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	<title>Política Internacional &#187; Principal</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>Ministro grego promete à UE cumprir metas de austeridade.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Da France Presse O novo ministro grego das Finanças, Evangelos Venizelos, afirmou neste domingo que seu governo cumprirá as promessas de austeridade e de redução do déficit público, ao chegar a uma reunião dos ministros da área da zona do euro, em Luxemburgo, para tentar tirar o país da bancarrota. &#8220;Reafirmo o compromisso do governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da France Presse</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11170130.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1114" title="11170130" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11170130-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a></p>
<p>O novo ministro grego das Finanças, Evangelos Venizelos, afirmou neste domingo que seu governo cumprirá as promessas de austeridade e de redução do déficit público, ao chegar a uma reunião dos ministros da área da zona do euro, em Luxemburgo, para tentar tirar o país da bancarrota.</p>
<p>&#8220;Reafirmo o compromisso do governo e a vontade do povo grego de pôr em execução o programa&#8221; previsto para sanear as finanças públicas, declarou o ministro, que assumiu o cargo esta semana depois de uma reforma do gabinete, forçada pela crise.</p>
<p>&#8220;Podemos alcançar os objetivos previstos graças ao esforço de nossos cidadãos, com a cooperação e ajuda de nossos parceiros&#8221; europeus, acrescentou Venizelos, antes do encontro com os representantes que vão decidir como ajudar a Grécia a cobrir suas necessidades financeiras imediatas.</p>
<p>De concreto, a Zona do Euro estudará desbloquear a quinta parcela dos empréstimos prevista no primeiro plano de ajuda ao país, equivalente a 12 bilhões de euros, dos quais 3,3 bilhões ficarão por conta do Fundo Monetário Internacional (FMI).</p>
<p>A Grécia, uma das mais afetadas pela crise da dívida europeia, já recebeu em maio de 2010 um pacote de resgate de US$ 160 bilhões da União Europeia e do FMI. O país, contudo, não conseguiu cumprir as metas fiscais previstas e alerta que, se não receber uma nova ajuda, vai quebrar.</p>
<p>Papandreou disse neste domingo que está em negociação por um pacote de valor &#8220;basicamente igual&#8221; ao de 2010 &#8211;e que a Grécia teria que pagar até 2014.</p>
<p>Em troca do dinheiro, o premiê grego tenta aprovar um segundo pacote de austeridade, com 6,5 bilhões de euros em aumentos de impostos e cortes de gastos estatais neste ano. A oposição, contudo, resiste, diante de manifestações populares e greve geral.</p>
<p>Papandreou ofereceu renunciar e formar um novo governo para tentar acalmar a oposição, depois da renúncia de três deputados que ameaçou a votação as medidas de austeridade no Parlamento. Ele enfrentará um voto de confiança na noite de terça-feira, depois de três dias de debates no Parlamento.</p>
<p>Neste domingo, ele voltou a pedir apoio dos gregos ao impopular pacote de austeridade e disse que a imagem de uma divisão nacional não está ajudando o país a sobreviver.</p>
<p><strong>MERCADO SALVO</strong></p>
<p>Os ministros das Finanças das 17 nações da zona do euro vão debater como fazer os credores privados partilharem o custo do segundo plano de ajuda à Grécia sem gerar turbulências ainda piores nos mercados financeiros. Eles buscam fechar um acordo na cúpula da União Europeia, nos dias 23 e 24.</p>
<p>Um documento da Comissão Europeia, publicado recentemente pelo &#8220;Financial Times&#8221;, sobre as opções para o envolvimento do setor privado, mostrou as dificuldades que a zona do euro enfrenta para evitar a instauração de um caos nos mercados.</p>
<p>Uma rolagem voluntária de bônus gregos perto do vencimento, defendida pela França, Alemanha e pelo BCE, oferece o menor risco causar um rebaixamento de rating para a Grécia, mas seria impossível quantificar a contribuição do setor privado antecipadamente.</p>
<p>Isso significaria que os países da zona do euro e o FMI teriam de entrar com mais capital para inteirar os 120 bilhões de euros necessários em empréstimos, com 30 bilhões vindos de privatizações.</p>
<p>Uma troca de bônus, envolvendo o adiamento do prazo dos títulos em sete anos, é favorecida pela Holanda. Isso levantaria a maior parte do capital exigido, mas teria o maior risco de contágio, com investidores de outros bônus soberanos tomando ações de prevenção para evitar medidas similares em outros países, segundo o jornal.</p>
<p>Uma outra opção, a rolagem voluntária de dívida com incentivos limitados positivos, atrairia uma participação maior e tornaria possível antecipar a contribuição do setor privado, mas elevaria o risco de rebaixamento da Grécia e contágio de outros países.</p>
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		<title>sobre o Japão&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 12:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Devem ter notado que não postei nada sobre a tragédia que assola o Japão. Até poderia, citar falhas geológicas, tsunamis e os efeitos devastadores que emissões de partículas e ondas radioativas (estupidamente jornais estão tratando a emissão γ como partícula), mas não. Não consigo, nem tenho o porque trazer tal desastre para esse espaço. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Devem ter notado que não postei nada sobre a tragédia que assola o Japão.</p>
