Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



O desafio da China… 0

Posted on January 24, 2011 by Jefferson

O Estado de S. Paulo, 23/01/2011

Sergio Amaral – Presidente do Conselho Empresarial Brasil-China

Espaço Aberto

A emergência econômica da China é uma realidade e o sinal mais forte de que caminhamos para um mundo novo, que muitos já chamam pós-ocidental. A emergência da Índia, ainda incipiente, mas igualmente relevante, reforçará o deslocamento do centro dinâmico da economia mundial para a Ásia.

Para nós a China é, ao mesmo tempo, uma oportunidade e uma ameaça. Em 2010, esse país foi o principal mercado para as exportações brasileiras e o principal investidor no Brasil. As exportações atingiram US$ 30 bilhões, enquanto as importações subiram para US$ 26 bilhões.

Mas a qualidade do intercâmbio deixa a desejar. Em 2009, os produtos básicos representaram 77% das exportações. Do lado chinês, ao contrário, mais de 95% das exportações foram de bens industrializados, que incorporam mais valor, geram mais empregos e melhores salários. A responsabilidade é, em boa medida, nossa. É o chamado “custo Brasil”. Como é possível concorrer com o produto chinês, se a taxa de juros aqui é a mais alta do mundo, enquanto a da China é negativa? Quando, entre nós, a carga tributária chega perto de 40% do produto interno bruto (PIB), enquanto a deles está abaixo de 20%? Se a nossa infraestrutura é deficiente e a da China, supermoderna? Enfim, quando o real está apreciado, enquanto o yuan está desvalorizado?

Mas existem outras razões para a redução relativa das exportações industriais. Em certos setores, a China pratica a escalada tarifária, como em relação à soja. Outras vezes estabelece restrições sanitárias injustificadas, como é o caso do frango. E cada vez mais os produtos industriais brasileiros terão de enfrentar a integração das cadeias produtivas na Ásia, em decorrência das dezenas de acordos de comércio e investimentos entre a China e seus parceiros na região.

Do lado das importações, o déficit de competitividade explica em parte o deslocamento de significativos setores da economia brasileira diante de um volume crescente de mercadorias chinesas. Mas, aqui também, outros fatores precisam ser levados em conta: a aceleração das exportações da China, o seu crescente volume e, por vezes, a concorrência desleal, em consequência dos benefícios concedidos às empresas chinesas.

No ano passado a China foi também o principal investidor no Brasil, com mais de US$ 10 bilhões, o que é positivo. Mas o investimento está mudando. Não se trata mais apenas de capitais direcionados para o suprimento de commodities. Hoje a pauta dos investimentos, assim como a das exportações, se diversifica e inclui, cada vez mais, setores de alta tecnologia, como telecomunicações (Huawei) ou transmissão de energia (State Grid).

Os investimentos chineses por vezes não distinguem com clareza o público do privado. Mesmo quando a empresa é privada, a participação do governo no processo decisório e no financiamento pode ser dominante e deixa em aberto a indagação se o objetivo e o modo de operar da empresa refletem objetivos estratégicos do país ou práticas de mercado. Independentemente dessa distinção, o simples efeito dimensão do investimento suscita questões justificadas, que precisam ser avaliadas e, se for o caso, normatizadas, de modo a evitar que a decisão caso a caso gere incerteza para o investidor.

Também do lado dos investimentos brasileiros na China seria preciso maior previsibilidade. A Embraer não recebeu ainda a licença para produzir um avião de maior porte na China. Outras empresas, como a BR Foods, que abriu um escritório em Xangai, poderão perguntar-se se obterão a necessária autorização quando resolverem agregar mais valor às suas exportações ou produzir na China produtos de mais alto teor de processamento.

O desafio da China, assim, não está apenas na peculiaridade e no vulto de seus investimentos ou no volume crescente de produtos importados a um preço substancialmente mais baixo que o do similar nacional. Está em saber lidar, tanto ao nível da empresa quanto do governo, com uma realidade que é nova, diferente e se apresenta como as duas faces de uma mesma moeda: uma promissora, a outra inquietante. Esta realidade não pode ser tratada como business as usual.

Os desafios novos da parceria com a China suscitam algumas reflexões e iniciativas:

-Coordenação. A condução do intercâmbio foi corretamente colocada num nível elevado, vice-presidente da República e seu equivalente na China. No plano operacional, no entanto, visões legitimamente diferenciadas entre Ministérios e órgãos de governo tornam mais difícil a convergência de posições, um acompanhamento abrangente dos negócios e a fixação de prioridades para a ação.

-Articulação. Também no setor empresarial se manifestam diferenças naturais entre os que priorizam as oportunidades e os que temem as ameaças. É preciso conciliar essas duas perspectivas, inclusive de modo a levar ao governo uma visão convergente, que contribua para uma ação concertada.

