Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



Tentativa de golpe no Congo deixa seis mortos 0

Posted on March 03, 2011 by Jefferson

Por Jonny Hogg

KINSHASA (Reuters) – Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa.

“Presenciamos uma tentativa de golpe”, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende.

“Um grupo fortemente armado atacou a residência do presidente. Eles foram parados na primeira barreira. Nossos soldados lutaram com eles, prenderam alguns e seis pessoas foram mortas.

Mende disse que a situação estava sob controle e que as autoridades estavam tentando identificar os suspeitos. Não há informações adicionais sobre as vítimas.

Em separado, uma fonte presidencial disse que Kabila não estava na residência quando o ataque aconteceu, mas que já havia retornado e estava em segurança.

Kabila chegou ao poder quando seu pai foi assassinado, em 2001. Ele enfrentará eleições parlamentares e presidenciais em novembro, a segunda desde o fim oficial da guerra de 1998-2003.

Em um movimento controverso, em 15 de janeiro, propostas parlamentares apoiadas por Kabila reduziram a votação presidencial a um único turno –acabando com a possibilidade de um segundo turno entre os dois principais candidatos, se nenhum dos dois obtiver a maioria absoluta.

A mudança significa que o vencedor pode chegar à presidência com menos de 50 por cento do apoio popular e é vista como um aumento das chances de vitória de Kabila, devido ao estado fragmentado da oposição.

Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia. 0

Posted on February 28, 2011 by Jefferson

Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia

Ministros das Relações Exteriores de diferentes países vão se reunir nesta segunda-feira durante um encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para discutir uma medida conjunta em resposta à crise humana na Líbia.

Dezenas de milhares de estrangeiros, em sua maioria egípcios, estão presos perto da fronteira da Líbia com a Tunísia, sem comida e sem abrigo.

A Líbia vive um perigoso impasse, com as forças rebeldes avançando para cada vez mais perto da capital do país, Trípoli, mas o líder do país, Muamar Khadafi, segue irredutível em sua disposição de permanecer no poder.

A caminho de Genebra, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que os Estados Unidos ”estão se aproximando de diferentes líbios no Leste”, em referência à região do país que já está no controle dos rebeldes.

Hillary afrimou que irá discutir esforços coordenados tanto nas frentes humanitárias como políticas, com colegas da Europa, do Oriente Médio e do Norte da África.

Acredita-se que pelo menos mil pessoas foram mortas durante as duas semanas de conflitos entre ativistas anti-governo e partidários de Khadafi.

A ONU estima que que cem mil pessoas fugiram da Líbia na semana passada.

Êxodo

O êxodo de trabalhadores egípcios a partir do Oeste da Líbia começou na quarta-feira, mas vem se intensificando desde então, como relatou repórter da BBC Jim Muir, enviado à região de Ras Jdir, na fronteira com a Tunísia.

Atualmente, cerca de mil pesoas por hora estão atravessando a fronteira da Líbia para a Tunísia, disse Muir. De acordo com o enviado da BBC, a situação na região é caótica, mas a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) deve montar um acampamento para refugiados ainda nesta segunda.

A Tunísia está aguardando a chegada de mais aviões e navios com imigrantes vindos da Líbia, mas as autoridades do país contam que não estão sendo capazes de arcar com o grande número de pessoas, como disse à BBC Liz Eyster, uma oficial da ACNUR baseada na Tunísia.

”Eles estão acomodando pessoas em abrigos, escolas e até em suas próprias casas, mas agora ficamos sabendo que eles estão próximos de seu limite e precisam do apoio da comunidade internacional”, afirmou a funcionária da ACNUR.

Monji Slim, o representante local do Crescente Vermelho, descreveu a situação na região como ”uma crise humana”.

”O mundo inteiro precisa se mobilizar para ajudar o Egito a repatriar seus cidadãos”, disse Monji Slim à agência de notícias AFP.

Um dos refugiados presos na região da fronteira afirmou: ”Todas as pessoas estão protestando porque elas querem ir ao Egito. Todos os países estão enviando aviões para resgatar seus cidadãos – Turquia, Coreia, Índia, Bangladesh – todos estão chegando e partindo, exceto pelos egípcios”.

