Escritos despretensiosos sobre Política Internacional…

Política Internacional



E isso vai dar “pano pra manga”… 0

Posted on February 08, 2011 by Jefferson

Un arrepentido asegura que vio a un general venezolano en un campamento de las FARC

Los ex miembros de la guerrilla no reconocen a Cubillas entre los etarras que les dieron cursos sobre explosivos en la selva

JOSÉ MARÍA IRUJO 09/02/2011

El juez de la Audiencia Nacional Eloy Velasco interroga esta semana por videoconferencia a nueve arrepentidos de las FARC para tratar de esclarecer las relaciones de la guerrilla con ETA y sobre los adiestramientos conjuntos que presuntamente tuvieron lugar en la selva venezolana entre 2003 y 2008. Ayer declararon los dos primeros en una sesión que ha durado dos horas.

Uno de los testigos protegidos asegura que el general del Ejército de Venezuela Gustavo Morales estaba en uno de los campamentos en territorio venezolano en los que supuestamente se entrenaba la guerrilla colombiana. Este dato alimenta la tesis de la relación entre las FARC y el Gobierno de Hugo Chávez.

El ex miembro de las FARC conocido por el alias de Juan reconoció que los dos presuntos etarras José María Zaldua Corta -ya fallecido- y José Ignacio Olascoaga Múgica dieron en la selva un curso sobre el manejo de explosivos entre 2002 y 2003. Según su testimonio, enseñaron a los guerrilleros a mejorar su preparación y uso, primero con temporizador con reloj y después con móviles. También les adiestraron en la preparación de motos y coches bomba como parte de un operativo dirigido por el líder de las FARC, Iván Márquez.

Lo que ninguno de los testigos ha podido hacer es identificar a Arturo Cubillas Fontán, jefe de Seguridad del Instituto Nacional de Tierras de Venezuela (INTI) como uno de los miembros de ETA desplazados a Colombia, a pesar de que varios admitieron a los agentes españoles que en abril les interrogaron en el país andino que las FARC alojaron al presunto etarra en un campamento de la región venezolana de El Amparo. En aquella ocasión la Policía interrogó a tres de los nueve arrepentidos de las FARC, pero no tuvieron que hacer un reconocimiento fotográfico sobre los terroristas que se sospecha que han viajado a Venezuela o que pasaron por los campos de entrenamiento de la guerrilla en ese país.

E lá vem o Chávez… 0

Posted on January 23, 2011 by Jefferson

Chávez anuncia chegada de tanques comprados da Rússia

Presidente da Venezuela diz que Rússia ajuda na defesa de seu país.

Deputados querem criar lei para reduzir compra de armamento.

Da France Fresse

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou na sexta-feira (21) à noite que o país receberá em breve os tanques comprados da Rússia, como resposta a um grupo de deputados opositores que pretende criar uma lei para reduzir a compra de armamento.

“Em breve começarão a chegar vários batalhões de tanques russos para a defesa da Venezuela”, declarou Chávez em um ato transmitido por emissoras de rádio e televisão.

“Dizem que vão pedir uma lei para impedir a compra de armamento militar. Graças à Rússia temos nossa aviação de defesa com foguetes estratégicos, com os melhores helicópteros do mundo. Nossos soldados não tinham nenhum fuzil, agora temos os melhores, não tínhamos nenhum radar de defesa e graças à China agora temos”, completou.

Chávez respondeu assim ao discurso dos novos deputados opositores, que assumiram 40% das cadeiras do Parlamento no início do mês, e que têm como proposta criar uma lei para impedir a compra de armas pelo governo.

Entre 2005 e 2007 o governo venezuelano assinou contratos de defesa de mais de quatro bilhões de dólares para comprar da Rússia aviões Sukhoi, helicópteros de combate e fuzis, entre outros equipamentos.

Os grilhões da censura venezuelana… 0

Posted on August 19, 2010 by Jefferson

Jornais alegam sofrer censura após decisão da Justiça na Venezuela

Maioria dos periódicos foi proibido pela Justiça de mostrar imagens violentas por um mês

Claudia Jardim – BBC

A decisão da Justiça venezuelana de proibir a publicação de imagens com cenas de violência nos jornais de todo o país desatou uma nova polêmica entre a imprensa e o governo de Hugo Chávez.

