Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



Voltando… 0

Posted on June 20, 2011 by Jefferson

Nossa,

Depois de tanto tempo eu nem sei qual explicação eu posso dar para todos os que acompanham esse espaço.

Tempo, trabalho, estudo… até uma certa dose de preguiça de começar a postar podem ser colocados como motivos que me impediram de escrever alguma coisa, mas que eu tento hoje por um fim.

Já adianto que nem sei se serei regular, pois, muitos dos meus planos, envolvem dedicação exclusiva e que, ao final do dia, deixam um corpo sem energias sem nem mesmo para gastar com sonhos.

Mas é a vida da maioria dos brasileiros, não é mesmo?

Então, peço a compreensão de todos e as devidas desculpas.

o autor.

sobre o Japão… 0

Posted on March 15, 2011 by Jefferson

Olá,

Devem ter notado que não postei nada sobre a tragédia que assola o Japão.

Até poderia, citar falhas geológicas, tsunamis e os efeitos devastadores que emissões de partículas e ondas radioativas (estupidamente jornais estão tratando a emissão γ como partícula), mas não. Não consigo, nem tenho o porque trazer tal desastre para esse espaço.

Quem me conhece, sabe que eu admiro o Japão. Toda sua cultura, suas pessoas e há anos atrás tentei até ir para lá me submetendo a uma seleção de estudos do governo japonês.

Estudei muito nihongo e não fui por problemas alheios a minha vontade, mas, para mim, o Japão é um paraíso na Terra e pretendo, tão logo eu tenha condições, de ir visitá-lo.

Assim, como muitos aqui no Brasil, parece que essa tragédia aconteceu aqui do lado, abatendo-me tão intensamente que acho desnecessário ficar aqui, neste espaço, listar o amontoado de infortúnios que, infelizmente, lá ocorre.

Faço diferente então, posto várias imagens deste lindo país e torço para sua rápida recuperação.

日本、頑張ってください!!!

日本、世界中のみんなが、あなた方の無事を祈ってます。

怖怖がらないでそのまま, 行こう 信じて.

生き急いで搾り取って, 縺れる足だけど前より

httpv://www.youtube.com/watch?v=O8x6_JHDkh


Poderia encher aqui de imagens, mas ainda sim seria pouco para mostrar tudo que o Japão possui.

Como dito acima, não desista Japão.

À bientôt Scliar…. 0

Posted on February 28, 2011 by Jefferson

Scliar consolidou a temática judaica na literatura brasileira

MICHEL LAUB
ESPECIAL PARA A FOLHA

É sempre difícil falar da obra de um escritor tão prolífico quanto Moacyr Scliar.

Da estréia com “O Carnaval dos Animais (1968) até o elogiado “Eu Vos Abraço Milhões” (2010), foram algo como 70 livros entre romances, coletâneas de contos, crônicas, ensaios e infanto-juvenis. Um conjunto heterogêneo, naturalmente, tanto nos temas e na forma quanto no resultado –que, em seus melhores momentos, teve registros que iam do fantástico/mítico em “O Centauro no Jardim” (1980) ao realismo histórico de “A Majestade do Xingu” (1997).

Os manuais e enciclopédias do futuro devem creditar a ele, na esteira do pioneirismo de Samuel Rawet (1929-1984), a consolidação da temática judaica na literatura brasileira. Mais amplamente, das questões que envolvem imigrantes na sociedade moderna do país.

Nos anos 70, quando Scliar se firmou na geração que tinha João Antonio, Ignácio de Loyola Brandão, Ivan Angelo e outros tantos nomes menos ou mais engajados, os sentimentos característicos desse tipo de personagem –sua estranheza e ambiguidade diante de uma realidade muitas vezes hostil– de alguma forma ganharam ressonâncias políticas condizentes com o espírito da época.

Mas o traço que mais define o autor talvez seja o de contador de histórias. Influenciado por tradições ancestrais como a narrativa oral e a parábola bíblica, poucas vezes ele se colocou acima de seus enredos, tanto em termos de estilo quanto de uma suposta sofisticação psicológica.

Para muitos que o conheceram ou trabalharam com ele –amigos, colegas, as dezenas de jovens escritores para quem ele escreveu prefácios, os editores de jornais e revistas que ele salvou de inúmeras emergências em prazos exíguos–, era como se esse procedimento literário, que transpirava interesse pelos pequenos dramas e comédias humanos, fazendo com que isso chegasse ao leitor da maneira mais despojada e saborosa possível, reproduzisse um traço pessoal seu: a generosidade.

