe-se forte unidade nos EUA, ignorando as disputas partidárias pela hegemonia interna e a permeabilidade aos grupos de interesse. O poder de determinados lobbies é elevado, afetando as ações do Executivo.</p>
<p>Isto não significa a eliminação de divergências ou que os EUA não buscariam conter os aliados (não esquecendo de iniciativas como a reativação da Quarta Frota no Atlântico Sul), mas demonstra uma recomposição de forças. Ao longo da história, como parte de sua cultura, a sociedade norte-americana não valoriza políticas de fraqueza, descarta os que não lhe oferecem nem riscos e nem oportunidades. A despeito do que fazem supor os ruídos, a relevância do Brasil somente aumentou e não diminuiu.</p>
<p>Mesmo conscientes que o exercício da justificação é parte da dominação, é fato que nos documentos oficiais os “novos centros de poder” ganharam espaço. A leitura da grande estratégia lançada em Maio pela administração Barack Obama, a NSS-2010, reconhece estas mudanças, algo que ocorre desde o final do governo George W. Bush. Pode ser este apenas um movimento defensivo e não propositivo? Certamente, mas é curioso observar afirmações como</p>
<p>Os EUA são parte de um ambiente internacional dinâmico, no qual diferentes nações estão exercendo maior influência (…) estamos trabalhando para construir parcerias mais profundas e eficientes com outros centros de influência chave- incluindo China, Índia e Russia (…) África do Sul e Indonésia (…)</p>
<p>E sobre o Brasil?</p>
<p>A liderança do Brasil é bem vinda e desejamos nos mover além das ultrapassadas divisões Norte-Sul para alcançar progressos em questões bilaterais, hemisféricas e globais. O sucesso macroeconômico do Brasil aliado aos esforços para diminuir diferenças sócio econômicas, oferecem importantes lições para países por todas as Américas e a África (…). Como guardião de um patrimônio ambiental (…) único e líder em combustíveis renováveis (…) é um parceiro (…) para (…) mudança climática global e (…) segurança energética. E no contexto do G20 e da Rodada Doha, trabalharemos ao lado do Brasil para assegurar que o desenvolvimento e a prosperidade sejam compartilhados (…)</p>
<p>Mais do que reconhecer esta percepção é necessário descolar-se dela uma vez que a avaliação da política externa não pode ou deve ser realizada somente a partir deste prisma. O seu referencial é o conjunto de esforços do país, que possui identidade, prioridades e projeção internacional. A conclusão é de um balanço positivo. Da UNASUL (União das Nações Sul-Americanas) aos G20 comercial e financeiro, ao IBAS, ao exercício da liderança focada em temas sociais (fome, saúde, desenvolvimento) observa-se autonomia e equilíbrio. Fazendo uso dos termos norte-americanos, o Brasil exerce a diplomacia do “poder inteligente” (smart power).</p>
<p>Existem ajustes a realizar? Sim, em questões de sobreposição de projetos, encruzilhadas sócio-econômicas, elementos de infraestrutura e o reforço da base de poder, demandando engajamento contínuo. O interesse nacional, e como parte dele, as relações internacionais, são dinâmicas e para responder aos seus desafios é fundamental o diálogo. As atuais conquistas, das quais se tornaram simbólicas a Copa-2014 e as Olimpíadas-2016, não podem ser encaradas com um fim em si mesmas, mas sim como parte de um projeto, ao qual existem alternativas, inclusive de retrocesso.</p>
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		<title>Les pays émergents doivent être davantage écoutés&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 13:02:04 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Le Figaro &#8211; 15/06/2010</p>
<p>Em uma lire pu récemment dans la presse française Que le 17 mai entrerait dans les livres d&#8217; histoire comme une data remarquable : celle de la déclaration de Teerã , par le Brésil et négociée la Turquie avec l&#8217; Irão à propos du Nucléaire programa de ce dernier . Un commentateur d&#8217; un cotidiano célebre britannique alors suggérait esforços Que les</p>
<p>déployés par les deux paga emergentes lançaient un défi à La primauté permanentes des membres du Conseil de sécurité des Nations Unies questões sur les de paix et de sécurité internationales &#8211; et pour ce n&#8217;était pas déplaire .</p>
<p>En effet , jusqu&#8217;à bien récemment toutes decisões internationales étaient sas par une puissances poignée de traditionnelles . Les membres permanentes du Conseil de sécurité &#8211; qui sont d&#8217;ailleurs les cinq memes puissances nucléaires par le reconnues TNP &#8211; eu ont (et ont encore ) Le Privilège de donner les cartes en matière de paix et de</p>
<p>internationales sécurité . Au G8 décisions incombaient des Importantes l&#8217;économie mondiale affectant . questões Quant au aux liées comércio internacional, le quatuor composé des Etats- Unis, de l&#8217; UE, du Japon et du Canada dominait la scène . Selon l&#8217; historien britannique Eric Hobsbawm , Que le fait le monde en soit trem de devenir multipolaire est un des les plus importants phénomènes de notre époque. Des paga comme le Brésil , la Chine , l&#8217; Inde , L&#8217; Afrique du Sud et quelques autres sont les « petits nouveaux sur la liste » , celle des Acteurs mondiaux qui internationales façonnent les relações. Ils légitimement aspirent à un plus grand rôle dans les internationales instituições, souffrent qui d&#8217; un «» démocratique déficit .</p>