-A parceria das empresas com o Itamaraty e a Apex tem ensejado ações importantes de promoção comercial. Mas se o objetivo é, como deveria ser, a agregação de valor às exportações, outros órgãos do governo – como o BNDES – teriam uma contribuição a aportar.

-Uso adequado dos mecanismos de defesa comercial.

-Maior clareza sobre os procedimentos e normas relativos ao comércio e ao investimento, de modo a assegurar maior previsibilidade aos agentes econômicos.

-Ampliação do intercâmbio cultural e educativo, de modo a suprir a lacuna de conhecimento recíproco.

A visita da presidente Dilma Rousseff à China, no correr do ano, será uma oportunidade valiosa para entendimentos entre os dois governos que venham a facilitar e impulsionar o intercâmbio econômico, em conformidade com os objetivos fixados no Plano de Ação Conjunta de 2010.

Petrobras, Camargo, Cosan e Odebrecht se unem para transportar etanol 0

Posted on November 14, 2010 by Jefferson

Rafael Rosas | Valor

RIO – A Petrobras aprovou a assinatura de um termo de compromisso de associação com a Camargo Correa Óleo e Gás; a Copersucar; a Cosan; a Odebrecht Transport Participações (OTP); e a Uniduto Logística para estabelecer uma associação, formando uma empresa fechada de capital autorizado para o desenvolvimento, construção e operação de um sistema logístico multimodal para transporte e armazenagem de líquidos, com ênfase em etanol.

O acordo é resultado de estudos preliminares conjuntos da PMCC Soluções Logísticas de Etanol, que tem como acionistas a Petrobras e a Camargo Correa; Uniduto e OTP, visando à implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol.

O capital social da nova companhia será, inicialmente, de R$ 100 milhões, composto exclusivamente por ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Copersucar, Cosan, OTP e Petrobras terão 20% de participação, cada, enquanto Camargo Correa e a Uniduto terão fatias de 10%.

“As partes estudarão o modelo societário e fiscal mais adequado e definirão em 60 dias a forma mais eficiente de associação, garantindo a continuidade dos projetos que estão sendo conduzidos pela PMCC. A associação será efetuada através de uma nova sociedade ou através da PMCC com a incorporação dos novos sócios”, diz a nota divulgada pela Petrobras.

China Looks South: Problematic Investments in Latin America… 0

Posted on November 11, 2010 by Jefferson

by COHA Research Associate Melissa Graham

China’s economic involvement in Latin America reached an all-time high last month when Beijing was able to gain a large stake in the Brazilian petroleum market. The deal, brokered by Chinese petroleum company Sinopec, allows the Spanish firm Repsol to turn 40 percent of its Brazilian oil stake over to the Chinese state corporation. Worth USD 7.9 billion1, the agreement has prompted other countries in the Western hemisphere to reevaluate China’s ever-changing economic and political role in Latin America. Recent events highlight the seriousness of China’s drive to stake out a major economic presence in Latin America, as well as a readiness to use economic methods in order to achieve its goal.

China Acquires Brazilian Oil: Part of a Persuasive Pattern

Brazil holds one of the largest reserves of oil in the world, totaling an estimated twenty billion barrels in land and offshore deposits.2 The majority of Brazilian petroleum remains under the control of Petrobras, the state-funded oil producer. In 1997, the Brazilian government began to take steps to overhaul its oil industry and revitalize its economy. In addition to creating such regulatory bodies as The National Petroleum Agency (ANP), and the National Council of Energy Policies, the government instituted “Law N. 9.478,” which opened Brazil’s oil to foreign investment. These reforms have attracted the attention of a number of foreign investors to the country’s lucrative oil resources.

As China’s second largest oil company, Sinopec is no stranger to extensive foreign investments; in 2009, the company purchased Addex Petroleum, based in the United Kingdom, for USD 7.2 million,3 thereby gaining reserves in both the Middle East and Africa. China’s recently increased interest in foreign oil is to be expected, considering that the country’s dramatic economic rise as a consumer society during the past decade has created an insatiable demand for energy resources. Indeed, China’s GDP for the second quarter of 2010 surpassed that of Japan, which has long dominated trade between Asia and Western nations. Chinese trade with the West totals USD 1.337 trillion, which has transformed China into the second largest economy in the world.4 Sinopec’s increasingly aggressive acquisition of foreign oil reserves reflects the Chinese government’s serious commitment to expanding overseas influence, and is a cornerstone of China’s global economic and political strategy.

China Replaces U.S. in Latin America?

