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	<title>Política Internacional &#187; Principal</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>Dalai Lama avisa que abandonara a vida pública&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dalai Lama renunciará formalmente como líder político tibetano Reuters DHARAMSALA, Índia &#8211; O Dalai Lama anunciou nesta quinta-feira que planeja renunciar formalmente como líder político do governo tibetano no exílio. O Dalai Lama por longo tempo tem visto a mesmo como semi-aposentado da liderança política, com um primeiro-ministro eleito já exercendo seu cargo na cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dalai Lama renunciará formalmente como líder político tibetano</strong></p>
<p><strong>Reuters</strong></p>
<p>DHARAMSALA, Índia &#8211; O Dalai Lama anunciou nesta quinta-feira que planeja renunciar formalmente como líder político do governo tibetano no exílio.</p>
<p>O Dalai Lama por longo tempo tem visto a mesmo como semi-aposentado da liderança política, com um primeiro-ministro eleito já exercendo seu cargo na cidade de Dharamsala, no norte da Índia. Ele continua sendo o líder espiritual tibetano.</p>
<p>- Desde a década de 1960, destaco repetidamente que os tibetanos precisam de um líder, eleito livremente pelo povo tibetano, a quem possa transferir o poder. Agora claramente chegamos ao momento disto entrar em vigor &#8211; disse o Dalai Lama em um discurso preparado.</p>
<p>A proposta deve ser aprovada formalmente pelo Parlamento tibetano no exílio com sede na Índia.</p>
<p>O Dalai Lama fugiu do Tibet em 1959 depois de uma fracassada revolta contra o controle chinês do território. Atualmente vive no exílio na Índia e defende uma autonomia significativa para o Tibet dentro da China. Pequim o classifica como um perigoso separatista responsável de criar agitação no Tibet.</p>
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		<title>Tentativa de golpe no Congo deixa seis mortos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Jonny Hogg KINSHASA (Reuters) &#8211; Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa. &#8220;Presenciamos uma tentativa de golpe&#8221;, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende. &#8220;Um grupo fortemente armado atacou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Jonny Hogg</p>
<p>KINSHASA (Reuters) &#8211; Seis pessoas foram mortas na República Democrática do Congo no domingo, no que as autoridades disseram ter sido uma tentativa frustrada de golpe na residência do presidente Joseph Kabila, na capital Kinshasa.</p>
<p>&#8220;Presenciamos uma tentativa de golpe&#8221;, disse o Ministro de Informações, Lambert Mende.</p>
<p>&#8220;Um grupo fortemente armado atacou a residência do presidente. Eles foram parados na primeira barreira. Nossos soldados lutaram com eles, prenderam alguns e seis pessoas foram mortas.</p>
<p>Mende disse que a situação estava sob controle e que as autoridades estavam tentando identificar os suspeitos. Não há informações adicionais sobre as vítimas.</p>
<p>Em separado, uma fonte presidencial disse que Kabila não estava na residência quando o ataque aconteceu, mas que já havia retornado e estava em segurança.</p>
<p>Kabila chegou ao poder quando seu pai foi assassinado, em 2001. Ele enfrentará eleições parlamentares e presidenciais em novembro, a segunda desde o fim oficial da guerra de 1998-2003.</p>
<p>Em um movimento controverso, em 15 de janeiro, propostas parlamentares apoiadas por Kabila reduziram a votação presidencial a um único turno &#8211;acabando com a possibilidade de um segundo turno entre os dois principais candidatos, se nenhum dos dois obtiver a maioria absoluta.</p>
<p>A mudança significa que o vencedor pode chegar à presidência com menos de 50 por cento do apoio popular e é vista como um aumento das chances de vitória de Kabila, devido ao estado fragmentado da oposição.</p>
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		<title>Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 11:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia Ministros das Relações Exteriores de diferentes países vão se reunir nesta segunda-feira durante um encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para discutir uma medida conjunta em resposta à crise humana na Líbia. Dezenas de milhares de estrangeiros, em sua maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ministros das Relações Exteriores se reúnem para discutir situação da Líbia</strong></p>