A restrição foi anunciada pelo Tribunal de Mediação e Proteção de Crianças e Adolescentes após um pedido do Ministério Público e vale por um mês para a maioria dos jornais do país.

Na sua determinação, o Tribunal disse que os jornais venezuelanos “devem se abster de publicar imagens violentas, sangrentas, grotescas” que “fragilizem a integridade psíquica e moral” dos jovens venezuelanos.

Em protesto, o jornal El Nacional, conhecido por fazer oposição a Hugo Chávez, publicou na capa desta quarta-feira dois grandes quadros brancos no lugar de fotografias com a palavra “censurado”.

Corpos em necrotério

No centro da polêmica, tanto o El Nacional como o jornal Tal Cual, também de oposição, foram proibidos pela Justiça de veicular imagens violentas por tempo indeterminado no seu conteúdo jornalístico e publicitário, recebendo uma punição que supera a imposta ao restante dos jornais do país.

O caso começou na sexta-feira, quando o El Nacional publicou na capa, em quatro colunas, uma fotografia com corpos amontoados em um necrotério de Caracas.

A fotografia, de arquivo, ilustrava uma reportagem que tratava dos altos índices de violência no país com título “Há atualmente no país 15 milhões de armas ilegais”.

No sábado, o Ministério Público solicitou uma “medida de proteção” aos jovens, reagindo à publicação da fotografia.

O Tal Cual então publicou na primeira página, na segunda-feira, a mesma imagem polêmica do El Nacional, “em solidariedade” com o outro diário, como explicou Teodoro Petkoff, diretor do jornal, nesta quarta-feira.

Com o aumento da controvérsia, na terça-feira, o Tribunal de Mediação anunciou a proibição desse tipo de fotos, acatando pedido do Ministério Público.

Proteção

Para a promotora Gabriela Ramírez, a decisão do tribunal venezuelano visa “proteger” crianças e adolescentes e “o governo não tem nada a ver com isso”.

“É simplesmente grotesco que estas imagens sejam usadas em meio à campanha (para as eleições legislativas de setembro), que (a violência) seja usada como bandeira política”, disse ela.

Mas para Eliazar Díaz Rangel, diretor do jornal Ultimas Noticias – publicação que não é abertamente identificada como sendo opositora ou apoiadora de Chávez – a medida é “absurda”, “sem sentido” e “desnecessária”.

A seu ver, em situações como esta deve prevalecer a ética jornalística, e a decisão do Tribunal estabelece um mecanismo de “autocensura” na imprensa venezuelana.

“Toda a sentença é absurda e pela primeira vez, desde 1999, o Estado venezuelano dá motivos para que seja apontado como restritivo da liberdade de informar”, escreveu Rangel em uma coluna publicada no Últimas Notícias desta quarta-feira.

Debate

A segurança pública – maior tema de preocupação entre os venezuelanos – têm sido o principal assunto de debate nos canais e jornais opositores da Venezuela.

Na noite da terça-feira, Chávez disse que assumia a responsabilidade pela insegurança, ao mesmo tempo em que responsabilizou os governadores opositores de não tomarem medidas para combater a criminalidade.

“A oposição anda dizendo que eu sou o responsável pela insegurança no país, está bem, eu assumo minha responsabilidade, mas onde estão os governadores (dos Estados)?”, afirmou Chávez, durante reunião de Conselho de Ministros.

Na opinião de analistas, a insegurança é uma das maiores fraquezas do governo de Hugo Chávez, que trata a violência como um problema de exclusão social sob a lógica de combater suas causas, por meio de programas sociais de acesso à educação, trabalho e saúde.

Os números, no entanto, indicam que essas medidas são insuficientes.

Em 2008, foi registrada uma taxa média de 48 homicídios por cada 100 mil habitantes, uma das mais altas da região.

O governo contesta esses dados, mas não há divulgação oficial do índice de violência na Venezuela.

