Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



La cumbre por el plan nuclear iraní concluyó con un fracaso. 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

Clarín.com

La diplomacia europea se declaró “decepcionada”. No se prevé otra reunión.

Las conversaciones realizadas en Estambul sobre el programa nuclear iraní entre Teherán y las grandes potencias mundiales, que temen que Irán prepare un arma atómica, terminaron ayer con un fracaso y no se prevé ninguna otra reunión al respecto.

El enriquecimiento de uranio se ha convertido en foco de preocupación internacional debido a que permite la elaboración de combustible nuclear y materiales para la fabricación de ojivas atómicas. Irán insiste que su programa de enriquecimiento de uranio busca la generación de energía con fines pacíficos, pero Occidente sospecha que intenta construir una bomba atómica. Irán se niega a colaborar con la ONU en la inspección de sus instalaciones atómicas.

La jefa de la diplomacia de la Unión Europea, Catherine Ashton, intermediaria en las conversaciones del viernes y ayer entre el Grupo Cinco (Estados Unidos, Reino Unido, Francia, Rusia, China) y Alemania e Irán sobre el programa iraní se declaró “decepcionada” al término de esas discusiones. Ashton agregó que no había “nuevas conversaciones planeadas” entre las seis potencias mundiales y Teherán acerca del controvertido programa iraní. “Sigue siendo esencial que Irán demuestre que su programa nuclear es pacífico”, añadió Ashton.

La cumbre anterior, que tuvo lugar a principios de diciembre en Ginebra después de 14 meses de interrupción de las discusiones, había creado algunas esperanzas, al anunciarse el encuentro de Estambul. Otra indicación del fracaso de estas negociaciones fue que durante estos dos días no se realizó ninguna reunión bilateral entre la delegación estadounidense y la de Irán, según un diplomático norteamericano, a pesar de la insistencia de los seis en que se llevase a cabo un encuentro.

Irán afirmó durante esos dos días que se negaba a tratar una suspensión de esas actividades de enriquecimiento, y que pedía el levantamiento de las sanciones internacionales en su contra.

Pero más allá del fracaso en Estambul, Irán se declaró listo para reflotar un acuerdo consensuado el año pasado con Brasil y Turquía, pero rechazado por Washington, que prevé la entrega de uranio iraní de bajo enriquecimiento a Rusia a cambio de uranio altamente enriquecido. El acuerdo estipula que el uranio iraní permanezca almacenado en Turquía en espera que desde el exterior sean entregados a Irán 120 kilos de combustible. Si esto no ocurre, Turquía se comprometió a restituir “pronto” el uranio a Irán. Sin embargo, el plan fue rechazado por EE.UU., que acusa a Irán –apoyado por Israel– de desarrollar su plan nuclear con objetivos bélicos.

Sudão planeja construir reator nuclear até 2020 0

Posted on August 22, 2010 by Jefferson

KHARTOUM (Reuters) – O Sudão planeja construir um reator nuclear e sua primeira usina de energia nuclear para fins pacíficos até 2020, informou a agência estatal SUNA.

A economia do Sudão vem sofrendo sanções norte-americanas desde 1997, além de décadas de guerra, mas conseguiu elevar a produção de petróleo a 470 mil barris por dia, impulsionando seu crescimento.

O país também construiu usinas no entorno dos rios Nilo Azul e Branco, que se unem no Sudão, para gerar eletricidades. Entretanto, grandes áreas do país ainda não contam com energia elétrica regular.

Citando o diretor-geral da Agência de Energia Atômica Sudanesa, Mohamed Ahmed Hassan el-Tayeb, a agência informou que o governo começou a planejar no início deste ano o desenvolvimento de energia nuclear.

O Ministério de Eletricidade e Usinas já começou a preparar o projeto para produzir eletricidade a partir de energia nuclear em parceria com a Agência Internacional de Energia Atômica e deve construir a primeira usina em 2020″, segundo a agência.

Será que uma guerra se aproxima? 0

Posted on July 24, 2010 by Jefferson

Coreia do Norte fala em “guerra sagrada” contra EUA e o Sul

SEUL (Reuters) – A Coreia do Norte disse nesta sexta-feira que vai iniciar uma “guerra sagrada” contra os Estados Unidos e a Coreia do Sul “a qualquer momento necessário”, valendo-se do seu arsenal nuclear como forma de dissuasão contra os “temerários” exercícios militares dos dois países.