<p>Até poderia, citar falhas geológicas, tsunamis e os efeitos devastadores que emissões de partículas e ondas radioativas (estupidamente jornais estão tratando a emissão γ como partícula), mas não. Não consigo, nem tenho o porque trazer tal desastre para esse espaço.</p>
<p>Quem me conhece, sabe que eu admiro o Japão. Toda sua cultura, suas pessoas e há anos atrás tentei até ir para lá me submetendo a uma seleção de estudos do governo japonês.</p>
<p>Estudei muito nihongo e não fui por problemas alheios a minha vontade, mas, para mim, o Japão é um paraíso na Terra e pretendo, tão logo eu tenha condições, de ir visitá-lo.</p>
<p>Assim, como muitos aqui no Brasil, parece que essa tragédia aconteceu aqui do lado, abatendo-me tão intensamente que acho desnecessário ficar aqui, neste espaço, listar o amontoado de infortúnios que, infelizmente, lá ocorre.</p>
<p>Faço diferente então, posto várias imagens deste lindo país e torço para sua rápida recuperação.</p>
<p><strong>日本、頑張ってください！！！</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>日本、世界中のみんなが、あなた方の無事を祈ってます。</strong><strong></strong></p>
<p><strong>怖怖がらないでそのまま</strong><strong>, </strong><strong>行こう</strong><strong> </strong><strong>信じて</strong><strong>.</strong></p>
<p><strong>生き急いで搾り取って</strong><strong>, </strong><strong>縺れる足だけど前より</strong><strong>&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=O8x6_JHDkhI">httpv://www.youtube.com/watch?v=O8x6_JHDkh</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1097" title="1 - Geisha" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg" alt="" width="460" height="624" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/2-Kyoto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1098" title="2 - Kyoto" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/2-Kyoto-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1099" title="3 - Castelo Nijo" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/5-Himeji.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1101" title="5 - Himeji" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/5-Himeji-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Poderia encher aqui de imagens, mas ainda sim seria pouco para mostrar tudo que o Japão possui.</p>
<p>Como dito acima, não desista Japão.</p>
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		<title>Israel aprova 500 novas casas em colônias judaicas.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[DA EFE Israel aprovou a construção de 500 novas casas em colônias judaicas no território ocupado da Cisjordânia, em resposta ao assassinato neste sábado no assentamento de Itamar de cinco israelenses da mesma família. As casas serão erguidas em Gush Etzion, perto de Belém; Maaleh Adumim, ao leste de Jerusalém; Ariel, no norte da Cisjordânia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA EFE</p>
<p>Israel aprovou a construção de 500 novas casas em colônias judaicas no território ocupado da Cisjordânia, em resposta ao assassinato neste sábado no assentamento de Itamar de cinco israelenses da mesma família.</p>
<p>As casas serão erguidas em Gush Etzion, perto de Belém; Maaleh Adumim, ao leste de Jerusalém; Ariel, no norte da Cisjordânia e Kiryat Sefer, ao noroeste de Jerusalém, disse o governo israelense em um comunicado.</p>
<p>A decisão, anunciada hoje, foi tomada ontem à noite por uma equipe interministerial em resposta ao atentado na madrugada da sexta-feira para sábado, que gerou comoção por sua crueldade e espalhou o medo que se retorne aos níveis de violência dos anos mais duros da segunda Intifada.</p>
<p>Na madrugada da sexta-feira para sábado, uma ou várias pessoas cruzaram a cerca tecnológica de segurança em torno da colônia, entraram na casa e esfaquearam os pais e três de seus filhos: um de 11 anos, outro de quatro e um bebê de três meses.</p>
<p>O funeral acontece hoje no cemitério Har Haenujot de Jerusalém.</p>
<p>O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o titular da Defesa, Ehud Barak, participaram ontem à noite na discussão das respostas ao ataque, entre as quais se avaliou também começar uma nova colônia judia ou ampliar Itamar, mas no final prevaleceu a proposta de Barak, segundo o jornal &#8220;Haaretz&#8221;.</p>
<p>Netanyahu notificou na noite deste sábado a decisão à Casa Branca.</p>
<p>Enquanto isso, as forças de segurança israelenses continuam a busca dos autores do atentado com um extenso dispositivo e um cerco em torno da cidade palestina de Nablus, no norte da Cisjordânia.</p>
<p>Cerca de 20 palestinos já foram detidos em diferentes localidades em torno de Itamar.</p>
<p>&#8220;Não descansaremos até pegar os assassinos&#8221;, deixou claro o chefe do Estado-Maior, Benny Gantz, em comunicado.</p>