<p>Ministros das Relações Exteriores de diferentes países vão se reunir nesta segunda-feira durante um encontro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para discutir uma medida conjunta em resposta à crise humana na Líbia.</p>
<p>Dezenas de milhares de estrangeiros, em sua maioria egípcios, estão presos perto da fronteira da Líbia com a Tunísia, sem comida e sem abrigo.</p>
<p>A Líbia vive um perigoso impasse, com as forças rebeldes avançando para cada vez mais perto da capital do país, Trípoli, mas o líder do país, Muamar Khadafi, segue irredutível em sua disposição de permanecer no poder.</p>
<p>A caminho de Genebra, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que os Estados Unidos &#8221;estão se aproximando de diferentes líbios no Leste&#8221;, em referência à região do país que já está no controle dos rebeldes.</p>
<p>Hillary afrimou que irá discutir esforços coordenados tanto nas frentes humanitárias como políticas, com colegas da Europa, do Oriente Médio e do Norte da África.</p>
<p>Acredita-se que pelo menos mil pessoas foram mortas durante as duas semanas de conflitos entre ativistas anti-governo e partidários de Khadafi.</p>
<p>A ONU estima que que cem mil pessoas fugiram da Líbia na semana passada.</p>
<p><strong>Êxodo</strong></p>
<p>O êxodo de trabalhadores egípcios a partir do Oeste da Líbia começou na quarta-feira, mas vem se intensificando desde então, como relatou repórter da BBC Jim Muir, enviado à região de Ras Jdir, na fronteira com a Tunísia.</p>
<p>Atualmente, cerca de mil pesoas por hora estão atravessando a fronteira da Líbia para a Tunísia, disse Muir. De acordo com o enviado da BBC, a situação na região é caótica, mas a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) deve montar um acampamento para refugiados ainda nesta segunda.</p>
<p>A Tunísia está aguardando a chegada de mais aviões e navios com imigrantes vindos da Líbia, mas as autoridades do país contam que não estão sendo capazes de arcar com o grande número de pessoas, como disse à BBC Liz Eyster, uma oficial da ACNUR baseada na Tunísia.</p>
<p>&#8221;Eles estão acomodando pessoas em abrigos, escolas e até em suas próprias casas, mas agora ficamos sabendo que eles estão próximos de seu limite e precisam do apoio da comunidade internacional&#8221;, afirmou a funcionária da ACNUR.</p>
<p>Monji Slim, o representante local do Crescente Vermelho, descreveu a situação na região como &#8221;uma crise humana&#8221;.</p>
<p>&#8221;O mundo inteiro precisa se mobilizar para ajudar o Egito a repatriar seus cidadãos&#8221;, disse Monji Slim à agência de notícias AFP.</p>
<p>Um dos refugiados presos na região da fronteira afirmou: &#8221;Todas as pessoas estão protestando porque elas querem ir ao Egito. Todos os países estão enviando aviões para resgatar seus cidadãos &#8211; Turquia, Coreia, Índia, Bangladesh &#8211; todos estão chegando e partindo, exceto pelos egípcios&#8221;.</p>
<p>No domingo, um navio grego transportando 148 brasileiros partiu da Líbia com destino à Grécia. Os brasileiros na embarcação eram funcionários da empresa Queiroz Galvão, com sede em Benghazi, a segunda maior cidade do país e que passou para o controle dos rebeldes há alguns dias.</p>
<p><strong>Medidas</strong></p>
<p>O coronel Muamar Khadafi está enfrentando o maior desafio ao seu governo, desde que tomou o poder por meio de um golpe militar, em 1969. Mas ele ainda mantém firme controle sobre a capital, Trípoli.</p>
<p>A região central da cidade de Zawiya, há cerca de 50 quilômetros a oeste da capital, foi tomada por ativistas antigoverno no domingo, enquanto partidários do governo cercam a cidade.</p>
<p>A cidade de Benghazi está aos poucos retomando o seu dia a dia, com a reabertura dos bancos, mas, como relatou o repórter da BBC na cidade, Kevin Connelly, ainda não está claro o que vai acontecer quando o dinheiro acabar.</p>
<p>Segundo o repórter da BBC, uma dificuldade adicional que os rebeldes encontram para derrubar Khadafi é o fato de que não há um Exército rebelde capaz de fazer um percurso de 1.600 quilômetros para atacar a última região controlada pelo líder líbio.</p>
<p>No sábado, o Conselho de Segurança da ONU apoiou por unanimidade um embargo à venda de armas para a Líbia e o congelamento dos bens de autoridades do país.</p>
<p>O Conselho solicitou ainda que a Khadafi seja referido ao Tribunal Criminal Internacional para investigar possíveis crimes contra a humanidade cometidos pelo líder líbio durante a repressão aos protestos contra o seu governo.</p>
<p>Em entrevista à uma rede de TV da Sérvia, Khadafi afirmou que as sanções não surtirão efeito. &#8221;O povo da Líbia me apoia, pequenos grupos rebeldes estão cercados e nós iremos lidar com eles&#8221;, afirmou.</p>