A poderosa Comissão Nacional de Defesa norte-coreana voltou a negar em nota que o país tenha sido responsável pelo naufrágio de uma corveta sul-coreana em março, e que poderia ter de retaliar contra Estados Unidos e Coreia do Sul, que iniciam no domingo exercícios militares no mar Amarelo.

“O Exército e o povo da RPDC (República Popular Democrática da Coreia, nome oficial do país) vão começar uma guerra sagrada retaliatória contra os imperialistas dos EUA e as forças títeres sul-coreanas (que estão) deliberadamente empurrando a situação para a beira da guerra”, disse a comissão em nota divulgada no sábado (pela hora local, tarde de sexta em Brasília).

A nota foi parte da ofensiva verbal de Pyongyang contra uma recente investigação promovida pela Coreia do Sul que apontou a responsabilidade norte-coreana no naufrágio, que matou 46 marinheiros.

Graças à ajuda da China, a Coreia do Norte conseguiu escapar a uma reprimenda do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que condenou o incidente sem citar diretamente Pyongyang.

Os EUA rejeitaram a proposta da Coreia do Norte para a retomada de negociações multilaterais, e na quarta-feira anunciaram novas sanções contra os líderes comunistas do país.

Nesta sexta-feira, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, P.J. Crowley, disse que os EUA não estavam interessados em uma guerra retórica com Pyongyang. “O que precisamos da Coreia do Norte são palavras menos provocativas e mais ações construtivas”.

Durante um fórum multilateral nesta semana no Vietnã, a Coreia do Norte ameaçou reações físicas contra os exercícios militares planejados pelos EUA e a Coreia do Sul.

Les pays émergents doivent être davantage écoutés… 0

Posted on June 22, 2010 by Jefferson

Le Figaro – 15/06/2010

Em uma lire pu récemment dans la presse française Que le 17 mai entrerait dans les livres d’ histoire comme une data remarquable : celle de la déclaration de Teerã , par le Brésil et négociée la Turquie avec l’ Irão à propos du Nucléaire programa de ce dernier . Un commentateur d’ un cotidiano célebre britannique alors suggérait esforços Que les

déployés par les deux paga emergentes lançaient un défi à La primauté permanentes des membres du Conseil de sécurité des Nations Unies questões sur les de paix et de sécurité internationales – et pour ce n’était pas déplaire .

En effet , jusqu’à bien récemment toutes decisões internationales étaient sas par une puissances poignée de traditionnelles . Les membres permanentes du Conseil de sécurité – qui sont d’ailleurs les cinq memes puissances nucléaires par le reconnues TNP – eu ont (et ont encore ) Le Privilège de donner les cartes en matière de paix et de

internationales sécurité . Au G8 décisions incombaient des Importantes l’économie mondiale affectant . questões Quant au aux liées comércio internacional, le quatuor composé des Etats- Unis, de l’ UE, du Japon et du Canada dominait la scène . Selon l’ historien britannique Eric Hobsbawm , Que le fait le monde en soit trem de devenir multipolaire est un des les plus importants phénomènes de notre époque. Des paga comme le Brésil , la Chine , l’ Inde , L’ Afrique du Sud et quelques autres sont les « petits nouveaux sur la liste » , celle des Acteurs mondiaux qui internationales façonnent les relações. Ils légitimement aspirent à un plus grand rôle dans les internationales instituições, souffrent qui d’ un «» démocratique déficit .

décisions Les Mondiales peuvent ne plus être sas sans tenir compte voix de leurs . rassemblement Au Ministériel du ciclo de Doha à Cancun , en 2003, le Brésil , l’ Inde , L’ argentino et d’ autres ont paga en développement choisi de ne pas une décision approuver prêmio par les Acteurs traditionnels – en particulier les Etats- Unis et l’ Union européenne – , a decisão une qui ne pas compte Tenait de intérêts leurs , en matière d’ principalement agricultura. La Création du G20 uma une fois pour toutes transforme le modèle negociações des multilatérales sur le commerce .

La crise financière um accentué Davantage encore l’ avènement Acteurs des nouveaux . Le G20 financeiro , qui est compor um La fois de pays riches et développement en , um remplacé comme le G8 forum le premier de Débats et de prêmio concernant décision de l’ économie mondiale . Dans le domaine du changement climatique , les ont toujours paga emergentes été importants des Acteurs . Mais ce n’est Que lors de la 15e Conférence des partidos à qu’un Copenhague « acordo »- insuffisant acclamé quoique – uma conclusão pu être sur un texte négocié avec le président des Etats- Unis par les líderes du Basic, constitue ce groupe du Brésil, de l’ Afrique du Sud , de l’ Inde et de la Chine .

