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	<title>Política Internacional &#187; Principal</title>
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	<description>Escritos despretensiosos sobre Política Internacional...</description>
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		<title>Ministro grego promete à UE cumprir metas de austeridade.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da France Presse O novo ministro grego das Finanças, Evangelos Venizelos, afirmou neste domingo que seu governo cumprirá as promessas de austeridade e de redução do déficit público, ao chegar a uma reunião dos ministros da área da zona do euro, em Luxemburgo, para tentar tirar o país da bancarrota. &#8220;Reafirmo o compromisso do governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da France Presse</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11170130.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1114" title="11170130" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/06/11170130-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a></p>
<p>O novo ministro grego das Finanças, Evangelos Venizelos, afirmou neste domingo que seu governo cumprirá as promessas de austeridade e de redução do déficit público, ao chegar a uma reunião dos ministros da área da zona do euro, em Luxemburgo, para tentar tirar o país da bancarrota.</p>
<p>&#8220;Reafirmo o compromisso do governo e a vontade do povo grego de pôr em execução o programa&#8221; previsto para sanear as finanças públicas, declarou o ministro, que assumiu o cargo esta semana depois de uma reforma do gabinete, forçada pela crise.</p>
<p>&#8220;Podemos alcançar os objetivos previstos graças ao esforço de nossos cidadãos, com a cooperação e ajuda de nossos parceiros&#8221; europeus, acrescentou Venizelos, antes do encontro com os representantes que vão decidir como ajudar a Grécia a cobrir suas necessidades financeiras imediatas.</p>
<p>De concreto, a Zona do Euro estudará desbloquear a quinta parcela dos empréstimos prevista no primeiro plano de ajuda ao país, equivalente a 12 bilhões de euros, dos quais 3,3 bilhões ficarão por conta do Fundo Monetário Internacional (FMI).</p>
<p>A Grécia, uma das mais afetadas pela crise da dívida europeia, já recebeu em maio de 2010 um pacote de resgate de US$ 160 bilhões da União Europeia e do FMI. O país, contudo, não conseguiu cumprir as metas fiscais previstas e alerta que, se não receber uma nova ajuda, vai quebrar.</p>
<p>Papandreou disse neste domingo que está em negociação por um pacote de valor &#8220;basicamente igual&#8221; ao de 2010 &#8211;e que a Grécia teria que pagar até 2014.</p>
<p>Em troca do dinheiro, o premiê grego tenta aprovar um segundo pacote de austeridade, com 6,5 bilhões de euros em aumentos de impostos e cortes de gastos estatais neste ano. A oposição, contudo, resiste, diante de manifestações populares e greve geral.</p>
<p>Papandreou ofereceu renunciar e formar um novo governo para tentar acalmar a oposição, depois da renúncia de três deputados que ameaçou a votação as medidas de austeridade no Parlamento. Ele enfrentará um voto de confiança na noite de terça-feira, depois de três dias de debates no Parlamento.</p>
<p>Neste domingo, ele voltou a pedir apoio dos gregos ao impopular pacote de austeridade e disse que a imagem de uma divisão nacional não está ajudando o país a sobreviver.</p>
<p><strong>MERCADO SALVO</strong></p>
<p>Os ministros das Finanças das 17 nações da zona do euro vão debater como fazer os credores privados partilharem o custo do segundo plano de ajuda à Grécia sem gerar turbulências ainda piores nos mercados financeiros. Eles buscam fechar um acordo na cúpula da União Europeia, nos dias 23 e 24.</p>
<p>Um documento da Comissão Europeia, publicado recentemente pelo &#8220;Financial Times&#8221;, sobre as opções para o envolvimento do setor privado, mostrou as dificuldades que a zona do euro enfrenta para evitar a instauração de um caos nos mercados.</p>
<p>Uma rolagem voluntária de bônus gregos perto do vencimento, defendida pela França, Alemanha e pelo BCE, oferece o menor risco causar um rebaixamento de rating para a Grécia, mas seria impossível quantificar a contribuição do setor privado antecipadamente.</p>
<p>Isso significaria que os países da zona do euro e o FMI teriam de entrar com mais capital para inteirar os 120 bilhões de euros necessários em empréstimos, com 30 bilhões vindos de privatizações.</p>
<p>Uma troca de bônus, envolvendo o adiamento do prazo dos títulos em sete anos, é favorecida pela Holanda. Isso levantaria a maior parte do capital exigido, mas teria o maior risco de contágio, com investidores de outros bônus soberanos tomando ações de prevenção para evitar medidas similares em outros países, segundo o jornal.</p>
<p>Uma outra opção, a rolagem voluntária de dívida com incentivos limitados positivos, atrairia uma participação maior e tornaria possível antecipar a contribuição do setor privado, mas elevaria o risco de rebaixamento da Grécia e contágio de outros países.</p>