<p>O filho de Khadafi, Saif al-Islam, negou que seu pai possua contas no exterior.</p>
<p>&#8221;Somos uma família modesta e todos sabem disso&#8221;, disse, em entrevista à rede ABC. &#8221;Eles estão dizendo que temos dinheiro na Europa, na Suíça. É uma piada&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Por qué importa Bahréin</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redacción BBC Mundo Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin. Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas. Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1063" title="bahrein_carte" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif" alt="" width="360" height="475" /></a></p>
<p>Redacción</p>
<p>BBC Mundo</p>
<p><strong>Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin.</strong></p>
<p><strong>Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas.</strong></p>
<p>Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el centro de las manifestaciones, utilizando tanques, vehículos policiales y alambradas.</p>
<p>El ministerio del interior prohibió toda forma de protesta y señaló que utilizará todos los medios necesarios para restaurar el orden.</p>
<p>Se trata del capítulo más reciente de la ola de manifestaciones que ya ha tumbado dos presidentes en la región, Ben Ali en Túnez y Hosni Mubarak en Egipto.</p>
<p>Los manifestantes piden reformas democráticas en el país de mayoría musulmana chiita, que es gobernado por una monarquía sunita.</p>
<p>BBC analiza cinco razones claves que ilustran la importancia de estas protestas en Bahréin.</p>
<p><strong>Importancia estratégica</strong></p>
<p>Bahréin es el país más pequeño del golfo Pérsico, con alrededor de un millón de habitantes, pero su importancia estratégica excede con creces su tamaño.</p>
<p>La privilegiada posición geográfica nunca ha pasado desapercibida para las grandes potencias. Antes fueron los británicos, hoy es Estados Unidos, que tiene aquí su quinta flota naval para mantener un ojo en la percibida amenaza iraní en la región.</p>
<p>Bahrein ha sido un aliado privilegiado de Washigton, particularmente a partir de la primera guerra contra Irak, en 1991. El ejército de Estados Unidos también utilizó sus bases aquí para atacar a Irak en la segunda guerra del golfo a inicios de esta década.</p>
<p>Al igual que en Egipto, la política de EE.UU. ha sido la de ignorar los reclamos democráticos de los ciudadanos de Bahréin en nombre de la estabilidad regional y sus intereses estratégicos en la región.</p>
<p>De manera que las protestas de los últimos días no sólo han puesto en aprietos a la política exterior de Washington, sino también a su estrategia de defensa.</p>
<p><strong>Ruta del petróleo mundial</strong></p>
<p>La presencia de esta flota tiene, además, otra función estratégica: asegurar el libre flujo del petróleo del Golfo Pérsico.</p>
<p>Bahréin vive de la riqueza petrolera, pero sus reservas son limitadas. No obstante, las bases de Estados Unidos aquí sirven para resguardar alrededor del 33% del petróleo mundial que pasa por el estrecho de Hormuz, localizado entre Irán y Omán.</p>
<p>Por esta razón, las manifestaciones se han sumado a los factores que están presionando los precios del petróleo, que ya alcanzaron US$104 por barril.</p>
<p>Según el corresponsal de asuntos económicos de la BBC, Andrew Walker, algunos de los más importantes exportadores de petróleo, en especial Irán y Libia ya han sido afectados.</p>
<p>&#8220;Lo que preocupa es el riesgo de que los cargamentos de petróleo de esos países sean afectados&#8221;, señala Walker.</p>
<p><strong>La mayoría chiíta demanda reformas en contra de la discriminación por parte de la élite sunita.</strong></p>
<p><strong>Tensiones étnicas</strong></p>
<p>Pese a que las protestas en el emirato son parte del efecto contagio tras las revueltas que derrumbaron los presidentes de Túnez, Ben Ali, y de Egipto, Hosni Mubarak, en Bahréin las protestas también responden a divisiones étnicas.</p>
<p>Las protestas aquí son producto del descontento de la mayoría chiíta, que representa un 70% de la población es chiíta, con la élite real sunita que gobierna al país.</p>
<p>Los chiítas señalan que el régimen los ha tenido históricamente discriminados y sin acceso a la riqueza, en un país que por muchos años ha experimentado una bonanza económica sostenida por el petróleo.</p>
<p>Incluso hay quienes hablan de apartheid, ya que a éstos se les prohíbe acceder a cargos públicos. Incluso, muchos de los efectivos de las fuerzas de seguridad son sunitas traídos de Paquistán y Siria, a quienes se le otorga ciudadanía sin muchos trámites.</p>