Chávez e Uribe no confronto final… 0

Posted on July 25, 2010 by Jefferson

Por Frank Jack Daniel

CARACAS (Reuters) – O relacionamento mais rebelde da América Latina está acabando com muito estardalhaço, e as consequências do último confronto entre o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, que está para deixar o cargo, poderão deixar uma marca duradoura nas relações regionais.

Depois de oito anos de disputas com o socialista Chávez, o aliado dos EUA, Uribe chegará ao fim do seu segundo mandato no dia 7 de agosto, deixando um legado bilateral de diplomacia estremecida, relações comerciais rompidas e um conflito em relação aos acampamentos da guerrilha colombiana na Venezuela, que vai pairar sobre a América Latina durante anos.

Chávez rompeu relações com a Colômbia na quinta-feira, depois que o enviado de Bogotá junto à OEA fez um veemente ataque à Venezuela, por supostamente abrigar 1.500 rebeldes colombianos esquerdistas.

Chávez, um crítico feroz dos EUA, disse que a acusação da Colômbia foi um pretexto para uma possível invasão da Venezuela, com o apoio dos EUA.

“Culpo Uribe, doente de tanto ódio, ele irá direto para a lixeira da história”, disse Chávez.

Ex-militar, Chávez sempre negou apoiar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, ou rebeldes da FARC, apesar da insistência da Colômbia em dizer que relatórios da sua inteligência mostram ligações claras.

Mês que vem, Uribe passa a presidência ao ex-ministro de defesa, Juan Manuel Santos, um companheiro de idéias conservadoras, que pretende melhorar as relações com a Venezuela, para recuperar os milhões de dólares que foram perdidos no comércio bilateral.

É possível que isso aconteça assim que Santos assuma o poder, já que as economias dos dois países sofreram com a perda de quase 7 bilhões de dólares anuais.

Mas o enviado de Uribe, Luis Alfonso Hoyos, mostrou fotos e mapas de supostos acampamentos da FARC na Venezuela, no Conselho Permanente da OEA, enquanto pedia veementemente que uma comissão internacional seja formada para checar a veracidade das informações, uma ação que busca fazer pressão internacional sobre Chávez.

“Mesmo que Santos consiga começar uma nova etapa nas relações entre os dois países, caçar as FARC no território Venezuelano será um problema, que a partir de agora passará a ser uma prioridade estratégica dos colombianos”, disse Robert Munks, diretor da Jane’s Country Risk para as Américas.

CORTE CRIMINAL

Uribe vem ameaçando há tempos levar Chávez à Corte Criminal de Haia pelo seu apoio ao ‘terrorismo’, e agora está fazendo movimentos nessa direção.

“Primeiro Uribe precisa tentar usar todas as medidas legais contra Chávez, inclusive a OEA, antes de chegar à Haia”, disseram em uma nota, analistas Venezuelanos da Global Source Partners.

“Esses objetivos explicam a veemência com que Hoyos apresentou as provas contra Chavez e listou os tratados internacionais violados pelo governo venezuelano.”

Chávez, herdeiro de Fidel Castro do cargo de principal problema dos EUA na América Latina, e Uribe, um conservador que aceita ajuda militar de Washington, jamais poderiam ser bons vizinhos.

Surpreendentemente, eles conseguiram superar suas diferenças durante anos, depois que Uribe tomou posse em 2002 e firmaram relações comerciais nas quais fazendas e fábricas colombianas exportavam seus bens para a Venezuela.

Tudo mudou em março de 2008, quando um bombardeio colombiano em um acampamento guerrilheiro no Equador matou um alto comandante das FARC e mais de outras 20 pessoas.

O Equador cortou relações com Bogotá depois do ataque e Chávez mandou tanques até a fronteira da Venezuela com a Colômbia. Praticamente todos os países sul americanos condenaram o ataque.

No ano passado, as relações pioraram ainda mais, depois que a Colômbia fez um acordo permitindo que os soldados dos EUA tenham acesso às suas bases militares para lutar contra os rebeldes e as drogas. Chávez ordenou que as relações comerciais fossem interrompidas.