No domingo, um navio grego transportando 148 brasileiros partiu da Líbia com destino à Grécia. Os brasileiros na embarcação eram funcionários da empresa Queiroz Galvão, com sede em Benghazi, a segunda maior cidade do país e que passou para o controle dos rebeldes há alguns dias.

Medidas

O coronel Muamar Khadafi está enfrentando o maior desafio ao seu governo, desde que tomou o poder por meio de um golpe militar, em 1969. Mas ele ainda mantém firme controle sobre a capital, Trípoli.

A região central da cidade de Zawiya, há cerca de 50 quilômetros a oeste da capital, foi tomada por ativistas antigoverno no domingo, enquanto partidários do governo cercam a cidade.

A cidade de Benghazi está aos poucos retomando o seu dia a dia, com a reabertura dos bancos, mas, como relatou o repórter da BBC na cidade, Kevin Connelly, ainda não está claro o que vai acontecer quando o dinheiro acabar.

Segundo o repórter da BBC, uma dificuldade adicional que os rebeldes encontram para derrubar Khadafi é o fato de que não há um Exército rebelde capaz de fazer um percurso de 1.600 quilômetros para atacar a última região controlada pelo líder líbio.

No sábado, o Conselho de Segurança da ONU apoiou por unanimidade um embargo à venda de armas para a Líbia e o congelamento dos bens de autoridades do país.

O Conselho solicitou ainda que a Khadafi seja referido ao Tribunal Criminal Internacional para investigar possíveis crimes contra a humanidade cometidos pelo líder líbio durante a repressão aos protestos contra o seu governo.

Em entrevista à uma rede de TV da Sérvia, Khadafi afirmou que as sanções não surtirão efeito. ”O povo da Líbia me apoia, pequenos grupos rebeldes estão cercados e nós iremos lidar com eles”, afirmou.

O filho de Khadafi, Saif al-Islam, negou que seu pai possua contas no exterior.

”Somos uma família modesta e todos sabem disso”, disse, em entrevista à rede ABC. ”Eles estão dizendo que temos dinheiro na Europa, na Suíça. É uma piada”, afirmou.

Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam. 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam

DA EFE

As tropas do Camboja e da Tailândia retomaram nesta segunda-feira, pelo quatro dia consecutivo, os combates em uma região da fronteira comum em disputa, informaram fontes oficiais.

O porta-voz governamental cambojano, Phay Siphan, explicou que os confrontos pararam por volta da meia-noite, mas começaram outra vez ao amanhecer.

Os combates da noite de domingo deixaram pelo menos dez feridos e ocorreram apesar do cessar-fogo pactuado entre ambas as partes, após as primeiras escaramuças que no sábado causaram cinco mortos e elevaram a tensão na fronteira.

Soldados do Camboja assumem posição em tanques estacionados perto do templo de Preah Vihear, na fronteira com a Tailândia

O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, defendeu no domingo a atuação de seu governo com o Camboja em resposta à pressão que exerce a aliança nacionalista dos “camisas amarelas”, que exige sua renúncia por causa do litígio territorial.

Por sua parte, o líder cambojano, Hun Sen, enviou uma carta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas protestando pela “flagrante agressão” da Tailândia.

Os “camisas amarelas”, que até agora tinham respaldado o Partido Democrata de Abhisit, estão quase duas semanas acampados em frente à sede do Executivo para reivindicar mais dureza com o Camboja na disputa fronteiriça.

Exigem que a Tailândia emita um memorando de entendimento para delimitar o passo alcançado em 2000, rompa seus laços com a Unesco por considerar que o território pertence ao país vizinho e expulse da “zona quente” todos os soldados cambojanos.

Ambos os países arrastam o conflito desde o verão de 2008, quando a agência da ONU reconheceu Preah Vihear, um templo khmer do século XI, como Patrimônio da Humanidade no Camboja.

A Tailândia o admite, mas reivindica uma zona de 6,4 quilômetros quadrados situada nos arredores.

Menina de 14 anos morre em Bangladesh após receber 80 chibatadas 0

Posted on February 04, 2011 by Jefferson

Uma adolescente de 14 anos morreu após ter recebido 80 chibatadas em Bangladesh, como punição por ter tido um relacionamento com um primo que era casado.

A sentença tinha sido decretada por um tribunal religioso na cidade em que a jovem vivia, Shariatpur, no sudoeste do país, a 56 quilômetros da capital, Daca.