<p>Según el corresponsal de la BBC sobre temas de seguridad, Jonathan Marcus, debido a esto &#8220;hay menos posibilidad de que las fuerzas de seguridad se pongan de parte de la población local, como sucedió en Egipto&#8221;.</p>
<p><strong>¿Peligro para Arabia Saudita?</strong></p>
<p>Arabia Saudita, que desde las protestas en Egipto ha seguido los acontecimientos con atención, tiene más razones para preocuparse ahora que la ola de manifestaciones está literalmente en su vecindario.</p>
<p>Un viaducto une a Bahréin con la parte oriental de Arabia Saudita, una zona rica en petróleo pero además con una significativa población chiita que tiene fuertes vínculos familiares y culturales con los chiitas bahreinies.</p>
<p>El periodista de la BBC Bill Law da cuenta de que un experto con estrechos vínculos con el poderoso ministro del Interior saudita, el Príncipe Nayef, le aseguró que el gobierno saudita va a intervenir si la situación &#8220;se sale de control&#8221;.</p>
<p>Según dijo a la BBC Gala Riani, de la revista sobre temas de defensa Jane&#8217;s Weekly, los sauditas no tendrían problemas en apoyar – y, en el peor de los casos, intervenir directamente &#8211; si las autoridades de Bahréin no son capaces de controlar las manifestaciones.</p>
<p><strong>El factor Irán</strong></p>
<p><strong>Muchos temen que un régimen democrático en Bahréin fortalezca la presencia de Irán en la región.</strong></p>
<p>Algunos analistas señalan que las protestas de la mayoría chiíta podrían eventualmente fortalecer aún más la presencia de Irán en la región.</p>
<p>Según Jonathan Marcus, Irán mantiene un ojo puesto en los acontecimientos en el emirato, ya que &#8220;por largo tiempo ha tenido un interés estratégico aquí&#8221;.</p>
<p>La preocupación central es que, como sucedió en Irak, el establecimiento de un sistema democrático coloque a Bahréin en el campo iraní.</p>
<p>En los últimos años, Irán ha expandido su influencia en el Medio Oriente, particularmente en Irak y en Líbano.</p>
<p>Además, Teherán considera los países del Golfo como una zona natural de influencia, por la presencia chiíta, que representa el 8% de la población en Arabia Saudita, el 25% en Kuwait y el 70% en Bahréin.</p>
<p>No obstante, otros observadores destacan que la influencia de Irán en Bahréin es relativamente limitada, ya que los chiítas bahreinies tienden a seguir a clérigos más moderados en centros como Kerbala y Najaf en Irak.</p>
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		<title>Revoltas ganham força no mundo árabe e chegam à Líbia.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
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		<description><![CDATA[DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS Atualizado às 18h55. Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região. Mais cedo, autoridades líbias confirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
<p>Atualizado às 18h55.</p>
<p>Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região.</p>
<p>Mais cedo, autoridades líbias confirmaram dois mortos e 40 feridos. No Egito, o governo indicou que 365 morreram e 5.500 ficaram feridos durante os 18 dias de protestos no país.</p>
<p>Solidificando a crise na região, nesta quarta-feira as manifestações atingiram também a Líbia, país sob o governo ditatorial de Muammar Gaddafi, no poder há 42 anos.</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1055" title="1" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>Os manifestantes cantavam &#8220;Muammar é o inimigo de Deus&#8221; e &#8220;Abaixo, abaixo à corrupção e ao corrupto&#8221;. Armados, policiais e partidários do governo rapidamente cercaram os manifestantes e atiraram balas de borracha, segundo Ashur Shamis, um ativista líbio de oposição em Londres.</p>
<p>Os protestos de terça e quarta aparentemente foram provocados pela falha das conversas entre o governo e um comitê representando famílias de centenas de prisioneiros mortos quando forças de segurança abriram fogo durante protestos, em 1996, em Abu Salim, a mais importante prisão da Líbia. O governo começou a pagar compensações às famílias, mas o comitê pede o julgamento dos responsáveis.</p>
<p>EGITO</p>
<p>O Ministério da Saúde do Egito informou nesta quarta-feira que 365 pessoas foram mortas durante os 18 dias de protestos, iniciados em 25 de janeiro, que terminaram na última sexta-feira (11) com a renúncia do ditador do país, Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.</p>