Agora, apesar de dizer que tem provas concretas da presença da guerrilha na Venezuela, escolheu o caminho da diplomacia barulhenta, em vez de uma ação militar –um sinal de que a Colômbia possa estar cautelosa em relação à resposta de Chavez a qualquer ataque.

Mas Uribe também espera conseguir isolar Chávez, se convencer os outros governos sul americanos que a Venezuela apoia o ‘terrorismo’ e representa uma ameaça à região.

Um encontro do bloco regional Unasul (União das Nações Sul Americanas), que acontecerá nos próximos dias, será o primeiro teste para saber se essa estratégia vai funcionar. A Colômbia conta com o apoio dos governos conservadores do Chile e do Peru, mas a região ainda é dominada por líderes com maiores afinidades com Chávez.

“Um jogo internacional jogado por aliados venezuelanos e colombianos começou. Os amigos da Venezuela, principalmente, o Brasil e a república Dominicana, provavelmente trabalharão para restabelecer a normalidade”, disse a Global Source Partners.

Colômbia diz que não é mais refém comercial da Venezuela 0

Posted on July 25, 2010 by Jefferson

BOGOTÁ (Reuters) – A Colômbia disse nesta sexta-feira que a decisão da Venezuela de romper relações diplomáticas não terá nenhum impacto adicional sobre a economia, e que os comerciantes da zona de fronteira terão direito a um programa de ajuda.

O comércio entre os dois países despencou de cerca de 6,1 bilhões de dólares em 2008 para 4 bilhões em 2009 por causa de restrições impostas pela Venezuela como retaliação por um acordo militar entre Bogotá e Washington.

Na quinta-feira, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou o rompimento total das relações devido às acusações colombianas de que ele seria tolerante com a presença de guerrilheiros de esquerda no território da Venezuela.

A decisão provocou alarme entre comerciantes da zona fronteiriça.

“Em julho do ano passado perdemos o comércio, já não somos reféns do comércio, já não nos podem chantagear dizendo que vão fechar a fronteira e o comércio”, disse o ministro colombiano de Comércio, Indústria e Turismo, Luis Guillermo Plata.

Ele anunciou medidas especiais para aliviar a situação de comerciantes e industriais na região. “Vamos fazer uma feira nacional em Cúcuta (cidade fronteiriça com a Venezuela) para que a Colômbia compre (da) Colômbia.”

Analistas estimaram que o rompimento do comércio com a Venezuela representará uma redução anual de 1 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB).

Mas a Colômbia demonstrou capacidade para se recuperar do impacto, diversificando seus mercados. De janeiro a maio deste ano, suas exportações subiram 26,6 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a 16,1 bilhões de dólares.

Nesta sexta-feira, o Banco Central elevou sua previsão de crescimento econômico, da faixa de 2 a 4 por cento para 3,5 a 5,5 por cento. A nova estimativa já incorpora uma queda de 1,2 bilhão de dólares nas exportações colombianas para a Venezuela neste ano.

Más de 30 cables secretos sobre los negocios con Chávez 0

Posted on June 27, 2010 by Jefferson

Son los que envió el embajador Sadous, desde Caracas, y a los que accedió Clarín. Pide instrucciones sobre cómo actuar ante misiones oficiales que no pasaban por la Embajada. Y plantea dudas sobre el fideicomiso para comprar fuel oil.

Clarín

Ocupa sólo una página y media. Lleva la calificación de “Reservado”. Es un cable de la Embajada argentina en Venezuela fechado el 28 de mayo del 2004 y tiene como destino a la Cancillería. Lo firma el entonces embajador Eduardo Sadous. Su contenido ilustra cómo funcionaban las relaciones diplomáticas entre los gobiernos de Kirchner y Chávez. El informe relata que ese 3 de junio iba a llegar a Caracas una delegación oficial presidida por el secretario de Minería, Jorge Mayoral, e integrada por el presidente del OCCOVI, Claudio Uberti; el presidente del INTA, Carlos Cheppi; el jefe de ceremonial de Planificación Federal, José María Olazagasti; y la asistente de ese ministerio, Victoria Beresziuck. Agrega, en potencial, que el objetivo de esa comitiva sería tomar contacto con la petrolera PDVSA, el Bancoex, y el ministerio de Energía y Minas; y el Ministerio de Agricultura. Sadous cierra su cable secreto con un ruego diplomático: “Por lo expuesto, y debido al total desconocimiento de esta sede sobre ese particular, se agradecerá poder recibir confirmación de la misma así como programa de actividades y vuelos respectivos”.

