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	<title>Política Internacional &#187; Principal</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>sobre o Japão&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 12:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, Devem ter notado que não postei nada sobre a tragédia que assola o Japão. Até poderia, citar falhas geológicas, tsunamis e os efeitos devastadores que emissões de partículas e ondas radioativas (estupidamente jornais estão tratando a emissão γ como partícula), mas não. Não consigo, nem tenho o porque trazer tal desastre para esse espaço. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Devem ter notado que não postei nada sobre a tragédia que assola o Japão.</p>
<p>Até poderia, citar falhas geológicas, tsunamis e os efeitos devastadores que emissões de partículas e ondas radioativas (estupidamente jornais estão tratando a emissão γ como partícula), mas não. Não consigo, nem tenho o porque trazer tal desastre para esse espaço.</p>
<p>Quem me conhece, sabe que eu admiro o Japão. Toda sua cultura, suas pessoas e há anos atrás tentei até ir para lá me submetendo a uma seleção de estudos do governo japonês.</p>
<p>Estudei muito nihongo e não fui por problemas alheios a minha vontade, mas, para mim, o Japão é um paraíso na Terra e pretendo, tão logo eu tenha condições, de ir visitá-lo.</p>
<p>Assim, como muitos aqui no Brasil, parece que essa tragédia aconteceu aqui do lado, abatendo-me tão intensamente que acho desnecessário ficar aqui, neste espaço, listar o amontoado de infortúnios que, infelizmente, lá ocorre.</p>
<p>Faço diferente então, posto várias imagens deste lindo país e torço para sua rápida recuperação.</p>
<p><strong>日本、頑張ってください！！！</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>日本、世界中のみんなが、あなた方の無事を祈ってます。</strong><strong></strong></p>
<p><strong>怖怖がらないでそのまま</strong><strong>, </strong><strong>行こう</strong><strong> </strong><strong>信じて</strong><strong>.</strong></p>
<p><strong>生き急いで搾り取って</strong><strong>, </strong><strong>縺れる足だけど前より</strong><strong>&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=O8x6_JHDkhI">httpv://www.youtube.com/watch?v=O8x6_JHDkh</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1097" title="1 - Geisha" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg" alt="" width="460" height="624" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/1-Geisha.jpg"><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/2-Kyoto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1098" title="2 - Kyoto" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/2-Kyoto-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1099" title="3 - Castelo Nijo" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/3-Castelo-Nijo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/5-Himeji.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1101" title="5 - Himeji" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/5-Himeji-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Poderia encher aqui de imagens, mas ainda sim seria pouco para mostrar tudo que o Japão possui.</p>
<p>Como dito acima, não desista Japão.</p>
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<td><div align="center">
 
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</tr>
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		<title>China e Japão deveriam seguir caminho da paz&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 11:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[YOKOHAMA (Reuters) &#8211; A China e o Japão deveriam &#8220;seguir o caminho da paz, amizade e cooperação&#8221;, afirmou o presidente chinês, Hu Jintao, ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, neste sábado. A afirmação foi feita durante reunião que marcou uma melhora nas relações entre os dois países após meses de tensões. Os líderes participam da cúpula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/11/hunaota.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-916" title="Naoto Kan,Hu Jintao" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/11/hunaota.jpg" alt="" width="342" height="350" /></a></p>
<p>YOKOHAMA (Reuters) &#8211; A China e o Japão deveriam &#8220;seguir o caminho da paz, amizade e cooperação&#8221;, afirmou o presidente chinês, Hu Jintao, ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, neste sábado.</p>
<p>A afirmação foi feita durante reunião que marcou uma melhora nas relações entre os dois países após meses de tensões.</p>
<p>Os líderes participam da cúpula Ásia-Pacífico neste final de semana.</p>
<p>A China estava se indispondo com o Japão desde uma disputa marítima em setembro, quando a guarda costeira do Japão prendeu um pescador chinês perto de ilhas reivindicadas pelos dois países.</p>
<p>&#8220;Hu salientou que é a escolha certa para os interesses de japoneses e chineses seguir o caminho da paz, amizade e cooperação&#8221;, afirmou a agência oficial chinesa Xinhua.</p>
<p>Hu disse a Kan que as duas nações deveriam avançar nas relações bilaterais estratégicas e seguir no caminho de uma estabilidade.</p>