<p>Trata-se da primeira estatística dada pelo governo sobre as revoltas populares, apesar de o ministro da Saúde, Ahmed Sameh Farid, afirmar que é apenas uma contagem preliminar sobre a morte de civis &#8211;não estão incluídos policiais ou prisioneiros.</p>
<p>Ainda hoje as Forças Armadas pediram que os egípcios retornem ao trabalho, enquanto uma comissão prossegue estudando as emendas à Constituição.</p>
<p>IÊMEN</p>
<p>Em Sanaa, milhares de estudantes e advogados gritavam &#8220;Depois de Mubarak, Ali&#8221;, em referência o presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, que está no poder há 32 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1056" title="2" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg" alt="" width="495" height="291" /></a></p>
<p>Manifestações contra o governo se espalharam pelo Iêmen nesta quarta-feira, com centenas de pessoas saindo às ruas de Sanaa, Aden e Taiz. Na capital, ao menos 800 opositores marcharam apesar dos esforços da polícia para conter os protestos.</p>
<p>Em Aden, a principal cidade do sul do Iêmen, um manifestante morreu e outros três ficaram feridos durante enfrentamentos entre as forças segurança e os centenas de manifestantes antigovernamentais, de acordo com fontes hospitalares.</p>
<p>BAHREIN</p>
<p>Em Bahrein, apesar da proibição, milhares de pessoas voltaram a protestar contra o governo durante o funeral em Manama de um estudante morto na terça-feira durante um protesto, no terceiro dia de manifestações no país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1057" title="3" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg" alt="" width="440" height="292" /></a></p>
<p>Mais de 2.000 pessoas participaram do cortejo de Fadel Salman Matruk, baleado durante um protesto, em frente ao hospital onde era velado outro manifestante xiita morto.</p>
<p>O ministro do Interior, xeque Rashed bin Abdullah Al Khalifa, apresentou nesta quarta-feira desculpas e anunciou a prisão de dois policiais. Mas o xeque Ali Salman, líder da oposição xiita, não se deu por satisfeito com esses gestos e pediu uma &#8220;monarquia constitucional&#8221;com um primeiro-ministro &#8220;eleito pelo povo&#8221;.</p>
<p>IRAQUE</p>
<p>Fontes policiais na cidade de Kut &#8211;palco de violentos protestos por melhorias de serviços do governo no Iraque&#8211; indicaram que ao menos duas pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas quando cerca de 2.000 manifestantes invadiram prédios da administração regional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="4" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p>Além dos protestos inspirados nas revoltas da Tunísia e do Egito, a quarta-feira registrou atentados em ao menos três diferentes cidades do Iraque. Em Mussayab, uma bomba foi detonadas próximo a uma delegacia de polícia, em Mossul, um funcionário do governo foi morto por atiradores e em Tuz Khurmato outra bomba foi plantada num carro da polícia.</p>
<p>Embora as tropas de combate dos Estados Unidos tenham deixado o país ainda na metade do ano passado, a onda de violência no Iraque se mantém e os soldados americanos que ficaram como uma força de transição já atuaram de forma combativa por diversas vezes.</p>
<p>IRÃ</p>
<p>Dois líderes da oposição iraniana, Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karoubi, pediram ao governo do país nesta quarta-feira que &#8220;escute o povo&#8221; em uma carta publicada em vários sites opositores. A divulgação do texto ocorre um dia depois de o presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, ter afirmado que a revolta da oposição do país &#8220;vai fracassar&#8221;, e de parlamentares terem pedido a morte dos dois.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="5" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg" alt="" width="440" height="284" /></a></p>
<p>O regime iraniano convocou um dia &#8220;de ódio e ira&#8221; para a sexta-feira contra as provocações dos opositores Mir Hussein Mousavi e Mehdi Karubi, num momento em que se multiplicam os chamados para que estes sejam castigados pelos protestos.</p>
<p>ARGÉLIA</p>
<p>Mais de mil estudantes concentraram-se nesta quarta-feira diante do Ministério da Educação Superior em Argel em um protesto pacífico contra um decreto presidencial que, segundo eles, desvaloriza seus estudos e títulos acadêmicos.</p>
<p>Já a Coordenação Nacional pela Democracia e Mudança, grupo integrado por várias organizações da sociedade civil e partidos políticos da Argélia, convocou uma nova manifestação para o próximo sábado (19) em Argel, em reivindicação à democratização do regime e pedindo a queda do presidente Abdelaziz Bouteflika, há 12 anos no poder.</p>