Since developing stronger ties with Latin America, Chinese imports from the region have increased by an extraordinary 600 percent, totaling USD 21.7 billion in 2004.5 China’s mounting interest in Latin American markets is an attempt to meet the demands of its ever-rising population and economy, which grew an unprecedented 25 percent over the same seven-year period in which the U.S. economy (currently Latin America’s largest trading partner) grew 20 percent.6

Some do not consider Beijing’s interest in Latin America as an entirely positive development. The U.S. is closely monitoring China’s expanded role in Latin America, a region that it has historically considered its “backyard.” Like many developing countries, China undervalues its currency so as to encourage rapid economic development that is frequently associated with cheaper trade.7 This move has generated much criticism of the Chinese Premier Wen Jiabao for his reluctance to increase the value of the Yuan, given its now stronger economy and market shares.8 Consequently, China has been able to formulate agreements and offer interest at rates that are lower than other competing developed countries, including the United States. A Washington Post article reported that “in some cases, China has handed out billions of dollars at less than 1% interest; under OECD (Organization for Economic Co-Operation and Development) rules…the United States must lend at market rates.”9 Thus, China remains a more logical partner for many Latin American countries struggling to become greater players in the global economy.

China’s influence in Latin America’s economy has expanded through other, more indirect, avenues as well. China recently loosened Latin American travel restrictions on its citizens, a decision that will, undoubtedly, promote further economic ties between the two. China’s latest dealings have been described as part of an “aggressive push to invest in industries overseas…to bolster the country’s image and political influence.”10 This is particularly evident in the case of Brazil. China’s investment in various sectors of the Brazilian economy, such as a large port factory in Sao Paulo, is strategically fashioned to boost the volume of Chinese exports to Brazil. Constituting the so-called “BRIC” countries, along with Russia and India, Brazil and China are predicted to be increasingly important players on the global economic stage. In a sign of things to come, China replaced the United States as Brazil’s largest trading partner at the beginning of 2009.11

The Political Persuasion: China’s Effect on the Americas

In addition to its heightened economic influence in Latin America, China’s political presence is growing in the region as well. As China continues to grow as a global power, the topic of Taiwan’s sovereignty becomes the elephant in the room. Currently, twelve Latin American countries still recognize Taiwan’s sovereignty. The loyalty of these countries, which include Panama, Paraguay, and Guatemala, could shift away from Taiwan as China invests more time and money in the region and plays a stronger role in their economic growth. A shared concern among those that recognize Taiwanese sovereignty is that Beijing still “clearly wishes to diminish Taiwan’s formal and informal ties to Latin America.”12 If China continues to gain political clout in Latin America this fear may prove to be valid and become a contentious issue in the region between those who favor a Chinese political and economic presence and those who do not.

Many Latin American leaders are carefully weighing the positive and negative political implications that China’s growing involvement may have in the region. In March, Ecuadorean President Rafael Correa “compared China to the worst imperialist corporation … and refused to bend on terms for financing a $1 billion hydroelectric dam.”13 Despite initial opposition, Correa eventually agreed to China’s conditions after recognizing that the dam project would fall through if he continued his unyielding insistence for more favorable terms. Correa’s climb down demonstrates the overbearing power that China can exert on Latin America’s governments.

Another concern is that China’s increased interest in the region, largely driven by its need to secure new markets for its products, will not have tangible benefits in Latin America. Brazil’s outgoing President Luiz Inácio Lula da Silva hinted at his skepticism over the potentially one-sided nature of the Sino-Latin American relationship this past July: “the truth is that sometimes they win a mine contract and they bring all these Chinese to work, and this doesn’t generate opportunity for work in that country.”14 This concern was previously raised in 1996 when Brazilian Ambassador to Beijing, Roberto Abdeneur, suggested that China might be “more of a challenge to Brazil than an opportunity.”15

For Better or for Worse: A Marriage of East and West

China’s growing influence in Latin America will continue to raise questions regarding its role in the region’s economic development. If the past decade is any indication, China’s unprecedented power will continue to bring considerable economic growth to the Latin American region. Yet valid concerns exist regarding China’s potential to misuse its influence. At present, a number of Latin American leaders’ are seeking greater independence from the United States. It remains to be seen, however, whether China’s increased presence in Latin America will aid these efforts or simply transfer external power from one economic giant to another

References for this article are available here.

Un nuevo mapa del mundo 0

Posted on August 22, 2010 by Jefferson

La Republica – Uruguai

Brasil y el mundo. Cambian de forma acelerada

La reciente crisis financiera puso de manifiesto de manera aún más evidente el hecho de que el mundo ya no puede estar gobernado por un consorcio de pocos.

Por Celso Amorin | MINISTRO DE RELACIONES EXTERIORES DE BRASIL

Hace siete años, cuando se hablaba de la necesidad de cambios en la geografía económica mundial o se decía que Brasil y otros países deberían desempeñar un papel más relevante en la OMC o integrar de un modo permanente el Consejo de Seguridad de la ONU, muchos reaccionaban con escepticismo.

El mundo y Brasil han cambiado a una velocidad acelerada y algunas supuestas “verdades” del pasado se van rindiendo ante la evidencia de los hechos. Las diferencias en el ritmo de su crecimiento económico con relación a los países desarrollados convirtieron a los países en vías de desarrollo en actores centrales de la economía mundial.

