Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



Comunidade internacional reconhece independência do Sudão do Sul. 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro.

“Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do Sul”, segundo um comunicado conjunto divulgado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos.

A nota elogia o governo de Cartum e o futuro governo do sul pela realização do referendo, parte culminante do acordo de paz assinado em 2005 por ambas as partes, acabando com duas décadas de guerra civil que deixaram mais de dois milhões de mortos.

O comitê eleitoral publicou na última segunda-feira o resultado definitivo do referendo, realizado no início de janeiro, que outorgou a independência do sul com 98,33% dos votos.

Novo premiê do Líbano nega ligação com Hezbollah e pede união 0

Posted on January 26, 2011 by Jefferson

Retirado da BBC

Najib Mikati garantiu que não tem ligação com o Hezbollah

O bilionário Najib Mikati, indicado pelo grupo xiita Hezbollah a primeiro-ministro do Líbano, disse nesta terça-feira que não está ligado ao Hezbollah e que sua mão está “estendida a todos” para proteger a unidade e soberania do país.

Mikati, um muçulmano sunita, venceu a votação no parlamento com 68 votos, contra 60 para o ex-premiê Saad Hariri. O apoio do Hezbollah e seus aliados, entre eles partidos cristãos e drusos, foi considerado fundamental para que Mikati tivesse a quantidade de votos necessária.

“Isso (o triunfo de Mikati) não assinala a vitória de um lado sobre o outro. É a vitória do consenso sobre a diferença”, disse o novo premiê, ressaltando que seu governo deverá servir todo o Líbano.

Ele também afirmou que nada justificaria uma recusa de algum partido político libanês em participar de seu governo.

Reação americana

Muitos sunitas libaneses não aceitam a indicação de Mikati, alegando que o Hezbollah forçou a derrubada do governo de Hariri.

Os Estados Unidos, que consideram o Hezbollah uma organização terrorista, manifestou preocupação com a mudança.

“Um governo controlado pelo Hezbollah teria claramente um impacto em nossa relação bilateral”, disse a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Ela disse que Washington iria acompanhar “cuidadosamente” os desdobramentos no país.

Por sua vez, Mikati – que já foi primeiro-ministro, em 2005 – disse à BBC que não está ligado “de nenhuma maneira” ao Hezbollah.

“Sou um político moderado. Estou sempre a uma distância igual de todos”, afirmou.

O sistema político sectário libanês determina que o cargo de primeiro-ministro seja sempre ocupado por um muçulmano sunita, o de presidente por um cristão maronita e o de chefe do parlamento por um muçulmano xiita.

O líder do grupo xiita Hezbollah, Hassan Nasrallah, pediu em um comunicado transmitido ao vivo por vídeo na cidade de Baalbek que o novo primeiro-ministro faça um governo de coalizão, que inclua todas as facções sectárias e políticas do país.

“Apoiamos a indicação de Mikati e pedimos a ele que forme um governo de participação nacional. Os libaneses tem a chance de se unirem”, disse.

Violência

O empresário foi anunciado como primeiro-ministro em meio a protestos de partidários do ex-premiê Saad Hariri na cidade de Trípoli, no norte do país, e em Beirute. Hariri condenou os atos de violência.

Em Trípoli, onde nasceu Najib Mikati, médicos dizem que pelo menos 20 pessoas foram feridas, e os manifestantes atearam foto a um caminhão usado pela rede de televisão Al-Jazeera.

Em Beirute, manifestantes atearam fogo em pneus e bloquearam ruas.

O ex-premiê Saad Hariri foi à televisão para pedir calma a seus partidários, dizendo que rejeitava “qualquer forma de tumulto e atos contra a lei que acompanhem estas demonstrações”.

Ele disse ainda que lamentava profundamente o ataque ao caminhão da Al-Jazeera.

O governo de unidade nacional liderado por Hariri foi dissolvido depois que 11 ministros – a maioria deles do Hezbollah e seus aliados – anunciaram suas renúncias, em 12 de janeiro.

A decisão foi tomada em protesto contra uma decisão do Tribunal da ONU que investiga o assassinato do pai de Hariri, o ex-premiê Rafik Hariri, em 2005.

O Líbano vive uma crise política que se arrasta há vários meses em torno do tribunal e o possível indiciamento de membros do Hezbollah por envolvimento na morte de Hariri.

E Karzai teve bom senso… 0

Posted on January 25, 2011 by Jefferson

Após impasse, Karzai confirma abertura do Parlamento afegão

DA REUTERS, EM CABUL

O presidente afegão, Hamid Karzai, confirmou nesta segunda-feira que irá abrir o Parlamento na quarta-feira, encerrando um impasse que ameaçava gerar um caos político e abalar suas relações com seus apoiadores ocidentais.