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		<title>&#8230; e ele formaliza sua saída.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Dalai Lama pede ao Parlamento tibetano para se desligar do poder Ele diz que um representante eleito pode substituí-lo. Parlamento tibetano deve analisar pedido nesta segunda-feira (14). Da EFE O líder espiritual tibetano, o Dalai Lama, pediu nesta segunda-feira (14) formalmente ao Parlamento do Tibete no exílio que adote reformas democráticas para nomear um representante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dalai Lama pede ao Parlamento tibetano para se desligar do poder</strong></p>
<p>Ele diz que um representante eleito pode substituí-lo.</p>
<p>Parlamento tibetano deve analisar pedido nesta segunda-feira (14).</p>
<p>Da EFE</p>
<p>O líder espiritual tibetano, o Dalai Lama, pediu nesta segunda-feira (14) formalmente ao Parlamento do Tibete no exílio que adote reformas democráticas para nomear um representante eleito que permita ao líder renunciar a seu papel político.</p>
<p>“Nenhum sistema de governo pode assegurar estabilidade e progresso se depende de uma pessoa, sem apoio e participação do povo no processo político. O governo de uma só pessoa é anacrônico e indesejável”, disse o Dalai em sua mensagem enviada ao Parlamento.</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/dalai-620.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1093" title="dalai-620" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/03/dalai-620-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O Parlamento tibetano no exílio, localizado na cidade de Dharamsala, na Índia, terá agora que deliberar sobre a mensagem na sessão desta segunda, informou o porta-voz do Dalai Lama, Tenzin Talkha.</p>
<p>O Dalai Lama anunciou na quinta-feira (10) que vai abrir mão do poder político. Ele informou que vai seguir sendo o líder espiritual, mas quer passar o poder político do governo do Tibete no exílio a um representante livremente eleito.</p>
<p>O Dalai fez o anúncio no aniversário de 52 anos do levante contra a China, no Tibete, que obrigou a ele e a milhares de tibetanos a viverem no exílio.</p>
<p>Na tradição religiosa tibetana, ao morrer o Dalai Lama reencarna numa criança &#8211; o atual é o 14º, numa tradição iniciada há mais de mil anos.</p>
<p>Com o Tibete ocupado pelos comunistas chineses, o Dalai tornou-se também um importante símbolo de resistência política. A China não reconhece o governo tibetano no exílio.</p>
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		<title>Dalai Lama avisa que abandonara a vida pública&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 14:06:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dalai Lama renunciará formalmente como líder político tibetano Reuters DHARAMSALA, Índia &#8211; O Dalai Lama anunciou nesta quinta-feira que planeja renunciar formalmente como líder político do governo tibetano no exílio. O Dalai Lama por longo tempo tem visto a mesmo como semi-aposentado da liderança política, com um primeiro-ministro eleito já exercendo seu cargo na cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dalai Lama renunciará formalmente como líder político tibetano</strong></p>
<p><strong>Reuters</strong></p>
<p>DHARAMSALA, Índia &#8211; O Dalai Lama anunciou nesta quinta-feira que planeja renunciar formalmente como líder político do governo tibetano no exílio.</p>
<p>O Dalai Lama por longo tempo tem visto a mesmo como semi-aposentado da liderança política, com um primeiro-ministro eleito já exercendo seu cargo na cidade de Dharamsala, no norte da Índia. Ele continua sendo o líder espiritual tibetano.</p>
<p>- Desde a década de 1960, destaco repetidamente que os tibetanos precisam de um líder, eleito livremente pelo povo tibetano, a quem possa transferir o poder. Agora claramente chegamos ao momento disto entrar em vigor &#8211; disse o Dalai Lama em um discurso preparado.</p>
<p>A proposta deve ser aprovada formalmente pelo Parlamento tibetano no exílio com sede na Índia.</p>
<p>O Dalai Lama fugiu do Tibet em 1959 depois de uma fracassada revolta contra o controle chinês do território. Atualmente vive no exílio na Índia e defende uma autonomia significativa para o Tibet dentro da China. Pequim o classifica como um perigoso separatista responsável de criar agitação no Tibet.</p>
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		<title>Tribunal Penal Internacional vai investigar violência na Líbia.</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 14:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[Protestos]]></category>