Le dernier avril 15, Brasília, um accueilli deux rencontres politiques au niveau consecutivos plus haut : le 2e sommet Bric ( Brésil, Russie, Inde et Chine ) et le 4e sommet Ibas ( Inde , Brésil et Afrique du Sud) . Ces deux groupes , diferentes quoique Entre eux , illustrent la volonté des puissances Emergentes redéfinir mondiale de la gouvernance et leur engajamento à le faire. De nombreux commentateurs ont Considere ces deux rencontres jumelles comme étant mais pertinentes Récents Que rassemblements les du du OU G7 G8.

discussões Les sur le commerce , la finanças, le changement climatique OU même la ont mondiale gouvernance início de s’ouvrir aux paga en développement . Il est Que reconnu Désormais , sans la présence de pays comme la Chine , l’ Inde , le Brésil , l’ Afrique du Sud et le Mexique , résultat aucun atteint ne serait tangíveis .

introduzirem certas paradoxale De manière quelque peu , perguntas les liées à la paix et la sécurité à Internationales – Que appelleront le noyau dur mondiale de la politique – demeurent la prerrogativa d’ un petit nombre de pays . En dépit de tout ce qu’ils ont pu dire sur leur à disposição « tendre la main aux » autres , aucune rencontre de Ministres des Affaires étrangères du G8 +5 n’a jamais été convoquée . Et la gestion du « santos santo des » par les cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des Nations Unies um préservée soigneusement ETE.

Que Le fait le Brésil et la Turquie se soient Aventures – et , qui est plus , avec succès – dans un domaine typiquement gere par le P5 ( Groupe des cinq permanentes membres du Conseil de sécurité des negociações encarregados sur le dossier nucléaire iranien ) a bouleversé le statu quo. L’ insistance pour des contre l’ sanções Irão, qui de facto ignoraient la Déclaration de Teerã, sans lui même temps le laisser de REAGIR aux commentaires du « Grupo de Vienne » ( Etats- Unis , França et Russie ), confirme a percepção la des nombreux analystes qui dénoncent Que les centros traditionnels Du pouvoir ne pas partageront gracieusement leur statut privilégié . En effet, negociações les Menees par le président Lula et le Premier ministre turc Erdogan ont rigoureusement suivi la feuille de route qui se trouvait tabela sur la depuis des mois et dont la avait été Validité récemment au niveau réaffirmée plus haut . L’ ancien directeur

général de l’ AIEA ( Agência Internacional de l’ atomique énergie ), Mohammed ElBaradei Remarque , um propos du refus de prendre en compte la déclaration de Teerã : ” Cela équivaut à ne pas qu’on accepter puisse répondre oui uma pergunta une . ”

Une grande partie du monde um actuellement les yeux rives sur la Coupe du monde en Afrique du Sud . Dans le futebol , esporte le le plus universel , les paga en développement comme le Brésil et l’ ont toujours été Argentina consideres comme des Incontournables Acteurs . Il est temps grande Que perguntas sur les túmulos de la paix et de la guerre soient entendus les paga emergentes – la Turquie et le Brésil, Mais aussi d’ autres comme l’ Inde , L’ Afrique du Sud, l’ Egypte et l ‘ Indonésie . Les justiça rendra écouter à leur compétence et à leur capacité . Mais surtout , les écouter ouvrira la porte à un monde meilleur .

Turkey’s Gain Is Iran’s Loss… 0

Posted on June 19, 2010 by Jefferson

By ELLIOT HEN-TOV and BERNARD HAYKEL

New York Times Journal

SINCE Israel’s deadly raid on the Turkish ship Mavi Marmara last month, it’s been assumed that Iran would be the major beneficiary of the wave of global anti-Israeli sentiment. But things seem to be playing out much differently: Iran paradoxically stands to lose much influence as Turkey assumes a surprising new role as the modern, democratic and internationally respected nation willing to take on Israel and oppose America.

While many Americans may feel betrayed by the behavior of their longtime allies in Ankara, Washington actually stands to gain indirectly if a newly muscular Turkey can adopt a leadership role in the Sunni Arab world, which has been eagerly looking for a better advocate of its causes than Shiite, authoritarian Iran or the inept and flaccid Arab regimes of the Persian Gulf.