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		<title>Tentativa de golpe no Congo deixa seis mortos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:23:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Jonny Hogg KINSHASA (Reuters) &#8211; Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa. &#8220;Presenciamos uma tentativa de golpe&#8221;, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende. &#8220;Um grupo fortemente armado atacou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Jonny Hogg</p>
<p>KINSHASA (Reuters) &#8211; Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa.</p>
<p>&#8220;Presenciamos uma tentativa de golpe&#8221;, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende.</p>
<p>&#8220;Um grupo fortemente armado atacou a residência do presidente. Eles foram parados na primeira barreira. Nossos soldados lutaram com eles, prenderam alguns e seis pessoas foram mortas.</p>
<p>Mende disse que a situação estava sob controle e que as autoridades estavam tentando identificar os suspeitos. Não há informações adicionais sobre as vítimas.</p>
<p>Em separado, uma fonte presidencial disse que Kabila não estava na residência quando o ataque aconteceu, mas que já havia retornado e estava em segurança.</p>
<p>Kabila chegou ao poder quando seu pai foi assassinado, em 2001. Ele enfrentará eleições parlamentares e presidenciais em novembro, a segunda desde o fim oficial da guerra de 1998-2003.</p>
<p>Em um movimento controverso, em 15 de janeiro, propostas parlamentares apoiadas por Kabila reduziram a votação presidencial a um único turno &#8211;acabando com a possibilidade de um segundo turno entre os dois principais candidatos, se nenhum dos dois obtiver a maioria absoluta.</p>
<p>A mudança significa que o vencedor pode chegar à presidência com menos de 50 por cento do apoio popular e é vista como um aumento das chances de vitória de Kabila, devido ao estado fragmentado da oposição.</p>
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		<title>Tribunal Penal Internacional vai investigar violência na Líbia.</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conselho de Segurança havia encaminhado caso ao tribunal no sábado. Promotor apresentará resumo dos supostos crimes cometidos no país. Da Reuters Um promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) disse na quarta-feira (2) que investigará a violência na Líbia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter encaminhado o caso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conselho de Segurança havia encaminhado caso ao tribunal no sábado. </strong><br />
<strong> Promotor apresentará resumo dos supostos crimes cometidos no país.</strong></p>
<p>Da Reuters</p>
<p>Um promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) disse na quarta-feira (2) que investigará a violência na Líbia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter encaminhado o caso para a corte de crimes de guerra sediada em Haia.</p>
<p>No sábado, o Conselho de Segurança impôs sanções contra o líder líbio, Muammar Kadhafi, e sua família, e encaminhou o caso da repressão da Líbia contra os manifestantes antigoverno ao TPI.</p>
<p>&#8220;Seguindo um exame preliminar das informações disponíveis, o promotor chegou à conclusão de que uma investigação é justificada&#8221;, disse o promotor em um comunicado.</p>
<p>Na quinta-feira, o promotor Luis Moreno-Ocampo apresentará um resumo dos supostos crimes cometidos na Líbia desde 15 de fevereiro e das &#8220;informações preliminares sobre as entidades e pessoas que poderão ser processadas e notificadas para evitar crimes futuros&#8221;.</p>
<p>Quando tiver reunido evidências suficientes, o passo seguinte do promotor será apresentar o caso aos juízes do TPI, que decidirão pela emissão ou não de mandados de prisão.</p>
<p>O TPI é a primeira corte permanente do mundo para crimes de guerra, com poder de investigar crimes contra a humanidade, crimes de guerra e genocídio. Ele já instaurou inquéritos em cinco países da África.</p>
<p>A Líbia foi um dos poucos países do mundo a se recusar a assinar o estatuto fundador do TPI. Como o caso foi encaminhado pelo Conselho de Segurança, porém, seus cidadãos podem ser processados, já que agora isso passou a ser da alçada do TPI.</p>
<p>Moreno-Ocampo havia dito anteriormente que &#8216;informações sugerem que as forças leais ao presidente Muammar Kadhafi estão atacando civis na Líbia&#8217;, acrescentando que isso poderia constituir um crime contra a humanidade.</p>
<p>O gabinete do promotor está em contato com a ONU, a União Africana, a Liga Árabe e outros países para a sua investigação. Ele também solicitará informações da Interpol.</p>
<p>O gabinete já entrou em contato com autoridades líbias e o pessoal do Exército para entender as estruturas de comando e como funciona o sistema militar líbio.</p>
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		<title>Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 11:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia Ministros das Relações Exteriores de diferentes países vão se reunir nesta segunda-feira durante um encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para discutir uma medida conjunta em resposta à crise humana na Líbia. Dezenas de milhares de estrangeiros, em sua maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia</strong></p>
<p>Ministros das Relações Exteriores de diferentes países vão se reunir nesta segunda-feira durante um encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para discutir uma medida conjunta em resposta à crise humana na Líbia.</p>