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		<description><![CDATA[Conselho de Segurança havia encaminhado caso ao tribunal no sábado. Promotor apresentará resumo dos supostos crimes cometidos no país. Da Reuters Um promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) disse na quarta-feira (2) que investigará a violência na Líbia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter encaminhado o caso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conselho de Segurança havia encaminhado caso ao tribunal no sábado. </strong><br />
<strong> Promotor apresentará resumo dos supostos crimes cometidos no país.</strong></p>
<p>Da Reuters</p>
<p>Um promotor do Tribunal Penal Internacional (TPI) disse na quarta-feira (2) que investigará a violência na Líbia depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ter encaminhado o caso para a corte de crimes de guerra sediada em Haia.</p>
<p>No sábado, o Conselho de Segurança impôs sanções contra o líder líbio, Muammar Kadhafi, e sua família, e encaminhou o caso da repressão da Líbia contra os manifestantes antigoverno ao TPI.</p>
<p>&#8220;Seguindo um exame preliminar das informações disponíveis, o promotor chegou à conclusão de que uma investigação é justificada&#8221;, disse o promotor em um comunicado.</p>
<p>Na quinta-feira, o promotor Luis Moreno-Ocampo apresentará um resumo dos supostos crimes cometidos na Líbia desde 15 de fevereiro e das &#8220;informações preliminares sobre as entidades e pessoas que poderão ser processadas e notificadas para evitar crimes futuros&#8221;.</p>
<p>Quando tiver reunido evidências suficientes, o passo seguinte do promotor será apresentar o caso aos juízes do TPI, que decidirão pela emissão ou não de mandados de prisão.</p>
<p>O TPI é a primeira corte permanente do mundo para crimes de guerra, com poder de investigar crimes contra a humanidade, crimes de guerra e genocídio. Ele já instaurou inquéritos em cinco países da África.</p>
<p>A Líbia foi um dos poucos países do mundo a se recusar a assinar o estatuto fundador do TPI. Como o caso foi encaminhado pelo Conselho de Segurança, porém, seus cidadãos podem ser processados, já que agora isso passou a ser da alçada do TPI.</p>
<p>Moreno-Ocampo havia dito anteriormente que &#8216;informações sugerem que as forças leais ao presidente Muammar Kadhafi estão atacando civis na Líbia&#8217;, acrescentando que isso poderia constituir um crime contra a humanidade.</p>
<p>O gabinete do promotor está em contato com a ONU, a União Africana, a Liga Árabe e outros países para a sua investigação. Ele também solicitará informações da Interpol.</p>
<p>O gabinete já entrou em contato com autoridades líbias e o pessoal do Exército para entender as estruturas de comando e como funciona o sistema militar líbio.</p>
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		<title>Revelações do WikiLeaks podem afetar campanha no Peru</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA REUTERS, EM LIMA Supostas revelações sobre alguns candidatos à Presidência do Peru em documentos dos Estados Unidos obtidos pelo WikiLeaks podem atrapalhar a campanha eleitoral e afetar um dos principais candidatos, a menos de dois meses das concorridas eleições. O candidato nacionalista Ollanta Humala disse que a embaixadora norte-americana em Lima, Rose Likins, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA REUTERS, EM LIMA</p>
<p>Supostas revelações sobre alguns candidatos à Presidência do Peru em documentos dos Estados Unidos obtidos pelo WikiLeaks podem atrapalhar a campanha eleitoral e afetar um dos principais candidatos, a menos de dois meses das concorridas eleições.</p>
<p>O candidato nacionalista Ollanta Humala disse que a embaixadora norte-americana em Lima, Rose Likins, o informou nesta semana que, segundo documentos sigilosos, o atual favorito e ex-presidente Alejandro Toledo buscou apoio dos Estados Unidos em 2005 para evitar que Humala ganhasse as eleições passadas.</p>
<p>Toledo, que governou o país entre 2001 e 2006, rejeitou a acusação e pediu provas que comprovassem a informação.</p>
<p>Segundo pesquisas, o candidato lidera as intenções de voto para as eleições de 10 de abril, mas não alcançaria mais de 50% dos votos. A eleição, portanto, seria definida no segundo turno, em 5 de junho.</p>
<p>&#8220;De fato isso afeta a campanha eleitoral e acho que pode atingir Toledo porque é uma denúncia grave&#8221;, afirmou o analista político Alberto Adrianzén. &#8220;O melhor para todos é que a embaixada publique o documento&#8221; diplomático, disse.</p>
<p>A embaixadora Likins desmentiu a jornalistas o que foi dito por Humala, um esquerdista temido pelos investidores, apesar de ter moderado seu discurso radical contra o mercado. Ele foi finalista nas eleições presidenciais de 2006.</p>
<p>&#8220;Estamos lidando com um problema do WikiLeaks que não é de nossa criação&#8221;, afirmou a diplomata.</p>
<blockquote><p>&#8220;O que eu quero esclarecer é que a informação que saiu não está de acordo com a informação que eu proporcionei ao candidato Humala.&#8221;</p></blockquote>
<p>Os rivais de Toledo para um possível segundo turno seriam a parlamentar Keiko Fujimori e o ex-prefeito de Lima Luis Castañeda.</p>