Turkey’s Islamist government has distilled every last bit of political benefit from the flotilla crisis, domestically and internationally. And if the Gaza blockade is abandoned or loosened, it will be easily portrayed as a victory for Turkish engagement on behalf of the Palestinians. Thus the fiery rhetoric of Turkey’s prime minister, Recep Tayyip Erdogan, appeals not only to his domestic constituency, but also to the broader Islamic world. It is also an attempt to redress what many in the Arab and Muslim worlds see as a historic imbalance in Turkey’s foreign policy in favor of Israel. Without having to match his words with action, Mr. Erdogan has amassed credentials to be the leading supporter of the Palestinian cause.

While most in the West seem to have overlooked this dynamic, Tehran has not. President Mahmoud Ahmadinejad used a regional summit meeting in Istanbul this month to deliver an inflammatory anti-Israel speech, yet it went virtually unnoticed among the chorus of international condemnations of Israel’s act. On June 12 Iran dispatched its own aid flotilla bound for Gaza, and offered to provide an escort by its Revolutionary Guards for other ships breaking the blockade.

Yet Hamas publicly rejected Iran’s escort proposal, and a new poll by the Palestinian Center for Policy and Survey Research found that 43 percent of Palestinians ranked Turkey as their No. 1 foreign supporter, as opposed to just 6 percent for Iran.

Turkey has a strong hand here. Many leading Arab intellectuals have fretted over being caught between Iran’s revolutionary Shiism and Saudi Arabia’s austere and politically ineffectual Wahhabism. They now hope that a more liberal and enlightened Turkish Sunni Islam — reminiscent of past Ottoman glory — can lead the Arab world out of its mire.

You can get a sense of just how attractive Turkey’s leadership is among the Arab masses by reading the flood of recent negative articles about Ankara in the government-owned newspapers of the Arab states. This coverage impugns Mr. Erdogan’s motives, claiming he is latching on to the Palestinian issue because he is weak domestically, and dismisses Turkey’s ability to bring leadership to this quintessential “Arab cause.” They reek of panic over a new rival.

Turkey also gained from its failed effort, alongside Brazil, to hammer out a new deal on Iran’s nuclear program. The Muslim world appreciated Turkey’s standing up to the United States, and in the end Iran ended up with nothing but more United Nations sanctions.

In taking hold of the Palestinian card, Prime Minister Erdogan has potentially positioned Turkey as the central interlocutor between the Islamic/Arab world and Israel and the West, and been rewarded with tumultuous demonstrations lauding him in Ankara and Istanbul. Meanwhile, the streets of Tehran have been notably silent, with Mr. Ahmadinejad’s regime worried about public unrest during the one-year anniversary of last summer’s fraudulent elections.

Prime Minister Erdogan has many qualities that will help him gain the confidence of the Arab masses. He is not only a devout Sunni, but also the democratically elected leader of a dynamic and modern Muslim country with membership in the G-20 and NATO. His nation is already a major tourist and investment destination for Arabs, and the Middle East has long been flooded with Turkish products, from agriculture to TV programming.

With Turkey capturing the hearts, minds and wallets of Arabs, Iran will increasingly find it harder to carry out its agenda of destabilizing the region and the globe. For Americans, it may be hard to see the blessings in a rift with a longtime ally. But even if Turkey’s interests no longer fully align with ours, there is much to be gained from a Westernized, prosperous and democratic nation becoming the standard-bearer of the Islamic world.

Sanções da ONU são “ilegais e inválidas,” diz Irã 0

Posted on June 18, 2010 by Jefferson

Por Ramin Mostafavi

TEERÃ (Reuters) – O Irã qualificou na sexta-feira de “ilegais e inválidas” as novas sanções adotadas pela ONU contra o país, e acusou os Estados Unidos de disseminarem as armas atômicas pelo mundo.

Numa declaração de tom desafiador, lida por um clérigo linha-dura nas preces de sexta-feira, o Conselho Nacional Supremo da Segurança Nacional do Irã disse que as sanções violam a Carta da ONU e deveriam ser revogadas.

“A entrada do Conselho de Segurança nas atividades nucleares pacíficas da República Islâmica do Irã é ilegal e inválida,” disse a nota, divulgada pelo órgão que coordena questões de defesa e segurança.