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		<title>North Korea demands apology from Japan</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 02:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[By the CNN Wire Staff Japan apologized to the South, but not the North, for colonization (CNN) &#8212; North Korea is demanding reparations from Japan for colonizing the Korean peninsula for more than three decades in the early 1900s, after Tokyo once again apologized to South Korea earlier this month. &#8220;The Japanese imperialists enforced the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/08/t1larg.japan_.korea_.afp_.gi_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-843" title="t1larg.japan.korea.afp.gi" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2010/08/t1larg.japan_.korea_.afp_.gi_.jpg" alt="" width="640" height="360" /></a></p>
<p>By the CNN Wire Staff</p>
<p>Japan apologized to the South, but not the North, for colonization</p>
<p>(CNN) &#8212; North Korea is demanding reparations from Japan for colonizing the Korean peninsula for more than three decades in the early 1900s, after Tokyo once again apologized to South Korea earlier this month.</p>
<p>&#8220;The Japanese imperialists enforced the harshest colonial rule in history over Korea, bringing unspeakably horrible misfortune and sufferings and disasters to the Korean nation,&#8221; said a spokesman for the Central Committee of the Democratic Front for the Reunification of Korea, according to the the state-run Korean Central News Agency.</p>
<p>&#8220;Japan should make a sincere apology and make full reparation to the Korean nation for its aggression and crimes against humanity,&#8221; KCNA quoted the spokesman as saying.</p>
<p>There was no immediate reaction from the Japanese government.</p>
<p>Japan&#8217;s August 10 apology to South Korea wasn&#8217;t its first to Seoul, but it coincided with the 100th anniversary this month of the annexation of the Korean peninsula.</p>
<p>In his statement, Prime Minister Naoto Kan expressed &#8220;deep regret over the suffering inflicted&#8221; during Japan&#8217;s rule.</p>
<p>Cabinet members endorsed the statement, Japan&#8217;s Kyodo news agency reported.</p>
<p>Kan also said Japan will hand over precious cultural artifacts that South Korea has been demanding. Among them are records of an ancient Korean royal dynasty.</p>
<p>Japan controlled Korea from 1910 to 1945. During that time, Japan&#8217;s military is accused of forcing about 200,000 women, mainly from Korea and China, to serve as sex slaves.</p>
<p>They were known as &#8220;comfort women&#8221; for soldiers in Japan&#8217;s Imperial Army. In the past, there have been street protests and lawsuits in South Korea over the sufferings of the comfort women.</p>
<p>South Korea&#8217;s ruling Grand National Party said earlier this month the statement was &#8220;a step forward&#8221; from past statements, but &#8220;not enough to allay&#8221; Korean anger, the country&#8217;s Yonhap news agency said.</p>
<p>The statement &#8220;has no mention of illegitimacy of the forced annexation and Koreans forced to work as sex slaves or manual laborers by the Japanese army,&#8221; Ahn Hyoung-hwan, a spokesman of the party, said, according to Yonhap.</p>
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		<title>China&#8230;Um dragão crescente&#8230;.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 00:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[China Passes Japan as Second-Largest Economy The New York Times Journal SHANGHAI — After three decades of spectacular growth, China passed Japan in the second quarter to become the world’s second-largest economy behind the United States, according to government figures released early Monday. The milestone, though anticipated for some time, is the most striking evidence [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>China Passes Japan as Second-Largest Economy</strong></p>
<p>The New York Times Journal</p>
<p>SHANGHAI — After three decades of spectacular growth, China passed Japan in the second quarter to become the world’s second-largest economy behind the United States, according to government figures released early Monday.</p>
<p>The milestone, though anticipated for some time, is the most striking evidence yet that China’s ascendance is for real and that the rest of the world will have to reckon with a new economic superpower.</p>
<p>The recognition came early Monday, when Tokyo said that Japan’s economy was valued at about $1.28 trillion in the second quarter, slightly below China’s $1.33 trillion. Japan’s economy grew 0.4 percent in the quarter, Tokyo said, substantially less than forecast. That weakness suggests that China’s economy will race past Japan’s for the full year.</p>
<p>Experts say unseating Japan — and in recent years passing Germany, France and Great Britain — underscores China’s growing clout and bolsters forecasts that China will pass the United States as the world’s biggest economy as early as 2030. America’s gross domestic product was about $14 trillion in 2009.</p>
<p>“This has enormous significance,” said Nicholas R. Lardy, an economist at the Peterson Institute for International Economics. “It reconfirms what’s been happening for the better part of a decade: China has been eclipsing Japan economically. For everyone in China’s region, they’re now the biggest trading partner rather than the U.S. or Japan.”</p>