Ese cable es sólo uno de los más de treinta en los que Sadous alertó a la Cancillería sobre la existencia de una “embajada paralela” a la suya, y también sobre las irregularidades en el fideicomiso binacional investigado ahora por la Justicia. Clarín accedió en exclusiva a esos documentos, que llevan el carácter de “Reservado” o “Confidencial”. En al menos dos se cuenta además una historia hasta ahora oculta: la “arquitecta” de ese fondo fiduciario fue Marta Cascales, pareja del secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno, entonces al mando de la secretaría de Comunicaciones.

La investigación judicial sobre posibles irregularidades cometidas en los negocios bilaterales entre Argentina y Venezuela cobró impulso cuando se confirmó que Sadous había enviado un cable a la Cancillería alertando sobre un faltante de 90 millones de dólares en el fideicomiso creado por los dos países para vehiculizar pagos. Pero los cables del entonces embajador donde hablaba de situaciones irregulares en ese fondo fueron más.

El 22 de noviembre del 2004, solo por poner un ejemplo entre varios, Sadous redactó un cable donde informó sobre su “preocupación por la demora en la instrumentación del fideicomiso, hecho que está generando problemas a las empresas INVAP, Medix y Phillips por la falta de pago del anticipo del 30% comprometido ( …)”.

A esa altura del 2004, el Ministerio de Planificación Federal había designado a un representante para solucionar esos inconvenientes: era el titular del OCCOVI, Claudio Uberti, el mismo que dos años después traería en un avión a Antonini Wilson y su valija. El Ministerio de Planificación negó ante la Justicia que Uberti haya estado involucrado en el manejo del fideicomiso, al que incluso niegan que haya terminado funcionando. Pero, al menos sobre el rol de Uberti, los cables de Sadous dicen lo contrario.

El 25 de noviembre del 2004, el diplomático se explaya sobre el malestar que existe entre empresarios que no podían acceder al registro de proveedores de PDVSA debido a que existía “falta de transparencia en la gran central de compras de esa firma en Houston, Texas”. Tras otras consideraciones, concluye: “Tal vez, la reciente creación del grupo informal de seguimiento del fideicomiso -con la coordinación venezolana del lic. Franklin Méndez y del Ing. Claudio Uberti por la parte argentina- genere un nuevo ámbito de debate donde este tema pueda reverse”. En ese mismo cable, Sadous le informa a la Cancillería que se enteró por “comunicaciones informales con “Planificación”, que “Uberti estaría viajando hacia esta (sic) en las próximas semanas para analizar todos los temas vinculados al fideicomiso”. El diplomático cierra su escrito con una frase ambigua sobre cómo se realizaban los negocios en Caracas: “A criterio de esta representación no deben generarse muchas esperanzas en lograr un acceso amplio de las empresas Gapp sin existir socios locales que conozcan los mecanismos, códigos y canales informales usuales en el ámbito petrolero en esta” (sic). A pesar de que en rigor era el funcionario que debía controlar a las empresas que manejaban las concesiones viales en la Argentina, Uberti era llamado por Sadous como “el coordinador argentino de las macroruedas de negocios con Venezuela”. Así se lo nombra en un cable del 22 de marzo del 2005.

Según se desprende de los documentos a los que accedió Clarín, el Gobierno y Sadous intentaron hasta financiar obra pública con el polémico fideicomiso, que se creó para intercambiar recursos energéticos por bienes argentinos. Entre 2004 y 2009, el Gobierno compró fuel oil venezolano por 2.400 millones de dólares.