La mayor capacidad de articulación Sur-Sur  en la OMC, en el FMI, en la ONU y en nuevas coaliciones, como el BRIC, eleva la voz de países que antes estaban relegados a una posición secundaria. Cuanto más hablan y cooperan entre sí los países en desarrollo, más son escuchados por los ricos. La reciente crisis financiera puso de manifiesto de manera aún más evidente el hecho de que el mundo ya no puede estar gobernado por un consorcio de pocos.

Brasil ha intentado de forma osada desempeñar su papel en este nuevo cuadro. Pasados siete años y medio del gobierno del presidente Lula, la visión que se tiene del país en el exterior es otra. Es innegable el peso cada vez mayor que hoy tenemos, así como un grupo nuevo de países, en la discusión de los principales temas de la agenda internacional, desde el cambio climático al comercio, desde las finanzas a la paz y la seguridad. Esos países aportan una nueva forma de mirar los problemas del mundo y contribuyen a un nuevo equilibrio internacional.

En el caso de Brasil, ese cambio de percepción se debió, en primer lugar, a la transformación de la realidad económica, social y política del país. Avances en los más variados rubros, desde el equilibrio macroeconómico hasta el rescate de la deuda social, tornaron a Brasil más estable y menos injusto. Las cualidades personales y el compromiso directo del presidente Lula en temas internacionales colaboraron para llevar la contribución brasileña a los principales debates de la agenda internacional.

Fue en ese contexto que Brasil desarrolló una política externa abarcadora y proactiva. Buscamos construir coaliciones que fueran más allá de las alianzas y las relaciones tradicionales, a las que tratamos sin embargo de mantener y profundizar, como la formalización de la relación estratégica con la Unión Europea y el diálogo global con Estados Unidos.

El elocuente crecimiento de nuestras exportaciones hacia los países en desarrollo y la creación de mecanismos de diálogo y concertación, como la Unasur, el G-20 en la OMC, el Foro IBAS (India, Brasil y Africa del Sur) y el grupo BRIC (Brasil, Rusia, India y China) reflejaron esa política externa universalista y libre de visiones pequeñas de lo que puede y debe ser la actuación externa de un país con las características de Brasil.

La base de esa nueva política exterior fue la profundización de la integración sudamericana. Uno de los principales activos de que dispone Brasil en el escenario internacional es la convivencia armoniosa con sus vecinos, comenzando por la intensa relación que mantenemos con Argentina. El gobierno del presidente Lula se ha empeñado, desde el primer día, en integrar el continente sudamericano por medio del comercio, de la infraestructura y del diálogo político.

El acuerdo Mercosur  Comunidad Andina creó, en la práctica, una zona de libre comercio que abarca toda la América del Sur. La integración física del continente avanzó de una forma notable, inclusive con la conexión entre el Atlántico y el Pacífico. Nuestros esfuerzos para la creación de una comunidad sudamericana llevaron a la fundación de una nueva entidad: la Unión de las Naciones Sudamericanas (Unasur).

Sobre las bases de una América del Sur más integrada, Brasil contribuyó en la creación de mecanismos de diálogo y cooperación con países de otras regiones, fundados en la percepción de que la realidad internacional ya no permite la marginalización del mundo en desarrollo. La formación del G-20 de la OMC, en la Reunión Ministerial de Cancún, en 2003, marcó la madurez de los países del Sur, cambiando de forma definitiva el modelo de toma de decisiones en las negociaciones comerciales.

El IBAS respondió a los anhelos de concertación entre tres grandes democracias multiétnicas y multiculturales, que tienen mucho que decirle al mundo en términos de afirmación de la tolerancia y de conciliación entre el desarrollo y la democracia. Además de la concertación política y de la cooperación entre los tres países, el IBAS se convirtió en un modelo para los proyectos en pro de naciones más pobres, demostrando, en la práctica, que la solidaridad no es un atributo exclusivo de los ricos. También lanzamos las cumbres de los países sudamericanos con los países africanos (ASA) y con los países árabes (ASPA).

Construimos puentes y políticas entre regiones hasta ahora distantes unas de las otras, a despecho de sus complementariedades naturales. Esa aproximación política derivó en notables avances en las relaciones económicas. El comercio de Brasil con los países árabes se cuadruplicó en siete años. Con Africa se multiplicó por cinco y llegó a más de US$ 26 mil millones, cifra esta superior a la del intercambio con socios tradicionales como Alemania y Japón.

Estas nuevas coaliciones ayudan a cambiar el mundo. En el campo económico, la sustitución del G-7 por el G-20 como principal instancia de deliberación sobre los rumbos de la producción y de las finanzas internacionales es el reconocimiento de que las decisiones sobre la economía mundial carecían de legitimidad y eficacia sin la participación de los países emergentes.