<p>O chamado ocorreu após grandes protestos no sábado (12), quando milhares foram às ruas, embora tenham sido fortemente reprimidos por mais de 30.000 policiais que prenderam mais de 400 ativistas.</p>
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		<title>Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>

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		<description><![CDATA[Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam DA EFE As tropas do Camboja e da Tailândia retomaram nesta segunda-feira, pelo quatro dia consecutivo, os combates em uma região da fronteira comum em disputa, informaram fontes oficiais. O porta-voz governamental cambojano, Phay Siphan, explicou que os confrontos pararam por volta da meia-noite, mas começaram outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Combates na fronteira entre Camboja e Tailândia recomeçam</strong></p>
<p>DA EFE</p>
<p>As tropas do Camboja e da Tailândia retomaram nesta segunda-feira, pelo quatro dia consecutivo, os combates em uma região da fronteira comum em disputa, informaram fontes oficiais.</p>
<p>O porta-voz governamental cambojano, Phay Siphan, explicou que os confrontos pararam por volta da meia-noite, mas começaram outra vez ao amanhecer.</p>
<p>Os combates da noite de domingo deixaram pelo menos dez feridos e ocorreram apesar do cessar-fogo pactuado entre ambas as partes, após as primeiras escaramuças que no sábado causaram cinco mortos e elevaram a tensão na fronteira.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><img class="aligncenter" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/11037305.jpeg" alt="Soldados do Camboja assumem posição em tanques estacionados perto do templo de Preah Vihear, na fronteira com a Tailândia" width="396" height="265" /></span></span></p>
<p>O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, defendeu no domingo a atuação de seu governo com o Camboja em resposta à pressão que exerce a aliança nacionalista dos &#8220;camisas amarelas&#8221;, que exige sua renúncia por causa do litígio territorial.</p>
<p>Por sua parte, o líder cambojano, Hun Sen, enviou uma carta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas protestando pela &#8220;flagrante agressão&#8221; da Tailândia.</p>
<p>Os &#8220;camisas amarelas&#8221;, que até agora tinham respaldado o Partido Democrata de Abhisit, estão quase duas semanas acampados em frente à sede do Executivo para reivindicar mais dureza com o Camboja na disputa fronteiriça.</p>
<p>Exigem que a Tailândia emita um memorando de entendimento para delimitar o passo alcançado em 2000, rompa seus laços com a Unesco por considerar que o território pertence ao país vizinho e expulse da &#8220;zona quente&#8221; todos os soldados cambojanos.</p>
<p>Ambos os países arrastam o conflito desde o verão de 2008, quando a agência da ONU reconheceu Preah Vihear, um templo khmer do século XI, como Patrimônio da Humanidade no Camboja.</p>
<p>A Tailândia o admite, mas reivindica uma zona de 6,4 quilômetros quadrados situada nos arredores.</p>
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		<title>Comunidade internacional reconhece independência do Sudão do Sul.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro. &#8220;Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sudan-north-south.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1044" title="sudan north south" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sudan-north-south.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro.</p>
<p>&#8220;Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do Sul&#8221;, segundo um comunicado conjunto divulgado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos.</p>
<p>A nota elogia o governo de Cartum e o futuro governo do sul pela realização do referendo, parte culminante do acordo de paz assinado em 2005 por ambas as partes, acabando com duas décadas de guerra civil que deixaram mais de dois milhões de mortos.</p>
<p>O comitê eleitoral publicou na última segunda-feira o resultado definitivo do referendo, realizado no início de janeiro, que outorgou a independência do sul com 98,33% dos votos.</p>
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		<title>Mentira para boi dormir&#8230;.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 12:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Mubarak diz que Egito mergulharia no caos se ele renunciasse. Tariq Saleh Enviado especial da BBC Brasil ao Cairo Confrontos entre manifestantes pró e contra Mubarak já duram 10 dias O presidente egípcio, Hosni Mubarak, afirmou nesta quinta-feira que gostaria de deixar o poder imediatamente, mas não o fará porque acredita que isso mergulharia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mubarak diz que Egito mergulharia no caos se ele renunciasse.</strong></p>
