Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



UN envoy welcomes African decision to reinforce Somalia mission 0

Posted on July 27, 2010 by Jefferson

Published UN News Centre

27 July 2010 –The United Nations envoy to Somalia today welcomed the decision by the African Union (AU) to send an additional 2,000 peacekeepers to the troubled State, saying there was heightened concern across the continent over the consequences of continuing violence in the Horn of Africa country.

“There is definitely a heightened interest and concern by African countries and indications are that more troops will be required,” Augustine Mahiga, the Secretary-General’s Special Representative and the head of the UN Political Office for Somalia (UNPOS), told UN Radio.

The decision to boost the African Mission in Somalia (AMISOM) was made at the African Union (AU) summit that ended today in the Ugandan capital, Kampala. There are currently 6,100 AMISOM soldiers from Uganda and Burundi deployed in Somalia.

The summit was held in the wake of the 11 July twin bomb attacks in Kampala which killed about 70 people. Al Shabaab, a Somali-based militant group which is waging war against the country’s Transitional Federal Government (TFG), claimed responsibility for the blasts, saying they were intended to avenge the alleged killing of Somalis by Ugandan troops serving in AMISOM.

“There was also increased international attention on this issue following the bombing in Kampala,” Mr. Mahiga said. He said deployment of the additional troops will be “expeditious.”

“In this deployment, the United Nations is involved in providing logistical support and other necessary requirements for putting the troops on the ground,” said Mr. Mahiga. “There are countries that are ready to lift the troops from the respective countries, mainly the United States and the European Union and Algeria. According to our possibilities in the UN, it could be within the next 30 to 40 days,” he added.

He said the African leaders had also discussed the need to continue improving maternal and child health in the continent as countries strive to achieve the Millennium Development Goals (MDGs), the eight poverty eradication and social development targets which countries have committed to try to achieve by 2015.

“There was a very far-reaching and rich discussion on maternal health, infant and child mortality and major commitments were made to revive and reaffirm previous commitments that had been made,” Mr. Mahiga said.

Piratas da Somália… 0

Posted on March 06, 2010 by Jefferson

Ao comentar uma noticia trazida hoje pela CNN (que será postada abaixo, numa humilde tradução) alerto para a situação caótica que é a navegação no Oceano Índico e mares próximos a Somália, que, hodiernamente, assaltam navios mercantes.

Navio-tanque norueguês é capturado na costa de Madagascar

Adaptado da CNN

Piratas seqüestraram um navio-tanque norueguês ao largo da costa de Madagascar e o levaram em direção à Somália, afirmou o proprietário da embarcação.

O capitão do Oceano UBT chamou o diretor-técnico da Broevigtank, a empresa proprietária do navio, e relatou que piratas tinham subido a bordo sexta-feira, afirmou Svenn Pederson, CEO da Broevigtank.

O contato com o capitão foi perdido, mas a empresa acompanha a localização do navio.

Pederson disse que o navio transportava combustível destinado a Dar es Salaam, Tanzânia, e tem 21 tripulantes a bordo.

Pirataria na Somália

O estado caótico da Somália e a falta de um governo central, aliados à localização do país no Chifre da África, criaram as condições apropriadas para o crescimento da pirataria na região, no início da década de 1990. Com o colapso do governo central, barcos e navios pescando ilegalmente nas águas da Somália passaram a ser comuns. Os piratas estavam interessados, inicialmente, em assumir o controle das águas do país antes que empresários ou milicianos se envolvessem. Os atos de pirataria foram interrompidos temporariamente com a ascensão ao poder da União das Cortes Islâmicas, em 2006, quando a lei islâmica foi implantada no país. As atividades de pirataria foram, no entanto, retomadas depois da invasão da Somália por tropas da Etiópia.

Alguns piratas são antigos pescadores, que argumentam que os navios estrangeiros estão ameaçando seu sustento pescando nas águas somalis. Após ver o lucro potencial que a atividade oferecia, já que os resgates costumam ser pagos, os chefes militares começaram a facilitar e até mesmo patrocinar estas atividades, dividindo os lucros com os próprios piratas. Na maioria dos seqüestros realizados as vítimas não são machucadas, para que o pagamento dos resgates sejam realizados.

Militantes somalis bloqueiam ajuda alimentar da ONU 0

Posted on February 27, 2010 by Jefferson

Adaptado da BBC

Militantes islâmicos na Somália estão parando comboios de ajuda alimentar, atingindo mais de 360.000 pessoas refugiadas, afirma a World Food Programme – WFP. A agência diz que caminhões que viajavam da capital Mogadishu para campos em Afgoye foram detidos por homens armados. O grupo insurgente Al-Shabaab diz que a WFP está arruinando a agricultura local, forçando os somalis a depender das importações. Mas a ONU diz que sem ajuda, os agricultores somalis não podem fornecer alimentação suficiente para aqueles em estão em necessidade.

Os campos em Afgoye, a oeste da capital, tem a maior concentração de refugiados em todo o território da Somália.

Em janeiro, a WFP se retirou de várias partes do sul da Somália por causa de ameaças de grupos rebeldes.

Sofrendo

Peter Smerdon, porta-voz da WFP, disse à BBC que a United Nations Food Programme está extremamente preocupada com saúde de famílias refugiadas e que dependem da assistência humanitária para sobreviver.

“As pessoas em Afgoye receberam alimentos distribuídos pela WFP em novembro passado, por isso estamos com medo de que eles estejam passando muita fome”. “Temos medo que eles sofram ainda mais porque a assistência alimentar não pode atingi-los, e alguns deles podem ser obrigados a deixar Afgoye em virtude das precárias condições do campo.”

A Somália está em crise desde 1991, quando a sua administração central entrou em colapso.

O governo de transição, ajudado por uma força de paz da União Africana, funciona apenas em partes de Mogadishu e a grande parte do sul da Somália é controlada pelos insurgentes da Al-Shabaab.

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