También en el terreno de la seguridad internacional, cuando Brasil y Turquía convencieron a Irán para que asumiera los compromisos previstos en la Declaración de Teherán, quedó demostrado que nuevas visiones y formas de actuar son necesarias para lidiar con temas tratados hasta entonces de forma exclusiva por los actuales miembros permanentes del Consejo de Seguridad de la ONU. A pesar de las resistencias iniciales a una iniciativa que nació fuera del cerrado club de las potencias nucleares, estamos seguros de que la dirección del diálogo allí señalada servirá de base para las futuras negociaciones y para la eventual solución de la cuestión.

Una buena política externa exige prudencia. Pero también exige osadía. No puede basarse en la timidez o en el complejo de inferioridad. Es común escuchar que los países deben actuar de acuerdo con sus medios, lo que es casi una obviedad. Pero el mayor error es subestimarlos.

A lo largo de estos casi ocho años Brasil actuó con osadía y, al igual que otros países en desarrollo, cambió su lugar en el mundo. Esos países son vistos hoy, inclusive por los eventuales críticos, como actores a los que les tocan crecientes responsabilidades y un papel cada vez más central en las decisiones que afectan los destinos del planeta.”

Uma fera que continua mostrando os dentes… 0

Posted on July 24, 2010 by Jefferson

Economia chinesa desacelera crescimento no 2º trimestre

BBC Brasil, 15 de julho, 2010

O ritmo da recuperação da economia chinesa desacelerou no segundo trimestre deste ano em comparação com a taxa de crescimento anual dos três meses anteriores.

Ritmo da economia chinesa afetará retomada econômica global

A economia cresceu 10,3% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre, o crescimento anual da economia chinesa havia sido de 11,9%.

A desaceleração foi atribuída às medidas do governo chinês para conter uma bolha de crédito e segurar a rápida valorização dos imóveis no país.

Apesar da desaceleração, o país ainda está no caminho para se tornar a segunda maior economia do planeta até o fim do ano.

Restrições

As autoridades impuseram restrições no volume de empréstimos e investimentos para conter o aumento no preço das casas e o endividamento dos bancos públicos.

Ao divulgar os números da economia, o Escritório Nacional de Estatísticas chinês destacou o resultado até o meio do ano. Nos primeiros seis meses de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) do país chegou a US$ 2,55 trilhões, um crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A meta do governo para o ano é de 8%, mas o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o crescimento chinês alcance 10,5% em 1010. Esse nível de crescimento levaria a China a ultrapassar o Japão, atualmente a segunda maior economia do planeta após os Estados Unidos.

Em dados divulgados nesta quinta-feira, o Banco Central japonês disse esperar um crescimento de 2,6% em 2010, após quedas de 5,2% em 2009 e 1,2% em 2008. Já a China, mesmo durante a crise, nunca cresceu menos de 9% durante esse período.

Ritmo de recuperação

Analistas acompanham a evolução da economia chinesa, cujo demanda por produtos de consumo, infraestrutura e commodities afetará as vendas de empresas em todo o mundo e, por consequência, o ritmo de recuperação da economia global.

Nos primeiros seis meses do ano, o levantamento do escritório de estatísticas da China mostrou que as vendas no varejo cresceram 18,2% no país em comparação com o mesmo período no ano anterior, com destaque para as vendas de veículos (aumento de 37%) e equipamentos domésticos (29%).

No início do ano passado, o governo chinês pôs em vigor uma série de medidas para fomentar a recuperação econômica, que incluiu subsídios para equipamentos domésticos e incentivos fiscais para a compra de carros.

O porta-voz do escritório de estatísticas, Sheng Laiyun, disse que a desaceleração econômica de agora “será benéfica para a economia, porque evitará um crescimento muito rápido e o superaquecimento (econômico)”.

Nos primeiros seis meses do ano, a inflação chinesa ficou em 2,6%, abaixo do teto de 3% fixado pelo governo.

Já os números da renda também demonstraram crescimento nos primeiros seis meses do ano: 7,5% entre os moradores das cidades (cerca de 9,8 mil yuans ou US$ 1.450 per capita, descontada a inflação) e 9,5% entre os moradores das áreas rurais (cerca de 3 mil yuans ou US$ 455 per capita, descontada a inflação).

O impacto de um vazamento…. 0

Posted on June 27, 2010 by Jefferson

O programa Sem Fronteiras analisa o impacto causado pelo vazamento de petróleo da BP. Assim, a imensa mancha de petróleo não para de crescer, na superfície e no fundo do mar, e se afasta em direção ao Oceano Atlântico. A longo prazo, quais serão os efeitos mundiais para o meio ambiente?Como não é um assunto tão abordado pela imprensa nacional, aconselho a muitos a assistirem. Principalmente, sabedouros da tradição brasileira em se extrair petróleo em alto mar.