O texto diz que a ONU “deve tomar rapidamente ações corretivas e corrigir seus erros passados.”

O Conselho de Segurança aprovou neste mês uma quarta rodada de sanções contra o programa nuclear do Irã, envolvendo principalmente os setores bancário e de navegação. Os EUA e seus aliados suspeitam que o Irã esteja secretamente desenvolvendo armas atômicas, o que Teerã nega.

O Irã minimiza o impacto das sanções, mas analistas dizem que restrições adicionais a serem adotadas por EUA e União Europeia poderiam ter maiores consequências.

Em sua nova saraivada contra os EUA, o Irã culpou Washington por “usar, produzir e disseminar armas nucleares”, e provocou os EUA por conta do derramamento de petróleo no golfo do México.

“Como pode um regime que não é capaz de conter um poço de petróleo ganhar a confiança do mundo para restringir seu arsenal nuclear, que é a maior ameaça para o mundo?,” disse a comunicado.

Comandando as preces transmitidas por rede nacional de rádio às sextas-feiras, o aiatolá Ahmad Jannati disse que está tramitando no Parlamento um projeto que autoriza o Irã a reagir à altura contra tentativas de que seus navios sejam revistados, um dos itens previstos na resolução da ONU.

“Eles querem parar e inspecionar nossos navios e aviões, o que é uma verdadeira vergonha,” disse ele. “O Parlamento fez bem. Os parlamentares disseram que iríamos retaliar e fazer o mesmo com os seus navios no golfo Pérsico e no mar de Omã.”

A nota também diz que o Irã vai retaliar contra medidas que considerar injustificadas.

“A República Islâmica do Irã anuncia explicitamente que qualquer ação contra interesses legais e legítimos da nação iraniana irão em troca receber uma resposta jurídica e uma ação apropriada por parte do Irã.”

Sanções definidas na quinta-feira por líderes europeus prevêem medidas contra o importante setor iraniano de gás e petróleo. Na véspera, o Departamento do Tesouro dos EUA impôs novas sanções ao país, e o Congresso norte-americano também está discutindo medidas adicionais.

Análise do acordo iraniano… 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

O programa Sem Fronteiras analisa o ‘acordo’ engendrado por Brasil e Turquia com Irã. O Brasil, com a participação da Turquia, conseguiu abrir um caminho para um acordo sobre o enriquecimento de urânio no Irã. Saiba o que o país ganhou e porque o acordo é visto com tanta desconfiança.

Interessante abordagem para se entender toda a celeuma que está povoando o mundo das relações internacionais.

O programa Sem Fronteiras analisa o ‘acordo’ engendrado por Brasil e Turquia com Irã. O Brasil, com a participação da Turquia, conseguiu abrir um caminho para um acordo sobre o enriquecimento de urânio no Irã. Saiba o que o país ganhou e porque o acordo é visto com tanta desconfiança.
Interessante abordagem para se entender toda a celeuma que está povoando o mundo das relações internacionais.

Israel rejeita chamado para se unir a tratado antinuclear 0

Posted on May 30, 2010 by Jefferson

JERUSALÉM (Reuters) – Israel classificou neste sábado como “hipócrita e falha” uma declaração de signatários de um tratado mundial antiarmas nucleares que pedia ao país para que assine esse pacto e torne suas instalações nucleares passíveis de inspeções pela ONU.

Todos os 189 membros do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), incluindo os Estados Unidos, pediram em uma declaração a realização de uma conferência em 2012 para discutir o banimento das armas de destruição em massa do Oriente Médio.

“Como um Estado não-signatário do TNP, Israel não está obrigado a cumprir as decisões desta conferência, que não tem nenhuma autoridade sobre Israel”, afirmou o governo israelense em um comunicado por e-mail.

“Dada a natureza distorcida desta declaração, Israel não poderá tomar parte de sua implementação” , diz o texto.

A declaração de 28 páginas diz que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e Estados-chave iriam organizar uma conferência que incluiria todas as nações da região, ou seja, teria entre os participantes inimigos duros, como Israel e Irã.

Presume-se que Israel tenha um grande arsenal nuclear, mas o país não confirma nem nega o fato. É a única nação do Oriente Médio que não assinou o TNP. Como Paquistão e Índia, também não-signatários, Israel não tomou parte na conferência de revisão do tratado.