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		<title>Por qué importa Bahréin</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão]]></category>
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		<description><![CDATA[Redacción BBC Mundo Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin. Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas. Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1063" title="bahrein_carte" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bahrein_carte.gif" alt="" width="360" height="475" /></a></p>
<p>Redacción</p>
<p>BBC Mundo</p>
<p><strong>Se trata del cuarto día de protestas en Bahréin.</strong></p>
<p><strong>Bahréin vivió su cuarto día de protestas que amenazan con desestabilizar la dinastía que ha gobernado el país por décadas.</strong></p>
<p>Hay una fuerte presencia policial en las calles de la capital, Manama, donde la policía cercó la principal plaza de la capital, el centro de las manifestaciones, utilizando tanques, vehículos policiales y alambradas.</p>
<p>El ministerio del interior prohibió toda forma de protesta y señaló que utilizará todos los medios necesarios para restaurar el orden.</p>
<p>Se trata del capítulo más reciente de la ola de manifestaciones que ya ha tumbado dos presidentes en la región, Ben Ali en Túnez y Hosni Mubarak en Egipto.</p>
<p>Los manifestantes piden reformas democráticas en el país de mayoría musulmana chiita, que es gobernado por una monarquía sunita.</p>
<p>BBC analiza cinco razones claves que ilustran la importancia de estas protestas en Bahréin.</p>
<p><strong>Importancia estratégica</strong></p>
<p>Bahréin es el país más pequeño del golfo Pérsico, con alrededor de un millón de habitantes, pero su importancia estratégica excede con creces su tamaño.</p>
<p>La privilegiada posición geográfica nunca ha pasado desapercibida para las grandes potencias. Antes fueron los británicos, hoy es Estados Unidos, que tiene aquí su quinta flota naval para mantener un ojo en la percibida amenaza iraní en la región.</p>
<p>Bahrein ha sido un aliado privilegiado de Washigton, particularmente a partir de la primera guerra contra Irak, en 1991. El ejército de Estados Unidos también utilizó sus bases aquí para atacar a Irak en la segunda guerra del golfo a inicios de esta década.</p>
<p>Al igual que en Egipto, la política de EE.UU. ha sido la de ignorar los reclamos democráticos de los ciudadanos de Bahréin en nombre de la estabilidad regional y sus intereses estratégicos en la región.</p>
<p>De manera que las protestas de los últimos días no sólo han puesto en aprietos a la política exterior de Washington, sino también a su estrategia de defensa.</p>
<p><strong>Ruta del petróleo mundial</strong></p>
<p>La presencia de esta flota tiene, además, otra función estratégica: asegurar el libre flujo del petróleo del Golfo Pérsico.</p>
<p>Bahréin vive de la riqueza petrolera, pero sus reservas son limitadas. No obstante, las bases de Estados Unidos aquí sirven para resguardar alrededor del 33% del petróleo mundial que pasa por el estrecho de Hormuz, localizado entre Irán y Omán.</p>
<p>Por esta razón, las manifestaciones se han sumado a los factores que están presionando los precios del petróleo, que ya alcanzaron US$104 por barril.</p>
<p>Según el corresponsal de asuntos económicos de la BBC, Andrew Walker, algunos de los más importantes exportadores de petróleo, en especial Irán y Libia ya han sido afectados.</p>
<p>&#8220;Lo que preocupa es el riesgo de que los cargamentos de petróleo de esos países sean afectados&#8221;, señala Walker.</p>
<p><strong>La mayoría chiíta demanda reformas en contra de la discriminación por parte de la élite sunita.</strong></p>
<p><strong>Tensiones étnicas</strong></p>
<p>Pese a que las protestas en el emirato son parte del efecto contagio tras las revueltas que derrumbaron los presidentes de Túnez, Ben Ali, y de Egipto, Hosni Mubarak, en Bahréin las protestas también responden a divisiones étnicas.</p>
<p>Las protestas aquí son producto del descontento de la mayoría chiíta, que representa un 70% de la población es chiíta, con la élite real sunita que gobierna al país.</p>
<p>Los chiítas señalan que el régimen los ha tenido históricamente discriminados y sin acceso a la riqueza, en un país que por muchos años ha experimentado una bonanza económica sostenida por el petróleo.</p>
<p>Incluso hay quienes hablan de apartheid, ya que a éstos se les prohíbe acceder a cargos públicos. Incluso, muchos de los efectivos de las fuerzas de seguridad son sunitas traídos de Paquistán y Siria, a quienes se le otorga ciudadanía sin muchos trámites.</p>
<p>Según el corresponsal de la BBC sobre temas de seguridad, Jonathan Marcus, debido a esto &#8220;hay menos posibilidad de que las fuerzas de seguridad se pongan de parte de la población local, como sucedió en Egipto&#8221;.</p>
<p><strong>¿Peligro para Arabia Saudita?</strong></p>