<p>For Japan, whose economy has been stagnating for more than a decade, the figures reflect a decline in economic and political power. Japan has had the world’s second-largest economy for much of the last four decades, according to the World Bank. And during the 1980s, there was even talk about Japan’s economy some day overtaking that of the United States.</p>
<p>But while Japan’s economy is mature and its population quickly aging, China is in the throes of urbanization and is far from developed, analysts say, meaning it has a much lower standard of living, as well as a lot more room to grow. Just five years ago, China’s gross domestic product was about $2.3 trillion, about half of Japan’s.</p>
<p>This country has roughly the same land mass as the United States, but it is burdened with a fifth of the world’s population and insufficient resources.</p>
<p>Its per capita income is more on a par with those of impoverished nations like Algeria, El Salvador and Albania — which, along with China, are close to $3,600 — than that of the United States, where it is about $46,000.</p>
<p>Yet there is little disputing that under the direction of the Communist Party, China has begun to reshape the way the global economy functions by virtue of its growing dominance of trade, its huge hoard of foreign exchange reserves and United States government debt and its voracious appetite for oil, coal, iron ore and other natural resources.</p>
<p>China is already a major driver of global growth. The country’s leaders have grown more confident on the international stage and have begun to assert greater influence in Asia, Africa and Latin America, with things like special trade agreements and multibillion dollar resource deals.</p>
<p>“They’re exerting a lot of influence on the global economy and becoming dominant in Asia,” said Eswar S. Prasad, a professor of trade policy at Cornell and former head of the International Monetary Fund’s China division. “A lot of other economies in the region are essentially riding on China’s coat tails, and this is remarkable for an economy with a low per capita income.”</p>
<p>In Japan, the mood was one of resignation. Though increasingly eclipsed by Beijing on the world stage, Japan has benefited from a booming China, initially by businesses moving production there to take advantage of lower wages and, as local incomes have risen, by tapping a large and increasingly lucrative market for Japanese goods.</p>
<p>Beijing is also beginning to shape global dialogues on a range of issues, analysts said; for instance, last year it asserted that the dollar must be phased out as the world’s primary reserve currency.</p>
<p>And while the United States and the European Union are struggling to grow in the wake of the worst economic crisis in decades, China has continued to climb up the economic league tables by investing heavily in infrastructure and backing a $586 billion stimulus plan.</p>
<p>This year, although growth has begun to moderate a bit, China’s economy is forecast to expand about 10 percent — continuing a remarkable three-decade streak of double-digit growth.</p>
<p>“This is just the beginning,” said Wang Tao, an economist at UBS in Beijing. “China is still a developing country. So it has a lot of room to grow. And China has the biggest impact on commodity prices — in Russia, India, Australia and Latin America.”</p>
<p>There are huge challenges ahead, though. Economists say that China’s economy is too heavily dependent on exports and investment and that it needs to encourage greater domestic consumption — something China has struggled to do.</p>
<p>The country’s largely state-run banks have recently been criticized for lending far too aggressively in the last year while shifting some loans off their balance sheet to disguise lending and evade rules meant to curtail lending growth.</p>
<p>China is also locked in a fierce debate over its currency policy, with the United States, European Union and others accusing Beijing of keeping the Chinese currency, the renminbi, artificially low to bolster exports — leading to huge trade surpluses for China but major bilateral trade deficits for the United States and the European Union. China says that its currency is not substantially undervalued and that it is moving ahead with currency reform.</p>
<p>Regardless, China’s rapid growth suggests that it will continue to compete fiercely with the United States and Europe for natural resources but also offer big opportunities for companies eager to tap its market.</p>
<p>Although its economy is still only one-third the size of the American economy, China passed the United States last year to become the world’s largest market for passenger vehicles. China also passed Germany last year to become the world’s biggest exporter.</p>
<p>Global companies like Caterpillar, General Electric, General Motors and Siemens — as well as scores of others — are making a more aggressive push into China, in some cases moving research and development centers here.</p>