Les pays émergents doivent être davantage écoutés… 0

Posted on June 22, 2010 by Jefferson

Le Figaro – 15/06/2010

Em uma lire pu récemment dans la presse française Que le 17 mai entrerait dans les livres d’ histoire comme une data remarquable : celle de la déclaration de Teerã , par le Brésil et négociée la Turquie avec l’ Irão à propos du Nucléaire programa de ce dernier . Un commentateur d’ un cotidiano célebre britannique alors suggérait esforços Que les

déployés par les deux paga emergentes lançaient un défi à La primauté permanentes des membres du Conseil de sécurité des Nations Unies questões sur les de paix et de sécurité internationales – et pour ce n’était pas déplaire .

En effet , jusqu’à bien récemment toutes decisões internationales étaient sas par une puissances poignée de traditionnelles . Les membres permanentes du Conseil de sécurité – qui sont d’ailleurs les cinq memes puissances nucléaires par le reconnues TNP – eu ont (et ont encore ) Le Privilège de donner les cartes en matière de paix et de

internationales sécurité . Au G8 décisions incombaient des Importantes l’économie mondiale affectant . questões Quant au aux liées comércio internacional, le quatuor composé des Etats- Unis, de l’ UE, du Japon et du Canada dominait la scène . Selon l’ historien britannique Eric Hobsbawm , Que le fait le monde en soit trem de devenir multipolaire est un des les plus importants phénomènes de notre époque. Des paga comme le Brésil , la Chine , l’ Inde , L’ Afrique du Sud et quelques autres sont les « petits nouveaux sur la liste » , celle des Acteurs mondiaux qui internationales façonnent les relações. Ils légitimement aspirent à un plus grand rôle dans les internationales instituições, souffrent qui d’ un «» démocratique déficit .

décisions Les Mondiales peuvent ne plus être sas sans tenir compte voix de leurs . rassemblement Au Ministériel du ciclo de Doha à Cancun , en 2003, le Brésil , l’ Inde , L’ argentino et d’ autres ont paga en développement choisi de ne pas une décision approuver prêmio par les Acteurs traditionnels – en particulier les Etats- Unis et l’ Union européenne – , a decisão une qui ne pas compte Tenait de intérêts leurs , en matière d’ principalement agricultura. La Création du G20 uma une fois pour toutes transforme le modèle negociações des multilatérales sur le commerce .

La crise financière um accentué Davantage encore l’ avènement Acteurs des nouveaux . Le G20 financeiro , qui est compor um La fois de pays riches et développement en , um remplacé comme le G8 forum le premier de Débats et de prêmio concernant décision de l’ économie mondiale . Dans le domaine du changement climatique , les ont toujours paga emergentes été importants des Acteurs . Mais ce n’est Que lors de la 15e Conférence des partidos à qu’un Copenhague « acordo »- insuffisant acclamé quoique – uma conclusão pu être sur un texte négocié avec le président des Etats- Unis par les líderes du Basic, constitue ce groupe du Brésil, de l’ Afrique du Sud , de l’ Inde et de la Chine .

Le dernier avril 15, Brasília, um accueilli deux rencontres politiques au niveau consecutivos plus haut : le 2e sommet Bric ( Brésil, Russie, Inde et Chine ) et le 4e sommet Ibas ( Inde , Brésil et Afrique du Sud) . Ces deux groupes , diferentes quoique Entre eux , illustrent la volonté des puissances Emergentes redéfinir mondiale de la gouvernance et leur engajamento à le faire. De nombreux commentateurs ont Considere ces deux rencontres jumelles comme étant mais pertinentes Récents Que rassemblements les du du OU G7 G8.

discussões Les sur le commerce , la finanças, le changement climatique OU même la ont mondiale gouvernance início de s’ouvrir aux paga en développement . Il est Que reconnu Désormais , sans la présence de pays comme la Chine , l’ Inde , le Brésil , l’ Afrique du Sud et le Mexique , résultat aucun atteint ne serait tangíveis .

introduzirem certas paradoxale De manière quelque peu , perguntas les liées à la paix et la sécurité à Internationales – Que appelleront le noyau dur mondiale de la politique – demeurent la prerrogativa d’ un petit nombre de pays . En dépit de tout ce qu’ils ont pu dire sur leur à disposição « tendre la main aux » autres , aucune rencontre de Ministres des Affaires étrangères du G8 +5 n’a jamais été convoquée . Et la gestion du « santos santo des » par les cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des Nations Unies um préservée soigneusement ETE.

