Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



Dura derrota para Sarkozy en las elecciones regionales de Francia 0

Posted on March 16, 2010 by Jefferson

La izquierda encabezada por los socialistas derrotó a los conservadores del mandatario en la primera ronda. Es un nuevo golpe para el cada vez más impopular presidente, a quien culpan por los altos índices de desempleo.

Por: Clarín.com

La izquierda encabezada por los socialistas derrotó el domingo a los conservadores de Nicolas Sarkozy en la primera ronda de elecciones regionales, de acuerdo con los resultados parciales, dando un nuevo golpe al cada vez más impopular presidente.

Muchos votantes culpan a Sarkozy y a los conservadores en el poder de haber fracasado en proteger los empleos en lo que es el peor bache económico de Francia desde la Segunda Guerra Mundial, y de no cumplir su promesa de hacer prosperar al país ante la creciente competencia mundial.

Con más del 96% de los votos computados, los candidatos del Partido Socialista y de otros de izquierda llevaban el 53,6% de los sufragios totales, de acuerdo con el Ministerio del Interior.

El Partido UMP de Sarkozy, de tendencia conservadora, y otros en la derecha llevaban el 39,8%. El Frente Nacional de extrema derecha obtuvo mejores resultados de lo pronosticado en las encuestas y tenía la posibilidad de quedar en tercer sitio a nivel nacional, con 11,7%, seguido de cerca por el Partido Europe Ecologie, de tendencia ecologista, con 11%, de acuerdo con el ministerio.

Los resultados de la primera ronda sugieren que los socialistas y sus aliados obtendrán el control de la abrumadora mayoría de las 26 regiones de Francia. Los socialistas ya gobiernan 20 de las 22 regiones que forman el territorio del país en Europa tras arrollar a los conservadores en los últimos comicios del 2004.

Sarkozy permaneció en silencio esta noche, dejándole al primer ministro Francois Fillon los comentarios de las altas esferas del gobierno. Este se mantuvo combativo, al afirmar que “no ha terminado. Todo está abierto” antes de la segunda vuelta decisiva el 21 de marzo.

Fillon exhortó a los electores que no acudieron a las urnas en la primera ronda -las autoridades determinaron que la participación había sido del 48%, una de las más bajas en la historia moderna de Francia- a que acudan a sufragar en la segunda, “en un momento en que la crisis económica y financiera exige sangre fría, valor y unidad”.

La líder socialista Martine Aubry, cuyo partido padece divisiones desde hace tiempo y pasó apuros para motivar a los ciudadanos a que acudieran a votar, dijo: “Este resultado es alentador para nosotros”.

Aubry dijo sentirse complacida de ver los buenos resultados para los socios de izquierda de los socialistas. “Juntos hemos hecho cosas hermosas”, afirmó.

Muchos consideran estas elecciones como un referendo de los dos años y medio del gobierno de Sarkozy. Los índices de aprobación del mandatario se encuentran por debajo del 40% y los votantes se muestran preocupados por el desempleo, que sigue aumentando, y los cierres de fábricas, los cuales han provocado huelgas y secuestros de funcionarios de las empresas para presionar a éstas.

Sarkozy admite “graves erros” da França em genocídio de Ruanda 0

Posted on February 25, 2010 by Jefferson

Adaptado da FolhaOnline

Nicolas Sarkozy realiza nesta quarta-feira a primeira visita de um presidente francês a Ruanda em 16 anos. Em Kigali, ele reconheceu “graves erros de apreciação” da França e da comunidade internacional durante o genocídio de 1994 em Ruanda e homenageou as vítimas, que, segundo a ONU, chegaram a 800 mil.

“O que aconteceu aqui é inaceitável, mas o que aconteceu aqui obriga a comunidade internacional, o que inclui a França, a refletir sobre seus erros que impediram prevenir e deter esse crime espantoso”, declarou Sarkozy durante uma entrevista à imprensa ao lado do presidente ruandês, Paul Kagame.

Entre as falhas, Sarkozy citou “graves erros de apreciação, uma forma de cegueira quando não vimos a dimensão genocida do governo do presidente que foi assassinado, erros em uma operação Turquesa realizada tarde demais (…)”.

A operação Turquesa foi lançada pelo Exército francês em junho de 1994, três meses depois do início do genocídio –que começou quando o avião do então presidente Juvenal Habyarimana foi derrubado, em abril daquele ano.