<p>Dezenas de milhares de estrangeiros, em sua maioria egípcios, estão presos perto da fronteira da Líbia com a Tunísia, sem comida e sem abrigo.</p>
<p>A Líbia vive um perigoso impasse, com as forças rebeldes avançando para cada vez mais perto da capital do país, Trípoli, mas o líder do país, Muamar Khadafi, segue irredutível em sua disposição de permanecer no poder.</p>
<p>A caminho de Genebra, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que os Estados Unidos &#8221;estão se aproximando de diferentes líbios no Leste&#8221;, em referência à região do país que já está no controle dos rebeldes.</p>
<p>Hillary afrimou que irá discutir esforços coordenados tanto nas frentes humanitárias como políticas, com colegas da Europa, do Oriente Médio e do Norte da África.</p>
<p>Acredita-se que pelo menos mil pessoas foram mortas durante as duas semanas de conflitos entre ativistas anti-governo e partidários de Khadafi.</p>
<p>A ONU estima que que cem mil pessoas fugiram da Líbia na semana passada.</p>
<p><strong>Êxodo</strong></p>
<p>O êxodo de trabalhadores egípcios a partir do Oeste da Líbia começou na quarta-feira, mas vem se intensificando desde então, como relatou repórter da BBC Jim Muir, enviado à região de Ras Jdir, na fronteira com a Tunísia.</p>
<p>Atualmente, cerca de mil pesoas por hora estão atravessando a fronteira da Líbia para a Tunísia, disse Muir. De acordo com o enviado da BBC, a situação na região é caótica, mas a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) deve montar um acampamento para refugiados ainda nesta segunda.</p>
<p>A Tunísia está aguardando a chegada de mais aviões e navios com imigrantes vindos da Líbia, mas as autoridades do país contam que não estão sendo capazes de arcar com o grande número de pessoas, como disse à BBC Liz Eyster, uma oficial da ACNUR baseada na Tunísia.</p>
<p>&#8221;Eles estão acomodando pessoas em abrigos, escolas e até em suas próprias casas, mas agora ficamos sabendo que eles estão próximos de seu limite e precisam do apoio da comunidade internacional&#8221;, afirmou a funcionária da ACNUR.</p>
<p>Monji Slim, o representante local do Crescente Vermelho, descreveu a situação na região como &#8221;uma crise humana&#8221;.</p>
<p>&#8221;O mundo inteiro precisa se mobilizar para ajudar o Egito a repatriar seus cidadãos&#8221;, disse Monji Slim à agência de notícias AFP.</p>
<p>Um dos refugiados presos na região da fronteira afirmou: &#8221;Todas as pessoas estão protestando porque elas querem ir ao Egito. Todos os países estão enviando aviões para resgatar seus cidadãos &#8211; Turquia, Coreia, Índia, Bangladesh &#8211; todos estão chegando e partindo, exceto pelos egípcios&#8221;.</p>
<p>No domingo, um navio grego transportando 148 brasileiros partiu da Líbia com destino à Grécia. Os brasileiros na embarcação eram funcionários da empresa Queiroz Galvão, com sede em Benghazi, a segunda maior cidade do país e que passou para o controle dos rebeldes há alguns dias.</p>
<p><strong>Medidas</strong></p>
<p>O coronel Muamar Khadafi está enfrentando o maior desafio ao seu governo, desde que tomou o poder por meio de um golpe militar, em 1969. Mas ele ainda mantém firme controle sobre a capital, Trípoli.</p>
<p>A região central da cidade de Zawiya, há cerca de 50 quilômetros a oeste da capital, foi tomada por ativistas antigoverno no domingo, enquanto partidários do governo cercam a cidade.</p>
<p>A cidade de Benghazi está aos poucos retomando o seu dia a dia, com a reabertura dos bancos, mas, como relatou o repórter da BBC na cidade, Kevin Connelly, ainda não está claro o que vai acontecer quando o dinheiro acabar.</p>
<p>Segundo o repórter da BBC, uma dificuldade adicional que os rebeldes encontram para derrubar Khadafi é o fato de que não há um Exército rebelde capaz de fazer um percurso de 1.600 quilômetros para atacar a última região controlada pelo líder líbio.</p>
<p>No sábado, o Conselho de Segurança da ONU apoiou por unanimidade um embargo à venda de armas para a Líbia e o congelamento dos bens de autoridades do país.</p>
<p>O Conselho solicitou ainda que a Khadafi seja referido ao Tribunal Criminal Internacional para investigar possíveis crimes contra a humanidade cometidos pelo líder líbio durante a repressão aos protestos contra o seu governo.</p>
<p>Em entrevista à uma rede de TV da Sérvia, Khadafi afirmou que as sanções não surtirão efeito. &#8221;O povo da Líbia me apoia, pequenos grupos rebeldes estão cercados e nós iremos lidar com eles&#8221;, afirmou.</p>
<p>O filho de Khadafi, Saif al-Islam, negou que seu pai possua contas no exterior.</p>
<p>&#8221;Somos uma família modesta e todos sabem disso&#8221;, disse, em entrevista à rede ABC. &#8221;Eles estão dizendo que temos dinheiro na Europa, na Suíça. É uma piada&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Por qué importa Bahréin</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redacción BBC Mundo Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin. Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas. Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1063" title="bahrein_carte" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif" alt="" width="360" height="475" /></a></p>