Autoridades dos Estados Unidos deixaram claro que a proposta não levaria a nada, dizendo que o Oriente Médio não poderia ser declarado livre de armas de destruição em massa enquanto não houver paz entre Israel e mundo árabe e o Irã não contiver seu programa de enriquecimento de urânio.

Aludindo a esse ponto, o comunicado israelense diz: “Esta resolução é profundamente falha e hipócrita. Ignora as realidades do Oriente Médio e as verdadeiras ameaças enfrentadas pela região e o mundo inteiro.”

O Irã não foi mencionado na declaração do TNP.

Israel e potências ocidentais suspeitam que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares por ter no passado escondido sua atividade nuclear da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão da ONU que supervisiona o uso pacífico da energia nuclear, e por fazer restrições ao acesso da AIEA às instalações do país.

O governo iraniano diz que está enriquecendo urânio apenas para gerar eletricidade e isótopos para tratamento medicinal e agricultura.

Acordos e sanções…. 0

Posted on May 23, 2010 by Jefferson

Acordo com Irã será suspenso se houver sanções, diz parlamentar

O Irã vai abandonar o plano de troca de combustível nuclear, mediado pelo Brasil e pela Turquia, se os Estados Unidos impuserem novas sanções sobre a República Islâmica, disse o líder do parlamento no domingo.

Em declarações à rádio estatal IRIB, Ali Larijani disse que Teerã pode também reavaliar sua cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

“Se os norte-americanos estão em busca de aventura, seja no Conselho de Segurança da ONU ou no Congresso americano, todos os esforços da Turquia e do Brasil serão em vão e esse caminho será abandonado”, disse Larijani, um conservador influente. “Nesse caso, o parlamento tomará uma decisão diferente sobre a cooperação com a AIEA.”

O parlamento tem o poder de obrigar o governo a mudar sua cooperação com a AIEA, como fez em 2006, depois que a agência com sede em Viena decidiu solicitar o envolvimento do Conselho de Segurança.

Um dia antes, outro parlamentar importante disse que Teerã tinha planos de seguir adiante com o acordo mediado pelo Brasil e pela Turquia, apesar de um pedido para implementar novas sanções estar tramitando no Conselho de Segurança da ONU.

A agência oficial iraniana IRNA disse na sexta-feira que o Irã vai entregar uma carta oficial à AIEA na segunda-feira com os detalhes do acordo mediado por Brasil e Turquia.

A AIEA apresentou a base do acordo em outubro durante negociações que envolveram o Irã, a França, a Rússia e os Estados Unidos. Contudo, aquele acordo não se concretizou por causa de exigências iranianas. Larijani criticou aquele plano de acordo.

Na segunda-feira passada, Brasil, Turquia e Irã anunciaram o novo acordo, durante viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país. Segundo o acordado, o Irã enviaria 1.200 quilos de seu estoque de urânio enriquecido – reduzindo a quantidade de material atômico que pode ser utilizado em bombas – para a Turquia em troca de combustível atômico para um reator de pesquisa médico em Teerã.

Contudo, depois de meses de negociações, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU ignoraram o acordo com uma proposta de impor novas sanções contra o Irã. Os Estados Unidos foram os autores da proposta, entregue na terça-feira.

As potências ocidentais temem que o Irã esteja secretamente tentando produzir armas nucleares. Teerã nega, dizendo que só está enriquecendo urânio para suas usinas de energia nuclear.

A Turquia, o Brasil – ambos atuais membros rotativos do Conselho de Segurança – e o Irã pediram uma pausa nas sanções por causa do acordo, mas as potências ocidentais suspeitam que seja apenas uma tática do Irã para evitar ou retardar a aplicação de sanções.

As novas sanções incluiriam restrições à operação de bancos iranianos fora do país e a inspeção de navios suspeitos de levar cargas relacionadas aos programas nucleares ou de mísseis do Irã.

Impasse nuclear… 0

Posted on May 19, 2010 by Jefferson

Uma verdadeira queda de braço internacional…

Um dia depois de Brasil e Turquia fecharem acordo com o Irã para a troca de urânio enriquecido, Estados Unidos levam projeto de sanções ao Conselho de Segurança. Embaixadora brasileira abandona a reunião

Por Correio Braziliense

No dia seguinte ao anúncio do acordo conseguido pelos governos brasileiro e turco sobre a troca de urânio iraniano, Estados Unidos e Brasil ensaiavam ontem uma queda de braço no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Washington ignorou o avanço obtido e convocou uma reunião de emergência para discutir o rascunho de um projeto estabelecendo mais uma rodada de sanções ao Irã. O texto tem 10 páginas e, segundo a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, teria sido aceito pela China e pela Rússia. Ele prevê restrições até ao Banco Central do Irã.