Hena Begum foi acusada de ter mantido uma relação sexual com seu primo de 40 anos de idade, que era casado. Ele também foi condenado a receber cem chibatadas, mas conseguiu fugir.

A adolescente desmaiou enquanto recebia as chibatadas e chegou a ser levada para um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos, morrendo seis dias após ter sido internada.

O caso teve grande repercussão no país e provocou protestos de moradores de Shariatpur. Há relatos na mídia de Bangladesh de que Hena, na verdade, foi raptada e estuprada pelo primo.

O imã (clérigo muçulmano) Mofiz Uddin, responsável pela fatwah (sentença) contra Hena, e outras três pessoas foram presas. O caso está sendo investigado.

‘Atos imorais’

Atraídos por gritos de socorro de Hena, moradores locais chegaram a acudir a adolescente. Mofiz Uddine também se dirigiu ao local, juntamente com professores da madrassa (escola de ensinamentos islâmicos) da região.

Mídia local diz que a jovem foi estuprada e que não tinha cometido nenhum ilícito.

Os jornais bengalis informaram que em vez de tomar uma ação contra o autor do suposto estupro, os religiosos trancaram a jovem dentro de um quarto. No dia seguinte, o mesmo imã e representantes do Comitê da Sharia, o código de leis muçulmanas, acusaram Hena de ter cometido atos de ”sexualidade imoral” fora do casamento.

Os religiosos disseram à polícia que Hena teria sido pega em flagrante quando mantinha relações sexuais com um morador do vilarejo.

Pessoas da família do primo casado também teriam espancado a adolescente, um dia antes da fatwa ter sido decretada.

Autoridades do vilarejo também exigiram que o pai da jovem pagasse uma multa equivalente a R$ 419.

Na quarta-feira, um grupo de moradores de Shariatpur foi às ruas em protesto contra a fatwa e contra os autores da sentença.

”Que tipo de justiça é essa? Minha filha foi espancada em nome da justiça. Se tivesse sido em um tribunal de verdade, minha filha jamais teria morrido”, afirmou Dorbesh Khan, o pai da adolescente.

Punições realizadas em nome da sharia (legislação sagrada islâmica) e decretos religiosos foram proibidos em Bangladesh, país secular, mas de maioria muçulmana, desde o ano passado.

Comitês que obedecem princípios religiosos vêm se tornando influentes em diferentes países com população de maioria islâmica, mesmo sendo ilegais em muitos deses países.

A sentença contra Hena Begum foi a segunda morte provocada por uma sentença ligada à sharia desde que a prática foi proibida pela Corte Suprema de Bangladesh.

Cerca de 90% dos 160 milhões de habitantes de Bangladesh são muçulmanos, dos quais a maior parte segue uma versão moderada do Islã.

Situação no Egito… 0

Posted on January 28, 2011 by Jefferson

A situação do Egito através de um vídeo feito pelo BBC

Mubarak e seu último suspiro…. 0

Posted on January 28, 2011 by Jefferson

Mubarak dissolve governo e defende repressão aos protestos

Tariq Saleh

Enviado especial da BBC Brasil ao Cairo

Em seu primeiro pronunciamento desde o início da onda de manifestações no Egito, o presidente do país, Hosni Mubarak, anunciou nesta sexta-feira a dissolução do governo e afirmou que um novo gabinete seria nomeado no sábado

Em discurso transmitido pela TV estatal, Mubarak, que que está no poder desde 1981, disse ainda que os protestos não estariam ocorrendo caso seu governo não tivesse introduzido liberdades civis e de imprensa no país.

Ele defendeu a atuação das forças de segurança na repressão das manifestações e afirmou que não permitiria que o Egito, país tão importante para o norte da África e o Oriente Médio, seja desestabilizado.

A fala de Mubarak ocorreu enquanto milhares de manifestantes desafiavam um toque de recolher imposto no país nesta sexta-feira, apesar da presença de militares nas ruas.

Inicialmente aplicado em três cidades (Cairo, Suez e Alexandria), a medida foi estendida a todo o território egípcio no início da noite (hora local, à tarde no Brasil), refletindo uma intensificação nos protestos durante o dia.