<p>Redacción</p>
<p>BBC Mundo</p>
<p><strong>Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin.</strong></p>
<p><strong>Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas.</strong></p>
<p>Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el centro de las manifestaciones, utilizando tanques, vehículos policiales y alambradas.</p>
<p>El ministerio del interior prohibió toda forma de protesta y señaló que utilizará todos los medios necesarios para restaurar el orden.</p>
<p>Se trata del capítulo más reciente de la ola de manifestaciones que ya ha tumbado dos presidentes en la región, Ben Ali en Túnez y Hosni Mubarak en Egipto.</p>
<p>Los manifestantes piden reformas democráticas en el país de mayoría musulmana chiita, que es gobernado por una monarquía sunita.</p>
<p>BBC analiza cinco razones claves que ilustran la importancia de estas protestas en Bahréin.</p>
<p><strong>Importancia estratégica</strong></p>
<p>Bahréin es el país más pequeño del golfo Pérsico, con alrededor de un millón de habitantes, pero su importancia estratégica excede con creces su tamaño.</p>
<p>La privilegiada posición geográfica nunca ha pasado desapercibida para las grandes potencias. Antes fueron los británicos, hoy es Estados Unidos, que tiene aquí su quinta flota naval para mantener un ojo en la percibida amenaza iraní en la región.</p>
<p>Bahrein ha sido un aliado privilegiado de Washigton, particularmente a partir de la primera guerra contra Irak, en 1991. El ejército de Estados Unidos también utilizó sus bases aquí para atacar a Irak en la segunda guerra del golfo a inicios de esta década.</p>
<p>Al igual que en Egipto, la política de EE.UU. ha sido la de ignorar los reclamos democráticos de los ciudadanos de Bahréin en nombre de la estabilidad regional y sus intereses estratégicos en la región.</p>
<p>De manera que las protestas de los últimos días no sólo han puesto en aprietos a la política exterior de Washington, sino también a su estrategia de defensa.</p>
<p><strong>Ruta del petróleo mundial</strong></p>
<p>La presencia de esta flota tiene, además, otra función estratégica: asegurar el libre flujo del petróleo del Golfo Pérsico.</p>
<p>Bahréin vive de la riqueza petrolera, pero sus reservas son limitadas. No obstante, las bases de Estados Unidos aquí sirven para resguardar alrededor del 33% del petróleo mundial que pasa por el estrecho de Hormuz, localizado entre Irán y Omán.</p>
<p>Por esta razón, las manifestaciones se han sumado a los factores que están presionando los precios del petróleo, que ya alcanzaron US$104 por barril.</p>
<p>Según el corresponsal de asuntos económicos de la BBC, Andrew Walker, algunos de los más importantes exportadores de petróleo, en especial Irán y Libia ya han sido afectados.</p>
<p>&#8220;Lo que preocupa es el riesgo de que los cargamentos de petróleo de esos países sean afectados&#8221;, señala Walker.</p>
<p><strong>La mayoría chiíta demanda reformas en contra de la discriminación por parte de la élite sunita.</strong></p>
<p><strong>Tensiones étnicas</strong></p>
<p>Pese a que las protestas en el emirato son parte del efecto contagio tras las revueltas que derrumbaron los presidentes de Túnez, Ben Ali, y de Egipto, Hosni Mubarak, en Bahréin las protestas también responden a divisiones étnicas.</p>
<p>Las protestas aquí son producto del descontento de la mayoría chiíta, que representa un 70% de la población es chiíta, con la élite real sunita que gobierna al país.</p>
<p>Los chiítas señalan que el régimen los ha tenido históricamente discriminados y sin acceso a la riqueza, en un país que por muchos años ha experimentado una bonanza económica sostenida por el petróleo.</p>
<p>Incluso hay quienes hablan de apartheid, ya que a éstos se les prohíbe acceder a cargos públicos. Incluso, muchos de los efectivos de las fuerzas de seguridad son sunitas traídos de Paquistán y Siria, a quienes se le otorga ciudadanía sin muchos trámites.</p>
<p>Según el corresponsal de la BBC sobre temas de seguridad, Jonathan Marcus, debido a esto &#8220;hay menos posibilidad de que las fuerzas de seguridad se pongan de parte de la población local, como sucedió en Egipto&#8221;.</p>
<p><strong>¿Peligro para Arabia Saudita?</strong></p>
<p>Arabia Saudita, que desde las protestas en Egipto ha seguido los acontecimientos con atención, tiene más razones para preocuparse ahora que la ola de manifestaciones está literalmente en su vecindario.</p>
<p>Un viaducto une a Bahréin con la parte oriental de Arabia Saudita, una zona rica en petróleo pero además con una significativa población chiita que tiene fuertes vínculos familiares y culturales con los chiitas bahreinies.</p>
<p>El periodista de la BBC Bill Law da cuenta de que un experto con estrechos vínculos con el poderoso ministro del Interior saudita, el Príncipe Nayef, le aseguró que el gobierno saudita va a intervenir si la situación &#8220;se sale de control&#8221;.</p>
<p>Según dijo a la BBC Gala Riani, de la revista sobre temas de defensa Jane&#8217;s Weekly, los sauditas no tendrían problemas en apoyar – y, en el peor de los casos, intervenir directamente &#8211; si las autoridades de Bahréin no son capaces de controlar las manifestaciones.</p>