Nos cem dias seguintes, cerca de 800 mil pessoas, a maioria integrantes da etnia tutsi, além de hutus moderados, foram mortos por milícias da etnia hutu. Civis eram incentivados a participar das atrocidades com promessas de que poderiam ficar com as terras dos tutsis mortos.

O genocídio terminou quando rebeldes tutsis assumiram controle do país. Cerca de dois milhões de hutus se refugiaram no vizinho Congo desde então.

Sarkozy pediu ainda que os responsáveis pelo genocídio sejam “encontrados e castigados”. “Não há nenhuma ambiguidade. Disse ao presidente Kagame: os que fizeram isso, onde quer que estejam, devem ser encontrados e castigados”.

Laços

Ruanda e França restabeleceram relações diplomáticas em novembro de 2009, depois de três anos de rompimento. Kigali cortou relações diplomáticas com Paris depois que um juiz francês acusou o presidente Kagame, e vários funcionários de envolvimento no assassinato de Habyarima.

Sarkozy também homenageou as vítimas do massacre, “em nome do povo francês”, ao visitar o monumento fúnebre erguido em Kigali.

“Em nome do povo francês, me inclino ante as vítimas do genocídio dos tutsis (…), a humanidade manterá para sempre a memória destes inocentes e de seu martírio”, escreveu Sarkozy no livro de ouro do monumento fúnebre.

O chefe de Estado francês, acompanhado dos ministros ruandeses das Relações Exteriores, Louise Mushikiwabo, e da Cultura, Joseph Habineza, respeitou um minuto de silêncio diante de 14 fossas comuns do monumento, onde foram enterrados os corpos de mais de 250 mil vítimas, e depositou uma coroa de flores.

Com o ministro das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, e de uma delegação francesa, Sarkozy visitou durante cerca de 20 minutos o museu que relata a história de Ruanda da colonização belga até o genocídio.

Kouchner quer um reconhecimento imediato do Estado Palestino 0

Posted on February 20, 2010 by Jefferson

Adaptado do Le Monde

Em uma entrevista publicada neste sábado, 20 de fevereiro de 2010, o ministro de relações exteriores da França, Bernard Kouchner apelou para a criação de um Estado Palestino. O chefe da diplomacia francesa disse que era necessário um reconhecimento imediato pela comunidade internacional, mesmo antes da negociação das fronteiras.

Perguntado sobre o caso conhecido como Dubaïgate, o diplomata expressou sua condenação sem reservas ao assassinato (presumido) de um integrante do Hamas pelo serviço secreto israelense, o Mossad.

“Nous condamnons les exécutions ciblées et l’utilisation de faux. Les agents n’ont pas usurpé l’identité d’un de nos ressortissants, contrairement aux Britanniques, mais ont utilisé un faux passeport français et un faux nom”, a-t-il déploré.

Agora, resta o questionamento, até quando o povo palestino irá sofrer? Será necessário o mundo reviver um novo holocausto para se dar conta para a criação de um Estado para abrigar esse povo sofrido?

Novamente o Irã… Urânio e Sanções… 0

Posted on February 08, 2010 by Jefferson

Nota-se que Irã será uma constante no cenário político internacional e, conseqüentemente, nesse sítio eletrônico.

Hoje, o secretário de defesa americano Robert M. Gates, em comunhão com o ministro de relações exteriores francês, Bernard Kouchner, convocaram o mundo a recrudescer as relações com o Irã através de novas sanções.

Essa querela teve início no Domingo, quando o governo iraniano anunciou o enriquecimento de urânio em 20% (vinte por cento), alegando necessidades médicas.

Esse anúncio reacendeu o debate internacional sobre a finalidade do programa atômico iraniano e culminaram com as declarações acima estampadas, solicitando novas e mais severas sanções.

Nas palavras de Gates, “all of these initiatives have been rejected”. “We must still try and find a peaceful way to resolve this issue”, afirmou o secretário.  “The only path that is left to us at this point, it seems to me, is that pressure track. But it will require all of the international community to work together”.

Kouchner foi mais enfático e conclamou a comunidade internacional a adotar uma posição mais energética com o país iraniano. Nas palavras de Kouchner “the only thing we can do, alas, is apply sanctions given that negotiations are impossible”.

O embaixador iraniano na Agência de Energia Atômica, Ali Asghar Soltanieh afirmou que o urânio a ser enriquecido será usando somente no reator médico em Terã, e justificou o plano atômico afirmando que “we cannot leave hospitals and patients desperately waiting for radioisotopes”.

Essa novela está longe do fim, então, aguardaremos cenas dos próximos capítulos.

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