Segundo fontes médicas, ao menos 13 pessoas morreram em Suez e cinco morreram no Cairo em confrontos nesta sexta-feira, o que eleva para 26 o total de mortes ocorridas desde que os protestos se iniciaram, na terça-feira.

Mais cedo, ainda nesta sexta, serviços de internet e telefonia celular foram aparentemente bloqueados no país.

No Cairo, manifestantes atearam fogo na sede do Partido Nacional Democrático, mesma agremiação de Mubarak, e cercaram os prédios do Ministério das Relações Exteriores e da TV estatal.

A emissora anunciou que o toque de recolher vigoraria entre as 18h desta sexta-feira e as 7h do sábado e que militares trabalhariam em conjunto com os policiais para reforçar a ordem.



Locais onde têm ocorrido os protestos no Egito

Militares

A TV egípcia transmitiu a chegada ao Cairo de tropas militares e de blindados. Ao passar pelos manifestantes, muitos soldados acenavam para a multidão.

As manifestações desta sexta-feira – de proporção sem precedentes na história do Egito – se seguem a três dias de protestos e foram inspiradas em uma onda de protestos populares que culminou com a queda do presidente da Tunísia, Zine Al-Abidine Ben Ali, há duas semanas.

Também nesta sexta, policiais tunisianos evacuaram um acampamento de manifestantes diante do escritório do primeiro-ministro Mohamed Ghannouchi, em Túnis. Eles exigiam a renúncia do governo interino e a saída de todos os aliados de Ben Ali.

O premiê voltou a pedir calma aos manifestantes e disse que seu governo continuaria no poder até a instauração da democracia no país.

No Cairo, policiais entraram em confronto com milhares de manifestantes nas ruas, usando bombas de gás lacrimogêneo e canhões d’água para dispersar a multidão, que respondeu atirando pedras, queimando pneus e montando barricadas.

A BBC Brasil acompanhou alguns embates e viu policiais à paisana baterem em mulheres que caminhavam perto da multidão.

Conforme a noite avançava, helicópteros sobrevoavam a capital e tiros eram ouvidos.

Ao menos mil pessoas foram presas nos protestos

Estados Unidos

Nesta sexta-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, exortou as autoridades egípcias a permitir protestos pacíficos. “Estamos profundamente preocupados com o uso da violência pela polícia e força de seguranças egípcias contra manifestantes”, disse Hillary.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que os Estados Unidos poderão revisar sua ajuda ao Egito com base no desenrolar dos eventos nos próximos dias.

“Obviamente nós vamos revisar nossa postura de assistência baseados nos eventos agora e nos próximos dias”, afirmou Gibbs.

O Egito é o quarto principal destinatário de ajuda americana, atrás apenas do Afeganistão, do Paquistão e de Israel.

Nesta sexta-feira, o governo americano lançou um alerta para seus cidadãos, desaconselhando qualquer viagem não-essencial ao Egito.

Outras cidades

Em Suez, um grupo invadiu uma delegacia de polícia, roubou armas e ateou fogo ao prédio. Choques também foram registrados nas cidades de Alexandria, Mansoura e Assuã, assim como Minya, Assiut, Al-Arish e na Península do Sinai.

Há relatos de que centenas de líderes da oposição foram presos durante a madrugada. Ao menos dez pertenceriam à organização Irmandade Islâmica, banida pelo governo.

Outros relatos dão conta de que o líder da oposição e Nobel da Paz Mohamed ElBaradei estaria sendo mantido em prisão domiciliar, mas a versão não foi confirmada oficialmente.

ElBaradei, ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), chegou ao Cairo na quinta-feira para se juntar às manifestações.

E agora Berlusconi? 0

Posted on January 24, 2011 by Jefferson

Clarín.com

Lo dijo a sus partidarios, luego de que se hallaran más evidencias en su contra.

“He reaccionado a una auténtica agresión y por eso ni huyo ni renuncio”, afirmó ayer Silvio Berlusconi en un diálogo telefónico con sus simpatizantes. La oposición y otros protagonistas de la vida italiana, así como la prensa internacional, reclaman al primer ministro “un paso atrás ” del cual también ahora es partidario el Vaticano, que sin embargo sería favorable a un período “de transición” que permita, de paso, sancionar algunas leyes favorables a la iglesia italiana.