Que Le fait le Brésil et la Turquie se soient Aventures – et , qui est plus , avec succès – dans un domaine typiquement gere par le P5 ( Groupe des cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des negociações encarregados sur le dossier nucléaire iranien ) a bouleversé le statu quo. L’ insistance pour des contre l’ sanções Irão, qui de facto ignoraient la Déclaration de Teerã, sans lui même temps le laisser de REAGIR aux commentaires du « Grupo de Vienne » ( Etats- Unis , França et Russie ), confirme a percepção la des nombreux analystes qui dénoncent Que les centros traditionnels Du pouvoir ne pas partageront gracieusement leur statut privilégié . En effet, negociações les Menees par le président Lula et le Premier ministre turc Erdogan ont rigoureusement suivi la feuille de route qui se trouvait tabela sur la depuis des mois et dont la avait été Validité récemment au niveau réaffirmée plus haut . L’ ancien directeur

général de l’ AIEA ( Agência Internacional de l’ atomique énergie ), Mohammed ElBaradei Remarque , um propos du refus de prendre en compte la déclaration de Teerã : ” Cela équivaut à ne pas qu’on accepter puisse répondre oui uma pergunta une . ”

Une grande partie du monde um actuellement les yeux rives sur la Coupe du monde en Afrique du Sud . Dans le futebol , esporte le le plus universel , les paga en développement comme le Brésil et l’ ont toujours été Argentina consideres comme des Incontournables Acteurs . Il est temps grande Que perguntas sur les túmulos de la paix et de la guerre soient entendus les paga emergentes – la Turquie et le Brésil, Mais aussi d’ autres comme l’ Inde , L’ Afrique du Sud, l’ Egypte et l ‘ Indonésie . Les justiça rendra écouter à leur compétence et à leur capacité . Mais surtout , les écouter ouvrira la porte à un monde meilleur .

Rússia e Belarus fracassam em negociações sobre gás 0

Posted on June 19, 2010 by Jefferson

Por Dmitry Sergeyev e Vladimir Soldatkin

SÃO PETERSBURGO, Rússia (Reuters) – O gigante de gás russo Gazprom não conseguiu resolver no sábado uma disputa de preços com Belarus e deverá impor um corte de suprimentos, mas disse que sua capacidade para fornecer gás para os resto da Europa estava intacta.

O executivo-chefe da Gazprom, Alexei Miller, advertiu que os cortes de suprimentos começarão na segunda-feira, caso Belarus não pague sua dívida de gás pendente.

A Rússia disse que vai cortar 85 por cento dos suprimentos de gás a Belarus caso a dívida de 192 milhões de dólares de Minsk não seja quitada.

Belarus disputa os aumentos de preço deste ano e afirma que não deve nada. As duas partes se encontraram no sábado, mas as negociações de último minuto fracassaram.

As disputas de preço de gás da Rússia com seus vizinhos tornaram-se uma preocupação para a Europa quando seus suprimentos foram alterados por quase duas semanas em janeiro de 2009, enquanto Moscou e a Ucrânia discutiam sobre preços e prazos de distribuição.

Os cortes de gás, especialmente se afetarem outros países além de Belarus, podem prejudicar a reputação da Rússia como um exportador confiável. No momento, a Gazprom está enfrentando uma queda da demanda da Europa, afetada pela crise.

O corte do suprimento a Belarus não teria o mesmo efeito na Europa que a disputa de 2009 com a Ucrânia, uma vez que apenas um quinto das exportações de gás da Rússia para a Europa Ocidental passam por Belarus.

O restante passa pela Ucrânia. A demanda sazonal também é muito maior do que a de 2009, que ocorreu no inverno.

Sanções da ONU são “ilegais e inválidas,” diz Irã 0

Posted on June 18, 2010 by Jefferson

Por Ramin Mostafavi

TEERÃ (Reuters) – O Irã qualificou na sexta-feira de “ilegais e inválidas” as novas sanções adotadas pela ONU contra o país, e acusou os Estados Unidos de disseminarem as armas atômicas pelo mundo.

Numa declaração de tom desafiador, lida por um clérigo linha-dura nas preces de sexta-feira, o Conselho Nacional Supremo da Segurança Nacional do Irã disse que as sanções violam a Carta da ONU e deveriam ser revogadas.

“A entrada do Conselho de Segurança nas atividades nucleares pacíficas da República Islâmica do Irã é ilegal e inválida,” disse a nota, divulgada pelo órgão que coordena questões de defesa e segurança.

O texto diz que a ONU “deve tomar rapidamente ações corretivas e corrigir seus erros passados.”

O Conselho de Segurança aprovou neste mês uma quarta rodada de sanções contra o programa nuclear do Irã, envolvendo principalmente os setores bancário e de navegação. Os EUA e seus aliados suspeitam que o Irã esteja secretamente desenvolvendo armas atômicas, o que Teerã nega.

O Irã minimiza o impacto das sanções, mas analistas dizem que restrições adicionais a serem adotadas por EUA e União Europeia poderiam ter maiores consequências.

Em sua nova saraivada contra os EUA, o Irã culpou Washington por “usar, produzir e disseminar armas nucleares”, e provocou os EUA por conta do derramamento de petróleo no golfo do México.