<p>décisions Les Mondiales peuvent ne plus être sas sans tenir compte voix de leurs . rassemblement Au Ministériel du ciclo de Doha à Cancun , en 2003, le Brésil , l&#8217; Inde , L&#8217; argentino et d&#8217; autres ont paga en développement choisi de ne pas une décision approuver prêmio par les Acteurs traditionnels &#8211; en particulier les Etats- Unis et l&#8217; Union européenne &#8211; , a decisão une qui ne pas compte Tenait de intérêts leurs , en matière d&#8217; principalement agricultura. La Création du G20 uma une fois pour toutes transforme le modèle negociações des multilatérales sur le commerce .</p>
<p>La crise financière um accentué Davantage encore l&#8217; avènement Acteurs des nouveaux . Le G20 financeiro , qui est compor um La fois de pays riches et développement en , um remplacé comme le G8 forum le premier de Débats et de prêmio concernant décision de l&#8217; économie mondiale . Dans le domaine du changement climatique , les ont toujours paga emergentes été importants des Acteurs . Mais ce n&#8217;est Que lors de la 15e Conférence des partidos à qu&#8217;un Copenhague « acordo »- insuffisant acclamé quoique &#8211; uma conclusão pu être sur un texte négocié avec le président des Etats- Unis par les líderes du Basic, constitue ce groupe du Brésil, de l&#8217; Afrique du Sud , de l&#8217; Inde et de la Chine .</p>
<p>Le dernier avril 15, Brasília, um accueilli deux rencontres politiques au niveau consecutivos plus haut : le 2e sommet Bric ( Brésil, Russie, Inde et Chine ) et le 4e sommet Ibas ( Inde , Brésil et Afrique du Sud) . Ces deux groupes , diferentes quoique Entre eux , illustrent la volonté des puissances Emergentes redéfinir mondiale de la gouvernance et leur engajamento à le faire. De nombreux commentateurs ont Considere ces deux rencontres jumelles comme étant mais pertinentes Récents Que rassemblements les du du OU G7 G8.</p>
<p>discussões Les sur le commerce , la finanças, le changement climatique OU même la ont mondiale gouvernance início de s&#8217;ouvrir aux paga en développement . Il est Que reconnu Désormais , sans la présence de pays comme la Chine , l&#8217; Inde , le Brésil , l&#8217; Afrique du Sud et le Mexique , résultat aucun atteint ne serait tangíveis .</p>
<p>introduzirem certas paradoxale De manière quelque peu , perguntas les liées à la paix et la sécurité à Internationales &#8211; Que appelleront le noyau dur mondiale de la politique &#8211; demeurent la prerrogativa d&#8217; un petit nombre de pays . En dépit de tout ce qu&#8217;ils ont pu dire sur leur à disposição « tendre la main aux » autres , aucune rencontre de Ministres des Affaires étrangères du G8 +5 n&#8217;a jamais été convoquée . Et la gestion du « santos santo des » par les cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des Nations Unies um préservée soigneusement ETE.</p>
<p>Que Le fait le Brésil et la Turquie se soient Aventures &#8211; et , qui est plus , avec succès &#8211; dans un domaine typiquement gere par le P5 ( Groupe des cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des negociações encarregados sur le dossier nucléaire iranien ) a bouleversé le statu quo. L&#8217; insistance pour des contre l&#8217; sanções Irão, qui de facto ignoraient la Déclaration de Teerã, sans lui même temps le laisser de REAGIR aux commentaires du « Grupo de Vienne » ( Etats- Unis , França et Russie ), confirme a percepção la des nombreux analystes qui dénoncent Que les centros traditionnels Du pouvoir ne pas partageront gracieusement leur statut privilégié . En effet, negociações les Menees par le président Lula et le Premier ministre turc Erdogan ont rigoureusement suivi la feuille de route qui se trouvait tabela sur la depuis des mois et dont la avait été Validité récemment au niveau réaffirmée plus haut . L&#8217; ancien directeur</p>
<p>général de l&#8217; AIEA ( Agência Internacional de l&#8217; atomique énergie ), Mohammed ElBaradei Remarque , um propos du refus de prendre en compte la déclaration de Teerã : &#8221; Cela équivaut à ne pas qu&#8217;on accepter puisse répondre oui uma pergunta une . &#8221;</p>
<p>Une grande partie du monde um actuellement les yeux rives sur la Coupe du monde en Afrique du Sud . Dans le futebol , esporte le le plus universel , les paga en développement comme le Brésil et l&#8217; ont toujours été Argentina consideres comme des Incontournables Acteurs . Il est temps grande Que perguntas sur les túmulos de la paix et de la guerre soient entendus les paga emergentes &#8211; la Turquie et le Brésil, Mais aussi d&#8217; autres comme l&#8217; Inde , L&#8217; Afrique du Sud, l&#8217; Egypte et l &#8216; Indonésie . Les justiça rendra écouter à leur compétence et à leur capacité . Mais surtout , les écouter ouvrira la porte à un monde meilleur .</p>
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