<p><strong>El factor Irán</strong></p>
<p><strong>Muchos temen que un régimen democrático en Bahréin fortalezca la presencia de Irán en la región.</strong></p>
<p>Algunos analistas señalan que las protestas de la mayoría chiíta podrían eventualmente fortalecer aún más la presencia de Irán en la región.</p>
<p>Según Jonathan Marcus, Irán mantiene un ojo puesto en los acontecimientos en el emirato, ya que &#8220;por largo tiempo ha tenido un interés estratégico aquí&#8221;.</p>
<p>La preocupación central es que, como sucedió en Irak, el establecimiento de un sistema democrático coloque a Bahréin en el campo iraní.</p>
<p>En los últimos años, Irán ha expandido su influencia en el Medio Oriente, particularmente en Irak y en Líbano.</p>
<p>Además, Teherán considera los países del Golfo como una zona natural de influencia, por la presencia chiíta, que representa el 8% de la población en Arabia Saudita, el 25% en Kuwait y el 70% en Bahréin.</p>
<p>No obstante, otros observadores destacan que la influencia de Irán en Bahréin es relativamente limitada, ya que los chiítas bahreinies tienden a seguir a clérigos más moderados en centros como Kerbala y Najaf en Irak.</p>
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		<title>Revoltas ganham força no mundo árabe e chegam à Líbia.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
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		<description><![CDATA[DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS Atualizado às 18h55. Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região. Mais cedo, autoridades líbias confirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
<p>Atualizado às 18h55.</p>
<p>Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região.</p>
<p>Mais cedo, autoridades líbias confirmaram dois mortos e 40 feridos. No Egito, o governo indicou que 365 morreram e 5.500 ficaram feridos durante os 18 dias de protestos no país.</p>
<p>Solidificando a crise na região, nesta quarta-feira as manifestações atingiram também a Líbia, país sob o governo ditatorial de Muammar Gaddafi, no poder há 42 anos.</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1055" title="1" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>Os manifestantes cantavam &#8220;Muammar é o inimigo de Deus&#8221; e &#8220;Abaixo, abaixo à corrupção e ao corrupto&#8221;. Armados, policiais e partidários do governo rapidamente cercaram os manifestantes e atiraram balas de borracha, segundo Ashur Shamis, um ativista líbio de oposição em Londres.</p>
<p>Os protestos de terça e quarta aparentemente foram provocados pela falha das conversas entre o governo e um comitê representando famílias de centenas de prisioneiros mortos quando forças de segurança abriram fogo durante protestos, em 1996, em Abu Salim, a mais importante prisão da Líbia. O governo começou a pagar compensações às famílias, mas o comitê pede o julgamento dos responsáveis.</p>
<p>EGITO</p>
<p>O Ministério da Saúde do Egito informou nesta quarta-feira que 365 pessoas foram mortas durante os 18 dias de protestos, iniciados em 25 de janeiro, que terminaram na última sexta-feira (11) com a renúncia do ditador do país, Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.</p>
<p>Trata-se da primeira estatística dada pelo governo sobre as revoltas populares, apesar de o ministro da Saúde, Ahmed Sameh Farid, afirmar que é apenas uma contagem preliminar sobre a morte de civis &#8211;não estão incluídos policiais ou prisioneiros.</p>
<p>Ainda hoje as Forças Armadas pediram que os egípcios retornem ao trabalho, enquanto uma comissão prossegue estudando as emendas à Constituição.</p>
<p>IÊMEN</p>
<p>Em Sanaa, milhares de estudantes e advogados gritavam &#8220;Depois de Mubarak, Ali&#8221;, em referência o presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, que está no poder há 32 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1056" title="2" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg" alt="" width="495" height="291" /></a></p>
<p>Manifestações contra o governo se espalharam pelo Iêmen nesta quarta-feira, com centenas de pessoas saindo às ruas de Sanaa, Aden e Taiz. Na capital, ao menos 800 opositores marcharam apesar dos esforços da polícia para conter os protestos.</p>
<p>Em Aden, a principal cidade do sul do Iêmen, um manifestante morreu e outros três ficaram feridos durante enfrentamentos entre as forças segurança e os centenas de manifestantes antigovernamentais, de acordo com fontes hospitalares.</p>
<p>BAHREIN</p>
<p>Em Bahrein, apesar da proibição, milhares de pessoas voltaram a protestar contra o governo durante o funeral em Manama de um estudante morto na terça-feira durante um protesto, no terceiro dia de manifestações no país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1057" title="3" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg" alt="" width="440" height="292" /></a></p>
<p>Mais de 2.000 pessoas participaram do cortejo de Fadel Salman Matruk, baleado durante um protesto, em frente ao hospital onde era velado outro manifestante xiita morto.</p>
<p>O ministro do Interior, xeque Rashed bin Abdullah Al Khalifa, apresentou nesta quarta-feira desculpas e anunciou a prisão de dois policiais. Mas o xeque Ali Salman, líder da oposição xiita, não se deu por satisfeito com esses gestos e pediu uma &#8220;monarquia constitucional&#8221;com um primeiro-ministro &#8220;eleito pelo povo&#8221;.</p>