<p>Arabia Saudita, que desde las protestas en Egipto ha seguido los acontecimientos con atención, tiene más razones para preocuparse ahora que la ola de manifestaciones está literalmente en su vecindario.</p>
<p>Un viaducto une a Bahréin con la parte oriental de Arabia Saudita, una zona rica en petróleo pero además con una significativa población chiita que tiene fuertes vínculos familiares y culturales con los chiitas bahreinies.</p>
<p>El periodista de la BBC Bill Law da cuenta de que un experto con estrechos vínculos con el poderoso ministro del Interior saudita, el Príncipe Nayef, le aseguró que el gobierno saudita va a intervenir si la situación &#8220;se sale de control&#8221;.</p>
<p>Según dijo a la BBC Gala Riani, de la revista sobre temas de defensa Jane&#8217;s Weekly, los sauditas no tendrían problemas en apoyar – y, en el peor de los casos, intervenir directamente &#8211; si las autoridades de Bahréin no son capaces de controlar las manifestaciones.</p>
<p><strong>El factor Irán</strong></p>
<p><strong>Muchos temen que un régimen democrático en Bahréin fortalezca la presencia de Irán en la región.</strong></p>
<p>Algunos analistas señalan que las protestas de la mayoría chiíta podrían eventualmente fortalecer aún más la presencia de Irán en la región.</p>
<p>Según Jonathan Marcus, Irán mantiene un ojo puesto en los acontecimientos en el emirato, ya que &#8220;por largo tiempo ha tenido un interés estratégico aquí&#8221;.</p>
<p>La preocupación central es que, como sucedió en Irak, el establecimiento de un sistema democrático coloque a Bahréin en el campo iraní.</p>
<p>En los últimos años, Irán ha expandido su influencia en el Medio Oriente, particularmente en Irak y en Líbano.</p>
<p>Además, Teherán considera los países del Golfo como una zona natural de influencia, por la presencia chiíta, que representa el 8% de la población en Arabia Saudita, el 25% en Kuwait y el 70% en Bahréin.</p>
<p>No obstante, otros observadores destacan que la influencia de Irán en Bahréin es relativamente limitada, ya que los chiítas bahreinies tienden a seguir a clérigos más moderados en centros como Kerbala y Najaf en Irak.</p>
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		<title>Revoltas ganham força no mundo árabe e chegam à Líbia.</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS Atualizado às 18h55. Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região. Mais cedo, autoridades líbias confirmaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
<p>Atualizado às 18h55.</p>
<p>Após a derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito, a onda de revoltas se espalhou por diversos países árabes, como Bahrein, Iêmen e Iraque, além do Irã &#8211;nação que embora não pertença ao grupo árabe também sofreu reflexos da crise na região.</p>
<p>Mais cedo, autoridades líbias confirmaram dois mortos e 40 feridos. No Egito, o governo indicou que 365 morreram e 5.500 ficaram feridos durante os 18 dias de protestos no país.</p>
<p>Solidificando a crise na região, nesta quarta-feira as manifestações atingiram também a Líbia, país sob o governo ditatorial de Muammar Gaddafi, no poder há 42 anos.</p>
<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1055" title="1" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/1-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>Os manifestantes cantavam &#8220;Muammar é o inimigo de Deus&#8221; e &#8220;Abaixo, abaixo à corrupção e ao corrupto&#8221;. Armados, policiais e partidários do governo rapidamente cercaram os manifestantes e atiraram balas de borracha, segundo Ashur Shamis, um ativista líbio de oposição em Londres.</p>
<p>Os protestos de terça e quarta aparentemente foram provocados pela falha das conversas entre o governo e um comitê representando famílias de centenas de prisioneiros mortos quando forças de segurança abriram fogo durante protestos, em 1996, em Abu Salim, a mais importante prisão da Líbia. O governo começou a pagar compensações às famílias, mas o comitê pede o julgamento dos responsáveis.</p>
<p>EGITO</p>
<p>O Ministério da Saúde do Egito informou nesta quarta-feira que 365 pessoas foram mortas durante os 18 dias de protestos, iniciados em 25 de janeiro, que terminaram na última sexta-feira (11) com a renúncia do ditador do país, Hosni Mubarak, que estava há 30 anos no poder.</p>
<p>Trata-se da primeira estatística dada pelo governo sobre as revoltas populares, apesar de o ministro da Saúde, Ahmed Sameh Farid, afirmar que é apenas uma contagem preliminar sobre a morte de civis &#8211;não estão incluídos policiais ou prisioneiros.</p>
<p>Ainda hoje as Forças Armadas pediram que os egípcios retornem ao trabalho, enquanto uma comissão prossegue estudando as emendas à Constituição.</p>
<p>IÊMEN</p>
<p>Em Sanaa, milhares de estudantes e advogados gritavam &#8220;Depois de Mubarak, Ali&#8221;, em referência o presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, que está no poder há 32 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1056" title="2" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2.jpeg" alt="" width="495" height="291" /></a></p>