Uma decisão anterior de Karzai de adiar a abertura do novo Parlamento até meados de fevereiro –cinco meses depois da eleição no país– havia causado uma crise no governo, num momento de agravamento da violência dos insurgentes.

Karzai concedeu um tempo adicional para as investigações a respeito das fraudes generalizadas na eleição de 18 de setembro, que resultou em uma bancada maior para a oposição, e reduziu a representação do grupo étnico pashtun, ao qual pertence o presidente.

Mas os deputados, já frustrados pelos vários meses de adiamento, ameaçavam inaugurar a legislatura com ou sem a presença de Karzai. A ONU (Organização das Nações Unidas), os Estados Unidos e outros apoiadores internacionais também manifestaram sua preocupação em uma nota conjunta.

Karzai então recuou, fazendo uma tentativa de acordo para apressar a posse, embora os dois lados tenham continuado durante vários dias a discutir por causa e detalhes especialmente o status de uma corte eleitoral especial, que desencadeou a crise ao solicitar o adiamento da posse.

Hezbollah diz que buscará “governo de união nacional” no Líbano 0

Posted on January 24, 2011 by Jefferson

DA REUTERS, EM BEIRUTE

O Hezbollah e seus aliados não irão excluir nenhum partido político se o seu candidato ganhar uma maioria parlamentar nas negociações que devem começar na segunda-feira no Líbano, disse o chefe do grupo xiita, Sayyed Hassan Nasrallah, no domingo.

“Para dissipar qualquer ilusão, nós da oposição vamos procurar uma parceria do governo se o [nosso] candidato ganhar a maioria parlamentar. Nós não queremos um governo para apenas um lado e nem a exclusão de qualquer partido político.”

O Líbano mergulhou em crise no início deste mês depois que o Hezbollah e seus aliados derrubaram o governo do primeiro-ministro interino Saad al-Hariri, em uma disputa sobre acusações confidenciais de um tribunal apoiado pela ONU e que investiga o assassinato de seu pai em 2005.

Curdo Jalal Talabani é reeleito presidente do Iraque… 0

Posted on November 12, 2010 by Jefferson

DA FRANCE PRESSE, EM BAGDÁ

O presidente do Iraque de origem curda, Jalal Talabani, reconduzido nesta quinta-feira à Presidência para um novo mandato de quatro anos, é um homem doente e enfraquecido por uma contestação crescente em sua região de origem, o Curdistão.

Com o rosto arredondo, dotado de um grande senso de humor, tem sempre à mão uma bengala para se apoiar. Este ex-guerrilheiro curdo, que festeja nesta sexta-feira o 77º aniversário, tomou um tal gosto pelo poder que se recusou a deixar o cargo para o líder leigo Iyad Allawi, como lhe havia pedido com insistência o presidente americano Barack Obama.

“Vamos embora e vocês vão ficar sob a influência do Irã”, havia-lhe dito Obama.

“O Irã não nos incomoda e vocês podem partir amanhã”, respondeu-lhe furioso Jalal Talabani’, segundo contou à AFP um deputado de seu partido.

Embora Talabani, que se submeteu a várias cirurgias nos Estados Unidos, tenha prestado homenagem aos sacrifícios dos soldados americanos que capturaram seu inimigo, o ex-ditador iraquoano Saddam Hussein, ele mantém contatos estreitos com a Síria e, sobretudo, com o Irã, onde viveu e fala a língua com fluência.

Mas aquele que seus camaradas chamam afetuosamente “Oncle Jalal” perdeu prestígio. Seus detratores fustigam a corrupção que reina em seu feudo de Suleimaniyeh no Curdistão (norte) e denunciam o enriquecimento de pessoas ligadas a ele.

Seu partido, a União Patriótica do Curdistão (UPK), vem sendo ameaçado por uma nova chapa de oposição, Goran, composta por ex-amigos políticos, que obtiveram importantes vitórias eleitorais.

Ele também vem perdendo para o rival de sempre, Massoud Barzani, o líder do Partido Democrático do Curdistão (PDK), a quem combateu com armas na década de 1990.

BIOGRAFIA

Nascido em 1933 em Kalkan, uma aldeia na montanha, a 400 km a nordeste de Bagdá, Talabani começou muito jovem na política, por admiração a Moustafa Barzani, figura legendária do nacionalismo curdo.

Criado em Kirkuk, sonhou, aos 15 anos, tornar-se médico, optando finalmente pelo direito, a fim de se consagrar à política. Sua participação, em 1952, em manifestação anticolonialista em Bagdá, obrigou-o a interromper seus estudos, que retomou após 1958.

Realizou seu serviço militar na artilharia, somando-se, depois, ao PDK, fundado em 1946. Ele também combateu nas montanhas durante a primeira grande revolta curda de 1961.