<p>IRAQUE</p>
<p>Fontes policiais na cidade de Kut &#8211;palco de violentos protestos por melhorias de serviços do governo no Iraque&#8211; indicaram que ao menos duas pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas quando cerca de 2.000 manifestantes invadiram prédios da administração regional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="4" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p>Além dos protestos inspirados nas revoltas da Tunísia e do Egito, a quarta-feira registrou atentados em ao menos três diferentes cidades do Iraque. Em Mussayab, uma bomba foi detonadas próximo a uma delegacia de polícia, em Mossul, um funcionário do governo foi morto por atiradores e em Tuz Khurmato outra bomba foi plantada num carro da polícia.</p>
<p>Embora as tropas de combate dos Estados Unidos tenham deixado o país ainda na metade do ano passado, a onda de violência no Iraque se mantém e os soldados americanos que ficaram como uma força de transição já atuaram de forma combativa por diversas vezes.</p>
<p>IRÃ</p>
<p>Dois líderes da oposição iraniana, Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karoubi, pediram ao governo do país nesta quarta-feira que &#8220;escute o povo&#8221; em uma carta publicada em vários sites opositores. A divulgação do texto ocorre um dia depois de o presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, ter afirmado que a revolta da oposição do país &#8220;vai fracassar&#8221;, e de parlamentares terem pedido a morte dos dois.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="5" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg" alt="" width="440" height="284" /></a></p>
<p>O regime iraniano convocou um dia &#8220;de ódio e ira&#8221; para a sexta-feira contra as provocações dos opositores Mir Hussein Mousavi e Mehdi Karubi, num momento em que se multiplicam os chamados para que estes sejam castigados pelos protestos.</p>
<p>ARGÉLIA</p>
<p>Mais de mil estudantes concentraram-se nesta quarta-feira diante do Ministério da Educação Superior em Argel em um protesto pacífico contra um decreto presidencial que, segundo eles, desvaloriza seus estudos e títulos acadêmicos.</p>
<p>Já a Coordenação Nacional pela Democracia e Mudança, grupo integrado por várias organizações da sociedade civil e partidos políticos da Argélia, convocou uma nova manifestação para o próximo sábado (19) em Argel, em reivindicação à democratização do regime e pedindo a queda do presidente Abdelaziz Bouteflika, há 12 anos no poder.</p>
<p>O chamado ocorreu após grandes protestos no sábado (12), quando milhares foram às ruas, embora tenham sido fortemente reprimidos por mais de 30.000 policiais que prenderam mais de 400 ativistas.</p>
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		<title>Ex-dirigente soviético Gorbatchov diz ter vergonha da Rússia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU O último dirigente soviético, Mikhail Gorbatchov, criticou duramente nesta quarta-feira uma Rússia de elites &#8220;depravadas&#8221;, onde a vida política se resume a uma &#8220;imitação&#8221;, dizendo ter &#8220;vergonha&#8221; de seu país, quase 20 anos após o fim da perestroika (reestruturação econômica) lançada por ele. Durante uma longa entrevista ao jornal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1052" title="09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873-300x171.png" alt="" width="300" height="171" /></a></p>
<p>DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU</p>
<p>O último dirigente soviético, Mikhail Gorbatchov, criticou duramente nesta quarta-feira uma Rússia de elites &#8220;depravadas&#8221;, onde a vida política se resume a uma &#8220;imitação&#8221;, dizendo ter &#8220;vergonha&#8221; de seu país, quase 20 anos após o fim da perestroika (reestruturação econômica) lançada por ele.</p>
<p>Durante uma longa entrevista ao jornal de oposição &#8220;Novaya Gazeta&#8221; &#8211;de onde é acionista&#8211; Gorbatchov, que festejará seus 80 anos no dia 2 de março, contou que o vice-chefe da administração do Kremlin, Vladislav Surkov, considerado o principal &#8220;ideólogo&#8221; do poder russo, impediu-o de criar um partido social-democrata.</p>
<p>&#8220;Tinha a intenção, junto de meus amigos, de criar um partido. Quando Surkov ficou sabendo, ele me perguntou &#8216;Isso serve para quê? De qualquer maneira, não vamos registrar seu partido&#8217;&#8221;, revelou.</p>
<p>&#8220;A classe no poder comporta-se de maneira revoltante. São ricos e depravados. Seguem o exemplo de (Roman) Abramovich [bilionário, dono do clube de futebol inglês Chelsea, de iates e mansões luxuosas]&#8220;, disse ainda o ex-líder soviético.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desprezo este ideal. Tenho vergonha desta rica devassidão. Tenho vergonha por nós e pelo país&#8221;, acrescentou o pai da Perestroika, processo de liberalização iniciado na URSS na segunda metade dos anos 80 e que terminou com a queda do regime soviético em 1991.</p></blockquote>