<p>Manifestações contra o governo se espalharam pelo Iêmen nesta quarta-feira, com centenas de pessoas saindo às ruas de Sanaa, Aden e Taiz. Na capital, ao menos 800 opositores marcharam apesar dos esforços da polícia para conter os protestos.</p>
<p>Em Aden, a principal cidade do sul do Iêmen, um manifestante morreu e outros três ficaram feridos durante enfrentamentos entre as forças segurança e os centenas de manifestantes antigovernamentais, de acordo com fontes hospitalares.</p>
<p>BAHREIN</p>
<p>Em Bahrein, apesar da proibição, milhares de pessoas voltaram a protestar contra o governo durante o funeral em Manama de um estudante morto na terça-feira durante um protesto, no terceiro dia de manifestações no país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1057" title="3" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/3.jpeg" alt="" width="440" height="292" /></a></p>
<p>Mais de 2.000 pessoas participaram do cortejo de Fadel Salman Matruk, baleado durante um protesto, em frente ao hospital onde era velado outro manifestante xiita morto.</p>
<p>O ministro do Interior, xeque Rashed bin Abdullah Al Khalifa, apresentou nesta quarta-feira desculpas e anunciou a prisão de dois policiais. Mas o xeque Ali Salman, líder da oposição xiita, não se deu por satisfeito com esses gestos e pediu uma &#8220;monarquia constitucional&#8221;com um primeiro-ministro &#8220;eleito pelo povo&#8221;.</p>
<p>IRAQUE</p>
<p>Fontes policiais na cidade de Kut &#8211;palco de violentos protestos por melhorias de serviços do governo no Iraque&#8211; indicaram que ao menos duas pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas quando cerca de 2.000 manifestantes invadiram prédios da administração regional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="4" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/4.jpeg" alt="" width="440" height="330" /></a></p>
<p>Além dos protestos inspirados nas revoltas da Tunísia e do Egito, a quarta-feira registrou atentados em ao menos três diferentes cidades do Iraque. Em Mussayab, uma bomba foi detonadas próximo a uma delegacia de polícia, em Mossul, um funcionário do governo foi morto por atiradores e em Tuz Khurmato outra bomba foi plantada num carro da polícia.</p>
<p>Embora as tropas de combate dos Estados Unidos tenham deixado o país ainda na metade do ano passado, a onda de violência no Iraque se mantém e os soldados americanos que ficaram como uma força de transição já atuaram de forma combativa por diversas vezes.</p>
<p>IRÃ</p>
<p>Dois líderes da oposição iraniana, Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karoubi, pediram ao governo do país nesta quarta-feira que &#8220;escute o povo&#8221; em uma carta publicada em vários sites opositores. A divulgação do texto ocorre um dia depois de o presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, ter afirmado que a revolta da oposição do país &#8220;vai fracassar&#8221;, e de parlamentares terem pedido a morte dos dois.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1059" title="5" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5.jpeg" alt="" width="440" height="284" /></a></p>
<p>O regime iraniano convocou um dia &#8220;de ódio e ira&#8221; para a sexta-feira contra as provocações dos opositores Mir Hussein Mousavi e Mehdi Karubi, num momento em que se multiplicam os chamados para que estes sejam castigados pelos protestos.</p>
<p>ARGÉLIA</p>
<p>Mais de mil estudantes concentraram-se nesta quarta-feira diante do Ministério da Educação Superior em Argel em um protesto pacífico contra um decreto presidencial que, segundo eles, desvaloriza seus estudos e títulos acadêmicos.</p>
<p>Já a Coordenação Nacional pela Democracia e Mudança, grupo integrado por várias organizações da sociedade civil e partidos políticos da Argélia, convocou uma nova manifestação para o próximo sábado (19) em Argel, em reivindicação à democratização do regime e pedindo a queda do presidente Abdelaziz Bouteflika, há 12 anos no poder.</p>
<p>O chamado ocorreu após grandes protestos no sábado (12), quando milhares foram às ruas, embora tenham sido fortemente reprimidos por mais de 30.000 policiais que prenderam mais de 400 ativistas.</p>
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		<title>Ex-dirigente soviético Gorbatchov diz ter vergonha da Rússia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 00:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU O último dirigente soviético, Mikhail Gorbatchov, criticou duramente nesta quarta-feira uma Rússia de elites &#8220;depravadas&#8221;, onde a vida política se resume a uma &#8220;imitação&#8221;, dizendo ter &#8220;vergonha&#8221; de seu país, quase 20 anos após o fim da perestroika (reestruturação econômica) lançada por ele. Durante uma longa entrevista ao jornal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1052" title="09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/09-25-07-Mikhail-Gorbachev-714873-300x171.png" alt="" width="300" height="171" /></a></p>