Mas quando o líder carismático Barzani assinou em fevereiro de 1964 um acordo de paz com Bagdá, sem mencionar a autonomia do Curdistão, Jalal Talabani optou pela dissidência, partindo para o Irã.

Após a ruptura definitiva com o PDK, ele anunciou, em junho de 1975, em Damasco, a criação do UPK, que pretendeu estar mais à esquerda do que seu rival.

A rivalidade UPK/PDK marcou, a partir daí a vida política curda.

Essa nem Paul se arrisca…. 0

Posted on July 24, 2010 by Jefferson

From: Diplomata

Polvo com ar de “Lula” faz escolha previsível para as presidenciais no Brasil

Através do It’s PR Stupid, o Diplomata constatou que na antevisão das eleições presidenciais no Brasil, este polvo, com mais ar de “Lula”, escolheu a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, em desfavor de José Serra, ou não fosse aquela a sucessora do atual Presidente Lula da Silva.

Komorowski vence eleição e prepara reformas na Polônia 0

Posted on July 05, 2010 by Jefferson

Por Gabriela Baczynska e Patryk Wasilewski

VARSÓVIA (Reuters) – O candidato do primeiro-ministro Donald Tusk venceu a eleição presidencial polonesa, mas o resultado apertado põe em xeque a capacidade do governo para realizar reformas impopulares antes da eleição parlamentar de 2011.

Bronislaw Komorowski, um conservador moderado ligado ao partido Plataforma Cívica, de Tusk, obteve 53 por cento dos votos no segundo turno da eleição, no domingo. O bom desempenho do seu rival conservador Jaroslaw Kaczynski surpreendeu os analistas.

Apesar do início das férias de verão, o comparecimento às urnas foi de 55,3 por cento do eleitorado, superior ao que foi registrado no primeiro turno, em 20 de junho.

Analistas dizem que o acirramento da disputa, a iminência de uma eleição local e um pleito parlamentar previsto para 2011 podem fazer com que Tusk seja mais cauteloso na adoção de medidas impopulares.

O banco de investimentos Goldman Sachs disse em nota a seus clientes que a vitória de Komorowski foi “positiva para o mercado.” “Entretanto, essas reformas parecem cada vez mais improváveis de acontecerem rapidamente, já que as eleições locais e parlamentares estão se aproximando.”

A Polônia enfrenta problemas de déficit, dívida pública e previdência, além de uma crise na saúde pública. Pelo sistema político do país, o presidente pode propor e vetar leis, tem influência sobre a política externa e nomeia ocupantes de cargos importantes.

Kaczynski, que segundo o resultado oficial teve 47 por cento dos votos, tentava suceder ao seu irmão gêmeo, Lech, que morreu em abril num acidente aéreo na Rússia. Como presidente, Lech Kaczynski vetou algumas iniciativas de Tusk.

“Você têm todo o poder agora. Mostrem-nos o que podem fazer”, foi a manchete, do Fakt, mais popular jornal polonês, referindo-se ao Plataforma Cívica.

Outros jornais também cobraram reformas, e o Gazeta Wyborcza previu que Tusk vai perder a eleição parlamentar de 2011 se não as fizer.

O zloty, moeda local, registrou na segunda-feira uma ligeira valorização frente ao euro e ao dólar, num sinal de alívio dos mercados com o resultado.

O presidente russo, Dmitry Medvedev, foi um dos primeiros líderes estrangeiros a cumprimentar Komorowski pela vitória. Moscou e Varsóvia vêm tentando reavivar suas relações, especialmente desde o acidente aéreo.

O presidente norte-americano, Barack Obama, também telefonou para o presidente eleito, cumprimentando-o e convidando-o a visitar Washington, segundo a Casa Branca. No sábado, os dois países assinaram um acordo permitindo que os Estados Unidos instalem interceptadores de mísseis em território polonês, apesar das objeções de Moscou.

Partido comunista norte-coreano elegerá novos líderes 0

Posted on June 27, 2010 by Jefferson

SEUL (Reuters) – O partido comunista que controla a Coreia do Norte convocou um raro encontro para eleger uma nova equipe de governo, em uma medida que, segundo analistas, pode colocar em prática planos para que o filho do líder Kim Jong-il vire o sucessor do seu pai, cuja saúde está enfraquecida.

Pela primeira vez em três décadas, a elite política do país foi convocada para uma convenção do Partido dos Trabalhadores da Coreia (WPK) em setembro, em meio a uma série de mudanças políticas e militares nas últimas semanas.

“O Departamento Político do Comitê Central do WPK decide convocar no começo de setembro. uma conferência do WPK para eleger seu principal corpo de líderes, atendendo a novas necessidades do WPK,” afirmou neste sábado a agência de notícias oficial KCNA.