Berlusconi por primera vez admitió que la situación “es grave” y dijo que una parte de la magistratura se ha prestado a una operación “mediática y política” para desmontarlo del poder.

Ayer trascendió que los allanamientos que realizan fuerzas policiales en nombre de los tres fiscales de Milán que investigan el comportamiento del jefe del gobierno italiano –sospechado de prostitución de menores y abuso de poder– habrían encontrado “fotos interesantes” tomadas por las chicas que participaban de los festines en la residencia de Berlusconi en Arcore, un suburbio de Milán.

También habrían detectado transferencias de dinero realizadas por allegados a il Cavaliere a las jóvenes. Catorce de ellas se alojaron en apartamentos en un edificio en via Olgietta, en el barrio de Milano 2, que Berlusconi construyó en los años 70.

Los otros inquilinos y propietarios quieren que se vayan . Algunas manos anónimas cambiaron los letreros de las calles y en lugar de via Olgietta se lee “via Orgietta”, en alusión a las orgías en la residencia de Arcore que habría protagonizado el primer ministro italiano.

En el centro del peor escándalo sufrido por Berlusconi, que podría costarle su carrera política, se encuentra una joven marroquí conocida en la noche de Milán como Ruby Robacorazones, que frecuentaba Arcore a los 17 años. El premier a sido denunciado por la justicia de Milán por prostituir a una menor y abuso de poder, porque il Cavaliere hizo soltar a Ruby el 27 de mayo pasado cuando estaba arrestada, diciendo al funcionario de la jefatura de policía de Milán que la joven era “nieta del presidente (egipcio Hosni) Mubarak” . Ruby estaba presa por haber robado a una amiga prostituta 3000 euros y un reloj valioso y una magistrada había ordenado internarla en una comunidad para menores. Pero Berlusconi logro hacerla liberar y que fuera consignada a la consejera regional lombarda Nicole Minetti, acusada junto con otros dos conocidos personajes de organizar una red de prostitución de chicas que eran llevadas a Arcore. Berlusconi es el zar de la televisión privada italiana y muchas de las chicas consiguieron trabajos en su canales .

Ayer se registró otro sonoro choque por el escándalo, cuando la hija de Berlusconi, Marina, presidenta de la editorial Mondadori, la más grande de Italia, propiedad de su padre, dijo que le daba “horror” el escritor Roberto Saviano, que escribe para esa editorial. Saviano recibió el doctorado honoris causa por la Universidad de Génova y lo dedicó a los fiscales que llevan la causa contra Berlusconi.

Saviano ha sido condenado a muerte por la Camorra y vive bajo una fuerte custodia a raíz de su libro “Gomorra”, traducido y vendido por millones de copias en todo el mundo.

Niger: good harvest, malnutrition still high… 0

Posted on January 22, 2011 by Jefferson
A joint assessment by FAO and the World Food Programme (WFP) says that acute malnutrition rates in Niger remain high despite a good harvest.

The assessment, published today, urges the international community to continue to provide assistance to Niger so that these welcome gains in food production and food security are not reversed.

The Government of Niger, supported by the UN, launched a massive humanitarian intervention last year which averted the worst effects of a food and nutrition crisis that put more than seven million people in jeopardy and threatened the livelihoods of the country’s farmers and pastoralists.

As part of the humanitarian response to the drought, WFP delivered emergency food assistance to more than 5 million people, including vulnerable groups such as children under five, and pregnant or lactating women.

FAO provided 13 000 tonnes of animal feed and distributed over 3 400 tonnes of quality seeds, covering 94 percent of affected villages.

Cereal harvest up 60 percent


As a result of these interventions as well as a good rainy season in 2010, domestic cereal production increased by 60 percent and livestock that survived the drought were restored to health as pastures returned.

However, the acute malnutrition rate was still above 15 percent in most parts of the country in October and November, reaching 17 percent in the area around Agadez and Zinder.

Lack of access to health care facilities and extreme poverty pose further threats to populations on the frontline of the dire food security situation. Many families have been left in debt following the 2009/2010 food crisis.

“Food and non-food assistance is still necessary to reconstitute the resilience capacity of the affected populations to allow them to have independent access to food,” said the report.

FAO/WFP called for an improvement in family purchasing power in Niger by assisting pastoralists to replenish their livestock and boosting off-season agriculture such as vegetable and roots and tubers production.