<p>Some analysts, though, say that while China is eager to assert itself as a financial and economic power — and to push its state companies to “go global” — it is reluctant to play a greater role in the debate over climate change or how to slow the growth of greenhouse gases.</p>
<p>China passed the United States in 2006 to become the world’s largest emitter of greenhouse gases, which scientists link to global warming. But China also has an ambitious program to cut the energy it uses for each unit of economic output by 20 percent by the end of 2010, compared to 2006.</p>
<p>Assessing what China’s newfound clout means, though, is complicated. While the country is still relatively poor per capita, it has an authoritarian government that is capable of taking decisive action — to stimulate the economy, build new projects and invest in specific industries.</p>
<p>That, Mr. Lardy at the Peterson Institute said, gives the country unusual power. “China is already the primary determiner of the price of virtually every major commodity,” he said. “And the Chinese government can be much more decisive in allocating resources in a way that other governments of this level of per capita income cannot.”</p>
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		<title>Coreia do Sul e Japão se unem contra Pyongyang</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 12:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Jack Kim e Yoko Nishikawa SEOGWIPO Coreia do Sul (Reuters) &#8211; A Coreia do Sul e o Japão prometerem neste sábado permanecerem unidos contra a Coreia do Norte antes de um encontro de líderes regionais que deverá pressionar a China sobre sua relutância em relação a Pyongyang pelo afundamento de um navio sul-coreano. Líderes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Jack Kim e Yoko Nishikawa</p>
<p>SEOGWIPO Coreia do Sul (Reuters) &#8211; A Coreia do Sul e o Japão prometerem neste sábado permanecerem unidos contra a Coreia do Norte antes de um encontro de líderes regionais que deverá pressionar a China sobre sua relutância em relação a Pyongyang pelo afundamento de um navio sul-coreano.</p>
<p>Líderes das três maiores potências do nordeste asiático estão reunidos em Seogwipo, um resort na ilha sul-coreana de Jeju, com a intenção original de intensificar os planos para uma cooperação regional maior e integração econômica.</p>
<p>Mas a disputa entre as Coreias roubou os holofotes. Os dois lados da fortemente armada península estão divididos em um impasse após um navio de guerra sul-coreano ter afundado no final de março, matando 46 tripulantes. Seul concluiu que a Coreia do Norte foi a responsável pelo ataque.</p>
<p>Em negociações nos próximos dois dias, o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, e o premiê chinês, Wen Jiabao, devem debater o assunto, que causou um impasse entre China e seus vizinhos, que apoiam ações internacionais firmes contra Pyongyang.</p>
<p>Hatoyama sugeriu, e os três líderes fizeram um minuto de silêncio, antes das negociações, pela morte dos marinheiros.</p>
<p>&#8220;As ações provocativas da Coreia do Norte são imperdoáveis&#8221;, afirmou Hatoyama a Lee Myung-bak antes do encontro, segundo uma autoridade do governo japonês. &#8220;O Japão, assim como a comunidade internacional, está condenando tais ações e apoia fortemente a Coreia do Sul.&#8221;</p>
<p>O crescente antagonismo entre as Coreias prejudicou os mercados, com investidores preocupados de que o confronto possa se tornar um conflito armado na região que engloba a segunda e a terceira maiores economias do mundo, o Japão e a China.</p>
<p>Analistas dizem que nenhum dos lados está pronto para ir à guerra. A China considera a vizinha Coreia do Norte uma amiga e um fator de equilíbrio em relação aos outros países próximos, que são apoiados pelos Estados Unidos. Os chineses não condenaram Pyongyang, dizendo que precisam analisar as evidências e pedindo comedimento para ambos os lados.</p>
<p>Wen permaneceu com essa posição durante um encontro com Lee na sexta-feira, mas também afirmou que Pequim não protegerá o culpado pelo afundamento. Em suas considerações iniciais na reunião, o premiê chinês não citou o navio Cheonan e usou um tom otimista.</p>
<p>&#8220;Quero trabalhar com o presidente Lee e o primeiro-ministro Hatoyama para alcançar sólidos resultados e enviar uma mensagem ao mundo de confiança e esperança na paz, estabilidade e desenvolvimento (na região)&#8221;, disse Wen.</p>
<p>Seul precisa do apoio ou da abstenção da China para votar uma resolução ou declaração da ONU criticando a Coreia do Norte pelo afundamento. Como membro permanente do Conselho de Segurança, a China tem poder de veto em tais ações.</p>
<p>Os líderes da Coreia do Sul e do Japão deram um sinal de unidade sobre o assunto neste sábado. &#8220;Hatoyama disse que tomará um papel de liderança na cooperação internacional (contra a Coreia do Norte) e expressou firmemente que vai apoiar a posição da Coreia do Sul no Conselho de Segurança da ONU&#8221;, disse o assessor presidencial sul-coreano Lee Dong-kwan após o encontro do mandatário de seu país com o colega japonês.</p>
<p>A imprensa estatal norte-coreana disse neste sábado que os Estados Unidos culparam o país pelo afundamento do navio para &#8220;colocar a China em uma posição desconfortável e manter Japão e a Coreia do Sul como seus servos&#8221;.</p>