Kim Jong-il, de 68 anos, sofreu um derrame em 2008 e acredita-se que esteja guiando seu filho mais novo, Jong-un, para assumir como líder da nação.

“Há uma grande possibilidade que Kim Jong-un seja apontado para uma alta posição no Departamento Político durante a convenção do Partido dos Trabalhadores,” afirmou Koh Yu-hwan, da Universidade Dongguk, em Seul, um especialista no governo norte-coreano.

“O Partido dos Trabalhadores também deve passar por uma grande reformulação de pessoal e mudanças na organização enquanto ela própria se prepara para a sucessão.”

O WPK é o partido que controla a fechada nação asiática, e Kim é o seu secretário-geral. Ele também é presidente da cada vez mais ponderosa Comissão de Defesa Nacional.

Juan Manuel Santos vence eleição presidencial na Colômbia 0

Posted on June 22, 2010 by Jefferson

BOGOTÁ (Reuters) – O ex -ministro colombiano da Defesa Juan Manuel Santos, como venceu Eleições presidenciais do País. Neste domingo , com Mais da Metade das urnas apuradas .

Ele suceder Deverra Alvaro Uribe Como Líder do País, principal aliado dos ESTADOS UNIDOS NA América Latina.

Com Mais de 75 Por Cento das urnas Já Abertas , tem Santos, derrotando 68,9 dos votos Por Cento o ex- prefeito de Bogotá, Antanas Mockus , ex-professor de matemática desafiou Que OS Partidos Tradicionais UM AO pedir Governo Mais limpo , com 27,6 Por Cento dos votos .

O futuro presidente da Colômbia venceu o Primeiro Turno das Eleições com facilidade e manter Prometeu A política de Uribe em Policías Negócios atraiam que.

Uribe Deixa carga em agosto Após o Uma corte constitucional ter impedido SUA reeleição . Dois Uribe cumpriu mandatos , dominados Pela guerra contra rebeldes esquerdistas Que Já controlaram grande parte da Colômbia, a quarta Maior Produtora de Petróleo da América Latina.

A violência no dia das Eleições nd Colômbia matou 10 MEMBROS da Força de Segurança e SEIS guerrilheiros de Esquerda em Três Ataques Neste domingo . Sete policiais morreram em Uma Explosão de minas terrestres não estado de Norte de Santander e culpou rebeldes do Exército de OS Ataque Pelo Libertação Nacional, enquanto a Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) mataram Três Soldados nd Província de Meta.

Em separado UM Ataque em Meta, AO leste da capital Bogotá , Tropas afirmaram Que Foram mortos SEIS guerrilheiros das Farc.

Apuração confirma vitória de Evo em pleito regional na Bolívia 0

Posted on April 08, 2010 by Jefferson

Por que esse resultado não me surpreende?

Será que sou algum vidente?

Tenho algum poder paranormal ou essas republiquetas bolivarianas são previsíveis?

Por guia das dúvidas, vou amanha jogar na mega-sena…

LA PAZ (Reuters) – A apuração oficial das eleições regionais de domingo passado na Bolívia confirmou que o partido Movimento ao Socialismo (MAS), do presidente Evo Morales, conquistou a maioria dos governos departamentais, embora a oposição tenha ficado com as principais prefeituras.

As cifras foram divulgadas nesta quinta-feira e, embora ainda estejam incompletas em alguns casos, apontam vitórias irreversíveis do MAS em pelo menos 6 dos 9 departamentos, conforme já previam as redes privadas de TV.

A oposição de centro e de direita manteve o controle de 7 das 10 principais cidades do país.

Segundo analistas, esse novo quadro político pode ter repercussões de longo prazo, mas sem afetar os planos imediatos de Morales para promover suas políticas indígenas e socialistas, já que seus partidários controlam mais de dois terços da Assembleia Legislativa.

O alcance da vitória governista foi confirmado quando a Corte Departamental Eleitoral de Pando (norte) anunciou que o candidato Luis Adolfo Flores, do MAS, foi o vencedor por uma estreita margem nesse tradicional reduto conservador.

A Corte ordenou que a votação seja repetida em cinco meses, “mas essa votação não irá incidir nos resultados, será mais por cumprir, porque se ratifica a vitória do MAS”, segundo o presidente do órgão, Gonzalo Vargas.

Com Pando, chegam a oito o número de departamentos em que a apuração oficial confirma as projeções das TVs. Em Beni, também na fronteira com o Brasil, ainda há dúvidas e a apuração oficial está paralisada desde terça-feira devido a denúncias de fraude em favor do candidato à reeleição Ernesto Suárez, adversário de Morales.

Segundos as TVs, Suárez teria derrotado por estreita margem a candidata governista Jessica Jordan, que entre outras supostas fraudes denunciou o fato de que o MAS não aparece com nenhum voto na seção onde ela é eleitora.

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