Support feeding centres

The report also found a need to restore cereal banks, reconstitute the national grain stock and to support marketing chains. It also called for the continuing support of feeding centres for malnourished people.

It called for aid interventions to start immediately so that farmers will be provided with the necessary quality seeds and fertilizers before the next planting season that starts in May. Assistance is also required in the sphere of animal health and vaccines, the report said.

Egito registra mais imolações após caso na Tunísia 0

Posted on January 21, 2011 by Jefferson

CAIRO (Reuters) – Mais três egípcios atearam fogo a si mesmos na sexta-feira, aparentemente seguindo o exemplo do jovem tunisiano cuja autoimolação deu origem à recente rebelião popular no país.

Um desempregado egípcio de 35 anos ateou fogo a si mesmo e ficou gravemente ferido, segundo fontes médicas e de segurança. E dois operários da indústria têxtil — setor do qual vários funcionários se envolveram em protestos contra o governo anos atrás — também jogaram combustível nos seus corpos e sofreram queimaduras.

Em 2006, milhares de tecelões conseguiram aumentos salariais depois de participarem de uma greve, o que estimulou uma onda de paralisações e outros protestos no país.

Houve três outros casos de autoimolação no Egito, mas testemunhas e fontes disseram que eles foram motivados principalmente por fatores psicológicos, e não por protestos políticos.

Analistas dizem que várias imolações e tentativas no Egito — já são mais de 12 — parecem ser motivadas por queixas semelhantes às dos tunisianos que foram às ruas neste mês e derrubaram o governo do presidente Zine al Abidine Ben Ali.

Os protestos da Tunísia começaram depois do suicídio, em 17 de dezembro, de um tunisiano de 26 anos que se matou com fogo depois de ser proibido pela polícia de vender legumes como ambulante, no interior do país.

Depois disso, houve casos de imolações também na Argélia e Mauritânia.

A exemplo do que acontece na Tunísia, muitos egípcios se queixam da pobreza, do desemprego e da repressão governamental. Não há sinais, no entanto, de que esteja em curso uma rebelião que possa desestabilizar o governo do presidente Hosni Mubarak, no poder desde 1981.

Num dos casos ocorridos no Egito, fontes de segurança disseram que Salah Saad Mahmoud, de 35 anos, havia chegado ao Cairo na esperança de arrumar trabalho e juntar dinheiro para comprar uma casa e se casar, planos que não conseguiu concretizar. Ele ateou fogo ao corpo no meio de uma rua, e as chamas foram debeladas por transeuntes.

A instituição islâmica egípcia Al Azhar, patrocinada pelo Estado, alertou que o suicídio, por qualquer razão, é condenado pela religião islâmica. Na sexta-feira, mesquitas de todo o país dedicaram sermões a esse tema.

Resquícios de uma fria guerra…. 0

Posted on June 29, 2010 by Jefferson

Escândalo de espiões não afeta relação entre EUA e Rússia, diz Casa Branca

Folha de São Paulo

A revelação de um esquema de espionagem da Rússia infiltrado nos EUA não prejudica a relação entre os dois países, afirmou nesta terça-feira a Casa Branca.

“Acho que fizemos um novo começo em trabalhar juntos coisas como as Nações Unidas lidando com a Coreia do Norte e o Irã”, disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. “Não acho que isso vá afetar nossas essas relações.”

Gibbs disse que Obama sabia da investigação antes de se encontrar com o presidente russo, Dmitri Medvedev, na última quinta-feira (24), e que os dois líderes não discutiram o assunto.

Autoridades americanas anunciaram nesta segunda-feira terem desbaratado um esquema digno de novela policial. A inteligência russa infiltrou agentes disfarçados nos EUA para se aproximar de fontes políticas nos Estados Unidos e reunir informações para o governo da Rússia, segundo o Departamento de Justiça americano.

No total, 11 pessoas foram acusadas. Destas, dez foram presas no fim de semana em Boston, Nova York, New Jersey e Virgínia, sob acusações que incluem conspiração para agir como agentes ilegais da Rússia e lavagem de dinheiro.

A polícia de Chipre, no Oriente Médio, anunciou nesta terça-feira a prisão de Robert Christopher Metsos, 55, o 11º suspeito da suposta rede de espionagem russa nos Estados Unidos.