Michel Laub é autor dos romances “O Segundo Tempo” (2006) e “O Gato Diz Adeus” (2009), ambos lançados pela Companhia das Letras

Revelações do WikiLeaks podem afetar campanha no Peru 0

Posted on February 18, 2011 by Jefferson

DA REUTERS, EM LIMA

Supostas revelações sobre alguns candidatos à Presidência do Peru em documentos dos Estados Unidos obtidos pelo WikiLeaks podem atrapalhar a campanha eleitoral e afetar um dos principais candidatos, a menos de dois meses das concorridas eleições.

O candidato nacionalista Ollanta Humala disse que a embaixadora norte-americana em Lima, Rose Likins, o informou nesta semana que, segundo documentos sigilosos, o atual favorito e ex-presidente Alejandro Toledo buscou apoio dos Estados Unidos em 2005 para evitar que Humala ganhasse as eleições passadas.

Toledo, que governou o país entre 2001 e 2006, rejeitou a acusação e pediu provas que comprovassem a informação.

Segundo pesquisas, o candidato lidera as intenções de voto para as eleições de 10 de abril, mas não alcançaria mais de 50% dos votos. A eleição, portanto, seria definida no segundo turno, em 5 de junho.

“De fato isso afeta a campanha eleitoral e acho que pode atingir Toledo porque é uma denúncia grave”, afirmou o analista político Alberto Adrianzén. “O melhor para todos é que a embaixada publique o documento” diplomático, disse.

A embaixadora Likins desmentiu a jornalistas o que foi dito por Humala, um esquerdista temido pelos investidores, apesar de ter moderado seu discurso radical contra o mercado. Ele foi finalista nas eleições presidenciais de 2006.

“Estamos lidando com um problema do WikiLeaks que não é de nossa criação”, afirmou a diplomata.

“O que eu quero esclarecer é que a informação que saiu não está de acordo com a informação que eu proporcionei ao candidato Humala.”

Os rivais de Toledo para um possível segundo turno seriam a parlamentar Keiko Fujimori e o ex-prefeito de Lima Luis Castañeda.

Comunidade internacional reconhece independência do Sudão do Sul. 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro.

“Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do Sul”, segundo um comunicado conjunto divulgado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos.

A nota elogia o governo de Cartum e o futuro governo do sul pela realização do referendo, parte culminante do acordo de paz assinado em 2005 por ambas as partes, acabando com duas décadas de guerra civil que deixaram mais de dois milhões de mortos.

O comitê eleitoral publicou na última segunda-feira o resultado definitivo do referendo, realizado no início de janeiro, que outorgou a independência do sul com 98,33% dos votos.

Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque. 2

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque

Alessandra Corrêa

Da BBC Brasil em Washington

Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib

Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld defende as decisões tomadas sobre a guerra do Iraque e revela sua visão dos bastidores do período que antecedeu a invasão.

No livro de 800 páginas, intitulado Known and Unknown (Conhecido e Desconhecido, em tradução livre), Rumsfeld, considerado o principal articulador da invasão americana ao Iraque, diz que se Saddam Hussein permanecesse no poder, o mundo seria um lugar “muito mais perigoso do que é hoje”.

A obra – ainda sem previsão de lançamento no Brasil – vem causando reações nos Estados Unidos desde a semana passada, quando alguns trechos foram vazados pela imprensa.

Em suas memórias, Rumsfeld reforça a ideia de que o governo de George W. Bush já tinha o Iraque em mente desde a época do planejamento da guerra no Afeganistão.

O ex-secretário relata uma reunião privada com Bush no Salão Oval da Casa Branca, apenas 15 dias depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, quando o então presidente teria pedido que revisasse os planos do Pentágono para o Iraque e que as opções fossem “criativas”.

Rumsfeld também revela as tensões entre o Pentágono e o Departamento de Estado no Conselho de Segurança Nacional durante o período – atribuídas por muitos críticos a ele próprio.

Defesa

O livro relata desde a infância de Rumsfeld, durante a Grande Depressão, até seu período no Congresso e sua atuação nos governos de diferentes presidentes americanos.

Em resenhas publicadas nesta terça-feira nos principais jornais americanos, muitos analistas dizem que Rumsfeld não demonstra remorsos, defendendo suas decisões à frente do Departamento de Estado e transferindo para outras pessoas a culpa pelos erros cometidos.

“Havia alguma dúvida sobre se Rumsfeld iria usar suas memórias para se desculpar pelo que deu errado no Iraque, como as memórias de Robert McNamara fizeram em relação à Guerra do Vietnã”, escreveu Dana Milbank, do The Washington Post.

“Mas depois de quatro anos de reflexão, Rumsfeld permanece repudiando aqueles menos brilhantes do que ele – o que significa praticamente todo o mundo”, diz o crítico.

Arrependimento

No entanto, Rumsfeld, de 78 anos, revela alguns arrependimentos.