A representante do Brasil, que ocupa uma cadeira não permanente no conselho, abandonou a reunião. “O Brasil não vai participar neste momento, porque sentimos que existe uma nova situação. Houve um acordo muito importante”, disse a embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti. Na mesma hora, em Brasília, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmava à imprensa que “não colocaram na balança as coisas que o Lula falou”. O chanceler brasileiro negou, no entanto, que o acordo fechado pelos três países tenha sido “ignorado” pelo grupo “cinco mais um” (EUA, França, Reino Unido(1), Rússia, China e Alemanha). Sobre as sanções, o ministro afirmou que, se for apresentada uma resolução com esse teor, “haverá uma reação” do Brasil.

Amorim e o colega turco, Ahmet Davutoglu, estão redigindo uma carta para enviar aos membros do Conselho de Segurança, na qual ressaltarão que a base do acordo assinado domingo é a própria proposta apresentada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) no ano passado. “É o acordo que eles propuseram”. Para o chanceler, não há razões para duvidar de que o programa nuclear do Irã tenha objetivos civis, embora “às vezes erremos ao julgar as intenções do outro”. “Até os namorados às vezes desconfiam”, comparou.

Jogo duro

O rascunho levado pelos EUA ao conselho propõe que os países-membros proíbam a abertura de novas agências ou escritórios de representação de bancos iranianos que estejam “vinculados a atividades de proliferação nuclear”. Também exige vigilância sobre as transações bancárias, inclusive do Banco Central do Irã, para “evitar que contribuam para a proliferação de atividades nucleares sensíveis ou para o desenvolvimento de sistemas para o lançamento de armas atômicas”.

O texto prevê inspeções em navios “suspeitos” de transportar cargas relacionadas ao programa nuclear iranian o. Porém, segundo a agência chinesa Xinhua, que cita “fontes diplomáticas”, o rascunho “reflete uma estratégia de duas vias” e abre uma brecha para negociações ao “apoiar e encorajar os esforços diplomáticos”.

Mais cedo, na Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, Hillary anunciara um acordo sobre as sanções com China e Rússia. Segundo a secretária, seria uma “resposta convincente” aos esforços realizados no Irã durante os últimos dias. “Ainda há uma série de perguntas sem resposta sobre o anúncio que veio de Teerã. (…) O grupo cinco mais um e a União Europeia estão reunindo a comunidade internacional em nome de uma resolução com sanções fortes, que envie uma mensagem inequívoca sobre o que se espera do Irã.”.

O assessor do presidente Lula para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse em Madri que a decisão de insistir nas punições colocaria os EUA em má situação. “Se optarem pela sanção, vão se dar mal. Vão sofrer uma sanção moral e política”, afirmou. Ele ainda sugeriu que o “normal e desejável” seria que Brasil e Turquia se reunissem com o grupo “cinco mais um”.

Embaixador faz ressalvas

Em Brasília, o embaixador do Reino Unido, Alan Charlton, disse que o acordo entre Irã, Brasil e Turquia é “bem-vindo”, mas o caminho até uma solução de fato “ainda é bastante longo”. “O próximo passo deve ser o contato do Irã com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). E tem vários outros pontos a serem discutido s; por exemplo, nós acreditamos que o Irã continua a enriquecer urânio”, afirmou. Charlton lembrou que a ideia da troca foi da própria AIEA, para “dar mais confiança para a comunidade internacional”. Ele, no entanto, destacou o papel desempenhado pelos dois países em desenvolvimento. “A Turquia e o Brasil são parceiros muito importantes da Europa e dos Estados Unidos, e há um papel para cada país nessas questões”. O embaixador ainda garantiu que o Reino Unido “sempre apoiou a ideia de o Brasil se tornar membro permanente do Conselho de Segurança”, e que isso não mudará com o novo governo britânico.

O grupo ‘cinco mais um’ e a União Europeia estão reunindo a comunidade internacional em nome de uma resolução com sanções fortes”

Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana

O Brasil não vai participar neste momento, porque sentimos que existe uma nova situação. Houve um acordo muito importante”

Maria Luiza Ribeiro Viotti, representante do Brasil na ONU

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