<p>Tariq Saleh</p>
<p>Enviado especial da BBC Brasil ao Cairo</p>
<p>Confrontos entre manifestantes pró e contra Mubarak já duram 10 dias</p>
<p>O presidente egípcio, Hosni Mubarak, afirmou nesta quinta-feira que gostaria de deixar o poder imediatamente, mas não o fará porque acredita que isso mergulharia o país no caos.</p>
<p>Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da rede <em>ABC</em>, ele disse estar “cansado” após três décadas no comando do país.</p>
<p>Mubarak afirmou ainda que ficou abalado com protestos violentos na Praça Tahrir, no centro do Cairo. “Fiquei muito decepcionado com os eventos de ontem. Não quero ver egípcios brigando uns com uns outros”, afirmou Mubarak, segundo a jornalista.</p>
<p>Ele descreveu o presidente americano, Barak Obama, como um “bom homem”. No entanto, quando questionado sobre como responderia ao apelo de Obama para que a transição no poder começasse o quanto antes, respondeu: “Você (Obama) não entende a cultura egípcia, nem o que aconteceria aqui se eu deixasse o poder agora.”</p>
<p><strong>Alívio</strong></p>
<p>Amanpour, que conversou durante 30 minutos com o líder egípcio, questionou Mubarak sobre como ele se sentiu ao ser insultado pela multidão que pedia sua saída do poder.</p>
<p>“Não me importo com o que as pessoas dizem sobre mim. No momento, eu me importo apenas com o meu país, com o Egito”, disse o presidente, de acordo com Amanpour.</p>
<p>Mubarak também disse que se sentiu aliviado quando anunciou que não concorreria a um novo mandato e que jamais fugiria do Egito. Ele está abrigado no palácio presidencial, fortemente protegido por guardas e bloqueios.</p>
<p>Durante a entrevista, Mubarak alertou para o risco de a Irmandade Muçulmana &#8211; o principal movimento oposicionista egípcio &#8211; ocupar qualquer vácuo de poder e culpou o grupo pela violência.</p>
<p><strong>Convite</strong></p>
<p>Horas antes, enquanto os confrontos entre manifestantes pró e contra o governo do Egito no centro do Cairo continuavam, o novo vice-presidente do país, Omar Suleiman, disse que convidou a Irmandade Muçulmana para dialogar.</p>
<p>Entretanto, segundo Suleiman – que concedeu entrevista à TV estatal egípcia –, os membros do grupo estariam “hesitantes&#8221; em relação ao convite.</p>
<p>A Irmandade Muçulmana, o maior e mais organizado grupo de oposição no Egito, é oficialmente proibida, mas tolerada pelo governo, e seus integrantes concorrem em eleições como independentes.</p>
<p>Mubarak afirmou não se importar com os insultos contra ele, vindos dos manifestantes</p>
<p>Analistas dizem que a abertura de um diálogo com o grupo representa uma grande mudança de postura do governo.</p>
<p>&#8220;Estamos prontos para o diálogo, seguindo o interesse da nação e na agenda do povo&#8221;, disse Mohammad Morsi, um dos líderes da Irmandade Muçulmana. &#8220;E quem está definindo a gente no momento são os manifestantes, os milhões de manifestantes.&#8221;</p>
<p><strong>Saída de Mubarak</strong></p>
<p>Suleiman rejeitou as exigências dos manifestantes de dissolução do Parlamento, afirmando que este “é necessário para avaliar o tema das reformas constitucionais” e disse que as eleições presidenciais devem ocorrer em setembro, como originalmente planejado.</p>
<p>&#8220;O presidente não se candidatará, nem seu filho&#8221;, disse ele, referindo-se a rumores que há anos circulam no Egito de que Gamal Mubarak poderia suceder seu pai, o presidente Hosni Mubarak.</p>
<p>O vice-presidente, que até a semana passada ocupava o cargo de chefe da inteligência, pediu tempo para que o governo possa atender as exigências dos manifestantes.</p>
<p>Ele disse ainda que &#8220;pedir pela saída de Mubarak é pedir pelo caos&#8221; e que a &#8220;intervenção externa em nossos assuntos é estranho, inaceitável e algo que não permitiremos&#8221;.</p>
<p>Suleiman disse que o país perdeu pelo menos &#8220;US$ 1 bilhão em turismo nos últimos nove dias&#8221; e que um milhão de turistas deixaram o país desde o início dos tumultos, na semana passada.</p>
<p><strong>Violência</strong></p>
<p>Nesta quinta-feira, foram registrados novos confrontos no Cairo entre os grupos a favor e contra Mubarak &#8211; embora sem a mesma intensidade do dia anterior.</p>
<p>Às 17h (horário local, 13h de Brasília), o palco dos confrontos parecia ter mudado da Praça Tahrir para a ponte adjacente, a 6 de Outubro, e eles seguiam violentos.</p>