Na noite de segunda-feira, em uma entrevista exclusiva ao canal de TV ABC News, o ex-secretário disse que seu maior arrependimento foi não ter convencido o presidente Bush a aceitar sua demissão após o escândalo envolvendo abuso de detentos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque.

Disse também que o país e o Pentágono provavelmente estariam melhor se ele tivesse deixado o cargo em 2004.

No livro, Rumsfeld admite ainda que poderia ter enviado mais tropas ao Iraque.

“Em retrospecto, talvez tenha havido períodos em que mais tropas poderiam ter ajudado”, afirma o ex-secretário.

No entanto, ele diz que comandantes militares nunca relataram qualquer tipo de reserva quanto ao tamanho das forças ou pediram o envio de mais tropas, nem mesmo quando questionados especificamente sobre o assunto.

E Obama não gostou do que ouviu… 0

Posted on February 01, 2011 by Jefferson

Mubarak announcement disappoints Obama administration

By Karen DeYoung and William Branigin
Washington Post Staff Writer
Tuesday, February 1, 2011; 7:32 PM

President Obama said Tuesday that a transition to democracy in Egypt “must begin now” and should lead to opposition participation in free and fair elections.

Speaking after Egyptian President Hosni Mubarak’s announcement Tuesday that he will not seek reelection in September, Obama said he had called Mubarak after the speech and discussed the situation in Egypt with him.

“He recognizes that the status quo is not sustainable and that change must take place,” Obama said at the White House. He said he told Mubarak of “my belief that an orderly transition must be meaningful, it must be peaceful, and it must begin now.”

Earlier, Obama administration officials indicated that Mubarak’s announcement was less than they had hoped for and was unlikely to satisfy protesters’ demands for a new government.

Obama met with his top national security officials following Mubarak’s televised speech as the White House contemplated its next step.

Mubarak spoke after receiving a direct message from Obama carried by retired U.S. diplomat Frank G. Wisner. Although officials declined to discuss the details of Wisner’s meeting with Mubarak Tuesday, they said that the administration’s “prevailing view” since last weekend has been that an agreement by Mubarak not to run again was insufficient.

In public statements since Sunday, the administration has called for an “orderly transition” in Egypt, defined by officials as the immediate establishment of a representative, interim government that would enact reforms and prepare for an open election.

Although officials have said the administration was not opposed to Mubarak’s remaining in office through a transition period if that were acceptable to the Egyptian people, several indicated in recent days that they did not see how that would satisfy the vast throngs who have taken to the streets to demand his ouster.

Obama’s message to Mubarak urging him not to run again contrasted sharply with the White House’s characterization of its position in a news briefing Monday.

Asked whether the U.S. government preferred “that Mubarak not run again,” press secretary Robert Gibbs said: “The United States government does not determine who’s on the ballot. The question is whether or not those elections are going to be free and fair. That’s what we would weigh in on and weigh in on strongly.”

The administration’s current position is similar to that spelled out Tuesday morning by Sen. John F. Kerry (D-Mass.), chairman of the Senate Foreign Relations Committee. He called for Mubarak to both declare that neither he nor his son would run in September and to pledge to work with the Egyptian army and civil society to establish “an interim, caretaker government as soon as possible to oversee an orderly transition in the coming months.”

Kerry, whose comments appeared in an op-ed article in The New York Times, said that Egypt’s stability “hinges on [Mubarak's] willingness to step aside gracefully to make way for a new ppolitical structure.”

In a statement issued following Mubarak’s remarks, Kerry again called on him to “work now with the military and civil society to establish an interim caretaker government.”

Kerry said of Mubarak’s announcement: “It remains to be seen whether this is enough to satisfy the demands of the Egyptian people for change. . . . Much work remains to be done to turn this auspicious moment into lasting peace and prosperity. Egyptians must now prepare for elections and achieve a peaceful transition of power. The military must continue to show the restraint it has so admirably exercised these past days. And opposition leaders must come together to develop a process that will ensure that all of Egypt’s voices are heard.”

Earlier, a State Department spokesman said the U.S. ambassador to Egypt, Margaret Scobey, spoke Tuesday with opposition leader Mohamed ElBaradei “as part of our public outreach to convey support for orderly transition in Egypt.”

ElBaradei, 68, a Nobel Peace Prize laureate who formerly headed the International Atomic Energy Agency, rejected Mubarak’s announcement Tuesday, demanding that he step down by Friday. ElBaradei returned to Cairo last week with the aim of leading a transition to democracy.

A voz de um povo…. 0

Posted on February 01, 2011 by Jefferson

Para assinantes do RSS, clique aqui para ver o vídeo.

A voz de um povo clamando por mudanças político-sociais…

…e a as vozes abalam a estrutura de ferro… 0

Posted on February 01, 2011 by Jefferson

Adaptado do Guardian e da BBC

Para quem assina o RSS, clique aqui para ver o vídeo.