<p>Criticando a anulação de eleições para governadores por Vladimir Putin, ex-presidente e atual primeiro-ministro, e a falta de liberdade de expressão nas televisões nacionais, Gorbatchov denunciou uma &#8220;imitação&#8221; da vida política na Rússia.</p>
<p>&#8220;O presidente (Dmitri Medvedev) e Vladimir Vladimirovich (Putin) fazem o que podem, mas o que acontece no país se parece cada vez mais com uma imitação. Ao invés de tomar medidas concretas (&#8230;) eles tornam absurdas as leis eleitorais&#8221;, disse.</p>
<p>Agora que o presidente Medvedev defende uma modernização da Rússia, Gorbachev acredita que um dos principais obstáculos, a fuga de cérebros, se explica pelas deficiências democráticas.</p>
<p>&#8220;A vida normal está relacionada à democracia, quando o poder é controlado, e não com o autoritarismo que controla as pessoas e suas liberdades&#8221;, destacou.</p>
<p>&#8220;Se houver um renascimento do projeto democrático, as pessoas pararão de emigrar e voltaram&#8221;, se eles não &#8220;dependerem mais do czar, do primeiro-ministro&#8221;, continuou.</p>
<p>Vladimir Putin segue sendo considerado por muitos observadores como o verdadeiro líder do país.</p>
<p>&#8220;A política atual, que se utiliza de todos os meios para se manter no poder, é inaceitável&#8221;, concluiu o ex-presidente soviético, que foi obrigado a deixar o poder no fim de 1991.</p>
<p>ANIVERSÁRIO</p>
<p>Mikhail Gorbatchov ainda disse, durante a entrevista, que festejaria seu aniversário em Moscou no dia 2 de março. Uma noite de gala será igualmente organizada em Londres, no Royal Albert Hall, no dia 30 de março. A receita do concerto, no qual participarão Sharon Stone, Bryan Ferry e The Scorpions, vai ser revertida para o centro de tratamento de leucemia para crianças criado por sua esposa Raissa, que faleceu de câncer em 1999.</p>
<p>Gorbatchov também revelou, durante o encontro, que Raissa havia &#8220;sofrido muito&#8221; durante o golpe de 1991, e que isso havia contribuído para a piora de sua saúde. Na época, ela sofreu um derrame e teve hemorragia nos dois olhos.</p>
<p>&#8220;Após o retorno deles para Moscou, após o golpe fracassado, eu não fui mais à praça da Liberdade, onde me esperavam. Faz 20 anos que sou criticado por isso. Eu estava com ela&#8221;, confessou.</p>
<p>Ela, em seguida, queimou as 52 cartas que Gorbatchov havia escrito para ela durante a juventude, para proteger a &#8220;vida privada da intromissão de estranhos&#8221;, contou ainda o líder.</p>
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		<title>Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Camboja]]></category>
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		<description><![CDATA[Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam DA EFE As tropas do Camboja e da Tailândia retomaram nesta segunda-feira, pelo quatro dia consecutivo, os combates em uma região da fronteira comum em disputa, informaram fontes oficiais. O porta-voz governamental cambojano, Phay Siphan, explicou que os confrontos pararam por volta da meia-noite, mas começaram outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam</strong></p>
<p>DA EFE</p>
<p>As tropas do Camboja e da Tailândia retomaram nesta segunda-feira, pelo quatro dia consecutivo, os combates em uma região da fronteira comum em disputa, informaram fontes oficiais.</p>
<p>O porta-voz governamental cambojano, Phay Siphan, explicou que os confrontos pararam por volta da meia-noite, mas começaram outra vez ao amanhecer.</p>
<p>Os combates da noite de domingo deixaram pelo menos dez feridos e ocorreram apesar do cessar-fogo pactuado entre ambas as partes, após as primeiras escaramuças que no sábado causaram cinco mortos e elevaram a tensão na fronteira.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><img class="aligncenter" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/11037305.jpeg" alt="Soldados do Camboja assumem posição em tanques estacionados perto do templo de Preah Vihear, na fronteira com a Tailândia" width="396" height="265" /></span></span></p>
<p>O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, defendeu no domingo a atuação de seu governo com o Camboja em resposta à pressão que exerce a aliança nacionalista dos &#8220;camisas amarelas&#8221;, que exige sua renúncia por causa do litígio territorial.</p>
<p>Por sua parte, o líder cambojano, Hun Sen, enviou uma carta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas protestando pela &#8220;flagrante agressão&#8221; da Tailândia.</p>
<p>Os &#8220;camisas amarelas&#8221;, que até agora tinham respaldado o Partido Democrata de Abhisit, estão quase duas semanas acampados em frente à sede do Executivo para reivindicar mais dureza com o Camboja na disputa fronteiriça.</p>
<p>Exigem que a Tailândia emita um memorando de entendimento para delimitar o passo alcançado em 2000, rompa seus laços com a Unesco por considerar que o território pertence ao país vizinho e expulse da &#8220;zona quente&#8221; todos os soldados cambojanos.</p>
<p>Ambos os países arrastam o conflito desde o verão de 2008, quando a agência da ONU reconheceu Preah Vihear, um templo khmer do século XI, como Patrimônio da Humanidade no Camboja.</p>
<p>A Tailândia o admite, mas reivindica uma zona de 6,4 quilômetros quadrados situada nos arredores.</p>
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