<p>Manifestantes pró-Mubarak pareciam estar em um número ligeiramente menor do que os contrários ao governo, porém mais bem armados e aparentemente disparando rojões contra os adversários.</p>
<p>Pouco antes do início destes confrontos, o Exército retirou seus blindados das proximidades da praça, aparentemente abrindo espaço para os choques entre os dois grupos.</p>
<p>O correspondente da BBC Paul Danahar afirmou ter visto pessoas jogando pedras umas nas outras e ter ouvidos tiros na Praça Tahrir.</p>
<p>Mais cedo, os manifestantes contrários a Mubarak haviam erguido barricadas no centro do Cairo, reforçando suas posições após os confrontos da quarta-feira.</p>
<p>Os milhares de manifestantes anti-Mubarak afirmam que as declarações feitas pelo presidente na terça-feira &#8211; de que não tentará a reeleição, mas seguirá no poder até setembro &#8211; seriam insuficientes. Eles querem a saída imediata do presidente.</p>
<p>Há relatos de diversos jornalistas de fora do Egito que acabaram agredidos, verbal ou fisicamente, ou que tiveram equipamentos confiscados.</p>
<p>Também nesta quinta-feira, a empresa britânica Vodafone, que opera celulares no Egito, disse que o governo egípcio a forçou a enviar mensagens de texto anônimas, pró-governistas, aos seus clientes no país.</p>
<p>A Vodafone disse que a atitude é inaceitável e vem ocorrendo desde o início dos protestos, na semana passada. A empresa disse que as mensagens deveriam ser claramente atribuídas ao governo.</p>
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		<title>A voz de um povo&#8230;.</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 00:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 00:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adaptado do Guardian e da BBC Para quem assina o RSS, clique aqui para ver o vídeo. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, disse em pronunciamento à TV do país nesta terça-feira que não concorrerá a reeleição nas eleições presidenciais de setembro. &#8220;Não pretendo concorrer a outro mandato presidencial&#8221;, disse Mubarak, ressaltando que não deixará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptado do Guardian e da BBC</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="460" height="370" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="flashvars" value="endpoint=http://www.guardian.co.uk/world/video/2011/feb/01/hosni-mubarak-egypt-address-tv/json" /><param name="src" value="http://www.guardian.co.uk/video/embed" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="370" src="http://www.guardian.co.uk/video/embed" flashvars="endpoint=http://www.guardian.co.uk/world/video/2011/feb/01/hosni-mubarak-egypt-address-tv/json" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Para quem assina o RSS, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/video/2011/feb/01/hosni-mubarak-egypt-address-tv">clique aqui</a> para ver o vídeo.</p>
<p>O presidente do Egito, Hosni Mubarak, disse em pronunciamento à TV do país nesta terça-feira que não concorrerá a reeleição nas eleições presidenciais de setembro.</p>
<p>&#8220;Não pretendo concorrer a outro mandato presidencial&#8221;, disse Mubarak, ressaltando que não deixará o poder imediatamente, como exigem as lideranças dos manifestantes.</p>
<p>&#8220;O Hosni Mubarak que fala a vocês se orgulha do que conquistou nos anos em que serviu o Egito e seu povo&#8221;, afirmou ele.</p>
<p>Mubarak falou horas após o encontro com o enviado americano</p>
<p>&#8220;Este é meu país. Onde vivi, lutei e defendi sua terra, soberania e interesses e morrerei aqui&#8221;, completou.</p>
<p>Mubarak disse que sua maior prioridade agora é garantir a estabilidade do país para permitir a transferência do poder.</p>
<p><strong>Mudanças</strong></p>
<p>No pronunciamento, Mubarak disse que pedirá ao Parlamento que mude a legislação que estabelece as duras condições para que os candidatos concorram ao pleito.</p>
<p>As leis atuais impediriam que Mohamed ElBaradei, Nobel da Paz e apontado como um dos líderes dos protestos, concorresse.</p>
<p>Também sinalizou que pedirá ao Parlamento para que avalie as denúncias de fraude eleitoral nas eleições parlamentares de novembro e dezembro.</p>
<p>O pronunciamento ocorre horas após o encontro de Mubarak com o enviado americano ao Cairo Frank Wisner que teria enviado a recomendação de Barack Obama para que o presidente egípcio preparasse uma &#8220;transição ordenada&#8221; do poder.</p>
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