O presidente do Egito, Hosni Mubarak, disse em pronunciamento à TV do país nesta terça-feira que não concorrerá a reeleição nas eleições presidenciais de setembro.

“Não pretendo concorrer a outro mandato presidencial”, disse Mubarak, ressaltando que não deixará o poder imediatamente, como exigem as lideranças dos manifestantes.

“O Hosni Mubarak que fala a vocês se orgulha do que conquistou nos anos em que serviu o Egito e seu povo”, afirmou ele.

Mubarak falou horas após o encontro com o enviado americano

“Este é meu país. Onde vivi, lutei e defendi sua terra, soberania e interesses e morrerei aqui”, completou.

Mubarak disse que sua maior prioridade agora é garantir a estabilidade do país para permitir a transferência do poder.

Mudanças

No pronunciamento, Mubarak disse que pedirá ao Parlamento que mude a legislação que estabelece as duras condições para que os candidatos concorram ao pleito.

As leis atuais impediriam que Mohamed ElBaradei, Nobel da Paz e apontado como um dos líderes dos protestos, concorresse.

Também sinalizou que pedirá ao Parlamento para que avalie as denúncias de fraude eleitoral nas eleições parlamentares de novembro e dezembro.

O pronunciamento ocorre horas após o encontro de Mubarak com o enviado americano ao Cairo Frank Wisner que teria enviado a recomendação de Barack Obama para que o presidente egípcio preparasse uma “transição ordenada” do poder.

Um marco na história… 0

Posted on February 01, 2011 by Jefferson

A marcha de um milhão….

Adaptado da Reuters

Pelo menos 1 milhão de egípcios foram às ruas na terça-feira, em cenas nunca antes vistas na história moderna do país, para exigir a renúncia do presidente Hosni Mubarak, no poder há 30 anos, e de seu novo governo.

A promessa feita pelo Exército na segunda-feira de não usar força contra os manifestantes deu coragem aos egípcios de continuarem a fazer pressão pela maior reviravolta no sistema político desde 1952, quando militares depuseram o rei Farouk.

Manifestantes lotaram a Praça Tahrir, no centro do Cairo, e milhares fizeram uma passeata na cidade de Suez, no leste do país. Houve manifestações em Alexandria, no litoral norte, em Ismailia e em cidades do delta do Nilo, como Tanta, Mansoura e Mahalla el-Kubra.

De acordo com uma estimativa da Reuters, o número de manifestantes em todo o país que expressaram sua revolta com Mubarak e seus ministros chegou ao marco de 1 milhão estimado pelos ativistas.

“Acorde Mubarak, este é o último dia”, gritaram os manifestantes em Alexandria.

As cenas vistas na Praça Tahrir (da Libertação), que tornou-se o ponto central dos protestos contra a pobreza, a repressão e a corrupção, formaram um contraste acentuado com o que foi visto na sexta-feira, quando policiais espancaram manifestantes, jogaram jatos de água e atiraram bombas de gás lacrimogêneo contra eles.

“Ele vai embora, nós não vamos”, gritava uma multidão de homens, mulheres e crianças, enquanto um helicóptero militar sobrevoava o mar de pessoas, muitas delas agitando bandeiras egípcias e faixas.

“Mubarak, você é covarde, agente dos Estados Unidos.”

Soldados, alguns deles sentados sobre veículos blindados pichados com frases anti-Mubarak, sorriam e acenavam enquanto manifestantes davam socos no ar e gritavam: “O povo e o Exército estão de mãos dadas. Abaixo, abaixo Hosni Mubarak.”

Algumas centenas de manifestantes pró-Mubarak se reuniram perto do prédio do Ministério do Exterior, a pouca distância da Praça Tahrir. “Sim a Mubarak, não a ElBaradei, não a espiões no Egito”, gritavam. O pouco número de manifestantes ressaltava a impopularidade do presidente.

Inicialmente desorganizados, os protestos contra Mubarak estão pouco a pouco ganhando a forma de um movimento reformista amplo que engloba muitos setores da sociedade egípcia.

Jovens desempregados se misturavam com membros do movimento islâmico Irmandade Muçulmana, e pobres urbanos davam as mãos a médicos e professores, em sinal de solidariedade.

“Estamos pedindo a derrubada do regime. Temos uma meta, que é retirar Hosni, nada mais. Nossos políticos precisam intervir e formar coalizões e comitês para propor um novo governo”, disse o engenheiro de computação Ahmed Abdelmoneim, 25 anos.

Fotos de Mubarak, que a exemplo de todos os seus antecessores foi um oficial militar de alta patente, eram penduradas nos semáforos, simulando um enforcamento.

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