<p>DA FRANCE PRESSE, EM MOSCOU</p>
<p>O último dirigente soviético, Mikhail Gorbatchov, criticou duramente nesta quarta-feira uma Rússia de elites &#8220;depravadas&#8221;, onde a vida política se resume a uma &#8220;imitação&#8221;, dizendo ter &#8220;vergonha&#8221; de seu país, quase 20 anos após o fim da perestroika (reestruturação econômica) lançada por ele.</p>
<p>Durante uma longa entrevista ao jornal de oposição &#8220;Novaya Gazeta&#8221; &#8211;de onde é acionista&#8211; Gorbatchov, que festejará seus 80 anos no dia 2 de março, contou que o vice-chefe da administração do Kremlin, Vladislav Surkov, considerado o principal &#8220;ideólogo&#8221; do poder russo, impediu-o de criar um partido social-democrata.</p>
<p>&#8220;Tinha a intenção, junto de meus amigos, de criar um partido. Quando Surkov ficou sabendo, ele me perguntou &#8216;Isso serve para quê? De qualquer maneira, não vamos registrar seu partido&#8217;&#8221;, revelou.</p>
<p>&#8220;A classe no poder comporta-se de maneira revoltante. São ricos e depravados. Seguem o exemplo de (Roman) Abramovich [bilionário, dono do clube de futebol inglês Chelsea, de iates e mansões luxuosas]&#8220;, disse ainda o ex-líder soviético.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desprezo este ideal. Tenho vergonha desta rica devassidão. Tenho vergonha por nós e pelo país&#8221;, acrescentou o pai da Perestroika, processo de liberalização iniciado na URSS na segunda metade dos anos 80 e que terminou com a queda do regime soviético em 1991.</p></blockquote>
<p>Criticando a anulação de eleições para governadores por Vladimir Putin, ex-presidente e atual primeiro-ministro, e a falta de liberdade de expressão nas televisões nacionais, Gorbatchov denunciou uma &#8220;imitação&#8221; da vida política na Rússia.</p>
<p>&#8220;O presidente (Dmitri Medvedev) e Vladimir Vladimirovich (Putin) fazem o que podem, mas o que acontece no país se parece cada vez mais com uma imitação. Ao invés de tomar medidas concretas (&#8230;) eles tornam absurdas as leis eleitorais&#8221;, disse.</p>
<p>Agora que o presidente Medvedev defende uma modernização da Rússia, Gorbachev acredita que um dos principais obstáculos, a fuga de cérebros, se explica pelas deficiências democráticas.</p>
<p>&#8220;A vida normal está relacionada à democracia, quando o poder é controlado, e não com o autoritarismo que controla as pessoas e suas liberdades&#8221;, destacou.</p>
<p>&#8220;Se houver um renascimento do projeto democrático, as pessoas pararão de emigrar e voltaram&#8221;, se eles não &#8220;dependerem mais do czar, do primeiro-ministro&#8221;, continuou.</p>
<p>Vladimir Putin segue sendo considerado por muitos observadores como o verdadeiro líder do país.</p>
<p>&#8220;A política atual, que se utiliza de todos os meios para se manter no poder, é inaceitável&#8221;, concluiu o ex-presidente soviético, que foi obrigado a deixar o poder no fim de 1991.</p>
<p>ANIVERSÁRIO</p>
<p>Mikhail Gorbatchov ainda disse, durante a entrevista, que festejaria seu aniversário em Moscou no dia 2 de março. Uma noite de gala será igualmente organizada em Londres, no Royal Albert Hall, no dia 30 de março. A receita do concerto, no qual participarão Sharon Stone, Bryan Ferry e The Scorpions, vai ser revertida para o centro de tratamento de leucemia para crianças criado por sua esposa Raissa, que faleceu de câncer em 1999.</p>
<p>Gorbatchov também revelou, durante o encontro, que Raissa havia &#8220;sofrido muito&#8221; durante o golpe de 1991, e que isso havia contribuído para a piora de sua saúde. Na época, ela sofreu um derrame e teve hemorragia nos dois olhos.</p>
<p>&#8220;Após o retorno deles para Moscou, após o golpe fracassado, eu não fui mais à praça da Liberdade, onde me esperavam. Faz 20 anos que sou criticado por isso. Eu estava com ela&#8221;, confessou.</p>
<p>Ela, em seguida, queimou as 52 cartas que Gorbatchov havia escrito para ela durante a juventude, para proteger a &#8220;vida privada da intromissão de estranhos&#8221;, contou ainda o líder.</p>
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		<title>Comunidade internacional reconhece independência do Sudão do Sul.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro. &#8220;Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sudan-north-south.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1044" title="sudan north south" src="http://www.politicainternacional.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sudan-north-south.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>A ONU, a União Africana (UA) e outros Estados reconheceram nesta terça-feira o resultado do referendo que concede a independência ao Sudão do Sul e pediram mais esforços ao norte e ao sul para evitar qualquer tipo de confronto no futuro.</p>