“Como pode um regime que não é capaz de conter um poço de petróleo ganhar a confiança do mundo para restringir seu arsenal nuclear, que é a maior ameaça para o mundo?,” disse a comunicado.

Comandando as preces transmitidas por rede nacional de rádio às sextas-feiras, o aiatolá Ahmad Jannati disse que está tramitando no Parlamento um projeto que autoriza o Irã a reagir à altura contra tentativas de que seus navios sejam revistados, um dos itens previstos na resolução da ONU.

“Eles querem parar e inspecionar nossos navios e aviões, o que é uma verdadeira vergonha,” disse ele. “O Parlamento fez bem. Os parlamentares disseram que iríamos retaliar e fazer o mesmo com os seus navios no golfo Pérsico e no mar de Omã.”

A nota também diz que o Irã vai retaliar contra medidas que considerar injustificadas.

“A República Islâmica do Irã anuncia explicitamente que qualquer ação contra interesses legais e legítimos da nação iraniana irão em troca receber uma resposta jurídica e uma ação apropriada por parte do Irã.”

Sanções definidas na quinta-feira por líderes europeus prevêem medidas contra o importante setor iraniano de gás e petróleo. Na véspera, o Departamento do Tesouro dos EUA impôs novas sanções ao país, e o Congresso norte-americano também está discutindo medidas adicionais.

Sanctions Will Not Curb Iran’s Nuclear Ambitions 0

Posted on June 16, 2010 by Jefferson

June 10, 2010

Financial Times

With Wednesday’s passage of new United Nations Security Council sanctions against Iran, the Obama administration achieved an important milestone in its efforts to put pressure on Tehran to abandon its nuclear ambitions. What is less clear, however, is whether this achievement makes the prospect of a nuclear Iran more or less likely.

The product of six months of frenzied diplomacy and Washington’s painstaking cultivation of Moscow and Beijing, the resolution offers a modest intensification of three previous Security Council measures to persuade Iran to suspend its uranium enrichment programme enacted under the Bush administration’s watch. This latest round of sanctions adds curbs on conventional arms sales and an array of hortatory language intended to facilitate the adoption of more severe penalties by the European Union and other American allies.

Still, its principal virtue appears to be its mere passage, temporarily put in doubt last month by an 11th-hour Iranian diplomatic gambit involving Turkey and Brazil. In fending off the aspiring powers’ proposal to remove some of Iran’s low-enriched uranium – an offer Hillary Clinton, US secretary of state, deemed a mere ploy – Washington managed to maintain the backing of major world powers for new pressure and make good on its warnings to Tehran and other would-be proliferators that, as President Barack Obama moralised on Wednesday, “actions have consequences”.

But before Washington indulges in a victory lap, it would be wise to contemplate the consequences of the sanctions. First, it seems widely accepted, even if rarely acknowledged by the administration, that the latest UN measures are unlikely to alter Iran’s fundamental nuclear calculations. While they will add to the mounting costs and inconveniences of Iran’s provocative foreign policy, they will not be “crippling”, as Mrs Clinton once promised, because they do not directly strike at the Islamic Republic’s lifeblood – its oil revenues, which total in the tens of billions. Rather, these sanctions, like the 31 years of American unilateral measures before, are likely to prove reasonably tolerable for Tehran. As a result, it will now focus its energies on averting, circumventing, insulating and even exploiting them, endeavours that the regime has elevated to an art form.

The shift from prevention to adaptation and mitigation explains why the threat of sanctions is typically far more influential than their implementation. In this respect, the new penalties are better suited to a long-term strategy of containing and eroding Tehran’s capacity for troublemaking, rather than their ostensible purpose of quickly coercing Tehran into adopting more responsible foreign policies.

The other likely consequence is the reinforcement of the most paranoid segments of Iran’s leadership and the revival of its intensely factionalised debate over foreign policy. Searching for a means of enhancing his battered domestic standing, it is President Mahmoud Ahmadi-Nejad – yes, he of the reprehensible rhetoric and rigged re-election – who has proven the foremost champion of direct engagement with Washington. But his rambling letters to world leaders and persistent championing of the low-enriched uranium deal have generated little traction with a Washington disillusioned with the idea of engaging Iran. Unfortunately, Iran’s repressive and competitive internal political environment will deter other Iranian leaders from pushing for greater accommodation with the international community, and Iran’s ultimate decision-maker, supreme leader Ayatollah Ali Khamenei, will see sanctions as validating his preference for defiance.

Whatever tactical advantage the UN vote provides may be offset by the longer-term problem of drawing Iran into a durable understanding on respecting its non-proliferation obligations. In dismissing the Brazilian-Turkish-Iranian deal, the US and its allies are counting on economic pressure forcing more meaningful Iranian compromises. Yet purely coercive diplomacy cannot produce sustainable agreements or resolve the inconsistency between Iran’s security perceptions and those of the international community. Only an approach involving direct dialogue and strategic patience can produce lasting success.

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