Aunque algunos de los cables mencionados fueron tipeados por otros funcionarios, como el ex agregado comercial Alberto Álvarez Tufillo. Todos llevan la misma firma final: “Sadous”, a secas.

Congresso da Venezuela aprova polêmica reforma na lei de terras 0

Posted on June 16, 2010 by Jefferson

DA EFE, em Caracas

A Assembleia Nacional (Congresso, unicameral) da Venezuela aprovou nesta terça-feira (15), em segunda e última leitura, uma polêmica reforma à lei de terras que introduz a proibição da terceirização de terrenos e autoriza o governo a assumir diretamente a produção e distribuição de alimentos.

A reforma foi aprovada pela bancada governista, dona de quase todas as 167 cadeiras da Casa.

O presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Nacional, o deputado chavista Mario Isea, confirmou que a reforma elimina a terceirização da terra.

Essa terceirização foi qualificada por Isea como uma forma de “exploração feudal”, na qual “um dono de terra se apropria da força de trabalho dos camponeses”.

Na reforma é estabelecido que os camponeses que demonstrem perante o Insti (Instituto Nacional de Terras) ) que têm três ou mais anos na situação de ‘terceirizados’ têm direito a reivindicar a propriedade do terreno.

O texto diz ainda que o governo poderá assumir diretamente as atividades de produção primária, industrialização, distribuição, troca e comercialização, “a fim de fortalecer o aparelho produtivo nacional”.

A bancada opositora disse que a reforma constitui outro atentado contra a propriedade privada e mais um passo para transformar o Estado no dono de tudo no país, como disse a deputada Pastora Medina.

Com a aprovação da reforma no Legislativo, a lei deve ser referendada pelo Executivo e publicada em diário oficial para entrar em vigor.

Chávez ordena investigação de cervejaria… 0

Posted on May 24, 2010 by Jefferson

Tá bom viu Chávez?!

Queria entender como a cerveja é uma arma para o capitalismo!

Até parece que seus heróis de infância, os soviéticos, bebiam leite…

Quando acho que o freakshow bolivariano deu uma trégua, Chávez me mostra que ele estava era preparando outro ato (possivelmente, inspirando-se ouvindo algum CD de piada do Ari Toledo).

…………….

Presidente pede que Justiça descubra se a Polar, maior produtora de alimentos do país, está escondendo mercadoria

Afp e Efe – O Estado de S.Paulo

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou ontem à promotoria pública que abra uma investigação contra a empresa de alimentos Polar, a maior companhia privada do país no setor, por estocar irregularmente alimentos e “causar danos à população”. A Polar é responsável pela fabricação de uma variedade de produtos alimentícios, incluindo a cerveja mais consumida na Venezuela.

Na quinta-feira, militares venezuelanos confiscaram mais de cem toneladas de farinha de trigo, arroz e outros gêneros alimentícios da empresa. Na opinião de Chávez, a companhia poderia produzir mais alimentos em vez de cerveja, afirmando que não é necessário fabricar a bebida.

“Essa cervejaria poderia se transformar em indústria de alimentos. A cerveja não nos faz falta, só serve para nos deixar mais barrigudos, aumentar o colesterol e deixar as pessoas meio loucas”, disse Chávez durante o programa dominical Alô, Presidente.

O líder venezuelano afirmou ainda que a cerveja é uma das “armas do capitalismo” para causar vícios na população. Ele criticou os funcionários que recentemente protestaram em favor da empresa. “Existem uns trabalhadores que andam defendendo a Polar. Coitados. Defendem quem explora o povo.”

O presidente ainda fez um apelo para que as empresas busquem capital estrangeiro para o financiamento de obras, já que “todas os investimentos públicos não podem ficar nos ombros do Estado”. “Isto é uma aliança. Se o governo tem alguma dificuldade no fluxo de recursos, é o momento em que as empresas devem buscar dólares nos bancos do mundo.”

Fim dos apagões. Chávez reconheceu que alguns empresários podem estar reticentes com relação aos investimentos no país por causa da campanha de descrédito promovida por “meios de comunicação da burguesia”. Ele garantiu, porém, que não há riscos, pois “a dívida externa venezuelana, se comparada com o PIB, representa apenas 20%”, enquanto a de alguns países da Europa chegariam a comprometer 70%.