<p>&#8220;Confirmamos nossa aceitação do resultado do referendo a favor da secessão do Sudão do Sul&#8221;, segundo um comunicado conjunto divulgado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos.</p>
<p>A nota elogia o governo de Cartum e o futuro governo do sul pela realização do referendo, parte culminante do acordo de paz assinado em 2005 por ambas as partes, acabando com duas décadas de guerra civil que deixaram mais de dois milhões de mortos.</p>
<p>O comitê eleitoral publicou na última segunda-feira o resultado definitivo do referendo, realizado no início de janeiro, que outorgou a independência do sul com 98,33% dos votos.</p>
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		<title>Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 00:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jefferson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Américas]]></category>
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		<description><![CDATA[Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque Alessandra Corrêa Da BBC Brasil em Washington Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em livro, ex-secretário de Defesa dos EUA defende decisões sobre guerra do Iraque</strong></p>
<p><em>Alessandra Corrêa</em></p>
<p><em>Da BBC Brasil em Washington</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" src="http://www.conspiracyplanet.com/images/ACF347E.jpg" alt="" /></em></p>
<p><em></em>Em entrevista à ABC, Rumsfeld disse que se arrepende de não ter deixado o poder após o escândalo de Abu Ghraib</p>
<p><strong>Em uma autobiografia que chegou nesta terça-feira às livrarias dos Estados Unidos, o ex-secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld defende as decisões tomadas sobre a guerra do Iraque e revela sua visão dos bastidores do período que antecedeu a invasão.</strong></p>
<p>No livro de 800 páginas, intitulado <em>Known and Unknown</em> (Conhecido e Desconhecido, em tradução livre), Rumsfeld, considerado o principal articulador da invasão americana ao Iraque, diz que se Saddam Hussein permanecesse no poder, o mundo seria um lugar “muito mais perigoso do que é hoje”.</p>
<p>A obra &#8211; ainda sem previsão de lançamento no Brasil &#8211; vem causando reações nos Estados Unidos desde a semana passada, quando alguns trechos foram vazados pela imprensa.</p>
<p>Em suas memórias, Rumsfeld reforça a ideia de que o governo de George W. Bush já tinha o Iraque em mente desde a época do planejamento da guerra no Afeganistão.</p>
<p>O ex-secretário relata uma reunião privada com Bush no Salão Oval da Casa Branca, apenas 15 dias depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, quando o então presidente teria pedido que revisasse os planos do Pentágono para o Iraque e que as opções fossem “criativas”.</p>
<p>Rumsfeld também revela as tensões entre o Pentágono e o Departamento de Estado no Conselho de Segurança Nacional durante o período – atribuídas por muitos críticos a ele próprio.</p>
<p><strong>Defesa</strong></p>
<p>O livro relata desde a infância de Rumsfeld, durante a Grande Depressão, até seu período no Congresso e sua atuação nos governos de diferentes presidentes americanos.</p>
<p>Em resenhas publicadas nesta terça-feira nos principais jornais americanos, muitos analistas dizem que Rumsfeld não demonstra remorsos, defendendo suas decisões à frente do Departamento de Estado e transferindo para outras pessoas a culpa pelos erros cometidos.</p>
<p>“Havia alguma dúvida sobre se Rumsfeld iria usar suas memórias para se desculpar pelo que deu errado no Iraque, como as memórias de Robert McNamara fizeram em relação à Guerra do Vietnã”, escreveu Dana Milbank, do <em>The Washington Post</em>.</p>
<p>“Mas depois de quatro anos de reflexão, Rumsfeld permanece repudiando aqueles menos brilhantes do que ele – o que significa praticamente todo o mundo”, diz o crítico.</p>
<p><strong>Arrependimento</strong></p>
<p>No entanto, Rumsfeld, de 78 anos, revela alguns arrependimentos.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, em uma entrevista exclusiva ao canal de TV ABC News, o ex-secretário disse que seu maior arrependimento foi não ter convencido o presidente Bush a aceitar sua demissão após o escândalo envolvendo abuso de detentos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque.</p>
<p>Disse também que o país e o Pentágono provavelmente estariam melhor se ele tivesse deixado o cargo em 2004.</p>
<p>No livro, Rumsfeld admite ainda que poderia ter enviado mais tropas ao Iraque.</p>
<p>“Em retrospecto, talvez tenha havido períodos em que mais tropas poderiam ter ajudado”, afirma o ex-secretário.</p>
<p>No entanto, ele diz que comandantes militares nunca relataram qualquer tipo de reserva quanto ao tamanho das forças ou pediram o envio de mais tropas, nem mesmo quando questionados especificamente sobre o assunto.</p>
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