As autoridades americanas revelaram ter descoberto o esquema de espionagem da Rússia em solo americano e a prisão de dez dos onze indiciados apenas horas depois de o presidente russo encerrar uma visita aos EUA.

Cinco dos suspeitos compareceram a uma corte federal em Manhattan na própria segunda-feira, onde o juiz ordenou que permanecessem na prisão até uma audiência preliminar agendada para 27 de julho.

Dois anos

A operação do FBI começou em 2009, quando foi interceptada uma mensagem criptografada enviada a dois dos acusados. Os agentes eram instruídos a “buscar e desenvolver ligações em círculos de decisão polícia nos EUA e mandar relatórios” de volta à inteligência em Moscou.

A maioria dos agentes era originalmente da Rússia e foram treinados para se infiltrar secretamente nos EUA. As acusações afirmam ainda que os membros dos “Ilegais” receberam vasto treinamento em comunicação codificada e como evitar serem pegos.

O objetivo era tornar-se “suficientemente americanizado a ponto de conseguirem reunir informações sobre os EUA para a Rússia e conseguir fontes de dentro dos círculos de decisão política dos EUA –ou que consigam se infiltrar”, segundo registros policiais preenchidos por uma corte federal americana.

Os acusados teriam coletado informações desde programas de pesquisa de pequena produção, ogivas nucleares de alta penetração e o mercado mundial de ouro, tentando obter informações sobre pessoas que se poderiam se candidatar a vagas na CIA, segundo registros na corte.

Em 2009, Moscou teria pedido a dois dos agentes informações sobre a viagem de Obama à Rússia, programada para breve. Foram pedidas mais informações sobre a situação das negociações do tratado de redução de armas Start, bem como Afeganistão e a posição de Washington em relação ao programa nuclear do Irã, segundo os documentos.

Acusados

Os acusados são um casal conhecido como Richard Murphy e Cynthia Murphy, presos em Monclair, em New Jersey; Vicky Pelaez e um homem conhecido como Juan Lazaro, presos em Yonkers, no Estado de Nova York; e Anna Chapman, presa em Manhattan. Há ainda Mikhail Semenko e o casal conhecido como Michael Zottoli e Patricia Mills, presos em Arlington.

Os dois últimos, conhecidos como Donald Howard Heathfield e Tracey Lee Ann Foley, foram presos em Boston.

Os dez presos foram acusados de ato de conspiração como agente de um governo estrangeiro, que leva pena máxima de cinco anos de prisão. Nove dos detidos foram acusados de conspiração para lavagem de dinheiro, que tem pena máxima de 20 anos de prisão.

As prisões foram fruto de anos de investigação, incluindo escutas colocadas nas casas dos acusados. A lei federal americana proíbe pessoas de atuarem como agentes de governos estrangeiros dentro dos EUA sem notificar as autoridades locais.

Reação

O SEE (Serviço de Espionagem Exterior) da Rússia declarou nesta terça-feira que não vai comentar a operação. “Nós não comentamos essas informações”, disse à agência Interfax o chefe do escritório de imprensa do SEE, Serguei Ivanov.

Já o Ministério de Relações Exteriores da Rússia afirmou nesta terça-feira que vai investigar a prisão dos supostos espiões russos.

Em sua primeira reação ao escândalo, o ministério russo descreveu como contraditórias e sem fundamento as acusações de que os espiões passaram ao menos dez anos reunindo informações sobre armas nucleares, o mercado de ouro e até mesmo mudanças de pessoal da CIA (Central de Inteligência Americana).

“Eles não explicaram nada para nós. Eu espero que eles o façam”, disse o chanceler, Sergei Lavrov, em uma entrevista coletiva, citado pela agência de notícias Interfax.

Lavrov criticou ainda o momento escolhido pelos EUA para a operação, meses depois de um amplo esforço diplomático do governo de Barack Obama para “resetar” a esfriada relação bilateral. O ministro considerou a ação um retrocesso rumo ao status da Guerra Fria.

“Tais ações são sem fundamento e impróprias. Nós lamentamos profundamente que tudo isso tenha acontecido nos bastidores da retomada de relações declarada pela administração americana”, disse o ministro, em um comunicado à imprensa.

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