No programa, Chávez prometeu que os racionamentos de energia elétrica que atingem o país devem durar no máximo até agosto. Na sexta-feira, o governo começou a suspender os cortes de energia nos fins de semana e feriados.

Rio: polícia detona artefato enviado a consulado da Venezuela 0

Posted on April 14, 2010 by Jefferson

Será que é algum político brasileiro de tradição terrorista (ou guerrilheira, como se proclamam) descontente (ou com inveja) da republiqueta administrada por Chávez?

From EFE

Policiais detonaram hoje de maneira controlada um suposto pacote-bomba que tinha sido enviado ao consulado da Venezuela no Rio de Janeiro.

O pacote chegou ao consulado esta manhã pelo correio. Ao abrir a caixa que o continha, uma secretária encontrou uma nota escrita em português onde se dizia que dentro havia uma bomba, informou o consulado venezuelano.

O cônsul da Venezuela no Rio de Janeiro, Édgar González, explicou que havia outras frases escritas mas que os policiais levaram o pacote para detoná-lo antes que pudessem lê-los.

“Não sabemos com que objetivo essa ação foi realizada”, comentou González, visivelmente consternado.

A Polícia interditou a área e o trânsito durante meia hora, enquanto o Esquadrão Antibombas retirava o pacote do edifício e o preparava para em seguida detoná-lo.

Os peritos examinarão os restos da suposta bomba para constatar se efetivamente havia um explosivo.

González explicou que o Governo da Venezuela e o embaixador do país em Brasília, Julio García Montoya, já foram notificados sobre os fatos.

“Se for uma ação política, devem saber que nossa Revolução Bolivariana deve ser respeitada por qualquer país do mundo”, manifestou o cônsul.

“Se foi com o objetivo de amedrontar nossa missão diplomática no Rio, estão equivocados”, acrescentou.

O consulado venezuelano no Rio de Janeiro fica na Praia de Botafogo, em um edifício onde também estão os consulados do México, Uruguai, Paraguai e Holanda.

Venezuela prende oito “espiões elétricos” colombianos 0

Posted on April 07, 2010 by Jefferson

E lá vem o Chávez de novo….

CARACAS (Reuters) – A Venezuela anunciou nesta terça-feira a prisão de oito colombianos suspeitos de espionarem o sistema elétrico do país, num momento em que a escassez de energia abala a popularidade do presidente Hugo Chávez.

As detenções podem reavivar as tensões entre os dois países, após meses de atritos entre Chávez e o presidente colombiano, Álvaro Uribe.

O ministro venezuelano do Interior, Tareck el Aissami, disse que os colombianos foram detidos ao longo das duas últimas semanas, em dois Estados diferentes, e que junto a eles foram apreendidos uma câmera, contendo fotos de subestações elétricas, sistemas de transmissões e estradas, e documentos em inglês.

“Todos esses elementos ajudam a corroborar as acusações feitas pelo presidente Hugo Chávez (…) de sabotagem do sistema de eletricidade”, disse El Aissami à TV Venevisión, acrescentando que a nacionalidade dos detidos era um “fator de preocupação.”

No mês passado, Chávez acusou “contrarrevolucionários” contrários ao seu governo socialista de cortarem cabos elétricos para agravar a crise energética no país, a qual pode favorecer a oposição na eleição legislativa de setembro na Venezuela.

Por causa da seca provocada pelo fenômeno El Niño, os reservatórios das hidrelétricas venezuelanas estão em níveis baixíssimos, afetando a geração elétrica. Nesta semana, começou a chover no país, o que pode aliviar a situação.

Mas a crise elétrica também tem entre seus motivos a falta de investimentos adequados em manutenção e ampliação do sistema, e o rápido aumento do consumo.

Como parte do racionamento em vigor desde o fim de dezembro, escritórios e indústrias leves foram obrigados a reduzir seu consumo energético em 20 por cento, sob pena de enfrentarem cortes no abastecimento.

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