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		<title>Polêmica de Okinawa ajuda a derrubar apoio a premiê do Japão</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 14:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Milhares de japoneses protestaram no domingo contra base americana. Dois em cada três eleitores japoneses desaprovam a atuação do primeiro-ministro Yukio Hatoyama, e quase 60% acham que ele deve renunciar se não conseguir resolver até o final de maio a polêmica envolvendo a localização de uma base militar dos EUA, conforme uma pesquisa divulgada nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de japoneses protestaram no domingo contra base americana.</p>
<p>Dois em cada três eleitores japoneses desaprovam a atuação do primeiro-ministro Yukio Hatoyama, e quase 60% acham que ele deve renunciar se não conseguir resolver até o final de maio a polêmica envolvendo a localização de uma base militar dos EUA, conforme uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (26) pelo jornal &#8220;Nikkei&#8221;.</p>
<p>No domingo, dezenas de milhares de japoneses se manifestaram em Okinawa (sul) pela retirada da base da ilha, o que foi uma promessa eleitoral de Hatoyama. Os EUA, conforme um acordo de 2006, querem transferi-la para uma área menos habitada de Okinawa.</p>
<p>Várias alternativas foram sugeridas na imprensa, mas nada que fosse aceitável pela população da ilha e pelos EUA, principais aliados do Japão. Escândalos financeiros envolvendo o Partido Democrata (governista) também contribuíram com a impopularidade do premiê.</p>
<p>O governo deve convocar eleições para o Senado em julho ou agosto, e um resultado inconclusivo pode complicar os esforços para manter a frágil recuperação econômica e controlar a dívida.</p>
<p><strong>Contas de campanha</strong></p>
<p>Na segunda-feira, Hatoyama recebeu uma rara boa notícia: a de que uma comissão judiciária corroborou a decisão do Ministério Público de não indiciar o premiê por causa das suas contas de campanha, nas quais irregularidades levaram à condenação de um assessor na semana passada.</p>
<p>Mas a mesma comissão continua investigando o possível envolvimento de Ichiro Ozawa, secretário-geral do Partido Democrata em outro escândalo, disse a imprensa.</p>
<p>A pesquisa publicada no jornal &#8220;Nikkei&#8221; foi feita durante o fim de semana, e mostrou que 68% dos eleitores reprovam a atuação de Hatoyama. No mês passado, 57% davam tal resposta.</p>
<p>Comentando a manifestação de domingo em Okinawa, Hatoyama disse que se trata de &#8220;uma expressão da opinião pública&#8221;. O premiê disse que continua empenhado em aliviar o ônus sobre Okinawa, que abriga com relutância cerca de metade das forças dos EUA no Japão. A atual localização da base de Futenma, numa zona densamente povoada, é considerada um risco à segurança pública.</p>
<p>Na pesquisa, o índice de apoio a Hatoyama caiu de 36 para 24% &#8211; cerca de um terço dos 70% de aprovação que ele possuía ao assumir o cargo, em setembro.</p>
<p>A intenção de voto no PD nas eleições para o Senado caiu de 24 para 20%. O apoio ao Partido Liberal Democrático, o principal da oposição, também caiu, para 14%.</p>
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		<title>Japão pede desculpas à Coréia do Sul por ações coloniais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 12:53:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desculpas sempre são bem vindas, não é? Pois bem, o Ministro de Relações Exteriores do Japão, Katsuya Okada pediu desculpas nesta quinta-feira a Coréia do Sul por mais de três décadas de submissão. Segundo o diplomata, esse período é descrito como um &#8220;tragic incident&#8220; Okada fez esse pedido, inusitado, durante uma conferencia de notícias ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpas sempre são bem vindas, não é?</p>
<p>Pois bem, o Ministro de Relações Exteriores do Japão, Katsuya Okada pediu desculpas nesta quinta-feira a Coréia do Sul por mais de três décadas de submissão. Segundo o diplomata, esse período é descrito como um <a href="http://edition.cnn.com/2010/WORLD/asiapcf/02/11/japan.korea.apology/index.html">&#8220;<em>tragic incident</em>&#8220;</a></p>
<p>Okada fez esse pedido, inusitado, durante uma conferencia de notícias ao lado do Ministro de Relações Exteriores da Coréia do Sul, Yu Myung-hwan.</p>
<blockquote><p>&#8220;I believe it was a tragic incident for Koreans when they were deprived of their nation and their identity,&#8221; Okada said, according to the Yonhap news agency.</p>
<p>&#8220;I can fully understand the feelings of (Koreans) who were deprived of their identity and nation. I believe we must never forget the victims,&#8221; he added.</p></blockquote>
<p>Para relembrá-los, o incidente trágico descrito ocorreu entre 1910 e 1945.</p>
<p>Esse período de expansão militar nipônico é marcado pelos relatos de mulheres que serviram de escravas sexuais para os soldados japoneses. Cerca de 200.000 mulheres, entre chinesas e coreanas, foram escravizadas e até hoje tentam ver reconhecidas essas barbaridades e indenizadas.</p>
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